O Tempo durante uma Projeção é o Mesmo Tempo Real?

Sensação da passagem do tempo

A sensação da passagem de tempo durante uma EFC – Experiência fora do Corpo, em um sonho Lúcido ou mesmo em um sonho comum pode não ser a mesma do tempo real, transcorrido na dimensão intrafísica.

Isso pode ser facilmente constatado por meio da consulta da bibliografia relativa a esses estados diferenciados de consciência. Durante uma projeção consciente, percebemos que a sensação de tempo transcorrido pode ser igual ou muito maior do que o tempo real. O leitor nem precisa ir muito longe. Em um post recente que fiz no último Natal, relato uma experiência assim.

Para ilustrar esse efeito, podemos recorrer ao filme Inception, onde os personagens podem alcançar horas ou até mesmo dias de atividades durante um sonho lúcido no período de poucos minutos te tempo real.

Mas, então surge o seguinte questionamento: pode a sensação de tempo, durante esses estados diferenciados de consciência seguir no sentido contrário também, fazendo com que durante uma experiência percebida como normal tenha transcorrido durante um tempo real bem maior?

Pesquisas realizadas em 2004 por Daniel Erlacher na Universidade de Berna (Suiça) indicam exatamente isso.

Erlacher realizou experimentos onde um grupo de 15 pessoas recebeu a tarefa de, inicialmente, fazer pequenas caminhadas dando 10, 20 e 30 passos. Depois, os participantes tinha que, durante um sonho lúcido, reproduzirem a caminhada. Por meio de movimentos oculares previamente combinados, os sonhadores informavam aos pesquisadores que monitoravam seus sonhos sobre o progresso que faziam ao dar cada passo. Foram utilizados diversos instrumentos para coleta de dados: EEG (C3-A2, C4-A1), EOG (eletro-oculograma), EMG submental e ECG.

Os resultados do experimento mostraram que embora a sensação de tempo transcorrido para os sonhadores tenha sido normal, comparando o tempo que eles empregaram para caminhar com o realizado durante os sonhos lúcidos, constatou-se que nessa última condição levaram 30% mais tempo para contar e 50% mais tempo para caminhar do que quando estavam acordados. Então, segundo Erlacher, pode ocorrer no mundo dos sonhos o oposto ao mostrado no filme Inception, ou seja, um retardamento da capacidade cognitiva.

Mais detalhes sobre os experimentos estão disponíveis nesse link.

Essa pesquisa e seus resutados levam-me a supor o seguinte. A causa do retardamento da capacidade cognitiva poderia ser causada pela proximidade dos experimentadores com o corpo físico, situação em que a atuação energética desse, assim como do energossoma, sobre o psicossoma (o corpo astral) é muito grande.

Em EFCs lastreadas pelo energossoa, o projetor sai do corpo carregando muita energia densa proveniente desse corpo. Seus movimentos são lentos e custosos, como se o corpo extrafísico estivesse muito pesado (e de fato está), a capacidade cognitiva e as percepções ficam limitadas. Sei disso tanto pela teoria quanto pela prática pois já tive experiências assim.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

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Revelações Extrafísicas II – Desacreditando Paranormais

Crédito: Image:

Crédito da imagem: Dawid Michalczyk – art.eonworks.com

Dando sequência ao post anterior, discorro agora sobre como um paranormal, projetor ou não, pode ser completamente desacreditado por intermédio de consciências extrafísicas.

O trabalho dos paranormais, projetores e médiuns, normalmente incomoda muitas consciências extrafísicas que preferem que certos assunto jamais sejam tocados ou divulgados. O esclarecimento da humanidade encarnada dificulta sua influencia nessa dimensão. Projetores e médiuns que atuam nesse sentido ganham, portanto, muitos inimigos extrafísicos.

Se pudessem, tais consciências que podemos chamar de assediadoras, destruiriam esses projetores e médiuns incapacitando-os de forma física, energética ou mental. Mas, geralmente, não conseguem fazer isso, seja por conta da vigilância de seus alvos, seja pela proteção de eles obtém de consciências amparadoras mais evoluídas.

Apelam então para formas mais sutis de assédio, por exemplo, explorando a vaidade da pessoa. Alguns paranormais tornam-se muito conhecidos, publicando livros, ministrando cursos e palestras para muita gente e aparecendo com frequência na mídia. São os alvos ideais para esse tipo de ataques que podem levar até anos para se consumar.

Geralmente, os assediadores vão tentar ganhar a confiança do paranormal. Para isso, monitoram seu alvo e vão aparecendo para ele, alimentando-o com informações que sabem, ele aprecia ou deseja. Podem ser coisas mais simples ou mais bombásticas. Podem até fornecer algumas informações corretas sobre certos assuntos e antecipar coisas que realmente acontecem depois de algum tempo.

Quando “ganham” o paranormal , por assim dizer, tem início a execução do plano de sua destruição que consiste em passar-lhe uma “grande revelação”, algo que sabem que ele vai divulgar em público, em suas palestras, em seus livros, na TV e na Internet, normalmente algo bombástico, uma “revelação contundente”, um evento grandioso com data marcada para acontecer.

Foi assim que aconteceu, por exemplo, com famosa clarividente que previu em rede nacional de televisão que certo candidato a presidência da república seria eleito. Ou ainda como aconteceu com um famoso médium que previu o dia, mês e ano para Jesus retornar a Terra, conduzido por uma esquadra de naves extraterrestres. Ambos sumiram depois que suas previsões, naturalmente, não se realizaram. Sumiram por vergonha, assim como a mídia arrependida sumiu com eles.

Como esses casos mais conhecidos, muitos outros, em menor escala, vão acontecendo por ai. Como projetor consciente, de vez em quando, chegam a mim certas informações, por exemplo, sobre coisas que podem ou que vão acontecer. Não as divulgo, salvo, quando, conforme relatei no post anterior, envolvem o bem estar de uma pessoa conhecida e, ainda assim, que tomo cuidado em como passar a mensagem para ela.

Exemplificando: Soube no extrafísico que um colega de trabalho estava com um problema de saúde que iria agravar-se. Sabendo que ele estava com uma tosse contínua a várias semanas, procurei-o e disse que “havia tido um sonho estranho” onde via ele ficando muito doente. Sugeri então que ele fosse a um médico especialista para ver qual era a causa daquela tosse que não cessava. Muitas vezes, mesmo a pessoa não crendo em aspectos transcendentes da vida, ela vai ficar com uma “pulga atrás da orelha” e, com maior probabilidade, vai procurar se cuidar melhor, diagnosticar com mais precisão o seu problema e assim atinge-se o objetivo que é ajudar a pessoa.  Agora, se eu tiver uma intimidade maior com a pessoa, abro o jogo logo e digo que tive uma projeção e que ela precisa se cuidar senão as coisas vão se complicar para ela. Já passei por todas essas situações.

Concluindo, prudência, juízo, sendo crítico não faz mal a ninguém.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Revelações Extrafísicas I

Que narizinho grande hein?!

Que tipo de revelações nós, projetores, devemos trazer do extrafísico e divulgar nessa dimensão em que vivemos? Estive discutindo com amigos essa questão nos últimos dias e resolvi registrar nesse post minhas conclusões.

Existem dois tipos de revelações que podemos ter no extrafísico: sobre nós mesmos e sobre outras pessoas.

No primeiro caso, as informações são apenas para nós. No segundo caso, elas podem ou não ser divulgadas pelo projetor. Podem referir-se a uma única pessoa, a um grupo de pessoas ou a toda uma coletividade.

Qualquer que seja a revelação, ela pode estar relacionada à segurança/saúde ou pode estar relacionadas ao campo das ideias e opiniões.

Quando a revelação refere-se a segurança/saúde pessoal de outra pessoa ou grupo de pessoas, se pudermos, podemos fazer chegar aos destinatários essas informações.

Se a revelação for relacionada ao campo das ideias e opiniões de outras pessoas ou instituições devemos tomar muito cuidado. Consciências evoluídas evitam julgar as ações, quanto mais às opiniões, posicionamentos doutrinários ou religiosos de outras pessoas.

Exemplificando, conheço um projetor que passou a desferir ataques públicos e sistemáticos a um antigo colega com quem trabalhou, também paranormal, após ter recebido instruções nesse sentido de uma consciência extrafísica. A justificativa para isso seria “reconduzir o antigo colega ao caminho correto”.

Existem revelações que constituem em técnicas para melhorarmos algum desempenho projetivo e energético. Outras são inverificáveis e muito questionáveis. Não tem aplicação prática e podem gerar medo, receio, preocupações que acabam por tomar o tempo e a energia das pessoas. Essas revelações são, portando, inúteis, dispensáveis e, na maioria da vezes, equivocadas quando não, mentiras deslavadas.

A condição de consciência extrafísica, por si só, não atesta o grau de esclarecimento de alguém.

Exemplificado mais uma vez, uma amiga, projetora, contou-me há muitos anos que uma consciência extrafísica “amparadora” havia lhe mostrado um visão do eixo de rotação da Terra sendo verticalizado devido a passagem de um planeta nas suas proximidades.

Ora, não é preciso ser físico para saber que nenhum corpo que viesse a passar nas cercanias da Terra poderia provocar esse efeito em seu eixo de rotação. Para que algo assim ocorre-se seria necessário um impacto direto de um grande corpo contra a Terra e, ainda assim, no ângulo correto. Tal evento, se ocorresse, poria a fim toda a vida no planeta, tamanha a devastação que causaria. Histórias nesse sentido, sobre essa verticalização do eixo de rotação da Terra, circulam por ai desde a década de 1950 (não confundir com o eixo magnético, esse sim, passível de inverter, verticalizar ou “horizontalizar”, como já ocorre inúmeras vezes no passado distante) e estão relacionadas a crença cristã-ocidental sobre o “fim do mundo”.

Concluindo, o projetor deve ser prudente no repasse de informações colhidas no extrafísico, julgando que tipo de benefícios e malefícios elas podem provocar em outras pessoas.

Para saber mais – Livros:

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Aconteceu no Carnaval

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Mais um Carnaval se aproxima e sempre que isso acontece lembro-me de um caso ocorrido em um Carnaval com o paranormal Waldo Vieira que me foi contato por um amigo comum.

O caso ocorreu há muitos anos. Era Carnaval e Vieira estava em sua residência na cidade do Rio de Janeiro. Possuidor de grande facilidade para ter experiências de projeções lúcidas, Vieira teve um experimento projetivo certa noite onde, logo que se viu fora do corpo, deslocou-se para fora de sua residência (um apartamento no bairro de Ipanema).

Assim que o fez, ele foi subitamente atirado a enorme distância daquele ponto. Quando deu por si, percebeu que estava bem distante da sua base física, nas cercanias da cidade. Ao tentar voltar ao seu ponto de partida, percebeu que poderoso fluxo de energia impedia-o.

Procurando descobrir a causa desse fenômeno, acabou por constatar que um poderoso dispositivo extrafísico, um aparato tecnológico, havia sido posicionado sobre a cidade do Rio de Janeiro com a função de emanar um forte campo energético com objetivo de afastar das imediações extrafísicas da cidade, naquela dimensão, toda e qualquer consciência que dali se aproximasse.

Tal medida teria sido tomada devido aos excessos que são cometidos durante o Carnaval nessa cidade. Boa parte da população intrafísica, em íntima comunhão com a população extrafísica entregava-se a todo tipo de excessos, aumentando as chances de ocorrência de todo tipo de tragédias, de acidentes a mortes.

Aquele aparato, portanto, era empregado para mitigar os riscos, evitando que mais consciências extrafísicas doentias fossem atraídas para a cidade pelo padrão energético que a população da cidade apresentava naqueles dias, piorando ainda mais a situação estabelecida.

O tempo passou e creio que as coisas não mudaram muito. É provável que expedientes como esse ainda sejam empregados não somente no Rio como em outras grandes cidades do Brasil e do mundo com objetivos semelhantes, seja no Carnaval, seja noutras ocasiões.

Não faço campanha contra o Carnaval mas, pessoalmente, aproveito para fazer qualquer coisa nessa ocasião, exceto “brincar o Carnaval”. Motivos não me faltam.

Para saber mais – Livros:

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Como Facilitar a Ocorrência da Projeção Astral

Quais são os fatores que dificultam a projeção astral e como podem ser superados?

Eis um assunto que merece longas considerações. Nesse post, vou comentar um fator que afeta todos os projetores, indistintamente e como ele pode ser superado.

Se você, leitor, é uma pessoa comum como eu, tem ao longo de sua rotina diária uma profissão a axercer, trabalha para si ou em uma empresa para obter seu sustento, estuda, tem uma família, amigos e compromissos para cumprir.

Todos esses compromissos referem-se a dimensão intrafísica e, como tais, tomam a maior parte do tempo da humanidade encarnada. Nem poderia ser diferente, afinal, não podemos ficar todos vivendo uma existência contemplativa em um templo, ou estudando o tempo todo assuntos como projeção astral, por mais fascinante que isso possa ser.

Se a pessoa for um desses privilegiados, ótimo, senão, será um cidadão planetário comum, com deus deveres e obrigações a cumprir. E o que isso implica? Bem, ao longo do dia, nossa mente,  sentimentos, emoções e energias ficam completamente voltados para esses deveres e obrigações. Muitas vezes eles são difíceis, complicados e nos fazem sofrer. Vamos então acumulando ao longo do dia, em nosso campo pessoal de energias, um padrão pensênico (pensene = pesamento+sentimento+energia) relativamente denso.

Com isso, a mobilização natural das energias, a absorção e captação de energia por nossos chacras e nadis (nadis = pontos energético) fica prejudicada. E como isso afeta a projetabilidade?

A maioria dos Projetores tem suas experiências durante a noite, quando seu corpo está dormindo. Com um campo de energia denso, sintonizado com campos energéticos da dimensão intrafísica, relacionados a tudo o que fazemos na rotina diária e nossos centros energéticos, chacras e nadis, processando quase que somente esse padrão de energia, fica difícil a ocorrência de projeções astrais lúcidas e rememoradas. Repare: fica dificultada, mas não impedida.

Quando viajamos de férias ou durante um final de semana e nos desligamos dessa rotina diária, procurando espairecer num local tranquilo, que pode ser uma praia ou um local no campo, mudam os padrões de energia, e as projeções conscientes podem ocorrer com menos dificuldade. Mas como essas situações podem ser raras, como superar essa dificuldade no dia a dia?

Em princípio a reposta é simples: usando técnicas projetivas. Mas, qual seria a técnica ideal para superar especificamente essa questão do campo de energia pessoal denso e conectado a energias intrafísica?

A resposta também é surpreendentemente simples. Basta fazer uma mobilização energética consciente, movida pela vontade, “rompendo com o saco de energias densas” no qual estamos envolvidos, possibilitando que energias sutis da dimensão extrafísica fluam com mais facilidade em nosso holossoma (o conjunto de corpos, físico e extrafísico). Isso facilita o desprendimento do corpo físico durante o sono e melhora a qualidade das vivências extrafísicas.

Qual mobilização deve ser feita? Qualquer uma! Qualquer procedimento que você use para captar e exteriorizar energias, ou ainda promovendo um EV – Estado Vibracional – por uns poucos minutos, vai melhorar seu padrão energético e vai aumentar bastante as chances de você ter uma projeção astral.

É isso o que tenho observado comigo. Em dada ocasião faço um tipo de mobilização e em outra ocasião, outro tipo. Eventualmente tenho projeções, mas, não consegui estabelecer uma relação entre qual mobilização é mais efetiva para produzir a projeção consciente. Isso ocorre porque outros fatores também afetam a ocorrência da projeção e, certamente, preciso continuar tentando outros tipos de mobilização para determinar se, de fato, existe para mim  mobilização mais efetiva. O certo é que fácil notar a diferença entre ir dormir direto, “apagando de cansaço” e reservar uns poucos minutos para fazer uma mobilização, antes de deitar ou já na cama mesmo.

Observe; pode ser que eu não tenha uma mobilização mais efetiva, mas você, leitor, pode ter! Faça suas próprias experiências pois cada um tem o seu sistema que, até certo ponto, responde de forma específica a certos estímulos.

Veja que estamos comentando nesse post “procedimentos fáceis e rápidos” para produzir projeções que possam ser usados diariamente. Se eu (ou você) precisar produzir uma projeção de qualquer maneira, posso usar vários procedimentos conjuntos, intensificar e prolongar sua execução, aumentando de forma proporcional as chances de obter sucesso. Infelizmente, a maioria de nós não pode fazer isso todo dia, pois as vezes estamos muito cansados ou sem condições no ambiente para isso.

Concluindo: Faça uma mobilização de energias antes de dormir e aumente suas chances de obter uma projeção astral, semi-consciente ou consciente. Experimente e veja a diferença.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Complementando a Bibliografia das EFCs

Bibliografia das EFCs

No ano passado fiz um levantamento acerca da bibliografia das EFCs, criando um gráfico que mostra a evolução do número de publicações ano. Um resumo desse levantamento foi publicado aqui nesse blog.

Baseado na bibliografia do livro Projeciologia, o levantamento chegou até o ano de 1983, data de publicação da última obra desse livro.

A fim de complementar esse levantamento, usei a relação de obras que constam do documento A Comprehensive Bibliography of OBE elaborada em 2003 pelo psicólogo americano Robert Bushman.

O levantamento de Bushman arrola mais de 2500 obras, a primeira de 1808 e, a mais recente, de 2003. Algumas obras, tal como essa de 1808 podem ser consideradas complementares ao tema EFCs, pois, não tratam do fenômeno diretamente. Algumas obras dessa relação não tem a data de publicação, seja por que não tinham mesmo ou por omissão do autor. Em todo caso, são poucas e não serão significativas para a atualização que realizamos.

No gráfico, mostramos uma comparação entre o levantamento atual e o levantamento anterior, baseado na bibliografia do Projeciologia.

A bibliografia do Projeciologia compreente o período de 1847 a 1983 e, a de Bushman, o período de 1834 a 2003.

Pode-se observar no gráfico que o pico de produção de obras impressas (de todos os tipos – livros, reportagens, artigos) foi na década de 1980.

O próximo passo, muito mais trabalhoso, será cruzar as obras que constaas duas bibliografias a fim de gerar uma síntese das duas e uma gráfico único e definitivo.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos