Projeção da Consciência e Mobilização de Energia

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Esse post foi escrito em função de uma pergunta dividida em três partes que me foi encaminhada.

Segundo a abordagem conscienciológica, a produção da projeção lúcida da consciência é mais eficaz quanto mais se pratica a mobilização básica das energias (captação, circulação fechada para promover o EV e exteriorização de energias). Segundo esta abordagem, a explicação para esse fato é que quando se mexe bastante com as bioenergias, o energossoma fica mais solto, facilitando, assim, uma experiência extracorpórea.

A explicação é bastante lógica. Todavia, vários autores, de outras abordagens, esotéricas e espíritas, dão pouca relevância à mobilização básica das energias para se alcançar uma experiência lúcida fora do corpo.

Se todos nós, mesmo que de forma inconsciente, saímos do corpo quando dormimos, há de se supor que a “natureza” trabalha automaticamente nossas energias do energossoma. Como, pois, explicar as experiências, com lucidez, das pessoas que nunca fizeram trabalhos energéticos? Até que ponto o fenômeno da projeção da consciência está ligado com as mobilizações energéticas?

A projeção consciente pode ser causada por inúmeros fatores. Mobilizar energia é um desses inúmeros fatores que predispõem a projeção. Então, se você mobiliza energias antes de dormir, as probabilidades de se projetar são maiores. Quanto mais energia você mobilizar e quanto mais tempo durar essa mobilização, maior será essa probabilidade de produzir-se uma projeção consciente. A pessoa pode descobrir que certo tipo de mobilização ou  que a ativação de certo(s) ponto(s) energético(s) de seu holossoma pode mais eficientemente para produzir uma EFC lúcida.

A mobilização ou ativação que uma pessoa faz e que a leva a ter uma EFC lúcida pode ser pouco eficiente com outras pessoas pois a diversidade do ser humano estende-se a esse campo também, das mobilizações energéticas X resultados produzidos.

Quanto ao fato de muitos autores ignorarem essa questão, tanto no passado quanto no presente, isto se deve-se ao pouco ou nenhum conhecimento que tem das Bioenergias e das ECs – Energias Conscienciais.

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Pesquisadores Descobrem como Induzir Sonhos Lúcidos

sleep study

 

O sonho lúcido é um estado diferenciado de consciência, um tipo de sonho diferente onde o sonhador torna-se lúcido, consciente de que está sonhando.

A ocorrência desse tipo de sonho foi registrada há alguns séculos, mas, somente em 1913 o termo sonho lúcido foi cunhando por Frederick Van Eeeden. Ainda assim, durante muito tempo, o meio científico tratava o assunto co desdem, chegando em alguns casos a negar que tal tipo de sonho fosse possível.

Em anos recentes, graças a evolução da tecnologia que vem criando instrumentação capaz de perscrutar em detalhes o sistema nervoso, particularmente o cérebro, novas descobertas vem sendo realizadas.

Ursula Voss, da JW Goethe- University, em Frankfurt , na Alemanha é uma dessas pesquisadoras que vem produzindo interessantes trabalhos nessa área. Suas recentes pesquisas, empregando a mais moderna instrumentação disponível, demonstraram que os sonhos lúcidos ocorriam durante a produção de ondas gama (de alta frequênca) pelo cérebro.

Voss e seus colegas pesquisadores passaram então a se perguntar: Se ondas gama ocorrem naturalmente durante o sonho lúcido, o que aconteceria se eles induzissem uma corrente elétrcia com a mesma freqüência das ondas gama nos cérebros das pessoas enquanto elas estivessem dormindo?

Hoje, 11 de maio, a Nature Neuroscience, via agência Reuters, divulgou a mais recente descoberta de Voss.

Decididos a responder a questão sobre a indução de ondas gama, Voss e colegas resolveram realizar esse experimento. Através de eletrodos inseridos no couro cabeludo, empregando em uma técnica chamada tACS – transcranial Alternating Current Stimulation (em língua portuguesa estimulação transcraniana com corrente alternada ), 27 voluntários foram testados em laboratório, sendo que nenhum deles tinha experimentado sonhos lúcidos anteriormente.

Os pesquisadores esperaram até que os voluntários estivessem experimentando o sono REM ininterrupto antes de aplicar a estimulação elétrica nas as posições frontais e temporais do couro cabeludo dos voluntários. Como resultado, relataram que, durante a estimulação, eles estavam cientes de que estavam sonhando. Os voluntários também foram capazes de controlar o enredo de seus sonhos. Eles também sentiam como se estivessem sonhando em terceira pessoa, atuando apenas como observadores dos eventos oníricos.

O estímulo aplicado tinha uma variedade de frequências entre 2 e 100Hz , sem que os experimentadores ou voluntários fossem informados que qual frequência estava sendo usada, ou mesmo se uma corrente foi de fato aplicada. Cinco a 10 segundos mais tarde, os voluntários foram despertados de seu sono e foi pedido que relatassem seus sonhos. A atividade cerebral foi monitorada continuamente durante todo o experimento .

Os resultados mostraram que a estimulação de 40 Hz resultou num aumento da atividade do cérebro em torno da mesma frequência em áreas frontais e temporais. Um efeito semelhante , mas menor foi observado a 25 Hz . Eles também descobriram que tal estímulo, muitas vezes , mas não sempre, induziu um aumento do nível de lucidez nos sonhos dos voluntários. Em frequências mais altas ou mais baixas, ou quando nenhuma corrente foi aplicada , nenhuma mudança na atividade cerebral foi observada.

Os pesquisadores,  não acreditam que essa descoberta venha a criar um mercado para máquinas indutoras de sonhos lúcidos, que alias, já existem, mas que, segundo ela ” não funcionam bem “. Além disso, a técnica que ela empregou exige a monitoração um médico.

Atualmente, uma das vertentes da pesquisa sobre sonhos lúcidos está em descobrir possíveis utilidades para esse estado diferenciado de consciência. Os pesquisadores são cautelosos sobre como interpretar os resultados como de relevância direta para o tratamento de doenças médicas. Especulam que um dos possíveis benefícios que podem ser explorados é seu emprego para ajudar pessoas que sofrem de transtorno de estresse pós -traumático que muitas vezes levam-nas a ter sonhos terríveis em que revivem a experiência traumática. Se eles puderem sonhar lucidamente, poderão ser capazes de levar esses sonhos a um resultado diferente, como, por exemplo, usar uma rua diferente daquela onde uma bomba explodiria ou entrar em um restaurante antes de ser atacado por um assaltante. Com isso eles poderiam reduzir o impacto emocional, ajudando em sua recuperação.

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O Clássico Experimento Projetivo com Miss Z

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O clássico experimento com Miss Z que comprovou a veracidade do fenômeno da EFC – Experiência Fora do Corpo, foi realizado pelo pesquisador Dr. Charles Tart , quando era um professor emérito de psicologia na Universidade da Califórnia .

Miss Z era uma voluntária que alegadamente, possuiria a capacidade de projetar-se para fora do corpo com lucidez.

No estudo, realizado na década de 1960 e publicado pelo Jornal da Sociedade Americana de Pesquisas Psíquicas – ASPR, Tart descreve  o experimento.

O local do experimento consistia em um quarto com nada além de uma cama, uma estante, um relógio, e uma janela de observação onde o Dr. Tart observava a partir de um outro quarto. Ao corpo de Miss Z ficavam conectados vários aparelhos elétricos com a finalidade de detectar a atividade de ondas cerebrais (veja na figura acima), batimentos do coração e resistência galvânica da pele.

Durante o experimento Miss Z foi capaz de deixar seu corpo físico e ler corretamente um número de 5 dígitos  (25.132) escrito em uma tira de papel que estava em uma prateleira da estante no canto da sala. O número estava a uma distância significativa e a uma altura bem acima da cama, de modo que ela não seria capaz de ler o número, mesmo se ficasse de pé.

As chances de Miss Z ter adivinhado o número de 5 dígitos na primeira tentativa são menos de 1 em 59000.

Os instrumentos indicaram uma alteração significativa nas leituras durante o tempo em que ela deixou seu corpo.

Os estudos de Tart o levaram a relacionar a ocorrência da EFC com a conjunção de um conjunto de condições que incluem:

  • A ausência de sono REM (Rapid Eyes Moviment – Movimento Rápido dos Olhos”);
  • A ausência de sonhos;
  • A produção de ondas Alfa lentas pelo cérebro;
  • A não ativação do sistema nervoso autônomo;
  • A normalidade dos batimentos cardíacos;
  • Sem mudanças na atividade resistiva da pele;

Uma descrição detalhada do experimento está disponível nesse link.

 

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