O Levíssimo Sono dos Bebês

Bebês ouvem enquanto dormem? Quando bebê, meu primeiro filho dormia num berço, num quarto anexo ao meu. Inúmeras vezes repeti  o seguinte procedimento: estando meu filho dormindo, eu entrava pela porta do quarto o mais lentamente possível e sem fazer qualquer ruído. Em todas as ocasiões, ele conseguia pressentir minha presença, movendo-se no berço ou alterando o padrão da respiração. A impressão era que usava um sentido extrafísico, uma piscosfera (1) dilatada para isso, algo que a própria natureza proporcionou para aumentar suas chances de sobrevivência.

Agora, recentes estudos com bebês realizadas no Kings College em Londres (2), demonstraram que, mesmo quando dormindo, os bebês podem ouvir o que as pessoas estão conversando nas proximidades.  Para realizar os experimentos que levaram a essa conclusão, os pesquisadores  utilizaram um scanner de ressonância magnética modificado para operar de forma silenciosa o suficiente para digitalizar os cérebros de bebês com 3 a 7 meses de idade enquanto eles dormiam.

Durante os experimentos, sons foram reproduzidos próximos aos bebês, incluindo choros e risos. Em todos os casos os exames revelaram uma atividade significativa em várias regiões cerebrais, incluindo os lobos temporais médio e frontal medio, exibindo padrões similares de atividade aos que são vistos quando adultos acordados ouvem esses sons.

Os cérebros dos bebês reagiram aos sons alegres e neutros de uma forma similar. Os sons tristes como o choro resultaram numa forte ativação do córtex insular e do lobo direito.

Então nós achamos que, por estarem dormindo os bebês não são capazes de nos ouvir, mas, na realidade, eles estão processando os sons ao seu redor.  A razão pela qual isso ocorre  permanece um mistério, mas os pesquisadores supõem que isso sirva como um sistema de alerta. Meus experimentos pessoais indicaram que, mais do que ouvir sons dormindo, os bebês podem usar outros sentidos, mais sutis ainda, provavelmente extrafísicos.

Notas

(1) Psicosfera: um campo de energia produzido pelos pensamentos, sentimentos e energias e que se estende ao redor de uma pessoa, consciência projetada ou consciênca extrafísica .

(2) New Scientist  – Edição de 9 de julho de 2011 Pg.17

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Espiritualista X Religioso

Um espiritualista ou um Religioso? Recentemente ouvi falar num livro escrito por um espiritualista sobre evolução, um assunto que a muito tempo me cativa. Não o encontrei a venda em Brasília, de forma que resolvi encomendar um exemplar pela Internet. Recebi o exemplar a duas semanas e, assim que pude, comecei a leitura. O autor é um projetor consciente e médium. O livro foi escrito a partir das suas vivências, muitas das quais projetivas e, segundo ele, inspirado por vários espíritos amparadores.

Logo no início do livro, um capítulo é dedicado a transmitir uma mensagem de um amparador que, segundo o autor, é muito evoluído.

Para minha decepção, já nas primeiras linhas, o “amparador” refere-se a Jesus como a consciência mais evoluída, perfeita e sublime que jamais nasceu nesse planeta e etc. Isso mais uma série de citações sobre o “status” e “feitos” de Jesus mostraram-me que essa entidade não podia ser tão evoluída assim.

Uma coisa que aprendi após tantos anos na lida espiritualista é respeitar as crenças de cada um. Por dois motivos, alguém que se autodenomine espiritualista não pode afirmar que Jesus era melhor, superior ou mais evoluído do Moises, Buda, Krishna e vice versa.  Em primeiro lugar, tudo o que sabemos sobre essas pessoas são relatos verbais limitados e de autenticidade inverificável que, em algum momento, foram registrados pelos seus fieis seguidores. Em segundo lugar, quando afirmamos que Jesus foi à consciência mais evoluída e superior as outras que jamais viveram na Terra para um budista, por exemplo, esse não vai concordar de forma alguma, resultando disso um desentendimento entre as partes. O mesmo se aplica se assim nos referirmos a qualquer outra personalidade.

Um espiritualista não pode, portanto, cometer essa gafe, senão ele será apenas mais um religioso que deseja promover suas crenças pessoais em detrimento das crenças de outras pessoas. Imaginem então se uma consciência extrafísica amparadora, ou seja, com nível evolutivo acima da média humana, vai se prestar a esse papel.

Outra coisa que chamou-me a atenção no livro foi que na apresentação o autor afirma que resolveu escrevê-lo após inúmeras experiências projetivas onde “ir a galáxia de Andrômeda foi a coisa mais simples”. Pois bem, quanto ao conteúdo, embora bem escrito, não trás absolutamente nada que eu já não tivesse lido em vários outros livros do gênero.

Então o que aprendi com esse livro? Que umas poucas palavras mal refletidas que expressam as crenças pessoais do autor podem comprometer todo o conteúdo de uma obra.

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Transfigurações do Psicossoma

Transfiguração do Psicossoma. Nessa última sexta-feira tive uma noite bem movimentada onde participei de diversos encontros e reuniões extrafísicas.  Cheguei ao local de uma dessas reuniões onde havia muitas consciências presentes. Em dado momento, mais um grupo de consciências chegou sendo que um de seus componentes causou surpresa nos presentes. Ele era bem mais alto que seus companheiros e sua cabeça enorme, com uns 60 cm de comprimento. De onde estava não pude reparar no restante de seu corpo para saber se apenas a cabeça estava maior ou se todo o seu psicossoma(1) era assim. No mais, ele era normal. Era um jovem de pele muito branca, aparentando uns vinte e poucos anos, tinha cabelos claros em cachos e seu semblante estampava um leve sorriso. Com o início da reunião deixei de prestar atenção nesse gigante…

A transfiguração do psicossoma na dimensão extrafísica é algo bastante comum. No que diz respeito ao tamanho relativo, existem três motivos para vermos uma consciência com aparência maior:

1 – Ela está, conscientemente, com o uso da sua vontade, inflando seu psicossoma para ficar maior. Geralmente só conseguem manter-se assim por curtos intervalos de tempo, pois essa não é sua condição normal, exigindo concentração para se manterem assim. Eu mesmo já fiz esse tipo de coisa.

2 – Ao percebermos a consciência, fazemos isso com a visão extrafísica ampliada, dando a ilusão de que alguém tem uma aparência maior ou distorcida.

3 – A consciência em questão é muito evoluída e, numa condição de semiconsciência, nossa psiquê traduz a sua condição evolutiva superior na forma de uma estatura elevada. Já tive esse tipo de experiência também.

No caso do relato anterior, a situação descrita parece se encaixar na explicação número 1.

(1) Psicossoma é um dos nomes do corpo astral da consciência. Outros nomes para ele são perispírito, corpo das emoções, corpo espiritual.

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ByBy Curso Intermissivo


Dando um tempo com meu Curso Intermissivo. 18 de junho de 2011. Acordei cedo, por volta de 6 horas da manhã. Permaneci na cama e, após algum tempo, voltei a dormir. Comecei a sonhar. Estava na companhia de meu pai resolvendo algo. Chegamos então no que parecia ser o pátio de um prédio ou casa. Havia ali várias pessoas, algumas sozinhas, outras em pequenos grupos, conversando. Um desses grupos chamou-me a atenção. Eram três homens que trajavam casacos vermelhos. De repente, houve um clarão e meu pai sumiu. Achei aquilo muito estranho… para onde ele havia ido? Olhei para um lado, para outro e não o via. Conscientizei-me então que estava projetado, fora do corpo físico. Afastei-me do grupo de “casacos vermelhos” e comecei a observar o ambiente e as demais pessoas ao redor. Chamou-me a atenção um sujeito pequeno, adulto, mas do tamanho de uma criança, sentado num banco próximo. Aproximei-me dele. Parecia que ele não percebera minha presença. Tinha a pele branca, cabelos compridos até os ombros, pretos e lisos. Trajava uma camisa clara e, numa mesinha a sua frente, havia um papel com algo impresso em azul claro e algumas coisas escritas a mão, com uma caneta. Peguei o papel e observei-o por alguns instantes (não consegui reter na memória o conteúdo dessas palavras). As atitudes desse sujeito indicavam que ele era um sonâmbulo extrafísico (1), provavelmente desencarnado. Afastei-me dali, passando para um terreno anexo ao daquele prédio, separado desse por um pequeno muro. Minha atenção voltou-se então para o alto. Nesse local, parecia que sob minha cabeça havia telhas de vidro semitransparentes por onde a luz externa penetrava. Comecei a flutuar enquanto observava essa cobertura. A partir desse ponto, houve uma queda no nível da lucidez. Então, veio-me a mente uma idéia-alvo: “Curso Intermissivo” (2). Passei então a repetir para mim mesmo seguidas vezes, num esforço de concentração: Quero ir ao local do meu curso intermissivo…. Minha visão foi tomada por uma intensa claridade e milhares de pequenas faíscas passaram a fluir por todos os lados… senti que meu psicossoma, flutuando, se inclinava, como se estivesse deitando. Momentos depois, ao invés de chegar ao Curso Intermissivo,…. despertei. Eram 7: 41.

Algumas Conclusões: Recentemente, fiz várias tentativas de retornar ao local do meu curso intermissivo. Para isso, empreguei um técnica de autoprogramação mental durante vários dias e, depois, priorizei outras coisas. Pelo visto, pela primeira vez, terei que “desprogramar-me” e dar byby para o curso intermissivo por ora, pois, em uma EFC como essa que vivenciei, o melhor aproveitamento teria sido continuar observando o local e as consciências ali presentes para entender quem eram e o que me levara, inconscientemente, até esse local. Ao focar a vontade em deslocar-me para outro alvo, particularmente difícil de ser atingido, provavelmente acabei por encurtar a experiência.

A realidade dos projetores é assim. Todas as experiências resultam em aprendizado, quer acertemos quer cometamos erros.

(1) O sonambulismo (inconsciência) extrafísica é a condição comum para a maioria das pessoas que passam por EFCs. Muitos desencarnados também permanecem nesse estado após a morte do corpo físico.
(2) Intermissão é o período entre duas vidas (cada vida corresponde a uma missão). Curso intermissivo é um curso que algumas pessoas fazem antes de reencarnar para poderem realizar sua missão.

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