Rápida Projeção no Ceaec

Alojamento no Ceaec - Foto do Autor

Alojamento no Ceaec – Foto do Autor

No penúltimo Post, relatei um evento ocorrido no Ceaec. Mas isso não foi tudo. Tive mais algumas experiências que posso relatar.

Cheguei ao Ceaec, em Foz do Iguaçu, no dia 27 de março e por conveniência, resolvi dormir no Village (foto acima), um alojamento existente dentro do Ceaec (um hotel está em fase do construção ao lado do complexo).

Na primeira noite de sono no local. Propositadamente, não fiz qualquer trabalho energético ou autoprogramação antes de dormir. Eu queira ver “o que iria rolar” dessa forma, sem qualquer indução. Adormeci depois de algum tempo. Dormi pouco nessa noite.

A única coisa do qual me lembro durante o período de sono dessa primeira noite é que eu estava conversando com uma mulher. Ela estava sentada na minha frente, bem à vontade. Era magra, pele morena, cabelos pretos, curtos e ondulados, provavelmente presos de alguma forma na parte detrás da cabeça. Trajava uma blusa clara estampada que lembravam pequenas flores.

O que mais me chamou a atenção nela foram os olhos. Sob e acima das sobrancelhas parecia haver uma maquiagem escura que formava uma barra retilínea, digamos assim, de uma ponta a outra das sobrancelhas. Ela estava prestando-me vários esclarecimentos, mas, não guardei rememoração sobre os pormenores dos assuntos abordados. Isso é o que chamamos de projeção semiconsciente.

No dia seguinte deitei-me para dormir por volta de meia-noite. Sem perceber adormeci, como num abrir e fechar de olhos. Despertei às 2:20 com o livro da Helen Keller “estampado na minha cara”, conforme relatado no post anterior.

Depois disso, não consegui mais dormir. Passei as horas seguintes me revirando na cama. Aproveitei então para processar mentalmente algumas ideias. Infelizmente, isso não ajuda em nada a trazer o sono de volta, de forma que assim fiquei até umas 6:30 quando, finalmente, adormeci novamente.

Entrei em um estado alterado de consciência e passei  a sonhar lucidamente. Nesse sonho, eu despertava (falso despertar). O quarto estava claro como se fosse dia, apesar de, no intrafísico, estar completamente escuro. Fora isso, percebi que havia muitos outros objetos e móveis no quarto além dos que estão instalados no intrafísico. Eu despertava, erguia-me da cama e me questionava se havia de fato acordado.  Isso aconteceu duas vezes, No terceiro falso despertar, ao me levantar, meu nível de lucidez aumentou. De alguma forma, surgiu em minha paramão direita um estojo de lápis escolar aparentando ser feito de nylon vermelho, com um zíper branco rodeando-o quase que completamente.

Mais uma vez, desconfiei que aquele não era um autentico despertar e que estava na realidade projetado fora do corpo físico. Minha lucidez ainda não estava num nível L6*, pois se assim fosse, eu não teria nenhuma dúvida sobre o fato de estar projetado. Para testar minha impressão, atirei para cima o estojo que estava em minha paramão de forma que subisse e caísse dando rodopios. Minha hipótese, formulada num átimo, era de que se eu estivesse projetado, aquele estojo seria extrafísico e, portanto, poderia comportar-se de forma diversa ao que seria de se esperar no intrafísico, contrariando a atração gravitacional e caindo de volta na minha paramão lentamente, como se estivesse em câmera lenta. Se isso ocorresse, pouco importando se o efeito seria provocado pela atuação da minha mente por sobre o objeto ou não, seria a comprovação de que eu estava projetado.  Mas, não foi o que sucedeu. Nesse ponto, minha visão estava ligeiramente deslocada para fora do psicossoma, de tal sorte que eu me via de um ponto ligeiramente deslocado para fora do psicossoma.

Apesar do “teste” da queda do estojo não comportar-se com eu esperava, convenci-me de que estava projetado. Nesse momento, devo ter passado do nível de lucidez L2* para L4*. Esqueci o estojo, a visão centrou no psicossoma (isso é comum para mim quando passo de sonho lúcido para uma projeção lúcida), ficando tal como a visão no corpo intrafísico. Levantei-me completamente da cama, sem contudo pisar no chão. Parecia flutuar a alguns centímetros sobre ele. Chamou-me a  atenção uma grande quantidade de objetos multicoloridos dispersos pelo chão, Eram pequenos brinquedos e/ou artefatos de desenho e artes plásticas do tipo que são usados por crianças.

Subitamente despertei**. Poucos minutos se passaram após ter adormecido. Avaliei então esses eventos. Fiquei surpreso comigo mesmo. De onde tirei aquela ideia de atirar o estojo para o alto? Como consegui elaborar tão rapidamente essa ideia? As vezes surpreendo-me com essas coisas.

Por que o quarto estava tão diferente e porque haviam tantas coisas ali relacionadas com material didático para crianças? Seriam de fato para crianças? Estariam essas formas pensamento relacionadas a pessoas que hospedaram-se ali antes de mim? Teriam sido essas formas pensamento criadas por uma consciência extrafísica ali presente, não percebida por mim, para dar-me um recado, algo como: “O seu nível de projetabilidade lúcida ainda é o de uma criança…”. Ou a ideia seria outra, afinal, o que contém um estojo? Canetas, lápis… Seria uma indicação de que tenho que escrever mais? Nesse sentido, os objetos no chão indicariam a necessidade de usar mais elementos didáticos em minhas atividades? Quem sabe? Quando paira a dúvida quanto a natureza de um experimento projetivo, temos que cogitar todas as possibilidades.

Concluindo, observe leitor que a projeção foi muito rápida, mas, quantas linhas tive que usar para descrever tudo o que se passou nesse ínfimo período de tempo? Nada do que acontece ou o que é percebido durante um experimento projetivo é casual. A atenção para com os detalhes, e o seu registro posterior, por menores que sejam, pode trazer muitas informações úteis.

Notas

* Os níveis de lucidez extrafísica são descritos no livro Projeciologia de Waldo Vieira:

L2 = 20% de lucidez extrafísica. Seminconsciência com interferências oníricas.

L4 = 40% de lucidez extrafísica. O projetor ainda tem dúvida sobre se está ou não projetado.

L6 = 60% de lucidez extrafísica. Nesse ponto a lucidez é quase igual a que a pessoa apresenta na dimensão intrafísica e o projetor sabe, sem dúvidas, que está projetado.

** Experimentos recentes indicam que quando a pessoa entra na condição de sonho lúcido o cérebro passa a produzir ondas Gama cuja frequência é maior do que as que são produzidas na vigília comum. Essa superativação do córtex cerebral faz com que a pessoa rapidamente desperte.

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Insight Extrafísico sobre Livro

FA205

Aproveitei o feriado da Semana Santa para ir ao CEAEC – Centro de Altos Estudos da Consciência, em Foz do Iguaçu, onde fiz algumas pesquisas e experimentos.

Cheguei ao Ceaec no dia 27. Como tinha uma agenda cheia de atividades, achei mais prático hospedar-me no Village, um alojamento existente no local.

A primeira coisa que fiz foi ir a livraria Epígrafe onde é possível encontrar livros e outras publicações da Conscienciologia que não estão a venda em outros locais, além de outros livros sobre assuntos paranormais e etc.

Chamou-me a atenção na livraria o livro A história de minha vida (foto acima) escrito por Helen Keller.

Eu já sabia que Waldo Vieira havia comentado em uma tertúlia que ele suspeitava que  Helen Keller pudesse ser uma serenona. Quando soube disso, no início do ano, procurei pelo livro na Internet, mas sem sucesso.

Quando peguei o livro no mostruário “tomei um susto”. Massudo, o livro tem 455 páginas. Pensei: ” …É…acho que vai ficar para próxima vez, já estou levando vários outros livros e tenho centenas mais para ler em casa…”. Conclui minhas compras e fui realizar outras atividades.

No dia seguinte, 28 de março, deitei-me para dormir por volta de meia-noite. Sem perceber, adormeci como num abrir e fechar de olhos, de forma tão suave que achei diferente. Peguei o relógio sobre o travesseiro que marcava 2 horas e 20 minutos. Fiquei impressionado pois parecia que eu acabara de fechar os olhos.

Bem, o que aconteceu nesse meio tempo? A última cena que se descortinou na minha mente, instantes antes de abrir os olhos e despertar,  foi o livro da Helen Keller, colorido, como na foto acima, “estampado na minha cara”, ou seja, ocupando todo meu campo visual. Fiquei surpreso com isso. Conclui então: ..É… acho que vou ter que comprar esse livro afinal. Deve ter algo nele que preciso ler…”

Em seguida, tentei recuperar a memória do que acontecera nesse intervalo de tempo mas sem sucesso. Só tive um rápido vislumbre de ter estado num prédio onde uma porta de elevador se abria para que algumas pessoas entrassem. Essa cena ocorreu imediatamente antes a cena do livro.

Demorei a retomar o sono.

Ao amanhecer, fui assistir a Minitertúlia,  um evento que ocorre entre as 9 e 11 horas. Waldo Veira,  em certo momento, comentou algo sobre  a Helen Keller. Lembrei-me na hora, do evento anterior e tomei um intenso banho energético. Concluí que, de fato, deve haver algo diferente nessa mulher.

Sobre Helen Keller

Nascida no Alabama, EUA, Helen Keller provou que deficiências sensoriais não impedem a obtenção do sucesso. Helen Keller ficou cega e surda, desde os 18 meses de idade, devido a uma doença diagnosticada na época como “febre cerebral” (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina). Com educação apropriada, ministrada por sua preceptora, Anne Sulivan, Keller tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor de pessoas portadoras de deficiência. A história do encontro entre Keller e Anne Sullivan é contada na peça The Miracle Worker, de William Gibson, que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan, em 1962, dirigido por Arthur Penn.

Onde comprar o livro

Na Epigrafe ou em outras livrarias na Internet.

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Famosos Sonhadores Lúcidos

FA177

Imagem: Figura do livro The Head Trip do jornalista científico Jeff Warren, publicado em 2007 que explora 12 estados de consciência e que descreve técnicas para aproveitar-se as inspirações obtidas na Hipnagogia.

Por meio das EFCs – Experiências Fora do Corpo é possível captar-se ideias originais, informações até então desconhecidas, trazendo-as para a dimensão intrafísica.  O mesmo pode ocorrer durante outros estados diferenciados de consciência, tais como o sonho, o pesadelo, a hipnagogia e a hipnopompia. Nesses estados, ocorrem projeções conscientes com menor nível de lucidez, semiconscientes e, conforme o caso, a projeção não é total, limitando-se a expansão das capacidades paraperceptivas como a paravisão ou a paraaudição.

A história registra inúmeros casos de pessoas que tiveram insights geniais durante esses estados diferenciados, tais como escritores (Charles Dickens, Edgar Allan Poe, John Keats, Johann Wolfgang von Goethe, Lev Nikolayevich Tolstoi, Mark Twain, Mary Shelley Brahms, Paul Klee, Robert Louis Stevenson, Samuel Taylor Coleridge), músicos (Beethoven, Mozart, Puccini, Wagner), pintores (Paul Klee, William Blake) e cientistas (Albert Einstein, Nils Bohr).

A seguir, uma relação alguns famosos sonhadores lúcidos.

Thomas Edison: O famoso inventor registrou 2.332 patentes ao longo de sua vida, dentre elas o fonógrafo, lâmpada elétrica incandescente, o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison valorizava tanto o estado de hipnagogia que desenvolveu sua própria técnica para manter-se nele enquanto trabalhava em suas invenções. Sentando-se numa cadeira especial, Edison usava técnicas de relaxamento e meditação para alcançar o estado entre o sono e a vigília. Ele segurava algumas bolas de bilhar na palma da mão fechada para baixo, repousada no braço da cadeira. Debaixo da mão colocava uma tigela de metal. Se ele pegasse no sono, sua mão se abriria, as bolas cairiam dentro da tigela e o ruído o despertaria. Ele repetia o processo varias vezes e registrava o que percebia. Muitas de suas invenções tiveram início dessa maneira.

Salvador Dali: O famoso pintor surrealista tinha usava um método de criação semelhante ao de Edson. Ao sentir sono, ele se sentava numa poltrona com uma chave na mão. No chão, logo abaixo da mão que segurava a chave, ficava um prato. Dalí procurava se manter naquele estado de consciência da fronteira entre a vigília e o sono, a hipnagogia, no qual as barreiras da lógica são frouxas e começamos a viver uma espécie de delírio muitas vezes cheio de imagens bizarras que era exatamente no que ele estava interessado. Se adormecesse, a chave na sua mão cairia no prato fazendo o acordar. Imediatamente ele tratava de desenhar as imagens que tinha vislumbrado no estado hipnagógico. Assim, Dalí criou muitas de suas telas.

Richard Feynman: O famoso físico americano declarou sua aptidão para o sonho lúcido em seu best-seller, Surely You’re Joking, Mr. Feynman!  (Certamente Você Está Bbrincando, Sr. Feynman!) onde dedica um capítulo inteiro às suas experiências com sonhos lúcidos, onde ele declara:

 “Notei também que, quando você vai dormir as idéias continuam, mas elas se tornam menos logicamente interligadas. Você não percebe que elas não são logicamente conectadas até que você pergunte a si mesmo:”O que me fez pensar isso? ” E quando você tentar trabalhar o seu caminho de volta, muitas vezes você não consegue lembrar o que diabos fez você pensar nisso! Então você começa toda ilusão de conexão lógica, mas a verdade é que os pensamentos tornam-se mais e mais tortos, até que estão completamente desarticulados, além disso, você acaba caindo no sono.”

Richard Linklater: O diretor do filme criado em rotoscope, Waking Life, é muito familiarizado com o conceito de sonhos lúcidos. Seu filme é um passeio intrigante e filosófico no mundo dos sonhos onde o protagonista se faz a pergunta: “Será que estamos caminhando e dormindo como sonâmbulos ou estamos acordados, na vigília?”

James Cameron: O diretor de Avatar declarou que os sonhos lúcidos forma uma das fontes de inspiração para uma de suas cenas de voo desse filme. Segundo Cameron declarou ao Hollywood Today:

“… o que eu estava tentando fazer era criar imagens de sonho, criar um estado de sonho lúcido, enquanto você está assistindo o filme. Eu acho que a maioria das pessoas sonha em voar em algum momento e quando somos crianças temos sonhos de voar e eu certamente o fiz e ainda tenho um monte de sonhos de voo e então pensei que, se eu posso conectar-me (por meio de um filme) com uma audiência, numa espécie de inconsciente coletivo quase no sentido junguiano, então ele (o filme) ignora tudo e todas as coisas culturalmente estabelecidas ao redor do mundo e se conecta a todos nós conduzindo a um tipo de estado de infância quando o mundo nos parecia mágico, infinito, assustador e legal e no qual você pode entrar. Então esse foi o conceito por trás dessas cenas do filme.”

Friedrich August Kekulé: No final do século XIX. esse químico alemão estava trabalhando no sentido de decifrar a estrutura da molécula do benzeno. Contudo, apesar de seus esforços, não conseguia decifrar seu intrincado sistema de ligações. Certo dia, quando Kekulé estava cochilando em um bonde de Londres, “viu” quando um enxame de átomos apareceu antes de seus olhos ” girando em uma dança vertiginosa”, formando cadeias de conexões que Kekulé febrilmente documentou em seu diárioquando ele voltou para casa. explicou, “a origem da teoria estrutural” da química. Sete anos mais tarde, em 1890, aconteceu de novo. Conforme relatou:

“Eu estava sentado, escrevendo meu livro, mas o trabalho não progredia, o meus pensamentos estavam em outro lugar. Voltei minha cadeira para o fogo e cochilei. novamente os átomos apareceram dando cambalhotas diante dos meus olhos. . . todos entrelaçando e se retorcendo como se fosse ma cobra em movimento. Veja! O que foi isso? Uma das serpentes tinha preendido  havia mordido sua própria cauda, e a forma dançava zombeteiramente diante dos meus olhos. Como se fosse um relâmpago, acordei, e desta vez também passei o resto da noite trabalhando “.

O que Kekulé tinha intuído com essa visão era que a molécula de benzeno formava uma estrutura em anel, algo que lhe escapava e que parecia desafiar as notações de arranjos de átomos então existentes.

Elias Howe: Esse famoso inventor americano tentava a muito tmepo mecanizar o processo da costura, mas, sem sucesso. Certa noite, contudo, foi acometido do que parecia ser um pezadelo. Howe fora prezo por uma tribo de sevagens que fizeram um ultimato: Caso ele não concluisse a invenção da maquina de costura, seria devorado por eles. Como na vigília, Howe fracassou em sua tentativa e fui cercado pelos selvagens que apontaram-lhe sua lanças. Nesse momento ele percebeu que cada lança tinha um buraco em sua ponta na forma de um olhor. Despertando sobressaltado, Howe compreendeu que se colocasse um furo para passagem da linha de costura na ponta da agulha, talvez conseguisse fazer a mecanização do processo. Esse insight de fato funcionou e a indústria do vestuário foi revolucionada.

Chris Nolan: Diretor e autor, Nolan extraiu de seus próprios sonhos lúcidos a inspiração para concebero filme Inception. Conforme declarou ao Los Angeles Times:

“Eu queria fazer isso (Inception) há muito tempo, algo que eu tenho pensado desde que tinha uns 16 anos”. Eu escrevi o primeiro rascunho deste roteiro a sete ou oito anos atrás, mas a ideia vem de muito mais longe, de aproximar a vida do sonho e o sonho da vida como um outro estado de realidade.”

Curiosamente, em Inception o personagem principal, Dom Cobb, é interpretado por Leonardo DiCaprio, que também tinha sonhos lúcidos antes de estrelar no filme.

Andy e Larry Wachowski: Os criadores de Matrix são sonhadores lúcidos que tiveram a inspiração de criar, a partir de suas experiências, um mundo de realidade virtual em que todos nós estamos mentalmente escravizados, não reconhecendo que estamos apenas “sonhando”. O enigma de Matrix é: “Como eu sei que minha realidade não é uma ilusão?” Esta é a chave para desvendar um sonho e tornar-se conscientemente lúcido. Alguns consideram  The Matrix é um verdadeiro manual de instruções para sonhadores lúcidos.

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EFCs, Dimensões Paralelas e Viagens no Tempo

Experiência Fora do Corpo

Existem muitos relatos na literatura sobre EFCs assim como na Internet de projetores ou simples sonhadores que acreditam na existência de dimensões paralelas a nossa, reais no sentido de existirem de forma contínua como a nossa, e que podem ser acessadas durante uma EFC.

Robert Alan Monroe, um dos projetores mais famosos, teve muitas dessas experiências, algumas das quais relatadas em seus livros.

Ultimamente venho estudando os mecanismos que regem esses processos.

Os principais mecanismos envolvidos na criação dessas “Dimensões Paralelas” são os seguintes:

Morfopensenes: Fora do corpo, projetores e consciências extrafísicas plasmam com grande facilidade morfopensenes (formas pensamento) cuja consistência e detalhamento variam muito. Não existem limites para o que pode ser criado com morfopensenes.

Holomemória: Quando fora do corpo, o projetor acessa com certa facilidade porções de sua holomemória (a memória integral adquirida ao longo de todas as suas existências anteriores).

Parapercepções: Fora do corpo, o projetor capta com muita facilidade pensenes (pensamentos, sentimentos e energias) que lhe conferem uma espécie de sexto-sentido, por meio do qual ele “saca”, percebe certas coisas sem que seja preciso usar seus demais sentidos.

Complementação Cognitiva: Tal como no intrafísico o cérebro complementa o ponto cego dos olhos para que não exista um “buraco” em nossa visão, no extrafísico, o paracérebro complementa o que não percebe conforme a capacitada cognitiva da consciência. Por exemplo, se durante uma EFC o projetor vê um consciência masculina, com aparência de um idoso, com cabelos brancos e uma vestimenta da igreja católica, o baixo nível de lucidez aliado a falta de foco da paravisão, pode leva-lo a crer que está diante do Papa, criando essa visão e essa crença em sua mente ou até mesmo plasmando com morfopensenes a face do Papa nessa consciência.

Dimensões Crostais: As dimensões crostais são as que fazem fronteira com a dimensão intrafísica. A maior parte das consciências que habitam essas dimensões são pouco evoluídas. Tem o mesmo padrão do cidadão terrestre comum ou pior do que isso. São, em grande parte, inconscientes ou semiconscientes (sonâmbulos extrafísicos).

Distritos Extrafísicos: Existem diversos tipos de distritos extrafísicos. Alguns deles são semelhantes as nossas cidades, com prédios, transportes e instalações semelhantes. Eles abrigam muitas consciências extrafísicas como as descritas anteriormente, pouco evoluídas.

Alguns distritos extrafísicos são criados e mantidos por amparadores com objetivo de promover o esclarecimento, o despertar das consciências ali residentes para uma realidade maior da qual fazem parte mas, para a qual não estão conscientes.

Outros distritos extrafísicos são criados e mantidos por assediadores com objetivo de promover o controle de outras consciências.

Todos esses distritos são muito frequentados pela humanidade intrafísica por meio das EFCs conscientes ou não.

Assim, a junção desses mecanismos durante uma EFC é a responsável pela criação das “dimensões paralelas” percebidas por projetores e sonhadores.

Para exemplificar, vou relatar uma projeção semiconsciente que vivenciei à poucos dias:

“Eu estava no alto de um prédio de aço e vidro num ambiente de penumbra. Um sujeito a minha frente, grande , fortão, com cabelo preto, liso e preso no alto a antiga moda japonesa e trajando um quimono branco me desafiava. Sem usar artes marciais que provavelmente ele conhecia, me espezinhava com uma varinha, cutucando-me para provocar alguma reação da minha parte. Eu incorporava uma outra personalidade, provavelmente vestido da mesma forma que ele. Estava em guarda defendendo-me das suas cutucadas, só esperando ele usar seus golpes de artes marciais para dar-lhe uma lição. Intimamente eu sabia que possuía habilidades e poderes muito superiores aos dele que poderia por em ação a qualquer momento. Mas ele acabou indo embora, descendo e juntando-se a um grupo de pessoas que estava no térreo do lado de fora do edifício e que eu vi pelas enormes janelas que talvez nem existissem pois o prédio poderia, pela aparência, estar em construção”.

Vamos dar duas interpretações para essa experiência.

Interpretação errônea e imatura: Sai do corpo e fui para uma dimensão paralela onde eu sou outra pessoa que possui outro corpo, outra aparência e que tem muitos poderes.

Interpretação realísta: Sai do corpo de forma semiconsciente e fui para um distrito extrafísico crostal onde interagi com outras consciências, extrafísicas ou projetores como eu, com baixo nível de lucidez. Acessei áreas de minha holomemória que me deram a compreensão, naquele momento, de onde estava, do que estava fazendo ali e que poderia invocar certas habilidades. O que não percebi direito, complementei com criações de minha mente. Quando voltei ao corpo, não consegui registrar no cérebro físico que local exatamente era aquele e porque eu afinal de contas eu estava lá.

Concluindo, não fica difícil imaginar que é muito fácil surgirem nesses contextos, situações relacionadas a hipotéticas viagens no tempo, para o passado ou para o futuro, pois esses temas fazem sucesso tanto nos cinemas e TVs da dimensão intrafísica quanto nos da dimensão extrafísica.

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Um Caso de Comprovação de uma Experiência Fora do Corpo

Experiência Fora do Corpo

Michael Coleman Talbot (29 de setembro de 1953 – 27 de maio de 1992) foi um autor americano de vários livros destacando os paralelos entre misticismo antigo e da mecânica quântica, defendendo um modelo teórico da realidade que sugere que o universo físico é semelhante a um holograma gigante. Para Talbot, percepção extra-sensorial, telepatia e outros fenômenos paranormais são reais e surgem como um produto deste modelo holográfico da realidade.

Em seu primeiro livro, um best-seller, Beyond Quantum, Talbot descreve uma EFC que vivenciou quando tinha 10 anos de idade e para a qual conseguiu obter evidências verificáveis de que tratou-se de um fenômeno real.

Tudo começou numa noite ele dormia em seu quarto. Conforme relata em seu livro “flutuei levemente para fora da cama e entrei  na sala, ainda maravilhado com o fato de que todas as características da casa pareciam idênticas ao que eram no meu estado desperto…De repente, enquanto nadava pelos cômodos como se fosse um peixe voador, percebi que estava prestes a bater de frente com uma janela panorâmica…”

Passando diretamente pela janela, Talbot flutuou pelo lado de fora de sua casa e prosseguiu pelo gramado até chegar a um jardim onde um livro caído na grama chamou-lhe a atenção. Aproximando-se, viu tratar-se de uma coletânea de contos de Guy Maupassant. Embora já tivesse ouvido falar desse autor, nunca lera nenhum de seus livros ou sequer tivera qualquer interesse por esse autor. Depois disso, Michael perdeu a consciência, voltando a dormir profundamente.

Na manhã do dia seguinte, quando saiu de casa para ir para a escola, uma garota vizinha se juntou a ele e disse que estava preocupada por ter perdido um livro da biblioteca, descrevendo então o livro que ele havia visto em sua EFC.  Atônito, Michael contou-lhe a experiência da noite anterior e ambos dirigiram-se para o ponto no jardim onde ele havia visto o livro e, para a surpresa de ambos, lá estava ele, pousado sobre a grama.

Interessante, não? E você leitor? Tem algum caso de EFC comprovada para nos contar?

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Cérebro, Paracérebro e Rememoração das EFCs

Registro das Experiências Extrafísicas

Registro das Experiências Extrafísicas

Recebi de um amigo o seguinte relato de uma projeção lúcida que ele experimentou na primeira quinzena de novembro passado.

“Há cerca de duas semanas tive uma experiência em que estava num curso ministrado pelo Cesar e outro amigo dele, ligado a projeções. Não sei se o segundo estava em corpo físico projetado ou se era alguém de lá mesmo.

O lugar era um devastado, árido, com um tipo de ponte suspensa, como rodovia expressa suspensa, passando ali do lado, ou alguma coisa que parecia com isso, tipo uma ponte na terra. Havia uma plantação de milho ou alguma planta parecida nas imediações. Parecia ser uma tarde, com o sol quase se pondo e o céu exibindo uma coloração meio rosa-alaranjado.

Junto com uma amiga, estava indo para o curso dele. Não era a primeira, mas a segunda vez que assistíamos uma aula desse curso. Ainda estávamos do lado de fora quando Cesar saiu de um galpão onde a última aula fora ministrada e me cumprimentou, Em seguida,  gritou alguma coisa para um outro camarada que estava lá trabalhando com ele, mas que estava do outro lado do galpão. Devia haver mais de um galpão onde cada um ministrava uma palestra em um e depois trocava de lugar. Não sei. Cada galpão comportava cerca de 100-200 pessoas sentadas em cadeiras normais. Na frente havia quem falava e um tipo de tela era usada para mostrar imagens.

Esse lugar me lembrava um joguinho,”Fallout New Vegas”, com relação a parte do lado de fora da cidade onde havia plantas. Não sei se isso foi um sonho e eu produzi aquilo tudo baseado na memória do jogo, se lembrei do jogo e associei na hora ou se era assim mesmo e eu lembrei do jogo pelo fato do local ser parecido.

Quando acabou a apresentação começaram perguntas. Tentei fazer uma pergunta mas a disputa era grande e acabei sendo cortado por outra pessoa.”

Vou aproveitar esse relato para explicar um aspecto interessante da dinâmica projetiva.

Como mostra a figura acima, quando projetada, a consciência pode assumir tanto a personalidade atual como uma outra personalidade relacionada a outras existências. No primeiro caso, é muito mais fácil transpor as lembranças das experiências projetivas para o cérebro físico e lembrar-se dessas experiências ao retornar ao corpo. Quando assume outra personalidade, sem contrapartida na existência atual, as experiências são registradas apenas no paracérebro do psicossoma e a rememoração geralmente não ocorre.

Em certas ocasiões, o deslocamento do “ponteiro” da consciência de uma personalidade para outra é perceptível por ela mesma: num dado instante tem ciência de uma série de coisas e noutro, já focada na personalidade atual, perde essa ciência.

No caso desse amigo, por exemplo, quem seria a amiga que o acompanhava? Ele a conhecia lá na projeção, mas depois, ao retornar, não sabia dizer quem seria ela.

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Reportagem-Video sobre EQM

Experiências Fora do Corpo 04

No dia 11 de novembro na Rede Record o Programa Domingo Espetacular, levou ao ar uma reportagem sobre Experiência de Quase-Morte (EQM).  Dentre os casos apresentados, estão o do neurocirurgião Eben Alexander, descrito em Post anterior. Ele aparece em alguns momentos da matéria.

A reportagem apresenta, além dos depoimentos de pessoas que passaram por EQMs, as opiniões de dois médicos especialistas no assunto, a do Neurocirurgião Dr. André Frasão e do Dr. e a do Dr.  Hernande Leite, médico e pesquisador da Conscienciologia.

O primeiro acredita que as EQM são meras ilusões (ele pensa da mesma maneira que  o Dr. Eben fazia no passado, antes de passar pela sua própria EQM). Para o Dr. Hernande Leite, a hipótese da realidade do fenômeno não pode ser descartada.

Confira você mesmo: Link para o Vídeo

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Dissolvendo uma Forma Pensamento

Experiência Fora do Corpo

Diário Holossomático – 8 de novembro de 2012 *

Dormi relativamente cedo. Por volta de 1:30 acordei e não consegui mais dormir. Fiquei na cama por algum tempo e acabei levantando-me. Fiz algumas coisas no computador e fui para a cozinha onde resolvi tomar um chá de camomila para acalmar minha ansiedade.

Às 3:00 da manhã voltei a para a cama. Minha esposa, que acordara brevemente, havia ligado o ar condicionado ajustando-o para 18 graus. Após algum tempo adormeci e comecei a sonhar.

Às 6:00 da manhã despertei e, de imediato, não lembrei nada. Fiquei vasculhando a mente em busca de algo que pudesse ter ocorrido. Alguns minutos depois, finalmente, rememorei espontaneamente uma projeção.

No meio de um dos inúmeros sonhos que tive nesse segundo período de sono, eu estava no quarto de uma residência, de pé, ao lado de uma cama quando algo chamou-me a atenção. Em um ponto desse quarto, no chão, havia um boneco com uns 30 cm de altura encostado em uma parede.

Instintivamente, deslizei volitando para o ponto em que ele estava, abaixando e me posicionando na sua frente. Nesse instante, conscientizei-me que estava projetado, fora do corpo físico. Apesar disso minha lucidez não estava lá essas coisas (L4)**. Comecei a observar atentamente o boneco a minha frente. Era como se ele tivesse vida, como se fosse um autômato. Seu corpo era feito de um material branco, como parafina. A cabeça era arredondada e ele exibia olhos circulares e exibia um largo sorriso estático. Vestia umas roupas, como se fosse um boneco imitando gente. Não senti um padrão negativo de energia acompanhando-o, pelo contrário. À medida que o observava-o com mais e mais atenção, ele  começou a dissolver-se. Concentrei mais a atenção nele e seu corpo começou a desvanecer-se até restar apenas a cabeça.

Tudo indica, portanto, que ele nada mais era do que uma forma pensamento ou, em outras palavras, um morfopensene, plasmado por uma consciência extrafísica, por um projetor ou até mesmo por uma consciência intrafísica que habitasse aquele local, supondo que eu estivesse em um distrito intrafísico***.

Com a dissolução do boneco, minha atenção mudou para outro ponto. Ergui-me e passei a prestar atenção nas sensações que chegavam a mim naquele momento. Sabia que se pensasse no corpo, despertaria de imediato. A situação, contudo, estava estável. Não havia sinal de retorno iminente. Aconteceram então vários outros eventos por mais algum tempo, mas, por mais que tenta-se não consegui rememorar o que ocorreu em seguida.

Durante a tarde desse dia, num momento em que pensei em fazer um EV – Estado Vibracional, subitamente, lembrei-me que, durante a projeção dessa madrugada, em dado momento, assim que deixei o boneco de lado, tentei por alguns momentos promover um EV extrafísico, circulando as ECs – Energias Conscienciais – da paracabeça aos parapés e vice-versa, mas, rapidamente desisti disso e fui fazer outra coisa.****

Notas

Não costumo relatar todas as minhas experiências projetivas. Quando o faço, escolho as que são mais ricas em termos de fenômenos, como essa, para que possam trazer algum esclarecimento para os leitores.

Em seu total, essa projeção foi relativamente longa, contudo, como é comum, projeções de longa duração muitas vezes não são rememoradas integralmente. Parece que o cérebro físico perde pedaços dos acontecimentos. Somente alguns são transpostos para ele e, assim, podem ser rememorados quando o projetor desperta.

Já tive várias projeções com formas pensamento. A maioria delas é efêmera. Contudo existem outras bem mais permanentes, propositadamente engendradas, ao contrário das primeiras, geradas involuntariamente a medida que as consciências pensenizam (pensenizar é produzir pensamentos, sentimentos e energias de forma conjunta).

Diário Holossomático é como chamo meu diário que combina registros de eventos intrafísicos e extrafísicos.

** L4 Equivale a 40% de lucidez extrafísica.

*** Seria possível que, no início dessa projeção, eu estivesse em minha própria residência e não percebesse isso devido ao baixo nível de lucidez e a profusão de formas pensamento no local? Nesse caso, quem teria plasmado o boneco?

**** Esse tipo de rememoração é chamada de retardada. Já tive outras rememorações desse tipo, horas depois de ter despertado.

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

www.metaconsciencia.com

www.estadovibracional.com

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Proeminente Neurocirurgião Passa a Crer em Experiências Fora do Corpo

Experiências Fora do Corpo - Eben Alexander

Eben Alexander – Foto: Amazon.com

Eben Alexander, um proeminente neurocirurgião formado em Harvard nunca acreditou nos relatos de experiências fora do corpo de seus pacientes. Isso mudou após ter vivido uma odisseia de 7 dias fora-do-corpo que rendeu-lhe um livro que acaba de se publicado (outubro de 2012).

Aos 58 anos o Dr. Eben Alexander III foi um neurocirurgião acadêmico nos últimos 25 anos, incluindo 15 anos no Brigham & Women e Hospital para Crianças e na Harvard Medical School, em Boston. Durante sua carreira acadêmica, foi autor ou co-autor de mais de 150 capítulos e artigos em revistas especializadas e fez mais de 200 apresentações em conferências e centros médicos ao redor do mundo. Eben achava que tinha uma ideia muito boa de como o cérebro gera a mente e a consciência.

Fora isso, Eben tem um “pedigree” impressionante. Seus antepassados ​​eram políticos bem vistos e personalidade de destaque na sociedade no estado do Tennessee. Seu pai foi chefe de Neurocirurgia da Universidade Wake Forest por 30 anos, entre 1948 e 1978.

Como cientista, o Dr. Alexander desacreditava histórias de seus pacientes que volta e meia surgiam, onde relatavam viagens a reinos celestiais que teriam realizado durante situações críticas de experiências de quase morte – EQM. Essa postura mudou quando o próprio Eben teve sua própria experiência de EQM.

Nas primeiras horas da madrugada de 10 de novembro de 2008, como de costume, Eben acordou às 4h30 para ir para o Hospital Geral de Lynchburg, na Virgínia, onde trabalhava como um neurocirurgião. Subitamente ele sentiu uma forte dor nas costas e, em 15 minutos, viu-se em meio a angustiante paralisia, mal conseguindo mover-se. Sua esposa, Holley, correu para ajudá-lo e começou a esfregar as costas para aliviar a tensão, mas seu estado só piorou. Antes entrar em convulsão, suas últimas palavras para sua esposa foram “Não ligue para o 911…”. Felizmente para ele, sua esposa desconsiderou seu conselho e ele foi levado às pressas para um hospital da região onde foi diagnosticado com portador de meningite bacteriana muito rara que ataca principalmente os recém-nascidos. Seu estado de saúde ficou tão crítico que ele entrou em coma e sua atividade cerebral praticamente cessou.

Com sua família preparada para o pior, já que suas perspectivas de sobrevivência diminuiam rapidamente. Sob intenso tratamento por meio de vários tipos de poderosos antibióticos e ligado a um respirador, no sétimo dia de coma, subitamente, Eben abriu os olhos. Seu tubo de respiração foi retirado e ele milagrosamente disse aos médicos: “Obrigado…” Ele sofria de amnésia e, durante dias, não se lembrava de nada sobre sua vida. Com o passar dos dias ele se recuperou e começou a recordar não somente de sua vida como também recuperou memórias vívidas de uma experiência mágica que tivera durante o período de coma.

Seu filho mais velho o aconselhou então a escrever tudo o que podia lembrar-se sobre a sua viagem, antes de ler qualquer coisa sobre experiências de quase morte ou coisas do gênero. Seis semanas mais tarde, ele completou seu registro inicial de sua jornada notável, totalizando mais de 20.000 palavras.

Sua história oferece uma chave para a compreensão da realidade e da consciência humana e terá um efeito importante na comunidade científica, dado seu currículum, sobre a forma como vemos a alma, espiritualidade e do reino não-material. Na análise de sua experiência, incluindo as possibilidades científicas e implicações, ele prevê uma reconciliação mais completa da ciência moderna e da espiritualidade.

Embora ele estivesse inconsciente e não respondesse a estímulos durante esse período, hoje ele descreve uma “odisséia de hiper-vidas completamente coerente” que teria experimentado ao deslocar-se para um lugar, durante seu coma, cheio de borboletas e música retumbante, sendo recebido nesse local por uma mulher com lindos olhos azuis. Essa experiência abalou seu ponto de vista científico sobre a natureza da consciência humana.

Em uma declaração a revista Newsweek, Eben afirmou que “como um neurocirurgião, eu não acreditava no fenômeno de experiências de quase morte”, preferindo explicações mais científicas sobre os relatos de experiências fora do corpo descritas por aqueles que por pouco escaparam da morte. Embora ele se considerasse um cristão, ele não tinha a fé para crer na vida eterna. Quando seus pacientes contavam-lhe sobre suas experiências de quase-morte, ele tentava entender esses relatos com base em uma “compreensão médica da interação cérebro-mente” e  simplesmente os ignorava.

Contudo, depois que ele mesmo passou de médico para paciente e experimentou por si só uma EQM, isso mexeu profundamente com ele, fazendo com que mudasse seu paradigma pessoal de crenças onde ao invés de se concentrar unicamente no aspecto científico sobre o cérebro, também passou a considerar o reino espiritual da mente.

Em seu livro que acaba de ser publicado, Proof of Heaven, o Dr. Eben relata sua experiência fora-do-corpo, enquanto estava em coma. Eis alguns exertos:

“Não há explicação científica para o fato de que enquanto meu corpo estava em coma, minha mente, o meu eu consciente interior, estava vivo e bem”.

“Era um lugar de nuvens grandes rosa e branco, cheio de borboletas e criaturas angelicais que eram simplesmente diferentes de tudo que conhecemos neste planeta.”

“Elas eram formas de vida mais avançadas e elevadas.”

“Nesse local havia um som grandioso e em expansão como um canto glorioso que veio de cima para baixo proporcionando-lhe um sentimento de alegria e admiração.

“Uma bela jovem com grandes maçãs do rosto e olhos azuis profundos o acompanhou-me ao longo dessa viagem.”

Alexander admite que sua descrição pode parecer exagero, mas ele está convencido de que “não era uma fantasia, algo passageiro e sem substância.”

Depois de sua experiência notável em 2008, Alexander diz que o impacto em sua vida tem sido tanto no lado profissional quanto no espiritual. Agora, o cientista está voltado para “investigar a verdadeira natureza da consciência sabendo que somos mais, muito mais, do que os nossos cérebros físicos”.

Página do Livro na Amazon

Proof of Heaven: A Neurosurgeon’s Journey into the Afterlife (Prova do Céu: Uma Viagem neurocirurgião em vida após a morte)

Site do livro

www.lifebeyonddeath.net

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

www.metaconsciencia.com

www.estadovibracional.com

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

EFC através da Meditação

Experiências Fora do Corpo

A meditação encontra-se no meio de dois pólos: a concentração e a contemplação. É comumente associada a religiões orientais. Há dados históricos comprovando que ela é tão antiga quanto a humanidade, tendo desenvolvido-se em várias culturas diferentes e recebendo vários nomes, floresceu no Egito (o mais antigo relato), Índia, entre o povo Maia, etc. *

A palavra meditação vem do latim, meditare, que significa voltar-se para o centro no sentido de desligar-se do mundo exterior e voltar a atenção para dentro de si. Em sânscrito, é chamada dhyana, obtida pelas técnicas de dharana (concentração), no chinês dhyana torna-se Ch’anna e sofre uma contração tornando-se Ch’an e Zen em japonês, em páli é Jhana.*

Não são raros os relatos de pessoas que passam por EFCs durante uma prática de meditação. De fato, Twemlow, Gabbard e Jones ** constataram que em 399 casos reportados de EFCs, cerca de  88 (27%) pessoas relataram que a experiência ocorreu durante a prática de meditação.

Noutro dia fui levar o original de meu livro, Experiências Fora do Corpo – Fundamentos, para ser registrado na Biblioteca Nacional. Muito amável, a atendente ficou interessada no título do livro e passou a questionar-me sobre o assunto.

Contou-me então que a muitos anos, durante uma prática de meditação, entrou num estado mais profundo o que levou-a a perceber que estava separando-se do corpo. Assim que isso se deu, ela foi inundada por uma sensação de contentamento e grande satisfação. Sabia exatamente o que estava se passando, que estava dissociada do corpo físico. Em dado momento, sentiu que o corpo estava chamando-a de volta. Essa sensação desequilibrou-a, ficou tensa, pois não queira voltar para o corpo! Contudo, essa tensão acabou por tracioná-la ainda com mais vigor até que voltou a recoincidência com o corpo físico. Desde então, nunca mais teve EFCs, até porque, tal como a maioria das pessoas, ela não tem por objetivo sair fora do corpo.

Sabemos que relatos relacionados ao nirvana, samadi, satori e êxtase são associados a experiências fora do corpo. Em outros palavras, esses estados ocorrem durante certas EFCs. Com base no relato acima, percebemos que não é preciso uma EFC de corpo mental para que a pessoa passe por um desses estados de expansão da consciência. Algumas projeções de psicossoma parecem poder levar a esses estados também.

Notas

* Fonte: Wikipedia

** “The Out-of-Body Experience: A Phenomenological Typology Based on Questionnaire Responses,” by S. W. Twemlow, G. O. Gabbard, and F. C.  Jones. The American Journal of Psychiatry, Vol. 139.4, pp. 450-55, 1982.

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos