Diferenças entre EFC Consciente e Semiconsciente

Pesquisa Experiências Fora do Corpo

A EFC – Experiência Fora do Corpo é um fenômeno parafisiológico que atinge 100% das pessoas. Em outras palavras, todas as pessoas, sem exceção, tem EFCs.

Um detalhe fundamental que diferencia as pessoas é o grau de lucidez que elas manifestam durante uma EFC.

Para o cidadão planetário comum, ainda muito arraigado as energias densas e agressivas, existem apenas as EFCs ou projeções inconscientes. A noite, quando dorme, pode ficar coincidente com o corpo físico que repousa ou afastar-se dele, situando-se em suas proximidades, imerso em suas próprias criações mentais, tal qual sonâmbulo extrafísico. Ao despertar do sono, nenhuma rememoração tem além de sonhos e pesadelos que tenha produzido.

Cerca de 14% da população, também passa por projeções lúcidas. Esse percentual, contudo, inclui aquelas pessoas que tiveram umas poucas ou até mesmo uma única experiência projetiva ao longo da vida. Dessa forma, apenas pequeno percentual tem, com maior regularidade, EFCs lúcidas. Se assim não fosse, esse fenômeno já teria sido muito mais estudado e aceito, inclusive pela ciência oficial.

Certo percentual da população, talvez 30 ou 40%, tem as chamadas projeções semiconscientes. Durante uma projeção semiconsciente, o projetor manifesta-se na dimensão extrafísica, contudo, sua lucidez ainda está limitada a um percentual muito baixo, por vezes oscilando entre a lucidez e a inconsciência. Quando ele retorna ao corpo físico, caso não se esqueça das experiências que vivenciou, normalmente vai considerá-las como simples sonhos.

Em dezembro de 2014 dei início a uma pesquisa online sobre EFCs. Seu objetivo é obter informações mais confiáveis sobre como as pessoas conduzem suas projeções lúcidas, indo além do “achismo” e das meras especulações. Inúmeras pesquisas desse tipo já foram realizadas, poucas delas no Brasil e essas, até onde sei, não foram divulgadas.

Hoje enviei um relatório com a compilação dos primeiros resultados dessa pesquisa para os respondentes, cerca de 169 pessoas.

Nesse relatório, chama a atenção o fato de 37% dos respondentes ainda terem dúvida sobre se suas experiências são projeções lúcidas ou não.

FC31052015

Existem algumas diferenças básicas entre as projeções conscientes e semiconscientes. No primeiro caso, mesmo que sua lucidez não esteja lá nos melhores níveis, o projetor sabe que está fora do corpo, sabe que está projetado, sabe que não está usando naquele momento o seu corpo físico e que está, portanto, na dimensão extrafísica.

Mas, e se o projetor não atentar para isso? Se não parar para pensar em seu presente estado de manifestação, ainda assim ele estará em uma projeção lúcida? Nesse caso entramos em um campo nebuloso quanto a classificar a EFC como lúcida ou semiconsciente.

Por exemplo, vou descrever uma experiência que tive hoje.

“Levantei-me cedo. Após um intenso trabalho bioenergétio, retornei a cama adormecendo minutos depois. Quando dei por mim, estava junto com um grupo de pessoas. Estava sentado quando uma mulher entrou no recinto. Era forte, seus cabelos encaracolados mas não guardei detalhes sobre sua face. Nos reconhecemos mutuamente (embora agora eu não saiba mais quem ela realmente era). Ela se sentou ao meu lado e me deu um forte abraço. Perguntei-lhe sobre outra mulher que era nossa conhecida (agora também não sei quem seria). Houve um lapso de tempo e passei a ver ao meu lado uma mulher deitada em uma cama. Talvez fosse a mulher por quem perguntara momentos antes, não sei dizer. Essa mulher deitada tinha uma aparência peculiar. Ela era muito pequena, do tamanho de uma criança recém-nascida (estaria em fase pré-encarnatória, quando o psicossoma reduz seu tamanho?). A cama era forrada com um lençol branco, Outro lençol cobria seu corpo deixando a mostra apenas seu colo e a face. Percebi que trajava uma roupa azul escuro e, o que mais me chamou a atenção, sua face estava excessivamente envelhecida. Embora tivesse cabelos normais, pretos, lisos e compridos, sua pele estava toda enrugada, com inúmeras dobras e pequenas manhas, comuns em pessoas com idade avançada. Embora eu não estivesse totalmente lúcido de estava projetado, embora não tenha pensado nisso, estava lúcido o suficiente para saber que naquela dimensão minha atuação energética podia fazer (algo que é impossível na dimensão intrafísica): mudar a sua aparência envelhecida. Assim, toquei seu pequeno rosto com a paramão e comecei a concentra-me para mobilizar bioenergias no intuito de mudar sua aparência para melhor. Houve um lapso e, momentos depois, despertava novamente no corpo físico.”

Como classificar essa experiência? Quando existe dúvida, a melhor opção é que ela seja encarada como uma EFC semiconsciente.

Caso você, leitor desse blog, ainda tenha dúvidas sobre se suas EFCs são lúcidas ou não, use o critério descrito acima.

Você já teve pelo menos uma EFC Lúcida? Que tal participar da Pesquisa Online sobre EFCs?

Acesse a pesquisa nesse link.

Para saber mais:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

EFC Semiconsciente sobre um Acidente Aéreo

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A EFC semiconsciente é a experiencia onde o projetor mistura suas criações mentais ou atividade onírica com impressões colhidas da dimensão extrafísica. O grau de lucidez e o aproveitamento dos eventos rememorados destas experiências varia muito. As vezes elas podem ser completamente desprezadas, outras vezes não.

Recentemente, faltando poucos dias para fazer uma longa viagem de avião, tive curiosa projeção semiconsciente.

Descrição da Experiência: Estava em um local aberto ao lado de algumas pessoas. Nossa atenção voltou-se para o alto. No céu, a baixa altitude, vimos um grande avião de passageiros, um Boeing 747, que despedaçando-se no ar de forma impressionante. A imagem, em câmera lenta, mostrava a maior parte do avião fragmentando-se em centenas de pequenos pedaços. Apenas a parte da frente do avião permanecia intacta e deslocando-se até que, por fim, converteu-se em uma bola de luz, deslocou-se rapidamente pelo céu e explodiu violentamente, arremessando um grande fragmento próximo ao local em que estávamos. O impacto provocou uma “chuva” de pequenos fragmentos incandescentes de tal forma que todos correram para proteger-se deles. Despertei momentos depois.

Não é a primeira vez que tenho EFCs semiconscientes envolvendo acidentes com aviões. Nunca relacionei isto com qualquer tipo de ocorrência real na dimensão intrafísica, A única novidade neste caso é que eu faria uma longa viagem de avião em alguns dias,

Não estava preocupado com esta viagem, de forma que dificilmente teria sido eu o causador da experiência..

Diante de uma experiência assim, como devemos proceder? Conheço pessoas que deixariam de fazer uma viagem após terem uma experiência assim. Mas este não seria meu caso.

Creio ser fundamental analisar o seguinte: qual era meu estado ao despertar? A “carga energética” trazida desta experiência me fez mal? Acordei sobressaltado, com sentimento de apreensão, pavor, medo, receio? Estava suando frio ao despertar? A experiencia em questão ficou presente em minha mente de forma insistente nos dias seguintes? Como resposta é “não” para todas estas questões, não vi razão alguma para preocupar-me.

Não é difícil para, movidos pelo subconsciente, plasmarmos esse tipo de imagens extrafisicamente. Da mesma forma, não é difícil que uma outra consciência,brincalhona ou mesmo assediadora faça o mesmo, para tentar assustar o projetor de alguma maneira.

Usar o discernimento é isto. Analisar de forma integral, inclusive bioenergética, todas as informações e tomar decisões com base na melhor interpretação possível sobre elas.

Enfim, talvez motivado por isso, resolvi fazer mais EVs do que o de costume durante minha viagem, que, por sinal, foi muito tranquila do início ao fim.

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

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Projeção de 1 de Janeiro

Road 2014

Diário Holossomático, 1 de Janeiro de 2014.

Cheguei em casa com minha esposa vido da casa de amigos onde celebramos a passagem de ano. Deitei-me para dormir por volta de 2 horas da manhã.

Tive inúmeras projeções semiconscientes de longa duração ao logo da noite, onde me via participando de histórias que envolviam muitas pessoas em enredos que poderia classificar como ficção científica. Recordei-e de duas passagens em especial. Na primeira estava com um grupo de pessoas num local exótico que parecia ser gigantesco jardim retangular dentro de enorme um enorme prédio. As pessoas ouviam o que uma moça nova lhes falava. Ela era branca, cabelos lisos e pretos, talvez presos atrás da cabeça, trajando vestido banco e curto.

Na segunda passagem que recordei lembro de estar diante de um homem, completamente calvo, idoso, com uma roupa que parecia ser um uniforme azul bem claro, abaixando-se, colocando a mão espalmada no chão calçado com pequenos ladrilhos retangulares como que para apoiar-se. Quando sua mão tocou o chão houve uma transição dimensional, uma  mudança dele para outra dimensão/realidade. Todo o cenário em que ele estava envolvido se desvaneceu e inteiramente distinto surgiu ao seu redor.

Despertei e passei a rememorar os eventos da noite. Levantei-me pouco depois das 8 horas da manhã para fazer um trabalho relacionado a mobilização energética.

Findo o trabalho energético, por volta da 9:00 horas, constatei que todos em casa ainda dormiam. Retornei para o quarto que estava na penumbra devido as cortinas e silencioso. Não havia ruído vindo de fora. Parece que toda a vizinhança dormia. Resolvi deitar-me novamente. Adormeci. Tive novas projeções semiconscientes. Numa delas estava num local aberto quando percebi a presença de pequeno grupo de pessoas, homens e mulheres, na frente de uma construção. A medida que aproximei-me deles, conscientizei-me que estava projetado. Fiquei animado com essa nova experiência. Deslizei lentamente no ar até ficar frente a frente com essas consciências. Perguntei quem eram. Embora não tenham respondido, percebi que eram consciências ligadas a Conscienciologia. A lucidez reduziu um pouco. Focalizei minha atenção em uma dessas pessoas. Era uma moça nova, aparentando vinte e poucos anos, magra, cabelos pretos lisos e curtos. Trajava um vestido claro, simples. Não me lembro o que conversamos exatamente, se é que o fizemos com palavras. Lembro apenas que ela era ligada a Conscienciologia e que fiquei curioso se ela era uma consciência intrafísica projetada como eu ou se era uma consciência extrafísica. Despertei pouco depois na mesma posição que adormecera.

Notas:

É evidente que a projeção consciente ocorreu como efeito da mobilização de energias que liberou-me de energias densas que reduzem a lucidez quando me projeto.

Seria a moça que vi nessa projeção consciente a mesma que vi na projeção semiconsciente anterior? Vou assumir que sim e, portanto, enquanto não souber exatamente quem é, dar-lhe-ei um “nome” ou “alcunha” para poder mais facilmente identifica-la dentro da paraelencologia projetiva.

Como de praxe, a projeção consciente em si foi muita rápida.

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Verdades e Mentiras oriundas da Dimensão Extrafísica

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Deparei-me, dias atrás, em uma das diversas listas de discussão das quais participo, com uma mensagem irritada de uma pessoa que questionava a validade das informações colhidas durante projeções conscientes. Segundo ele, com frequência, ou sempre, essas informações são equivocadas, frutos de mistificações de consciências extrafísicas ou da arrogância dos projetores que as divulgam como se fossem verdades incontestáveis.

Refletindo sobre esse assunto, resolvi então escrever algo sobre isso.

Informações sobre a dimensão extrafísica podem ser obtidas das seguintes formas:

  • Pela via mediúnica: Psicografia, psicofonia, etc.
  • Pela via anímica: Projeções conscientes, clarividência, clariaudiência e outras captações.

As informações, de qualquer tipo, podem ser objetivas ou subjetivas. Informações objetivas se baseiam em um ponto de vista intersubjetivo, isto é, que podem ser verificadas por diferentes sujeitos. Informações subjetivas são aquelas que se baseiam no ponto de vista de um único sujeito, sendo influenciadas por sua capacidade de percepção assim como por seus interesses e desejos particulares.

A ciência fundamenta-se em informações objetivas, aquelas que podem ser verificadas por meio de experimentos ou observação.

A subjetividade das informações está presente em toda parte em nosso dia a dia.

Imagino que você leitor, talvez já tenha participado de um jogo na escola onde um evento ou discurso é apresentado para uma turma de alunos para que eles descrevam-no depois, por escrito. Aparecem tanto descrições parecidas como algumas bem diferentes. Depende da capacidade perceptiva de cada pessoa e no que ela estava focando sua atenção durante o evento.

Outro jogo semelhante é aquele em que uma pequena história é contada para um aluno diante da turma. Depois ele precisa repetir a história para outro aluno que aguardava fora da sala. Esse por sua vez repete o procedimento, contando a história que ouviu e assim sucessivamente, até que, após certo número de repasses da informação, essa acaba ficando incrivelmente distorcida, incompleta e reduzida diante da turma que conhecia a história original.

Essas demonstrações simples mostram como a objetividade de uma informação pode perder-se rapidamente.

No que diz respeito as informações sobre a dimensão extrafísica que são captadas por meio de parapsiquismo, esse princípio não somente é real como muito mais acentuado. Afinal, via de regra, seja por meio de uma EFC – Experiência Fora do Corpo – seja por outra via, a informação é captada por uma única pessoa, tornando a verificação difícil senão impossível.

Dentre os motivos para a imprecisão das informações colhidas em EFCs temos:

  • A individualidade da experiência
  • A redução da lucidez durante a EFC, que se apresenta inferior a lucidez da vigília
  • A rememoração incompleta da EFC
  • A dificuldade em assimilar certos conceitos ou palavras expressadas na dimensão extrafísica
  • A atuação de consciências extrafísicas mistificadoras ou simplesmente mal informadas

Dessa forma, pode-se constatar que tem projetores que falam e escrevem bobagens, principalmente na Internet. Na maior parte das vezes, seus equívocos decorrem da pouca experiência quanto a projetabilidade lúcida e da precipitação em divulgar essas informações.

Isso ocorre com mais frequência fora do Brasil. Por exemplo, vejo muitos sites de norte-americanos que comercializam seus livros e cursos sobre EFCs afirmando que as experiências projetivas podem ser usadas para “diversão e sexo livre e inofensivo” fora do corpo!

Aqui no Brasil, em listas de discussão, volta e meia aparece alguém com alguma afirmação (ou “revelação”) estapafúrdia colhida na dimensão extrafísica.

As informações coletadas por projetores na dimensão extrafísica são mais subjetivas do que aquelas colhidas na vigília? Sim, são.

Quando a pessoa é novata quanto ao parapsiquismo ou, se ela nunca exercitou bem o senso crítico, é possível que ela venha a crer em qualquer afirmação.

No extremo oposto da credibilidade impensada, está a descrença total, o jogar-se tudo e todos no mesmo saco, como se somente houvessem erros e mistificações no campo das EFCs.

Então é preciso sermos críticos quanto a tudo o que se refere  a informações oriundas de captações parapsíquicas, sejam anímicas, como as ocorridas em EFCs sejam por outras vias.

A pessoa que já leu, já estudou muito sobre o assunto e, principalmente, se já teve certo número de EFCs lúcidas, consegue rapidamente discernir sobre o grau de correção de uma informação colhida no extrafísico. Dependendo do caso, junto com a informação pode vir inclusive uma assinatura energética que ateste a veracidade da informação.

Por fim, um projetor veterano normalmente divulgará apenas uma pequena parcela das informações que obtiver na dimensão extrafísica, seja porque elas afetam outras consciências, seja porque são irrelevantes, seja porque ele não segurança quanto a autenticidade ou correção das mesmas.

Fica o recado para você leitor, caso ainda seja um novato nesse campo: Existem informações corretas, mas, é necessário usar o senso crítico permanentemente para separar o joio do trigo, as informações boas, daquelas equivocadas ou duvidosas.

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Projeção Precognitiva?

FA27102013

Sabemos por meio de experiências pessoais e por meio de relatos de muitos projetores que, às vezes, a consciência consegue, de alguma forma, transcender o espaço/tempo e captar por meio de précognições, eventos que acabam materializando-se, tempos depois, na dimensão intrafísica. Isso pode acontecer durante a vigília ou durante uma projeção consciente pré-cognitiva.

Semana passada, recebi a mensagem de um amigo relatando uma projeção semiconsciente que ele teve há poucos dias. Ela via um cenário onde o Brasil estava às voltas com um golpe comunista, uma grande desordem que assolava todo o país gerando muitos conflitos e insegurança. Apenas alguns locais sob controle militar ofereciam alguma segurança para a população.

Como a experiência foi muito detalhada e com alto grau de “realidade”, ele escreveu-me questionando se essa experiência poderia referir-se a algo que irá acontecer de fato.

Há poucos dias, observando na TV uma série de manifestações ocorridas em São Paulo, provocadas por invasores de um terreno público e que foram desalojados, ocorreu-me algo como: aonde vamos parar? Se todo mundo começar a quebrar tudo para manifestar sua insatisfação e com as autoridades omissas ou impedidas pela Lei da atuar de forma mais efetiva.

Minhas observações mais a projeção semiconsciente de meu amigo parecem indicar que existe já um holopensense * criado no sentido de consolidar esse estado de coisas: manifestações+ conflitos+anarquia+impotência das pessoas e autoridades.

A quem interessa esse tipo de padrão de pensamentos? As consciências extrafísicas doentias em primeiro lugar, para quem, quanto pior as coisas estiverem, mais fácil para elas controlarem e manipularem.

Então, respondi ao meu amigo que essa experiência que ele teve provavelmente foi criada extrafisicamente, tal qual uma “realidade alternativa” com o objetivo de implantar o medo nas pessoas, reforçando o holopensene que pretendem implantar no pais: insegurança, medo, intranquilidade, sensação de impotência.

Se de fato essas coisas continuarem piorando do país, devemos lembrar que isso ocorrerá em função da complacência da população como um todo. Em geral, ninguém deseja que as coisas piorem, mas, ninguém quer efetivamente fazer nada em termos de ações de melhoria. As pessoas limitam-se a reclamar e não querem mudar nada na rotina de suas vidas. E nós sabemos que é nessa rotina, em meio a coisas aparentemente sem importância, que tudo começa: Não respeitamos a faixa de pedestre, jogamos lixo na rua, disputamos espaço no trânsito, procuramos dar um jeitinho ao invés de seguirmos leis e normas, cobramos muito, mas não ajudamos com nada, sequer com sugestões, criticamos, mas não admitimos sermos criticados, supervalorizamos o que é nosso e menosprezamos o que é de outrem, fingimos que não vemos uma porção de coisas erradas, alegamos falta de tempo para não assumirmos compromissos. Enfim, a lista dessas “pequenas coisas” é interminável. Junte tudo isso em todas as pessoas e teremos o “caldo de cultura” para tudo o que sabemos que está errado no país. Nesse cenário, surgem aqueles que desejam aproveitar-se da situação, tanto no intrafísico quanto no extrafísico.

Assim, prezado leitor, o recado é esse: Faça sua parte. Se não podes concertar o Brasil, melhore o que for possível na sua vida, torne-se um cidadão que respeita os demais. Faça sua parte.

Notas

* Holopensene: (holo + pen + sen + ene) – Pensenes (pensamentos + sentimentos + energias) agregados ou consolidados, o mesmo que energias gravitantes, egrégora, campo morfogenético.

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Relato Projetivo

Gehe ins Licht - Gold Gelb

Diário Holossomático. Anotação de 29 de setembro de 2013, domingo. Fui dormir por volta de 1 da manhã. Acordei às 6 horas, sem despertador.

Não houve qualquer rememoração. Por mais que tentasse, nada. Levantei-me para realizar algumas tarefas rotineiras e depois, por volta de 7 horas e trinta minutos, resolvi voltar para cama.

Adormeci rapidamente e pouco depois estava em uma projeção semiconsciente. Era noite. Dirigia um veículo pequeno pelas ruas estreitas de uma cidade. As paredes das construções ao redor da rua pareciam ser feitas de blocos de pedra cinza-claro. O mesmo se dava para as ruas e estreitas calçadas também feitas com blocos das mesmas pedras.

Ao chegar em certa rua, percebi que ela dava para o que parecia ser um cemitério, pois vi enormes lápides feitas de pedra. Por um momento vacilei: “ – Vou por ali ou não?” Acabei decidindo ir e avencei por uns 15 metros que me separavam daquele ponto onde estavam as lápides.

Nesse ínterim, minha atenção voltou-se para os pés. Percebi que eu como que pedalava para o veículo andar. Dai tive um estalo: “ – Como pode ser isso? Como posso estar pedalando para mover esse veículo?”. Conscientizei-me então que estava projetado, fora do corpo físico.

Nisso eu já estava dentro do tal cemitério. Pequeno, de um lado havia as construções de pedra e do outro uma área vazia, um descampado escuro pois era noite no local.

Sai do veículo e percebi que as lápides eram altas, algumas com até 2 metros de altura e que haviam coisas escritas nelas. Fui até uma dessas lápides, das mais altas, que ficava bem na entrada daquele local. Queria ler o que estava escrito ali. Instintivamente pensei: “- Quem sabe tem algo escrito sobre uma pessoa que eu fora no passado?”

Mas, ao me aproximar dela, a vista turvou-se e não quis voltar, Tudo ficou claro e embaçado. Tentei me controlar pois sabia que nessas circunstâncias voltaria logo ao corpo físico, mas não consegui fazer isso e acabei despertando. Rememorei esses eventos para fossem fixados na memória e voltei a adormecer. Despertei de vez às 9 horas da manhã.

Conclusão: Porque minha visão turvou-se? Seria um efeito da minha emoção (ansiedade)? Seria um efeito produzido pela proximidade com aquela lápide (ou seja lá o que fosse)? Ou foi algo propositadamente promovido por uma consciência extrafísica para que eu não pudesse ler o que estava escrito ali? Uma forma de descobrir é projetar-me e voltar a esse local para investigar novamente.

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Confortando uma consciência durante uma Projeção Lúcida

FA23092013

No final de semana de 14-15 de setembro participei de um curso em Brasília chamado  Técnica da Ectoplasmia Interassistencial ministrado por Frederico Ganem do IIPC. O curso, foi realizado em um hotel de Brasília, DF, onde  passamos a noite. Sobre esse assunto escrevi um post em meu blog Estado Vibracional.

Por volta de 22:30 recolhi-me ao leito. Não estava motivado a fazer um trabalho intenso visando promover uma EFC lúcida pois estava relativamente cansado. Passara boa parte do dia trabalhando com as bioenergias durante a parte prática do curso de forma que fiz apenas um rápida mobilização energética dos chacras cardíaco e umbilical com objetivo de melhorar a lucidez e rememoração extrafísicas.

Sei que ocorreram inúmeros eventos extrafísicos durante a noite, mas, só guardei rememoração de um, talvez por ter impressionado mais minha memória.

Estava no quarto de um andar elevado de um prédio, provavelmente o próprio hotel onde estava repousando meu corpo físico. Ao meu lado estava uma janela com vidro transparente de onde eu podia perceber a claridade do exterior entrando. A sensação era que já amanhecera. Uma mocinha, de uns 11 ou 12 anos no máximo apareceu na minha frente conduzida por uma outra consciência, certamente por um amparador. Deixando a menina na minha frente, o amparador dirigiu-se para mim: “- Fale com ela”. Virei-me para a mocinha. Era branca, cabelos castanhos e encaracolados caindo até os ombros. Trajava-se com simplicidade:  um blusa e uma saia. Ela me disse que tinha um problema. Perguntei-lhe então que problema era esse. Após alguma exitação, ante minha insistência em saber ela disse : “- Tenho AIDS….”

Parei um momento para refletir. Fiz rápida e profunda busca em meu intimo. Disse-lhe então: “Olha…você é muito nova….existe um enorme contingente de cientistas que estão buscando a cura para essa doença…então você pode esperar, dentro da sua expectativa de vida, que surja brevemente um tratamento eficaz para essa doença…”.

Não tenho rememoração do que ocorreu em seguida. Seja como for, despertei pouco depois. Esse foi o único evento do qual me lembrei naquela noite. Porque os amparadores quiseram que eu falasse com ela? Porque eles mesmos não fizeram isso? Haveria algo em meu padrão energético que faria a menina fixar essas ideias que lhe passei quando retornasse ao corpo? Sim pois a impressão é que tratava-se de uma consciência projetada e não uma consciência que dessomara e que estivesse em condição de para-sonambulismo, crendo-se ainda portadora de um corpo físico.

Sob o ponto de vista do curso que se realizava no hotel, essa experiência tem tudo a haver, pois o objetivo do curso era promover assistência por meio de energias ectoplásmicas. As vezes a assistência é feita por meio da irradiação de energias. Outras vezes por meio do esclarecimento. Quando isso não é possível, seja por incapacidade de dar ou receber o esclarecimento, resta a tarefa da consolação (tacon), como foi esse o caso e que, por uma questão de compaixão, não podemos nos furtar.

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Aprendendo no Astral

FA28072013

Muitas pessoas ao se projetarem acessam locais onde assistem a apresentações multimídia com objetivo de instruí-las.

A maioria dessas pessoas apresenta um grau de lucidez de baixo a mediano, de tal forma que, quando retornam ao corpo físico, relembram daquilo o que assistiram como se fosse um simples sonho curioso ou diferente.

Existem várias forma de realizar essas apresentações. Podem ser irradiadas diretamente pela mente de uma ou mais consciências extrafísicas ou pode usar recursos de paratecnologia.

Uma moderna TV 3D de alta definição seria o mais próximo daquilo o que pode ser visto nessas apresentações, mas, mesmo assim, dá uma ideia pobre dos recursos disponíveis por esses processos que permitem um grau de interatividade dos expectadores que inexiste em nosso mundo.

Sou assíduo frequentador desses locais onde se realizam essas apresentações. Ao invés de descrever uma de minhas experiências, vou reproduzir um relato postado semana passada na lista de discussão Consciência Expandida pelo Roberto Pineda, um projetor que tem bastante lucidez fora do corpo e pode, portanto, dar uma descrição bastante precisa de um desses processos, melhor do que eu faria.

“Esta noite (26/07/2013) encontrei um grupo de pessoas que falavam com entusiasmo das coisas que descobriam através de um curso que estavam fazendo no astral

Curioso, resolvi também participar

Ao entrar e procurar um lugar para sentar, um rapaz já sentado, falava com grande entusiasmo que iríamos ficar impressionados com aquilo, que tudo era muito real (se referia aos bichos que iríamos ver)

Não me agradou a ideia de ficar ao lado de uma pessoa deslumbrada, que falava muito alto e sai para outro canto, fui sentar bem distante dele

Devia ser novidade para ele, entretanto, percebi que não era para mim, pois me lembrava que já conhecia tudo aquilo

Era uma sala com várias cadeiras confortáveis diante do que me pareceu ser uma espécie de parede, cortina ou tela de energia que ia desde o chão até o teto e que posteriormente envolveu todo o ambiente onde estávamos

Percebi que aquela “tela de energia” era emanada/emitida pelas vibrações e impressões em conjunto de três entidades femininas

Pois bem, aquela “tela de energia” envolveu a todos nós e passamos a sentir e perceber milhões de coisas ao mesmo tempo

Eram imagens reais é nítidas

Só para dar uma ideia, poderíamos tocar num filhote de dinossauro, como se ele fosse real e físico

Insetos, cobras, aranhas, poderíamos enxerga-los tanto em tamanhos muito grandes, como perceber minúcias do intimo de suas respectivas estruturas físicas

Assim como, também podíamos enxergar, sentir e perceber os grandes conjuntos das coisas

Diferentemente do que ocorre no físico, onde geralmente, durante um curso, uma pessoa fala/ensina e mostra imagens em uma tela ou quadro, naquele ambiente astral ninguém ensina nada, mas sim, apenas nos envolve em impressões, imagens e sensações muito fortes/reais e cada pessoa analisa e entende por si própria

Ou seja, as coisas não são ensinadas, mas apenas mostradas, num estado perceptivo que nós ainda encarnados não o possuímos e ou temos dificuldades para acessar”

Essa não é a única forma de se fazer essas apresentações. Existem outras até mais sofisticadas, mas acho que deu para sentir qual é o potencial desse processo em termos de aprendizado.

Qual é o objetivo dessas apresentações? Esclarecer e inspirar projetores (conscientes ou não) para atividades que desempenham em seu dia a dia. Engenheiros, escritores, pintores, desenhistas, enfim, uma série de profissionais relacionados a arte e a criação seriam seus beneficiários mais óbvios.

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Estudando Exoplanetas

Exoplaneta - Crédito: NASA

Exoplaneta – Crédito: NASA

Dias atrás conversava com um amigo que relatou uma projeção consciente que ocorrera na noite anterior.

Ele estava numa espécie de sala de aulas em meio a um grupo de pessoas. A sua frente estava um instrutor e um dispositivo que assemelhava-se a um aparelho de TV 3D. O objetivo daquele encontro era assistir a uma apresentação a respeito de dois exoplanetas (situados fora do nosso sistema sola).

A apresentação começou com os dois planetas sendo exibidos lado a lado. Aparentemente eles faziam parte do mesmo sistema. O instrutor descreveu o nome dos planetas e começou a discorrer sobre as consciências intrafísicas que habitavam cada um dos planetas.

Meu amigo lembra-se que a civilização de um dos planetas estava em uma era pré-industrial e que o outro era muito mais primitivo, semelhante ao que chamaríamos “idade da pedra”. A partir desse ponto, contudo, tudo o que o instrutor falou sobre cada um dos planetas apagou-se de sua mente. Ele sabe que foram discorridos assuntos relacionados a características de cada uma das populações, mas, por mais que ele tentasse, não conseguia se lembrar dos assuntos que foram apresentados.

Para ele, o motivo desse esquecimento poderia estar relacionado o fato de ainda não ser o momento dessas informações chegarem a nossa dimensão intrafísica.

Sem descartar essa possibilidade, apresentei-lhe então uma outra explicação para esse esquecimento que, ao meu ver, é a mais provável

Em primeiro lugar, deve-se atentar para o seguinte: que tipo de impacto teria a divulgação de informações sobre planetas primitivos? Provavelmente nenhum. Então vejamos outra possibilidade.

As projeções conscientes são, via de regra, muito rápidas. Logo, os amparadores quando os extrafísicos desejam passar certa quantidade de informações para projetores, eles não podem perder muito tempo. Por esse motivo, eles empregam uma linguagem tipicamente extrafísica que mescla palavras e termos, alguns dos quais desconhecidos da dimensão intrafísica, associados a telepatização, ou seja, as ideias são passadas inteiras, completas, sem palavras, mente a mente. Essa metalinguagem é aquilo o que alguns chamam de conscienciês, o idioma natural das consciências extrafísicas, acessível a partir de um certo grau de lucidez.

Onde as pessoas aprenderam esse idioma? Ao longo de outras existências, no período intermissivo (entre uma existência e outra), isso na hipótese de ser necessário um aprendizado formal para o mesmo.

Voltando a aula extrafísica, além de usar conscienciês é possível que o instrutor extrafísico tenha usado também termos técnicos na sua explanação que são típicos de alguma área do conhecimento intrafísico, mas que o projetor não conhecia. Por exemplo, ele pode ter usado termos conhecidos da sociologia para descrever os habitantes desses exoplanetas.

Seja como for, o fato é que os termos, a linguagem empregada pelo instrutor não possuíam registro nas redes neuronais do corpo físico do projetor e essa seria, portanto o motivo da não rememoração. Não haveria posições de memória no cérebro físico onde aqueles conceitos pudessem ser encaixados.

Coloquei então para meu amigo a seguinte questão: Mais importante do que recuperar essas informações, talvez seja saber o motivo pelo qual ele estava ali. Quais situações ele vivenciar imediatamente antes dessa projeção que o levou ali? Recomendei ainda que ficasse atento a possíveis sincronicidades que ocorressem por esses dias que poderiam estar relacionadas a essa projeção.

Concluindo, essa explicação vale para várias projeções semelhantes onde aparentemente se perde o conteúdo do que foi captado. Na realidade, a informação não é perdida. Ela ficar armazenada no paracérebro do psicossoma para ser usada algum dia.

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

www.metaconsciencia.com

www.estadovibracional.com

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

 

Rápida Projeção no Ceaec

Alojamento no Ceaec - Foto do Autor

Alojamento no Ceaec – Foto do Autor

No penúltimo Post, relatei um evento ocorrido no Ceaec. Mas isso não foi tudo. Tive mais algumas experiências que posso relatar.

Cheguei ao Ceaec, em Foz do Iguaçu, no dia 27 de março e por conveniência, resolvi dormir no Village (foto acima), um alojamento existente dentro do Ceaec (um hotel está em fase do construção ao lado do complexo).

Na primeira noite de sono no local. Propositadamente, não fiz qualquer trabalho energético ou autoprogramação antes de dormir. Eu queira ver “o que iria rolar” dessa forma, sem qualquer indução. Adormeci depois de algum tempo. Dormi pouco nessa noite.

A única coisa do qual me lembro durante o período de sono dessa primeira noite é que eu estava conversando com uma mulher. Ela estava sentada na minha frente, bem à vontade. Era magra, pele morena, cabelos pretos, curtos e ondulados, provavelmente presos de alguma forma na parte detrás da cabeça. Trajava uma blusa clara estampada que lembravam pequenas flores.

O que mais me chamou a atenção nela foram os olhos. Sob e acima das sobrancelhas parecia haver uma maquiagem escura que formava uma barra retilínea, digamos assim, de uma ponta a outra das sobrancelhas. Ela estava prestando-me vários esclarecimentos, mas, não guardei rememoração sobre os pormenores dos assuntos abordados. Isso é o que chamamos de projeção semiconsciente.

No dia seguinte deitei-me para dormir por volta de meia-noite. Sem perceber adormeci, como num abrir e fechar de olhos. Despertei às 2:20 com o livro da Helen Keller “estampado na minha cara”, conforme relatado no post anterior.

Depois disso, não consegui mais dormir. Passei as horas seguintes me revirando na cama. Aproveitei então para processar mentalmente algumas ideias. Infelizmente, isso não ajuda em nada a trazer o sono de volta, de forma que assim fiquei até umas 6:30 quando, finalmente, adormeci novamente.

Entrei em um estado alterado de consciência e passei  a sonhar lucidamente. Nesse sonho, eu despertava (falso despertar). O quarto estava claro como se fosse dia, apesar de, no intrafísico, estar completamente escuro. Fora isso, percebi que havia muitos outros objetos e móveis no quarto além dos que estão instalados no intrafísico. Eu despertava, erguia-me da cama e me questionava se havia de fato acordado.  Isso aconteceu duas vezes, No terceiro falso despertar, ao me levantar, meu nível de lucidez aumentou. De alguma forma, surgiu em minha paramão direita um estojo de lápis escolar aparentando ser feito de nylon vermelho, com um zíper branco rodeando-o quase que completamente.

Mais uma vez, desconfiei que aquele não era um autentico despertar e que estava na realidade projetado fora do corpo físico. Minha lucidez ainda não estava num nível L6*, pois se assim fosse, eu não teria nenhuma dúvida sobre o fato de estar projetado. Para testar minha impressão, atirei para cima o estojo que estava em minha paramão de forma que subisse e caísse dando rodopios. Minha hipótese, formulada num átimo, era de que se eu estivesse projetado, aquele estojo seria extrafísico e, portanto, poderia comportar-se de forma diversa ao que seria de se esperar no intrafísico, contrariando a atração gravitacional e caindo de volta na minha paramão lentamente, como se estivesse em câmera lenta. Se isso ocorresse, pouco importando se o efeito seria provocado pela atuação da minha mente por sobre o objeto ou não, seria a comprovação de que eu estava projetado.  Mas, não foi o que sucedeu. Nesse ponto, minha visão estava ligeiramente deslocada para fora do psicossoma, de tal sorte que eu me via de um ponto ligeiramente deslocado para fora do psicossoma.

Apesar do “teste” da queda do estojo não comportar-se com eu esperava, convenci-me de que estava projetado. Nesse momento, devo ter passado do nível de lucidez L2* para L4*. Esqueci o estojo, a visão centrou no psicossoma (isso é comum para mim quando passo de sonho lúcido para uma projeção lúcida), ficando tal como a visão no corpo intrafísico. Levantei-me completamente da cama, sem contudo pisar no chão. Parecia flutuar a alguns centímetros sobre ele. Chamou-me a  atenção uma grande quantidade de objetos multicoloridos dispersos pelo chão, Eram pequenos brinquedos e/ou artefatos de desenho e artes plásticas do tipo que são usados por crianças.

Subitamente despertei**. Poucos minutos se passaram após ter adormecido. Avaliei então esses eventos. Fiquei surpreso comigo mesmo. De onde tirei aquela ideia de atirar o estojo para o alto? Como consegui elaborar tão rapidamente essa ideia? As vezes surpreendo-me com essas coisas.

Por que o quarto estava tão diferente e porque haviam tantas coisas ali relacionadas com material didático para crianças? Seriam de fato para crianças? Estariam essas formas pensamento relacionadas a pessoas que hospedaram-se ali antes de mim? Teriam sido essas formas pensamento criadas por uma consciência extrafísica ali presente, não percebida por mim, para dar-me um recado, algo como: “O seu nível de projetabilidade lúcida ainda é o de uma criança…”. Ou a ideia seria outra, afinal, o que contém um estojo? Canetas, lápis… Seria uma indicação de que tenho que escrever mais? Nesse sentido, os objetos no chão indicariam a necessidade de usar mais elementos didáticos em minhas atividades? Quem sabe? Quando paira a dúvida quanto a natureza de um experimento projetivo, temos que cogitar todas as possibilidades.

Concluindo, observe leitor que a projeção foi muito rápida, mas, quantas linhas tive que usar para descrever tudo o que se passou nesse ínfimo período de tempo? Nada do que acontece ou o que é percebido durante um experimento projetivo é casual. A atenção para com os detalhes, e o seu registro posterior, por menores que sejam, pode trazer muitas informações úteis.

Notas

* Os níveis de lucidez extrafísica são descritos no livro Projeciologia de Waldo Vieira:

L2 = 20% de lucidez extrafísica. Seminconsciência com interferências oníricas.

L4 = 40% de lucidez extrafísica. O projetor ainda tem dúvida sobre se está ou não projetado.

L6 = 60% de lucidez extrafísica. Nesse ponto a lucidez é quase igual a que a pessoa apresenta na dimensão intrafísica e o projetor sabe, sem dúvidas, que está projetado.

** Experimentos recentes indicam que quando a pessoa entra na condição de sonho lúcido o cérebro passa a produzir ondas Gama cuja frequência é maior do que as que são produzidas na vigília comum. Essa superativação do córtex cerebral faz com que a pessoa rapidamente desperte.

Para Saber Mais

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