Projetores Sonham?

life after death

Projetores sonham?

A projeção substitui o sono comum?

Essas perguntas são frequentemente formuladas na Internet por pessoas curiosas com a dinâmica projetiva.

A maioria das pessoas tem suas EFCs a noite, enquanto o corpo está dormindo. Qual será então o estado da pessoa, do seu corpo, quando ela passar a noite projetada e despertar pela manhã ? Estará descansada e disposta ou exausta e sem energia?

Não existe uma regra para o momento da noite em que, estando uma pessoa dormindo, ela saírá do corpo. Isso pode  ocorrer no início do sonho, no meio ou no fim.

O sonho, ao longo da noite, desdobra-se na forma de um ciclo com períodos de maior ou menor atividades cerebral.

Sabe-se que EFCs de longa duração, lúcidas e rememoradas, são raras. Então, e provável que a maioria das pessoas passe a noite alternando momentos em que está coincidida ou pouco descoincidida e inconsciente, com outros momentos em que está mais descoincidida e projetada.

No primeiro caso, ela terá sonhos ou pesadelos que poderão ser rememorados ou não quando ela despertar. No segundo caso ela terá projeções semiconscientes ou, mais raramente, projeções conscientes que, tal como sonhos e pesadelos, poderão ser rememorados ou não.

Quando acordamos cansados, desanimados, a causa pode estar nas poucas horas de sono (talvez fosse preciso dormir mais) e, portanto, em uma regeneração deficitária do soma. Quando dormimos, o soma produz uma série de substâncias que aceleram a regeneração celular. Esse processo ocorre paralelamente a descoincidência, ainda que parcial do psicossoma do corpo físico.

Nessa condição, o psicossoma absorve naturalmente energia extrafísica, canalizando-a para o soma e contribuindo com isso o processo de regeneração celular.

Quanto mais longe do soma a consciência conseguir projetar-se com seu psicossoma, mais energia extrafísica ela vai absorver e encaminhar para soma.

Esse é o motivo pelo qual, às vezes, estando completamente esgotados, umas poucas horas e sono bastam para um completo refazimento e, noutras vezes, 8 ou mais horas de sono não produzem o mesmo resultado.

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10 Aplicações Práticas das EFCs – 2ª Parte

FA91

Prosseguindo o texto do post anterior, são elencadas a seguir mais 5 aplicações práticas das EFCs.

5 – Auxiliar pessoas com problemas

Podemos auxiliar pessoas com problemas, estejam no intrafísico, estejam, na condição de consciências extrafísicas, habitando outra dimensão. Essa ajuda pode ocorrer de várias formas.

Exemplo Pessoal: Certa vez tive uma projeção onde me foi mostrado um rapaz que eu não conhecia pessoalmente. Sabia apenas que era irmão de uma pessoa conhecida. Durante a projeção mostraram-me que esse rapaz estava envolvido com más companhias e que isso poderia acabar resultando inclusive na sua morte. Dias depois entrei em contato com sua irmã para explicar-lhe o que percebera, sem sequer saber se ela tinha, de fato, um irmão. A conclusão dessa história é que ela não só tinha um irmão como ele estava vivendo exatamente aquela situação, de tal forma que, talvez, esse recado tenha servido para alertá-lo para que mudasse seu comportamento. Não acompanhei o desdobramento dos acontecimentos e nunca mais toquei nesse assunto com ninguém.

6 – Adquirir uma autoconscientização multidimensional

Por meio das projeções lúcidas pode-se perceber que todas as coisas e todas as consciências são interligadas, que as ações realizadas em uma dimensão repercutem em outras, que somos influenciados na dimensão intrafísica por um grande número de fatores extrafísicos que normalmente não percebemos e que determinam, sob diversos aspectos como a vida intrafísica transcorre.

Exemplo Pessoal: Por meio do registro detalhado de todas as experiências extrafisicas venho aumentando progressivamente minha autoconscientização multidimensional, baseando-a em vivências pessoais e não somente em leituras e informações de terceiros.

7 – Reencontrar-se com amigos e entes que já faleceram

É possível, embora muitas vezes difícil, encontrarmos com amigos ou entes queridos que já faleceram, ou, por outro lado, que ainda não nasceram, pois nossa família espiritual é muito maior do que a família intrafísica.

Exemplo Pessoal: Há muitos anos um colega do segundo grau afogou-se vindo a falecer em uma praia em Recife. Na época (década de 1980) o fato foi inclusive noticiado na TV. 10 anos depois, tive um rápido reencontro com esse colega durante uma projeção. Ele parecia estar bem. Muitas vezes não é o que acontece. Um grande número de fatores levam as pessoas que morrem a ficarem em um estado de sonambulismo extrafísico por largos períodos de tempo, as vezes, até o próximo renascimento.

8 – Fazer pesquisas e experimentos

Por meio das EFCs pode-se comprovar in loco afirmações feitas sobre uma infinidade de situações, fenômenos e eventos.

Exemplo Pessoal: Vários projetores afirmavam que usando as paramãos dos psicossoma puderam tocar no seu próprio cordão de prata. Após algumas tentativas pude comprovar por meio de uma EFC lúcida que isso, de fato, era possível.

9 – Preparar-se para a próxima intermissão

Por meio das EFCs lúcidas podemos descobrir de qual comunidade extrafísica viemos e se vamos ter condições de voltarmos para lá quando nosso corpo morrer. Para que isso aconteça, precisamos cumprir nossa programação existencial com certo grau de completismo, sem grandes desvios ou aquisição de novos débitos evolutivos.

Exemplo Pessoal: Recentemente estive no Ceaec em Foz do Iguaçu onde fiz vários laboratórios. Em um deles, o Laboratório do Estado Vibracional, tive alguns flashes retrocognitivos do local onde participei de um curso intermissivo. Antes disso, já havia visitado esse local durante projeções lúcidas.

10 – Conhecer seus amparadores extrafísicos

Muitas pessoas gostariam de saber se tem amparadores ou não. As vezes temos a percepção de suas existência ou presença, mas, não sabemos quem são ou como nos comunicarmos com eles. Por meio das projeções lúcidas podemos encontrar nossos amparadores pessoais e nos comunicarmos com eles, colhendo assim importantes informações que podem nos ajudar em todos os sentidos pois eles nos conhecem profundamente.

Exemplo Pessoal: Após tantos anos tendo EFCs, naturalmente, já encontrei-me com vários amparadores, eventuais e mais permanentes (amparadores pessoas) , alguns dos quais conheço até pelo nome. Isso está ao alcance de qualquer pessoa que pratique a projetabilidade lúcida.

Assim concluo esse post na esperança que a exemplificação pessoal possa inspirar os leitores a perseguirem objetivos projetivos. Quem ler meus posts perceberá que não dou muita ênfase a minhas experiências projetivas pessoais pois não quero passar para os leitores uma visão equivocada sobre minhas possibilidades e habilidades, muito menos me autopromover. Nada vem de graça. Tudo o que conquistarmos em termos evolutivos por meio da projeção consciente demanda esforço, persistência e discernimento.

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10 Aplicações Práticas das EFCs – 1ª Parte

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As EFCs – Experiências Fora do Corpo – proporcionam uma série de oportunidades para promovermos nossa evolução. Nesse sentido, são relacionadas a seguir 5 aplicações práticas das EFCs. No post seguinte serão relacionadas outras 5.

1 – Apoio a tomada de decisão.

Existem ocasiões em nossas vidas em que temos dúvida sobre qual caminho seguir. Podem ser situações relacionadas à mudança de emprego, de residência, de cidade (ou estado/país), sobre se devemos nos relacionar com uma pessoa ou não, se devemos executar determinado trabalho ou ação. Nesses casos as EFCs podem nos ajudar fornecendo informações para subsidiar a tomada de decisão.

Exemplo Pessoal: Há muitos anos fui convidado para participar de um trabalho assistencial em um grupo espiritualista. O trabalho era muito interessante, mas, era realizado a noite em um local muito distante de minha residência, fora do Distrito Federal onde resido, de tal sorte que, participar dele envolveria uma série de questões que eu ponderava. Em situações como essa, considero o seguinte: houve alguma EFC prévia onde eu me visse realizando esse trabalho, extrafisicamente?  Se houve, é porque já existe algum tipo de conexão importante com essa situação/pessoas/consciências, senão… Conclusão: agradeci o convite e decidi não participar do trabalho.

2 – Pesquisa acerca dos trafores, trafares e trafais.

Trafores são nossos traços forte, positivos, nossas competências, as coisas que sabemos fazer direito. Trafares são nosso traços fardos, nossas fraquesas, defeitos, vícios, dificuldades. Trafais são os trafores que deveríamos estar usando mas que estão adormecidos em nosso íntimo. Alguns desses traços que apresentamos são facilmente perceptíveis por nós mesmos, mas outros não. Durante as EFCs, sem as camuflagens inerentes a vida intrafísica, somos o que somos. Nossos trafores e trafais se manifestam em sua plenitude em diversas situações. Quando isso ocorre, podemos percebe-los com clareza. Estar consciente dos seus traços pessoais é fundamental, seja para usar melhor os trafores, seja para trabalhar na superação dos trafares. Existem ainda os trafais, discutidos no item 3.

Exemplo Pessoal: Há muitos anos tive uma EFC retrocognitiva onde pude ver como me manifestava em outra vida. Eu tinha então um trafar que ainda manifestava na presente existência. Ficou claro, portanto, que trabalhar para eliminar essa trafar era algo muito importante. É o que venho fazendo nos últimos 20 anos. Eliminar um trafar, por vezes, consome uma ou mais vidas. Pretendo acabar com esse até o fim dessa existência.

3 – Recuperação de cons

Cons são unidades conscienciais. Cada competência que temos é um con. Os cons mais simples seriam a habilidade de caminhar, de se expressar por meio de palavras, etc. Os cons mais sofisticados são os que adquirimos na última existência ou até no período intermissivo. Esses cons são os mais difíceis de serem recuperados, e são, naturalmente muito importantes. Chamamos esses cons que nos faltam de trafais (os traços que faltam). Durante EFCs é possível, sob certas cisrcuntâncias, acessar a holomemória e recuperar esses cons.

Exemplo Pessoal: Tive pelo menos duas EFCs onde usei minha capacidade energética para induzir outras consciências a entrar em um processo de retrocognição para lembrarem-se de uma existência anteior. Ponderei então que essa habilidade que manifestar no extrafísico poderia ser um trafal e que talvez pudesse repetir esse desempenho na dimensão intrafísica, usando essa habilidade para prestar assistência. Comecei então a realizar experimentos para testar essa hipótese.

4 – Pesquisa sobre as retrovidas

Por meio das EFCs podemos ter projeções retrocognitivas e lembrar de existências anteriores, tal como relatei no item 2. Não basta sairmos do corpo para termos esse tipo de experiência sempre que desejarmos. Vários fatores interferem nisso. Deve-se observar, contudo, que muitas situações que vivenciamos fora do corpo têm ligações insuspeitas com nossas existências pregressas. É preciso atenção e reflexão sobre todos os eventos que vivenciamos durante essas experiências para percebermos essas ligações.

Exemplo Pessoal: Recentemente fiz uma viagem passando por vários países da Europa. Registrei em detalhes todas as experiências que rememorei durante o período do sono, fora outras, ocorridas durante a vigília. Embora não tenha rememorado nenhuma EFC lúcida nesse período, ao rever minhas anotações do período, pude perceber como as vidas passadas que tive naquele continente estavam se manifestando através de sonhos, projeções semiconscientes e até em coisas que pensava durante o dia.

5 – Obter informações inéditas

Durante EFCs podemos obter informações inéditas. O ineditismo pode ser pessoal ou total. No primeiro caso, tratam-se de informações que outras pessoas conhecem, que estão registradas em algum lugar no intrafísico, mas, que nós não conhecíamos. No segundo caso, não existem pessoas que tenham registrado as informações que obtermos.

Exemplo Pessoal: Foi por meio de EFCs que descobri a relação de Plotino e Santo Agostinho com as projeções conscientes. O primeiro era um projetor e o segundo deixou um relato sobre um médico chamado Gannadius que teve projeções conscientes e as relatou por meio de cartas a Agostinho. Sobre isso escrevi um dos primeiros posts desse blog.

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Colônias Espirituais x Comunidades Extrafísicas

Imagem do Filme Nosso Lar - Divulgação

Imagem do Filme Nosso Lar – Divulgação

Em 1944, foi publicado pela Federação Espírita Brasileira o livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier. Naquela ocasião, o livro causou comoção no meio espírita brasileiro, até então praticamente restrito a leitura das obras de Allan Kardec de descrevem as dimensões extrafísicas de forma extremamente superficial. As pessoas acreditavam que após a morte do corpo físico os espíritos ficavam vagando pela dimensão extrafísica até reencarnarem novamente.

Nosso Lar mostrava os espíritos organizados em torno de comunidades com um elevado grau de organização social e política, em certos aspectos semelhantes aos existentes na Terra e em outros indo um pouco mais alem. Posteriormente, muitos outros livros espíritas foram escritos onde outras colônicas espirituais também eram descritas.

Para os leitores de hoje, livros como Nosso Lar ainda causam muitas dúvidas e estranheza. Coisas como Bonus Hora, Ministérios, espíritos comendo carne e outras coisas do gênero dão “nós” na cabeças das pessoas.

Agora vamos abordar essa questão sob a ótica da projeção lúcida. Vamos classificar as comunidades extrafísicas em tipos genéricos:

Tipo 1: Comunidades extrafísicas baratrosféricas*, existentes em dimensões extrafísicas crostais, habitadas por consciências pouco evoluídas, puco lúcidas, completamente presas as emoções e sentimentos desequilibrados e doentios. O padrão médio de pensamentos, sentimentos e energias existentes nessas comunidades equivale ao que há de pior na dimensão intrafísica. A infraestrutura dessas comunidades tornam-nas semelhantes a primitivos vilarejos medievais.

Tipo 2: Comunidades extrafísicas habitadas por consciências mais equilibradas, mais lúcidas, mas, ainda ligadas a dimensão intrafísica sob vários aspectos. A infraestutura dessas comunidades são parecidas com as que conhecemos na Terra.  Algumas dessas comunidades assemelham-se as nossas grande cidades. O padrão médio de pensamentos, sentimentos e energias existentes nessas comunidades equivale aos melhores valores da dimensão intrafísica.

Tipo 3: Comunidades extrafísicas  habitadas por consciências muito mais evoluídas que aquelas encontradas na dimensão intrafísica. A infraestutura dessas comunidades guarda pouca semelhança com as da dimensão extrafísica. O padrão médio de pensamentos, sentimentos e energias existentes nessas comunidades transcende em muito os verificados nos seres humanos.

Certamente, outras classificações são possíveis. Assim como podemos medir a qualidade de vida em um cidade na dimensão intrafísica pelo IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – certamente, deve ser possível classificar as comunidades extrafísicas com um IDC – Índice de Desenvolvimento Consciencial e diferenciá-las entre si. Provavelmente, algum dia alguém fará isso.

Isso é o que os projetores lúcidos constatam em suas experiências projetivas. Na semana passada, por exemplo, tive uma EFC lúcida onde me foi mostrada uma dessas comunidades, tipo 2, muito parecida com uma cidade intrafísica  brasileira de médio porte. Perguntei a consciência extrafísica que estava comigo qual era o nome dessa comunidade ante o que ela me respondeu com uma palavra que nunca ouvira antes. Tive que consultar um dicionário especializado na Internet para descobrir o significado da palavra, inexistente no português. Foi, de certa forma, uma comprovação de que essa EFC lúcida foi real, senão, como poderia obter essa informação?

Voltando a questão de Nosso Lar, ela seria, dentro dessa classificação, uma comunidade do tipo 2, isso em 1944. Não sei o quanto ela pode ter evoluído nesse meio tempo.

Outra questão importante é que as obras mediúnicas, tais como Nosso Lar, são fontes limitadas de informação sobre essas comunidades. Normalmente, suas características são descritas “en passant” em meio a um romance espírita ou “obra de cunho doutrinário”. Mesmo que o autor extrafísico tenha a intenção de esclarecer mais sobre essa questão e o médium consiga captar e registrar isso, existe a censura das editoras que, não raro, retiram das obras psicografadas tudo aquilo que acham ser “viagem na maionese” do médium ou ainda que contrarie os interesses religiosos vigentes.

Por esse motivo, os relatos de projetores extrafísicos são a melhor fonte possível sobre as características e peculiaridades das comunidades extrafísicas.

Assim, no caso de Nosso Lar, caso o leitor dessa obra ache estranho algo que ler sobre as características essa comunidade, deve considerar três coisas:

1 – Que muitas coisas ali existentes deviam-se ao grau de maturidade deficiente de seus habitantes;

2 – Que as características daquela comunidade podem ser muito específicas e não serem as mesmas de outras comunidades, mesmo as de nível evolutivo semelhante e

3 – Que seria necessário conferir os originais psicografados (se é que ainda existem) para verificar o que foi alterado quando o livro foi publicado.

Notas:

* O termo Baratrosfera vem do Latim barathrum “abismo onde se lançavam os criminosos”, e este vem do Grego, bárathron, “buraco profundo; abismo; voragem.

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