Colocando a Técnica de LaBerge em Prática

No último dia 27 publiquei um post  sobre a eficiência da técnica projetiva conhecida como Técnica de LaBerge.

Conforme expliquei, já tive várias EFCs empregando essa técnica. Como todas as demais, seu emprego não garante o sucesso mas sua efetividade é considerável, conforme relatado nesse post.

Para não me deixar mentir, segue o relato de minha penúltima EFC.

15 de setembro, sábado. Despertei no horário de costume, pouco depois das 6 horas da manhã. Levantei-me e, após realizar um trabalho de mobilização de bioenergias, retornei para cama às 7 horas. Por esses dias o clima em Brasília está quente e seco, de tal forma que liguei o ar condicionado e o mantive o humidificador do ar ligado. Adormeci rapidamente e tive inúmeros sonhos. Em meio a esse processo de sonhos, em dado momento estava em meu apartamento. O ambiente não estava, até onde percebi, exatamente igual ao intrafísico, mas, isso pode ter sido causado por deficiência da minha paravisão. Em dado, momento, olhei para o chão onde havia alguns pequenos objetivos indefinidos. Nesse momento conscientizei-me que estava projetado, fora do corpo físico. Eu estava flutuando a poucos centímetros do chão. Esquecendo-me dos tais objetos, divisei uma janela próxima. Era a janela de minha sala que fica, durante a noite, coberta por uma cortina de tom bege. Usei então a vontade para dirigir-me até essa janela Minha intensão era sair do apartamento. Estendendo as mãos, deslizei lentamente através da sala até o ponto onde estava a janela. Minha paravisão estava como que afunilada de tal forma que do meu psicossoma, eu percebia apenas as mãos a minha frente por ter estendido os braços num movimento natural de reforço a intensão de me deslocar. Chegado a janela, ao tentar atravessa-la para chegar ao exterior, algo estranho ocorreu: fiquei com o psicossoma envolto na cortina sem conseguir me desembraçar dela. Se ela fosse puramente intrafísica, eu deveria ter simplesmente atravessado-a. Então ela devia ser uma contraparte extrafísica da cortina física. Essa situação inesperada levou-me a despertar. Rememorei os detalhes da experiência e voltei a dormir. Não tive mais projeções nessa manhã.

Observações

Atualmente, a maioria de minhas EFCs são de breve duração pois rapidamente retorno a coincidência. Nesse sentido, elas se encaixam bem no modelo do sonho lúcido.

A situação de embaraço pode ter sido causada por mim mesmo. Ao atravessar a cortina um pequeno pensamento que tive pode ter feito a matéria extrafísica aglutinar-se naquele ponto e criar a “paracortina”. Dá-se a isso o nome de formas-pensamento.

A sucessão dos eventos demonstra que, embora estivesse consciente, o nível de lucidez não era lá grande coisa, pois, se assim fosse, sairia dessa situação facilmente. Classifico o nível de lucidez dessa EFC como L40 (40% de lucidez extrafísica).

Como Acabar com o Medo da Projeção Astral


E se alguém cortar meu cordão de prata ?????????

Nos últimos dias, surgiram algumas pessoas questionando como controlar, evitar ou acabar com o medo que surge quando o projetor está prestes a sair do corpo ou quando já se vê projetado, fora do corpo.

Vejamos um caso ilustrativo, relatado a mim essa semana.

“- Estava deitada na cama, a noite, para dormir. Senti que seu corpo inflava e se expandia. Após alguns momentos, senti que estava saindo fora do corpo e que haviam várias consciências ali. Sabia que estavam ali para auxiliar-me a sair fora do corpo. Então fui desencaixando fazendo movimentos com meu corpo espiritual para deixar o corpo físico para trás. Quando estava a um palmo do corpo, comecei a sentir medo. O que aconteceria dali em diante? E essas consciências que estava ali, eu iria vê-las? Quem seriam? O que aconteceu em seguida foi que, imediatamente, voltei para o corpo físico e despertei. Não sei porque senti tanto medo. Qual será a causa? Quando eu era criança tinha projeções com certa frequência e não sentia medo algum. As projeções cessaram e somente agora voltaram.”

O medo é uma emoção básica de todos os seres vivos superiores e ele existe para garantir a sobrevivência da espécie. Está, portanto, implantando em nossos genes. Os animais superam o medo com a experiência ou, por extinto, quando acuados, como um último recurso de sobrevivência. O ser humano faz mais do que isso. Além da experiência ele pode empregar também o raciocínio.

A dimensão extrafísica, tudo o que existe lá, são desconhecidos para nós. Experiências fora do corpo não são ensinadas em casa (geralmente), muito menos nas escolas. Então é natural que surja muita insegurança e medo quando surgem as primeiras projeções conscientes. É nosso instinto de preservação que está atuando.

Quando somos crianças, a inocência, a ingenuidade da criança que ainda não foi moldada pelo meio social pode ser o motivo de não haver emoções como o medo. No caso da projetora acima, como houve uma interrupção nas suas experiências, agora que elas recomeçaram, ela já está condicionada para sentir medo de situações sobre as quais não tem domínio.

O que deve ser feito nesses casos são três coisas:

1 – Continuar estudando mais e mais sobre o assunto, lendo livros, artigos, etc. Quanto mais informações tivermos sobre tudo o que for relacionado a EFCs, menos dúvidas e, portanto, menores serão os receios e medos de todos os tipos.

2 – Estudar e praticar o controle das suas próprias energias (absorção, exteriorização e estado vibracional). O controle das bioenergias são nossas autodefesas. Um projetor, por ser encarnado, tem muito mais energia que um desencarnado, pois tem energossoma (duplo etérico). Se souber usar bem essas energias, dificilmente aparecerá um desencarnado que seja páreo para ele. Some-se a isso a atuação dos amparadores do projetor que vão ajudá-lo, na medida que suas ações intrafísicas e extrafísicas estejam alinhados com bons preceitos éticos e morais.

3 – Continuar a ter projeções pois, quanto mais experiências tiver, mais conhecimento terá e, portanto, menor será qualquer tipo de medo. No início é assim mesmo. Surge o medo, a insegurança, o descontrole emocional. Com o tempo, o projetor vai ganhando confiança e desenvoltura em suas jornadas fora do corpo.

Concluindo, é bom lembrar que no passado recente, devido a falta de informação, as pessoas tinham muito medo das EFCs, achando que poderiam até morrer se tivessem essa experiência. Não custa repetir, portanto, que riscos são inerentes a todas as atividades humanas. Posso, por exemplo, ir trabalhar amanhã, contrair um vírus de gripe mutante de um colega e morrer dias depois.  EFCs não são exceção, existem riscos sim, mas não tanto quanto alguns querem que sejam (morrer por exemplo).

Por exemplo, cortar o cordão de prata do projetor, fazendo seu corpo físico morrer, usando uma “paratesoura” está totalmente fora de cogitação. Isso não existe!  Eu diria que o maior risco da EFC não é para o projetor mas para aqueles que querem mantê-lo com as viseiras da ignorância. Sobre isso teceremos mais considerações noutro post.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Sonho Lúcido e Yoga dos Sonhos

Em 2006, quando fiz minha primeira viagem a Europa, já chegando no velho continente, tive uma curiosa projeção em pleno voo. Encontrei-me com uma pessoa conhecida que a muito não via e conversamos sobre vários assuntos dos quais, depois, lembrei-me apenas um, relacionado a uma de nossas vidas anteriores.

Ele referiu-se a uma existência no Tibet, citando especificamente o século VIII, quando muitos conhecimentos sobre projeções conscientes e assuntos correlatos teriam sido criados e registrados.

Tempos depois, soube, para minha surpresa, que esse colega estava residindo em Londres. De alguma forma, a minha viagem provocou aquele encontro.

Mas afinal, o que ocorreu no século VIII no Tibet? Foram introduzidas nessa época a práticas dos 6 yogas, das quais a yoga dos sonhos é o mais conhecido.

O yoga dos sonhos é uma prática avançada de meditação tântrica do budismo tibetano que tem por objetivo promover o autoconhecimento, o autocontrole, a purificação e o desenvolvimento mental, servindo também como uma forma de nos preparamos para as transições de estados existenciais (a morte do corpo físico). Com o yoga dos sonhos pretende-se gerar nas pessoas um estado de permanente autoconscientização.

O objetivo da yoga dos sonhos é buscar a lucidez durante o sonho, ou, em outras palavras, a consciência de que o sonho é apenas um sonho. Com isso, tal como outros yogas, persegue-se a eliminação do sofrimento e a eliminação dos apegos que provêm da crença da separação sujeito-objeto na qual a perda de um objeto ao qual se apega provoca o sofrimento.

Outras denominações para o yoga dos sonhos são dream yoga (inglês) e Vajrayana (em sânscrito, círculo de diamante)

Segundo a tradição, os seis Yogas foram trazidos para o Tibete por volta do século VIII pelo mestre indiano Padmasambhava, fundador da Nyingmapa (Escola Antiga do budismo tibetano).  Padmasambhava teria recebido os ensinamentos por ele codificados de um misterioso iogue chamado Lawapa. Nos séculos que se seguiram, o budismo cresceu e floresceu no Tibet. Naropa (1016-1100 d.C.), iniciou a compilação dos seis yogas, tarefa que foi concluída por seu discípulo Marpa. Para concluir essa compilação, Marpa, fez uma cansativa jornada a pé para a Índia a fim de estudar com mestres de yoga, retornando depois para o Tibet para concluir sua tarefa.

Os seis Yogas de Naropa são:

tummo – o yoga do  calor interno (ou do calor místico)

gyulü – o yoga do corpo ilusório

ösel  – o yoga da clara Luz (ou da luz radiante)

milam – o yoga dos sonhos

bardo – o yoga do estado intermediário .

phowa – o yoga da transferência da consciência para o estado búdico

Nesse sistema, os sonhos são classificados em três tipos: sonhos samsáricos, sonhos de claridade e sonhos de clara luz, sendo os primeiros não lúcidos e esse último lúcido. O yoga dos sonhos pode facultar a interpretação dos sonhos, o uso de sonhos para as previsões e de cura, e o desenvolvimento de poderes psíquicos e habilidades de cura pode surgir naturalmente da prática continua da yoga dos sonhos e dos outros cinco yogas relacionados.

A prática do yoga do sonhos, como nos demais yogas tibetanos, começa por exercícios de meditação Zhiné a fim de desenvolver a concentração e aquietar a mente. Na segunda parte do treinamento, são trabalhadas as ações e comportamentos ao longo do dia, quando estamos acordados. Busca-se nessa fase eliminar-se os traços cármicos, o apego, a aversão e cultivar-se a memória para possibilitar a rememoração dos sonhos de clara luz (sonhos lúcidos). A terceira e última etapa, executada na hora de dormir, consiste em práticas respiratórias, corporais (a posição em que deitamos para dormir) e energéticas.

Tal como num estado de meditação profunda, o yoga dos sonhos conduziria as ondas cerebrais do praticante a um nível muito baixo, permitindo o isolamento do mundo externo, das sensações corporais e um maior contato com as raízes inconscientes das estruturas mentais, muitas das quais geram as consequências negativas que vivenciamos no mundo cotidiano.

É importante lembrar que outros tipos de yoga podem levar o praticante a ter sonhos lúcidos, mas esses, quando surgem, são apenas um efeito secundário. Em contraste, o yoga dos sonhos mira diretamente nos sonhos lúcidos.

O yoga dos sonhos é seguido pelo yoga do sono, também conhecido por yoga da clara luz cujo objetivo é manter-se a consciência durante o sono profundo quando a mente conceitual grosseira e os sentidos deixam de funcionar.

Finalizando, o que podemo almejar com a prática do yoga dos sonhos? Citando Tenzin Wangyal Rinpoche, autor do livro Os Yogas Tibetanos do Sonho e do Sono (atualmente o único livro a venda sobre esse assunto em língua portuguesa):

“Se uma pessoa não estiver consciente na visão, é improvável que esteja consciente no comportamento, Se não estiver consciente no comportamento, é improvável que esteja consciente no sonho. E se não estiver consciente no sonho, é improvável que esteja consciente no Bardo (dimensão extrafísica), após a morte (do corpo físico)”.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Aconteceu no Carnaval

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Mais um Carnaval se aproxima e sempre que isso acontece lembro-me de um caso ocorrido em um Carnaval com o paranormal Waldo Vieira que me foi contato por um amigo comum.

O caso ocorreu há muitos anos. Era Carnaval e Vieira estava em sua residência na cidade do Rio de Janeiro. Possuidor de grande facilidade para ter experiências de projeções lúcidas, Vieira teve um experimento projetivo certa noite onde, logo que se viu fora do corpo, deslocou-se para fora de sua residência (um apartamento no bairro de Ipanema).

Assim que o fez, ele foi subitamente atirado a enorme distância daquele ponto. Quando deu por si, percebeu que estava bem distante da sua base física, nas cercanias da cidade. Ao tentar voltar ao seu ponto de partida, percebeu que poderoso fluxo de energia impedia-o.

Procurando descobrir a causa desse fenômeno, acabou por constatar que um poderoso dispositivo extrafísico, um aparato tecnológico, havia sido posicionado sobre a cidade do Rio de Janeiro com a função de emanar um forte campo energético com objetivo de afastar das imediações extrafísicas da cidade, naquela dimensão, toda e qualquer consciência que dali se aproximasse.

Tal medida teria sido tomada devido aos excessos que são cometidos durante o Carnaval nessa cidade. Boa parte da população intrafísica, em íntima comunhão com a população extrafísica entregava-se a todo tipo de excessos, aumentando as chances de ocorrência de todo tipo de tragédias, de acidentes a mortes.

Aquele aparato, portanto, era empregado para mitigar os riscos, evitando que mais consciências extrafísicas doentias fossem atraídas para a cidade pelo padrão energético que a população da cidade apresentava naqueles dias, piorando ainda mais a situação estabelecida.

O tempo passou e creio que as coisas não mudaram muito. É provável que expedientes como esse ainda sejam empregados não somente no Rio como em outras grandes cidades do Brasil e do mundo com objetivos semelhantes, seja no Carnaval, seja noutras ocasiões.

Não faço campanha contra o Carnaval mas, pessoalmente, aproveito para fazer qualquer coisa nessa ocasião, exceto “brincar o Carnaval”. Motivos não me faltam.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Mais sobre Sonhos Lúcidos

Hemiprojeção

Na madrugada de 4 de dezembro do ano passado tive a experiência que relato a seguir.

Estava dirigindo um automóvel por uma estrada. Em dado momento, tudo ficou completamente escuro do lado de fora do automóvel, como se fosse noite e tivesse ocorrido um blackout. Tentei acender as luzes do automóvel para enxergar a estrada, mas sem sucesso. Fiquei tenso com aquela situação. Passei então a tentar parar o automóvel antes que acontecesse um acidente, pois eu não enxergava nada do lado de fora. Os freios, porém, não respondiam aos meus comandos. Finalmente, após alguns momentos, consegui parar o veículo, saltando imediatamente para fora. Nesse instante, tudo voltou ao normal, reestabelecendo-se a luz do dia. Percebi que havia várias pessoas nas proximidades, sendo que uma delas aproximou-se de mim e começou a agredir-me verbalmente afirmando que assistira como eu havia dirigido aquele automóvel de forma irresponsável. Conforme ouvia aquelas acusações, fui entrando num estado de perturbação, até que, em certo momento, intui:

“- Isso aqui está tudo muito estranho…não está certo…devo estar sonhando!”

Ato contínuo, abri os braços e dei um rápido e forte giro no ar com todo o corpo. No instante seguinte estava despertando em minha cama onde meu corpo repousava. Surpreso, sorri comigo mesmo, satisfeito com o comportamento durante esse sonho lúcido, interrompendo-o quando o mesmo passou a incomodar-me.

Nessa experiência eu estava semiconsciente e, praticamente, agi por instinto. Se estive lúcido, consciente, poderia ter agido de outra maneira. Poderia, por exemplo, simplesmente afastar-me daquela consciência e aproveitar a lucidez para fazer algo útil.

Após ter feito o post anterior sobre utilidades do sonhos lúcidos, estive discutindo com uma pessoa sobre se seria correto afirmar que sonho lúcido e projeção semiconsciente são a mesma coisa.

Num sentido latu (amplo) ou, em outras palavras, de um modo geral, podemos usar o termo sonho lúcido como sinônimo de EFC – Experiência Fora do Corpo – pois muitas vezes é o que ocorre. Porém, não podemos, ou pelo menos eu não posso afirmar que toda experiência de sonho lúcido ocorra quando a consciência está projetada, fora do corpo físico. É concebível que o sonho lúcido ocorra com a consciência estando dormindo e com todos os seus veículos coincidentes, sem que ocorra projeção. Essa é uma questão que vou pesquisar para responder com precisão.

Para saber mais – Livros:

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Projeção de Natal

Cheguei  cansado em casa. Apesar de ser véspera do Natal (23.12) trabalhei muito nesse dia. No jantar, tomei uns dois copos de vinho e, em seguida, sentei-me na sala para assistir TV. Um torpor foi tomando conta de mim de tal forma que adormeci. Após algum tempo, fui para a cama.  Dormi por algumas horas até que, por volta de 1 da manhã, despertei por momentos e mudei de posição, deitando pelo lado esquerdo. Ainda estava com muito sono, adormecendo de novo rapidamente.

“Primeira Camada de Sonhos”

Estava em meu apartamento quando, em dado momento, pressionei um interruptor na parede para acender uma lâmpada. Uma espécie de “estampido ultrasônico” provocou a explosão desse interruptor assim como a de dois outros. Curioso, retirei os pedaços de interruptor da parede e fiquei examinando-o para tentar entender como aquele estranho fenômeno acontecera.

Depois disso, desloquei-me dali para vários outros locais, dentre os quais uma cidade de praia onde havia um grande restaurante de frente para o mar. Nesse local encontrei um monte de gente dentre amigos, conhecidos e pessoas que conhecia lá, mas não no intrafísico. Passamos por incontáveis situações nesse local. Uma das pessoas que encontrei ali chama-se Nawa.

“Segunda Camada de Sonhos”

Acreditando já ter despertado, caminhava na frente do restaurante com alguns companheiros. Refletíamos sobre as experiências projetivas que tivéramos ali (na Primeira Camada). Examinávamos surpresos, como tudo no local estava mudado. Na frente do restaurante havia uma área ampla e plana coberta por um jardim com muitas plantas. As plantas que antes estavam verdes e viçosas agora estavam ressecadas e apagadas. Examinamos algumas de perto. Havia no ar aquele sentimento de que estivéramos ali antes e que agora havia se passado um longo período de tempo.

“Terceira Camada de Sonhos”

Crendo agora ter despertado para valer, estava numa casa de paredes  rusticas feita com pedras em tons amarelos. Havia algumas pessoas ali comigo. Uma delas conversava comigo sobre as experiências projetivas que tivéramos, até que, em dado momento ela disse: “Como seu sujeito, Nawa, lhe disse…” Emocionado, aproximei-me dele e,  exclamei:  “ –Espere ai!, Isso é muito importante! Nawa? Você disse Nawa? Então você estava presente a essa projeção também! Isso é uma confirmação da experiência projetiva que tivemos! “

Despertar

Despertei, dessa vez de fato. Rememorei rapidamente os principais eventos. Lagrimas brotavam de meus olhos, expontaneamente, na medida que rememorava os incontáveis eventos que sucederam-se nessa experiêncvia (que aqui descrevi muito resumidamente) de um “sonho lúcido em camadas” com vários “falso despertares”. Um sentimento de gratidão enchia meu coração. Embora não pudesse açambarcar toda a grandiosidade da experiência que vivenciara, trazia a certeza de que a ideia, a sua essência, era a amizade, o sentimento de fraternidade e companheirismo que me unia a um grande número de pessoas, algumas conhecidas dessa vida, outras de outras vidas e com quem não tenho contato na atual existência; alguns eram parentes próximos, outros, colegas de trabalho. Todos companheiros de evolução. Não sei qual foi a consciência que patrocinou essas experiências. Seja como for, a nítida sensação que tive é que esse foi um presente de Natal.

Olhei finalmente para o relógio digital. Era 1 hora e 38 minutos. Permanecera dormindo por uns 30 minutos na mesma posição, mas que pareceram muitas e muitas horas, tal a quantidade e riqueza das experiências.

Resolvi levantar-me e registrar os episódios antes que se perdessem nos confins da memória. Após uma hora de registros, voltei para a cama para terminar a noite de sono.

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Projeção Astral e Desequilíbrios

Há alguns dias estava conversando com um amigo sobre projeções astrais quando ele contou-me ter assistido a uma palestra sobre esse assunto e pediu minha opinião sobre o que ouvira. Segundo o palestrante afirmara, a Terra seria envolvida por várias camadas de matéria astral sendo que a camada que cobre a superfície é formada por energias muito densas devido ao padrão de pensamentos de consciências intrafísicas e extrafísicas que habitam essa esfera.  Ainda segundo o palestrante, quando uma pessoa tem uma projeção astral, uma experiência fora do corpo, à tendência é dela permanecer projetada, fora do corpo, nessa região densa o que vai resultar em “desequilíbrios” (não especificados por ele) para o projetor durante e após a projeção.

Vejamos então as considerações que fiz.

Sobre a questão das esferas de matéria/energia astral, de fato as coisas são assim. Com relação aos “desequilíbrios”, parece que o  palestrante não tem  nenhum conhecimento prático sobre o assunto e, provavelmente, está guiando-se apenas por suposições baseadas em seus medos pessoais. Se possivelmente tivesse passado por experiências de projeção lúcida ou lido alguns livros sobre o assunto, que parece não ser o caso, constataria que esses medos não correspondem à realidade.

Já passei por centenas de experiências projetivas, metade delas, provavelmente, nessa região crostral e nunca percebi qualquer “desequilíbrio” em mim decorrente disso. Muito pelo contrário, cada experiência ajudou a enriquecer-me com novas vivências, mesmo aquelas em que fiz algumas bobagens, tal como essa que relato a seguir.

Certa vez, estando projetado e lúcido, tentei atravessar um local cheio de pessoas que, erroneamente, julguei serem encarnados que estavam na dimensão intrafísica. Ao passar “rasgando” pelo local, esbarrei num monte de gente, arremessando alguns a distância. Surpresos e indignados, eles protestaram aos berros: “Cuidado com esse maluco…!!!!” Isso colocou fim a minha projeção, fazendo com que eu retorna-se imediatamente ao corpo. Aquelas consciências, ou eram extrafísicas ou eram, como eu, encarnadas e estavam projetadas. Seja como for, a frequência vibratória de seus psicossomas (corpos espirituais) estavam na mesma frequência do meu psicossoma. Nesses casos, vale aquela Lei da física: “dois corpos não podem ocupar o mesmo local ao mesmo tempo”. Fora a sensação de ter feito um papel de idiota, não houve quaisquer outras consequências para mim. Ganhei sim, experiência com isso: nunca mais cometi uma gafe desse tipo na dimensão extrafísica.

Voltando a questão do “desequilíbrio”, embora uma projeção possa afetar psicologicamente uma pessoa, causando-lhe algum desconforto, preocupação ou perturbação, isso não é a regra, mas sim uma exceção, uma excepcionalidade, um evento raro. Se você leitor duvidar disso, existem muitos livros com relatos sobre EFCs disponíveis que podem ser consultados e, principalmente, tenha suas próprias experiências projetivas e tire suas conclusões sobre essa questão.

Vale a pena citar, também, que toda pessoa bem intencionada e que se paute por bons princípios éticos, conta com a assistência extrafísica de amparadores espirituais que atuam durante suas projeções no sentido de proteger e preservar a integridade física e psicológica do projetor.

Concluindo, talvez alguém ainda se pergunte: -“Mas essa possibilidade de um “desequilíbrio” já não seria o suficiente para evitar-se a projeção astral?” Bem, ai vai da cabeça de cada um. Você é daquele tipo de pessoa que só anda a pé por receio de que ao dirigir um carro ou pegar um ônibus possa sofrer um acidente de trânsito? Nesse caso, talvez você deva mesmo evitar as projeções astrais.

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Projeções Pré-Cognitivas

As projeções pré-cognitivas são aquelas onde o projetor, de alguma forma, adquire conhecimentos sobre eventos que ocorrerão no futuro próximo ou distante.

Por que de alguma forma? Existem várias maneiras de adquirir-se esses conhecimentos. Por exemplo, o projetor pode, ele mesmo, perceber eventos que ocorrerão no futuro ou outra consciência (um espírito) pode facultar de várias maneiras os meios para que ele receba essa informação.

Qualquer projetor que passe por um certo número de experiências projetivas acaba tendo projeções pré-cognitivas. Isso já se passou comigo inúmeras vezes. Em outubro, quando estava de férias na Europa, tive duas experiências assim.

A primeira delas foi no dia 21 de outubro e referia-se a vida de uma única pessoa, um colega de trabalho. Preocupado com o que percebera, enviei-lhe no dia seguinte um e-mail alertando-o sobre alguns cuidados que deveria tomar com relação a sua segurança física. Felizmente já haviamos conversado várias vezes sobre esse tipo de assuntos (EFCs) de tal forma que eu tinha como alertá-lo sem que ele achasse que eu estava maluco.

A segunda experiência foi no dia 26 de outubro e referia-se a uma coletividade, mais especificamente a um pais europeu que acabara de visitar. Em algum momento do futuro, esse país estava dividindo-se em três novos países, sendo que um deles, por algum motivo que não apreendi, estava convidando-me para morar e trabalhar em seu território. Supreendido com o convite, começei de imediato a fazer planos sobre quanto tempo passaria lá assim outros detalhes sobre minha mudança do Brasil para esse novo país…

Vamos então tecer algumas considerações sobre essas duas experiências. O que fazer com essas informações? Podemos mudar algo que está para acontecer? As vezes sim. Quando a informação que recebemos refere-se a uma ou a umas poucas pessoas, nossas chances de interferir nos acontecimentos são reais. As vezes a projeção pré-cognitiva pode ter exatamente esse objetivo. Então, se for possível, devemos usar a informação para ajudar, prevenir os envolvidos, caso venhamos a conhecê-los. Quando a informação refere-se a uma coletividade, geralmente nossas possibilidades de intervenção são nulas ou praticamente nulas. Quanto maior for o número de pessoas atingidas, menor é a possibilidade de fazer algo para mudar os acontecimentos que virão.

No momento não posso entrar em detalhes sobre os desdobramentos da primeira experiência. Com relação a segunda, posso fazer alguns questionamentos. Será correta essa informação? Quem pode garantir isso? Ninguém pode. Pode ter havido, da minha parte, um erro na captação da informação ou pode ter havido um erro na origem da informação. A dimensão extrafísica é como um grande Internet: obtem-se ali todo o tipo de informação – boas e más, corretas e incorretas. Existem muitas consciências que propagam informações distorcidas ou simplesmente inventadas com os mais diversos propósitivos, algumas vezes maquiavélicos.

Por exemplo, um conhecido contou-me no início do ano que uma consciência extrafísica advertiu-o que inúmeros terremotos e tsunamis ocorreriam ao longo dos próximos anos ceifando a vida de muitas pessoas. Ora, terremotos acontecem todos os anos com vítimas em inúmeros países e quanto a tsunamis, ocorreram pelo menos dois muito grandes nos últimos anos com consequências dramáticas. Então qual é a novidade nisso? Que “revelação” é essa? Lembra aqueles místicos que o programa Fantástico antigamente mostrava na passagem do ano. As “previsões” eram sempre as mesmas: “O Brasíl será campeão no futebol”, “A situação econômica terá momentos difíceis mas haverá melhoria em alguns setores”; “Um famoso artista brasileiro vai falecer”; “Haverá um acidente em que morrerão muitas pessoas”. Havia até uma “supervidente” que sumiu do mapa quando garantiu que Guilherme Afif Domingos seria eleito presidente da república. Era tanta baboseira que a emissora acabou cortanto esse tipo de quadro de final de ano.

Concluindo, o projetor lúcido deve, portanto, tomar todo o cuidado com as informações que obtém no extrafísico, particularmente com relação a possíveis eventos futuros.

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Viajando no Físico e no Extrafísico

É possivel projetar-se estando em um veículo em movimento, tal como um avião.

Acabo de retornar de uma viagem de férias pela Europa onde passei as últimas três semanas. Tenho o hábito de solicitar amparo extrafísico extra durante viagens desse tipo, ao exterior, pois, por mais que a gente se prepare e se informe, sempre estamos sujeitos a um sem número de acidentes de percurso (entenda-se: problemas causados por assédio extrafísico).

Além de solicitar o amparo especial para a viagem, invisto em EVs (Estados Vibracionais) constantes para evitar acoplamentos energéticos indesejados. Ao final de cada dia, agradeço ao amparo recebido e renovo meu pedido.

Já estive na Europa várias vezes. Sabendo que minhas últimas vidas foram nesse continente e que não foram nada tranqüilas, nas viagens anteriores não fiz o menor esforço em ter experiências projetivas enquanto estava por lá, deixando que as coisas acontecessem por si só.

Dessa vez, contudo, fiz diferente. “Fiquei ligado” por assim dizer no que aconteceria no extrafísico. Ainda assim não “forcei a barra”, não usei técnicas projetivas de forma ostensiva, até porque estava de férias e o objetivo principal era relaxar.

Voltando a questão do amparo durante a viagem, vou citar algo que ocorreu que pode parecer ser de pouca importância mais que ilustra bem essa questão do amparo solicitado/amparo concedido.

Foi no dia 15 de outubro quando estava em um hotel em Lido de Veneza. Fui dormir por volta de uma hora da manhã. Antes disso, programei o relógio digital para despertar às 7 horas da manhã para que tivéssemos tempo, eu e minha esposa, de nos arrumarmos, tomarmos o café da manhã e iniciarmos, ainda cedo, nossa programação para aquele dia. Não tive tempo de fazer uma técnica projetiva uma vez que estava muito cansado, adormecendo rapidamente. Não obstante a falta de preparo, a noite foi repleta de projeções, todas semi-conscientes (rememoradas após o despertar).  Ao final dessas experiências, eu aparentemente retornei as proximidades do corpo físico e ali permaneci.

Aconteceu então o seguinte: Eu me via deitado na cama, no quarto do hotel ao lado de minha esposa. De repente, três pessoas adentraram no quarto sem a menor cerimônia. Eram duas moças e um rapaz. Na mesma hora veio a minha mente a seguinte ideia: “Eles tinham uma chave que abria a porta daquele quarto pois esse estava sob a jurisdição de alguém da sua equipe…”. Levei um susto com aquela chegada súbita. Acreditando já estar desperto (não estava, portanto, totalmente consciente) eu, assim como minha esposa, ficamos constrangidos com aquela situação. Então, uma das moças do grupo dirigiu-se a mim e disse: “- Como vocês não acordaram, viemos aqui para despertá-los!”. Olhei para o relógio sobre o criado ao lado da cama e retruquei : “- Não despertamos?  Como é possível? Programei-o antes de dormir…” A outra moça aproximou-se de mim e tocou-me levemente com a mão provocando, com esse gesto, meu despertar, dessa vez real. Recobrei a lucidez e, sem me mover, comecei a rememorar tudo o que acontecera naquela noite. Momentos depois, olhei para o relógio sobre o criado para conferir as horas e constatei, para minha surpresa, que eram 8 horas da manhã! O despertador não funcionara! Logo, se não tivesse sido despertado daquela forma poderia ter perdido toda a manhã!

Deixo as possíveis considerações sobre esse pequeno episódio para os amigos leitores.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Aprendendo no Astral

Projetor saindo da Terra

Projetor saindo da Terra


Ao longo de nossa vida, em todos os momentos, precisamos tomar decisões. Muitas decisões são rotineiras e fáceis ao passo que outras são mais ocasionais e podem ser difíceis. Apelando para o raciocínio lógico, podemos analisar os diversos ângulos de um problema até chegarmos a uma possível solução e tomarmos uma decisão quanto a ele. Existem inclusive várias técnicas que podemos usar para auxiliar na tomada de decisões. Contudo, nem sempre uma decisão baseada tão somente em raciocínio lógico será a mais acertada. Não raro, essa abordagem pode levar a impasses. É nessa hora que podemos apelar para o uso do sentimento para chegarmos à melhor resposta.

Sempre fui uma pessoa muito sistemática. A tomada de decisão, inclusive, é um assunto que muito me interessa. Pesquiso esse assunto já ha algum tempo. Mas, volta e meia, vejo-me diante de situações como a descrita acima. Nem sempre aquilo o que o raciocínio lógico indica é o melhor. Isso ocorre quando a quantidade ou tipo de informações que temos são insuficientes para percebermos com mais clareza a realidade.

No dia 5 de setembro tive uma noite diferente. Do início ao fim do período de sono, passei por inúmeras situações, cada qual desenvolvida em meio aos cenários mais variados, todos montados para promover o esclarecimento de inúmeros projetores que, como eu, foram levados àquele local. Na medida em que os eventos iam se desenrolando eu, ora tinha que tomar uma decisão, ora presenciava decisões tomadas por outras pessoas.

Já amanhecera quando despertei. Os detalhes sobre os eventos que vivenciei esvaneceram-se, mas eu trouxe na mente, de forma bem clara, uma ideia síntese de tudo o que vivenciara ao longo da noite: “O uso dos sentimentos pode ser a melhor opção para tomar-se certas decisões”.

Concluindo, essa é uma das utilidades da projeção astral. Podemos participar de situações como essas cujo objetivo é contribuir para nosso aprimoramento.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos