Diferenças entre EFC Consciente e Semiconsciente

Pesquisa Experiências Fora do Corpo

A EFC – Experiência Fora do Corpo é um fenômeno parafisiológico que atinge 100% das pessoas. Em outras palavras, todas as pessoas, sem exceção, tem EFCs.

Um detalhe fundamental que diferencia as pessoas é o grau de lucidez que elas manifestam durante uma EFC.

Para o cidadão planetário comum, ainda muito arraigado as energias densas e agressivas, existem apenas as EFCs ou projeções inconscientes. A noite, quando dorme, pode ficar coincidente com o corpo físico que repousa ou afastar-se dele, situando-se em suas proximidades, imerso em suas próprias criações mentais, tal qual sonâmbulo extrafísico. Ao despertar do sono, nenhuma rememoração tem além de sonhos e pesadelos que tenha produzido.

Cerca de 14% da população, também passa por projeções lúcidas. Esse percentual, contudo, inclui aquelas pessoas que tiveram umas poucas ou até mesmo uma única experiência projetiva ao longo da vida. Dessa forma, apenas pequeno percentual tem, com maior regularidade, EFCs lúcidas. Se assim não fosse, esse fenômeno já teria sido muito mais estudado e aceito, inclusive pela ciência oficial.

Certo percentual da população, talvez 30 ou 40%, tem as chamadas projeções semiconscientes. Durante uma projeção semiconsciente, o projetor manifesta-se na dimensão extrafísica, contudo, sua lucidez ainda está limitada a um percentual muito baixo, por vezes oscilando entre a lucidez e a inconsciência. Quando ele retorna ao corpo físico, caso não se esqueça das experiências que vivenciou, normalmente vai considerá-las como simples sonhos.

Em dezembro de 2014 dei início a uma pesquisa online sobre EFCs. Seu objetivo é obter informações mais confiáveis sobre como as pessoas conduzem suas projeções lúcidas, indo além do “achismo” e das meras especulações. Inúmeras pesquisas desse tipo já foram realizadas, poucas delas no Brasil e essas, até onde sei, não foram divulgadas.

Hoje enviei um relatório com a compilação dos primeiros resultados dessa pesquisa para os respondentes, cerca de 169 pessoas.

Nesse relatório, chama a atenção o fato de 37% dos respondentes ainda terem dúvida sobre se suas experiências são projeções lúcidas ou não.

FC31052015

Existem algumas diferenças básicas entre as projeções conscientes e semiconscientes. No primeiro caso, mesmo que sua lucidez não esteja lá nos melhores níveis, o projetor sabe que está fora do corpo, sabe que está projetado, sabe que não está usando naquele momento o seu corpo físico e que está, portanto, na dimensão extrafísica.

Mas, e se o projetor não atentar para isso? Se não parar para pensar em seu presente estado de manifestação, ainda assim ele estará em uma projeção lúcida? Nesse caso entramos em um campo nebuloso quanto a classificar a EFC como lúcida ou semiconsciente.

Por exemplo, vou descrever uma experiência que tive hoje.

“Levantei-me cedo. Após um intenso trabalho bioenergétio, retornei a cama adormecendo minutos depois. Quando dei por mim, estava junto com um grupo de pessoas. Estava sentado quando uma mulher entrou no recinto. Era forte, seus cabelos encaracolados mas não guardei detalhes sobre sua face. Nos reconhecemos mutuamente (embora agora eu não saiba mais quem ela realmente era). Ela se sentou ao meu lado e me deu um forte abraço. Perguntei-lhe sobre outra mulher que era nossa conhecida (agora também não sei quem seria). Houve um lapso de tempo e passei a ver ao meu lado uma mulher deitada em uma cama. Talvez fosse a mulher por quem perguntara momentos antes, não sei dizer. Essa mulher deitada tinha uma aparência peculiar. Ela era muito pequena, do tamanho de uma criança recém-nascida (estaria em fase pré-encarnatória, quando o psicossoma reduz seu tamanho?). A cama era forrada com um lençol branco, Outro lençol cobria seu corpo deixando a mostra apenas seu colo e a face. Percebi que trajava uma roupa azul escuro e, o que mais me chamou a atenção, sua face estava excessivamente envelhecida. Embora tivesse cabelos normais, pretos, lisos e compridos, sua pele estava toda enrugada, com inúmeras dobras e pequenas manhas, comuns em pessoas com idade avançada. Embora eu não estivesse totalmente lúcido de estava projetado, embora não tenha pensado nisso, estava lúcido o suficiente para saber que naquela dimensão minha atuação energética podia fazer (algo que é impossível na dimensão intrafísica): mudar a sua aparência envelhecida. Assim, toquei seu pequeno rosto com a paramão e comecei a concentra-me para mobilizar bioenergias no intuito de mudar sua aparência para melhor. Houve um lapso e, momentos depois, despertava novamente no corpo físico.”

Como classificar essa experiência? Quando existe dúvida, a melhor opção é que ela seja encarada como uma EFC semiconsciente.

Caso você, leitor desse blog, ainda tenha dúvidas sobre se suas EFCs são lúcidas ou não, use o critério descrito acima.

Você já teve pelo menos uma EFC Lúcida? Que tal participar da Pesquisa Online sobre EFCs?

Acesse a pesquisa nesse link.

Para saber mais:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

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A pesquisa sobre a prática do Estado Vibracional prosegue

Pesquisa Online Sobe o EV

Em 2014 iniciei uma pesquisa online sobre a prática do estado vibracional. Os resultados foram publicados na primeira edição do meu livro Estado Vibracional.

A pesquisa prossegue. Pretendo conseguir mais respondentes a fim de tornar os dados coletados mais expressivos do universo de praticantes do EV e, portanto, mais confiáveis.

Se você pratica a técnica do estado vibracional, participe também! São necessários apenas 5 minutos para respondê-lo.

Se você já preencheu esse questionário de pesquisa anteriormente, você receberá as atualizações periodicamente.

Link para o questionário: http://www.metaconsciencia.com/pesquisa-estado-vibracional.html

Para saber mais:

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Pesquisa sobre Experiências Fora do Corpo

Pesquisa Experiências Fora do Corpo

Olá

Convido você que já teve pelo menos uma Experiência Fora do Corpo lúcida (viagem astral, projeção astral, projeção da consciência), para participar de uma pesquisa online que tem por objetivo esclarecer vários aspectos dessas experiências que hoje são objeto de discussões, justamente devido a ausência de levantamentos. O questionário de pesquisa traz questões como, por exemplo, para levantar quais são as técnicas projetivas mais eficientes e quais são os resultados práticos dos cursos sobre projeção da consciência.

A cada 100 questionários respondidos, um relatório será enviado para as pessoas que assim desejarem. Posteriormente, quando houver um certo número de questionários respondidos, será dada ampla divulgação dos resultados dessa pesquisa.

O questionário de pesquisa está disponibilizado no link abaixo. Nos próximos dias, estarão disponíveis versões em inglês e espanhol para que a pesquisa seja divulgada em toda Internet.

Obrigado e, por favor, participe! Ajude a produzir e disseminar essas informações!

Cesar de Souza Machado

Link para a Pesquisa: http://www.metaconsciencia.com/pesquisa.html

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Pesquisa Sobre o Estado Vibracional

EV01062014

Pesquisa sobre o EV

Estou realizando uma pesquisa exploratória que tem por objetivo obter informações estatísticas sobre o perfil dos praticantes da técnica do Estado Vibracional – EV, assim como os principais aspectos sobre como a técnica é realizada, quais são as sensações e efeitos que provoca.

Qualquer pessoa que seja praticante da técnica do EV pode responder o questionário.

Que tal você participar?

São apenas 14 questões cujo preenchimento demanda menos de 5 minutos.

Os respondentes poderão receber o resultado da pesquisa em agosto de 2014

CLIQUE AQUI para acessar o questionário.

Cesar Machado

Livros:

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Pesquisadores Descobrem como Induzir Sonhos Lúcidos

sleep study

 

O sonho lúcido é um estado diferenciado de consciência, um tipo de sonho diferente onde o sonhador torna-se lúcido, consciente de que está sonhando.

A ocorrência desse tipo de sonho foi registrada há alguns séculos, mas, somente em 1913 o termo sonho lúcido foi cunhando por Frederick Van Eeeden. Ainda assim, durante muito tempo, o meio científico tratava o assunto co desdem, chegando em alguns casos a negar que tal tipo de sonho fosse possível.

Em anos recentes, graças a evolução da tecnologia que vem criando instrumentação capaz de perscrutar em detalhes o sistema nervoso, particularmente o cérebro, novas descobertas vem sendo realizadas.

Ursula Voss, da JW Goethe- University, em Frankfurt , na Alemanha é uma dessas pesquisadoras que vem produzindo interessantes trabalhos nessa área. Suas recentes pesquisas, empregando a mais moderna instrumentação disponível, demonstraram que os sonhos lúcidos ocorriam durante a produção de ondas gama (de alta frequênca) pelo cérebro.

Voss e seus colegas pesquisadores passaram então a se perguntar: Se ondas gama ocorrem naturalmente durante o sonho lúcido, o que aconteceria se eles induzissem uma corrente elétrcia com a mesma freqüência das ondas gama nos cérebros das pessoas enquanto elas estivessem dormindo?

Hoje, 11 de maio, a Nature Neuroscience, via agência Reuters, divulgou a mais recente descoberta de Voss.

Decididos a responder a questão sobre a indução de ondas gama, Voss e colegas resolveram realizar esse experimento. Através de eletrodos inseridos no couro cabeludo, empregando em uma técnica chamada tACS – transcranial Alternating Current Stimulation (em língua portuguesa estimulação transcraniana com corrente alternada ), 27 voluntários foram testados em laboratório, sendo que nenhum deles tinha experimentado sonhos lúcidos anteriormente.

Os pesquisadores esperaram até que os voluntários estivessem experimentando o sono REM ininterrupto antes de aplicar a estimulação elétrica nas as posições frontais e temporais do couro cabeludo dos voluntários. Como resultado, relataram que, durante a estimulação, eles estavam cientes de que estavam sonhando. Os voluntários também foram capazes de controlar o enredo de seus sonhos. Eles também sentiam como se estivessem sonhando em terceira pessoa, atuando apenas como observadores dos eventos oníricos.

O estímulo aplicado tinha uma variedade de frequências entre 2 e 100Hz , sem que os experimentadores ou voluntários fossem informados que qual frequência estava sendo usada, ou mesmo se uma corrente foi de fato aplicada. Cinco a 10 segundos mais tarde, os voluntários foram despertados de seu sono e foi pedido que relatassem seus sonhos. A atividade cerebral foi monitorada continuamente durante todo o experimento .

Os resultados mostraram que a estimulação de 40 Hz resultou num aumento da atividade do cérebro em torno da mesma frequência em áreas frontais e temporais. Um efeito semelhante , mas menor foi observado a 25 Hz . Eles também descobriram que tal estímulo, muitas vezes , mas não sempre, induziu um aumento do nível de lucidez nos sonhos dos voluntários. Em frequências mais altas ou mais baixas, ou quando nenhuma corrente foi aplicada , nenhuma mudança na atividade cerebral foi observada.

Os pesquisadores,  não acreditam que essa descoberta venha a criar um mercado para máquinas indutoras de sonhos lúcidos, que alias, já existem, mas que, segundo ela ” não funcionam bem “. Além disso, a técnica que ela empregou exige a monitoração um médico.

Atualmente, uma das vertentes da pesquisa sobre sonhos lúcidos está em descobrir possíveis utilidades para esse estado diferenciado de consciência. Os pesquisadores são cautelosos sobre como interpretar os resultados como de relevância direta para o tratamento de doenças médicas. Especulam que um dos possíveis benefícios que podem ser explorados é seu emprego para ajudar pessoas que sofrem de transtorno de estresse pós -traumático que muitas vezes levam-nas a ter sonhos terríveis em que revivem a experiência traumática. Se eles puderem sonhar lucidamente, poderão ser capazes de levar esses sonhos a um resultado diferente, como, por exemplo, usar uma rua diferente daquela onde uma bomba explodiria ou entrar em um restaurante antes de ser atacado por um assaltante. Com isso eles poderiam reduzir o impacto emocional, ajudando em sua recuperação.

Para Saber Mais

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Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

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O Clássico Experimento Projetivo com Miss Z

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O clássico experimento com Miss Z que comprovou a veracidade do fenômeno da EFC – Experiência Fora do Corpo, foi realizado pelo pesquisador Dr. Charles Tart , quando era um professor emérito de psicologia na Universidade da Califórnia .

Miss Z era uma voluntária que alegadamente, possuiria a capacidade de projetar-se para fora do corpo com lucidez.

No estudo, realizado na década de 1960 e publicado pelo Jornal da Sociedade Americana de Pesquisas Psíquicas – ASPR, Tart descreve  o experimento.

O local do experimento consistia em um quarto com nada além de uma cama, uma estante, um relógio, e uma janela de observação onde o Dr. Tart observava a partir de um outro quarto. Ao corpo de Miss Z ficavam conectados vários aparelhos elétricos com a finalidade de detectar a atividade de ondas cerebrais (veja na figura acima), batimentos do coração e resistência galvânica da pele.

Durante o experimento Miss Z foi capaz de deixar seu corpo físico e ler corretamente um número de 5 dígitos  (25.132) escrito em uma tira de papel que estava em uma prateleira da estante no canto da sala. O número estava a uma distância significativa e a uma altura bem acima da cama, de modo que ela não seria capaz de ler o número, mesmo se ficasse de pé.

As chances de Miss Z ter adivinhado o número de 5 dígitos na primeira tentativa são menos de 1 em 59000.

Os instrumentos indicaram uma alteração significativa nas leituras durante o tempo em que ela deixou seu corpo.

Os estudos de Tart o levaram a relacionar a ocorrência da EFC com a conjunção de um conjunto de condições que incluem:

  • A ausência de sono REM (Rapid Eyes Moviment – Movimento Rápido dos Olhos”);
  • A ausência de sonhos;
  • A produção de ondas Alfa lentas pelo cérebro;
  • A não ativação do sistema nervoso autônomo;
  • A normalidade dos batimentos cardíacos;
  • Sem mudanças na atividade resistiva da pele;

Uma descrição detalhada do experimento está disponível nesse link.

 

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Controlando seus sonhos

FA08042014

 

Como pesquisador das EFCs, sei que os sonhos, principalmente os sonhos lúcidos podem ser, na realidade, projeções semiconscientes onde o nível de lucidez ainda é deficiente, mas que, ainda assim, podem trazer informações relevantes para pesquisas e autopesquisas.

Pois bem. Há tempos surgiram aplicativos para smartphones que monitoram o sono e inferem quando a pessoa está sonhando. Alguns como o Dream:ON que baixei há poucos dias gratuitamente e instalei em meu I-Phone, usam acelerômetros para detectar os movimentos da pessoa dormindo em sua cama, ao longo da noite, inferindo quando ela está tendo um sono REM e sonhando. Outros, mais sofisticados, empregam sensores que conectados ao smartphone monitoram a produção das ondas cerebrais para fazer essa inferência com mais precisão.

Estava esperando uma oportunidade para testar esses aplicativos quando li a edição de 29 de março da revista NewScientist. A revista traz uma matéria sobre uma pesquisa realizada nos últimos 2 anos pelo psicólogo Richard Wiseman que envolveu a análise dos períodos de sono e dos sonhos de dezenas de milhares de voluntários de todo mundo, naquilo o que constituiu-se na maior pesquisa jamais realizada sobre esse assunto.

O projeto Dream:ON, elaborado por Wiseman, usou os smartphones de meio milhão de pessoas para manipular sutilmente seus sonhos enquanto dormiam. As pessoas que aderiam ao projeto podem contribuir registrando a eficácia do aplicativo para produzir os sonhos que foram “programados” e enviando relatos desses sonhos para a central do projeto.

Com o aplicativo, tornou-se possível rastrear os padrões dos sonhos dos inscritos em detalhes sem precedentes, com resultados mostram que as forças de formação da nossa vida noturna são ainda mais misteriosas que até então se imaginava.

Até então, apesar de alguns resultados positivos, os pesquisadores não tinha como realizar seus experimentos fora do laboratório. Há alguns anos, Wiseman percebeu que o smartphone onipresente oferecia uma oportunidade de testar a ideia de controlar os sonhos em uma escala sem precedentes. Ele entrou em contato com um desenvolvedor de um aplicativo já existente, usado para monitorar o sono, criado e sugeriu que fosse realizado um experimento de controle dos sonhos em grande escala. Assim, o projeto, denominado Dream:ON foi tomando forma gradualmente.

A ideia é simples. O usuário instala o aplicativo em seu smartphone. Antes de ir dormir, ele define um alarme em e seleciona um despertar sonoro especialmente preparado, como um passeio no campo, o que inclui o som do farfalhar da brisa através das árvores, ou um passeio pela praia, representado por ondas que vão gentilmente lambendo a costa.  O usuário também pode baixar faixas adicionais por um custo módico.  Em seguida o smartphone é posto sob o travesseiro da pessoa e ela vai dormir.

O aplicativo funciona focando o sono REM, último período do ciclo do sono. Cerca de 30 minutos antes do alarme tocar, os acelerômetros do smartphone tornam-se ativos, medindo os movimentos da pessoa dormindo enquanto dorme. Quando o aparelho detecta que a pessoa parou de se mover, sugerindo que está ocorrendo o sonho REM, o aplicativo toca suavemente a passagem sonora escolhida. O usuário acorda e desativa o aplicativo para que ele pare de tocar. Nesse momento ele solicita o envio de uma descrição do seu sonho para a central do projeto.

O projeto Dream:ON foi lançado no Reino Unido no Festival Internacional de Ciência de Edimburgo em 2012. Das 500.000 pessoas que até agora baixaram o aplicativo, dezenas de milhares enviaram de relatos de seus sonhos formando um vasto catálogo que está ajudando a investigar o ciclo natural de sonhos das pessoas

Se alguém escolhe uma passagem sonora relativa a paisagem rural, tende a experimentar sonhos que envolvem vegetação, flores e prados. Quando selecionam a passagem da praia ficam mais propensas a sonharem com a costa.

Para verificar se os sonhos ocorriam devido ao uso das passagens sonoras ou devido a um processo de autossugestão, o aplicativo foi configurado para, aleatoriamente, não tocar passagem sonora alguma, apesar da mesma ter sido selecionada. Mesmo assim, muitas pessoas ainda sonhavam com o cenário de sua passagem sonora escolhida, indicando que a autossugestão é um fator importante para determinar com o que sonhamos.

Um resultado curioso foi constatar que muitas pessoas tem sonhos mais bizarros em torno do período em que ocorre a lua cheia. Wiseman não buscou por esse tipo de comportamento por acaso. Sabia que estudos anteriores haviam identificado por meio de EEG padrões específicos de ondas cerebrais variarem conforme mudava o ciclo lunar. O pesquisador ainda deseja descobrir se a causa para a ocorrência de sonhos bizarros deve-se ao aumento do nível de ansiedade quando ocorre a lua cheia ou se padrões de sono mais leves estão afetando os sonhos de alguma forma.

A expectativa do pesquisador é que, se é possível alterar o conteúdo e teor emocional dos sonhos das pessoas, talvez eles possam ser direcionados para ajudar pessoas que sofrem de problemas como ansiedade e depressão.

 

Para baixar o aplicativo

Acesse a loja da Apple no seu Iphone e procure pela palavra Dream.

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Ciência comprova: Mulher fica fora do corpo quando quer

Regiões do cérebro ativadas enquanto a voluntária tinha experiências extracorpóreas. As regiões ativadas mais significativamente ficam no lado esquerdo e incluem a área motriz suplementar (F), o cerebelo (B,D,E), o giro supramarginal (D,F), o giro temporal inferior (B,D,F) e os giros orbitofrontais médio e superior (A,C,D,E).

Regiões do cérebro ativadas enquanto a voluntária tinha experiências extracorpóreas. As regiões ativadas mais significativamente ficam no lado esquerdo e incluem a área motriz suplementar (F), o cerebelo (B,D,E), o giro supramarginal (D,F), o giro temporal inferior (B,D,F) e os giros orbitofrontais médio e superior (A,C,D,E).

Em recente estudo publicado em fevereiro de 2014 pela Frontiers of Human Neuroscience, os pesquisadores Andra M. Smith e Claude Messierwere, da Universidade de Ottawa (Canadá) descrevem como monitoraram uma voluntária, estudante de psicologia com 24 anos de idade, que afirmava ter projeções lúcidas, usando a técnica fMRI.

Os resultados obtidos mostraram uma “forte desativação do córtex visual”, enquanto “o lado esquerdo de diversas áreas associadas a imagens cinestésicas” (relacionadas a percepção de movimento, peso e posição do corpo) estava bastante ativo.

A conclusão dos pesquisadores é que a “experiência fora do corpo” é real, no sentido de que a pessoa está realmente vivenciando tudo. O escaneamento do cérebro mostra que ela está passando pelo que está dizendo, e realmente sente que está fora do próprio corpo.

Mas, isso não significa que a “alma” está, de fato, fora do corpo. Nenhuma projeção lúcida ou atividade paranormal de qualquer tipo foi registrada pois esse não era o objetivo da pesquisa.

O fato é que, havendo apenas poucos experimentos sobre o assunto, os cientistas acreditam que as experiências fora do corpo são um tipo de alucinação, desencadeada por algum mecanismo neurológico.

Smith e Messierwere especulam que tal mecanismo neurológico pode estar presente também em outras pessoas, e algumas delas – como esta mulher – podem se treinadas para ativá-lo. A voluntária disse que começou a fazer isso quando era criança, enquanto tirava cochilos.

Os pesquisadores especulam que talvez as experiências fora do corpo possam ser como algo como a sinestesia, um fenômeno neurológico amplamente ignorado durante boa parte do séc. XX. Ela faz com que algumas pessoas vejam cores quando leem ou ouvem letras, números e palavras; é algo automático, não induzido. Agora a sinestesia é aceita, estudada e compreendida.

Aparentemente, esta é a primeira vez que este tipo de experiência (em outras palavras, essa demonstração das mudanças cerebrais) foi analisada e documentada e divulgada cientificamente. Na verdade, pode ser o primeiro caso documentado pela ciência de alguém que pode entrar neste estado quando quer.

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Como o cérebro supostamente cria as EFCs

a man with his eyes closed

Em 10 de novembro último foi apresentado um trabalho na reunião anual da Society for Neuroscience, destacando quais são que regiões do cérebro que ficam ativas quando uma pessoa tem uma Experiência Fora do Corpo – EFC. O objetivo dos cientistas é descobrir como o cérebro produz a experiência da sensação da existência do corpo.

Estudos recentes têm mostrado que o cérebro incorpora informações de vários sentidos a perspectiva visual de primeira pessoa para criar um sentimento de que ela possui um corpo. Mas ainda não está claro como o cérebro percebe a localização desse corpo no espaço.

No estudo, realizado por pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia (ainda não foi publicado em revista científica), os participantes estavam dentro de um scanner de ressonância magnética enquanto usava um display montado em suas cabeças mostrava uma visão de câmera em primeira pessoa do corpo de outra pessoa deitada em um canto da sala de scanner, com sua cabeça ou paralela a uma parede ou perpendicular a ele. Um pesquisador tocava repetidamente em cada participante com um objeto ao mesmo tempo em que o corpo exibido no display era tocado. Isso deu aos participantes a ilusão de que o corpo na visão da câmera pertencia a eles.

Para aumentar a ilusão, os pesquisadores usaram uma faca para ameaçar o corpo na câmara, e mediram a condutância da pele dos participantes, ou a capacidade de conduzir eletricidade (humanos suam mais quando estão com medo). De fato, a condutância subiu para os participantes quando eles viam o seu corpo virtual que sendo ameaçado.

Enquanto os participantes estavam experimentando essa ilusão, as zonas parietal e pré-motoras corticais de seus cérebros se iluminou. Essas áreas estão envolvidas na integração das informações sensoriais e com o planejamento de movimentos do corpo. Além disso, o nível de atividade do cérebro correspondia com a força da ilusão, sugerindo estas regiões do cérebro são importantes para a produção de um sentido de propriedade do corpo.

Utilizando algoritmos que procuraram padrões ao longo de todo o cérebro, os pesquisadores também descobriram que, para além do córtex parietal, o hipocampo – uma região do cérebro importante para a memória – também era ativado quando ocorria a produção de um sentido de localização.

Os resultados sugerem que o cérebro depende uma complexa interação de informações de diferentes sentidos para produzir a experiência de estar dentro de um corpo – mesmo quando se refere a outra pessoa.

Os pesquisadores também examinaram quais áreas do cérebro representado localização de uma pessoa e na direção de sua cabeça estava enfrentando. Utilizando algoritmos que procuraram padrões ao longo de todo o cérebro, eles descobriram que, para além do córtex parietal, hipocampo – uma região do cérebro importante para a memória – também era ativo na produção de um sentido de localização.

Os resultados sugerem que o cérebro depende de uma complexa interação de informações de diferentes sentidos para produzir a experiência de estar dentro de um corpo – mesmo quando é outra pessoa.

Experimentos como esse ajudam a entender como o cérebro processa as informações sensoriais, mas, no que se refere as EFCs, são meros simulacros que, de forma alguma, explicam o fenômeno das EFCs.

Referências:

Tanya Lewis, LiveScience

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Como Desenvolver o Mentalsoma

FA01120213

Como desenvolver o mentalsoma (ou corpo mental) ? Vou tentar responder a essa questão de forma completa.

Em primeiro lugar, é preciso contextualizar o mentalsoma.

Nós, consciências, possuímos vários corpos ou “veículos de manifestação”. Uma consciência intrafísica como eu ou você leitor, possui uma estrutura, um conjunto de quatro corpos inter-relacionados e que, na maior parte do tempo ficam interpenetrados. É o holossoma (holo = todo).

Holossoma (o conjunto de todos os corpos):

    • Soma = Corpo físico
    • Energossoma = Corpo energético
    • Psicossoma = Corpo Extrafísico
    • Mentalsoma = Corpo Mental

O soma é nosso velho conhecido. O psicossoma é o corpo de usamos quando passamos por uma EFC (Experiência Fora do Corpo) ou projeção da consciência. O Energossoma é uma “cola” energética, um campo quântico que une o Soma ao Piscossoma. O mentalsoma é o veículo mais desenvolvido dos quatro. Não tem forma, não sabemos do que é feito, sem se existem outros corpos mais sutis e mais evoluídos do que ele. A consciência não é o Mentalsoma mas faz uso dele.

Consciências extrafísicas não possuem o soma e podem ou não ter o energossoma, dependendo do tanto que se libertaram das amarras energéticas densas, típicas da dimensão intrafísica.

Todos esses veículos precisam ser desenvolvidos ao longo do processo evolutivo da consciência. É um processo lento e que consome centenas ou milhares de vidas intrafísicas. Por meio da paragenética, as características desenvolvidas vão sendo repassadas de uma existência para outra. Os novos corpos físicos podem, conforme as leis da genética e da paragenética, facilitar ou dificultar esse repasse. Somos herdeiros de nós mesmos.

A primeira vista, o primeiro veículo a ser desenvolvido é o soma. Depois vem o energossoma, o psicossoma e por fim o mentalsoma. Mas, nem sempre é o que acontece. O desenvolvimento desses corpos pode se dar de forma descompassada. De todos os corpos, o mentalsoma é o último e o mais difícil de ser desenvolvido, pelo menos em nosso mundo. Em outros planetas a realidade intrafísica pode ser diferente.

Desenvolvimento do Soma

O soma vai se desenvolvendo a medida que se torna mais apto para adaptar-se as inúmeras condições ambientais e na medida que permite a consciência manifestar-se na plenitude de suas potencialidades.

Desenvolvimento do Energossoma

O Energossoma vai se desenvolvendo conforme a consciência consegue expandi-lo e atuar em de inúmeras maneiras em obediência a vontade da consciência.

Desenvolvimento do Psicossoma

O Psicossoma vai se desenvolvendo a medida que a consciência consegue controlar suas emoções, impedindo-as de desequilíbrios ou arroubos emocionais levem-na a cometer atos não cosmoéticos.

Desenvolvimento do Mentalsoma

O mentalsoma vai se desenvolvendo conforma a consciência desenvolve sua capacidade de cognição. Isso implica em desenvolver tanto a capacidade de discernir sobre o universo que a rodeia, em seus inúmeros aspectos, quanto a capacidade de discernir sobre si própria, sobre os inúmeros aspectos de suas manifestações.

Acelerando o desenvolvimento do Mentalsoma

Por ser o veículo mais evoluído da consciência, o que lhe permite enxergar ou mesmo ir mais longe no processo evolutivo, é interessante investir na aceleração no desenvolvimento do mentalsoma.

Como podemos fazer isso no durante uma vida intrafísica?

1 – Desenvolvendo a Intelectualidade: Estudar assuntos variados, sobre diversos campos do saber que aumentem a compreensão sobre o universo e sobre nós mesmos. Fazer isso de forma sistemática e ininterrupta por toda a vida.

2 – Discernindo sobre suas manifestações: Resumidamente, deve-se analisar continuamente suas manifestações sob o ponto de vista multidimensional suas inter-relações com outras consciências, intra e extrafísicas, assim como com outros seres vivos (zoo e fitoconvivialidade); discriminar quais são seus pontos fracos (trafares), pontos fortes (trafores) e materpensene; usar instrumentos conscienciométricos para mensurar seu grau de maturidade quanto a esses aspectos; estabelecer metas evolutivas.

3 – Exercitar o controle de sua própria mente: Isso é feito pelo uso intensivo e focado da vontade. Uma das formas de fazer isso é praticando alguma forma de meditação a fim de controlar a produção e direcionamento dos próprios pensamentos.

4 – Praticando a Interasssistencialidade: A interassistência fraterna, desinteressada, tanto para com consciência intrafísicas quanto extrafísicas, de forma multidimensional é tarefa que demanda, para ser bem feita, o desenvolvimento dos três itens anteriores e denota, por si só, um nível evolutivo superior a média da humanidade terrestre que ainda gravita em torno da  competição e da sobrevivência.

5 – Libertando-se das imposições intrafísicas: Procurar entender e manter na mente que os valores que cultivamos na dimensão intrafísica, começando pelas próprias formas e aparências e culminando com as inter-relações conscienciais tais como as conhecemos são fruto das limitações de nossa capacidade perceptiva e que, portanto, existem inúmeros desdobramentos sobre tudo isso que se descortinarão na medida que evoluirmos.

6 – Ter como meta produzir projeções de mentalsoma: Ter projeções de mentalsoma puro ainda é algo muito raro em nosso planeta. Sabemos do impacto que tais experiências acarretam na consciência, logo, é de se presumir que venham a ajudar no processo de desenvolvimento do mentalsoma, talvez fazendo com que novas capacidades sejam estimuladas, talvez pelo simples estímulo de proporcionar o vislumbre de uma condição de será, no futuro, a condição normal da consciência.

Conclusão

Todas as pessoas estão, de uma forma ou de outra, desenvolvendo seu mentalsoma assim como seus demais veículos. Algumas pessoas fazem isso de forma mais intensa e outras preferem caminhar mais devagar. É uma opção e direito de cada um.

O que apresentei aqui é um caminho para acelerar o desenvolvimento do mentalsoma.

Uma coisa é certa. Não basta ter uma intelectualidade superdesenvolvida. É preciso que ela incorpore o parapsiquismo, a multidimensionalidade, senão, ficará muito limitada as manifestações intrafísicas, uma fração da realidade da consciência.

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

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