EFCs e Crenças Pessoais

Fronteira Astral

Como a crenças pessoais de um projetor afetarão suas Experiência Fora do Corpo?

A palavra crença vem do latim credentia que significa “aderir pela fé, ter a firme convicção, não ter a menor sombra de dúvida”.  Pode-se definir crença como “estado, processo mental ou atitude de quem acredita em pessoa ou coisa; convicção profunda; fé (em termos religiosos) e, no empirismo moderno, disposição subjetiva a considerar algo certo ou verdadeiro, por força do hábito ou das impressões sensíveis.(1)

Sob ponto de vista epistomológico, a crença, é uma condição psicológica que se define pela sensação de veracidade relativa a uma determinada ideia a despeito de sua procedência ou possibilidade de verificação objetiva. Logo pode não ser fidedigna à realidade e representa o elemento subjetivo do conhecimento.(2)

Inúmeros experimentos científicos demonstraram que nosso cérebro preenche os vazios da percepção (visual, auditiva, tátil ou outras) com informações que possibilitem ao indivíduo interpretar, ainda que de forma imprecisa ou irreal, aquilo o que ele percebe.

Feitas essas considerações, vamos responder como as crenças pessoais interferem nas EFCs.

As crenças afetam o projetor a todo momento, antes, durante e após os experimentos projetivos.

Antes de uma EFC, se o projetor crer que não vai conseguir produzir uma projeção, é bem provável que isso aconteça mesmo. Pensamento é energia. Nosso cérebro, além do sistema operacional que roda de forma automática, aceita programação extra. Além do cérebro existe o paracérebro, mais complexo e sofisticado que o primeiro. Então, se enviamos o programa “não vou conseguir me projetar dessa vez” ainda que não objetivamente formulado, mas sob a forma de um receio, um sentimento, a menos que interfira a benevolência dos amparadores extrafísicos, provavelmente vamos ficar dentro do corpo. Da mesma forma, se pensarmos de forma positiva, se acreditarmos que vamos ter uma EFC, com convicção, essa poderá muito mais facilmente acontece. O autor e projetor Rick Stack trabalha bastante esses sistemas de crenças em seu livro Viagem Astral – As Aventuras Fora do Corpo, no sentido de atrapalharem e ajudarem na produção de EFCs.

Durante a EFC o sistema de crenças no projetor afetará bastante sua experiência. Por exemplo, se ele se vê fora do corpo, no interior de sua residência e desejar sair da mesma, as paredes  ao seu redor poderão detê-lo ou não. Se ele acreditar que a parede vai detê-lo, como pensamento é energia e, na dimensão extrafísica, a energia da consciência molda com grande facilidade a realidade extrafísica perceptível, é bem provável que ele não consiga transpor essas barreiras. Certamente existe uma realidade independente da crença do projetor. Afinal de contas, a parede vai se constituir e uma barreira para o projetor ou não? Digamos que ele esteja projetado de forma inconsciente, sem sequer perceber a parede. O que acontecerá? A matéria intrafísica não constitui obstáculo no extrafísico para ninguém. Contudo, existe a contraparte extrafísica da parede que é criada quando vemos pela primeira vez e reforçada, com energia extrafísica densa, sempre que nós ou qualquer outra consciência, intrafísica ou extrafísica a vê. Assim, se a frequência vibratória do psicossoma do projetor estiver baixa, a parede poderá detê-lo e, a partir de certo nível de frequência não. Voltando a crença do projetor, suas próprias energias vão modular a densidade da parede extrafísica no momento em que ele for atravessá-la, determinando o que acontecerá em seguida.

Agora vejamos um outro aspecto das crenças durante a EFC. Digamos que o projetor saiu de sua residência e encontrou-se com algumas consciências extrafísicas. Dado que a lucidez e a capacidade de percepção durante as projeções conscientes oscilam, é possível que projetor perceba essas consciências de forma imprecisa. Por estarem trajando vestimentas brancas, o paracérebro do projetor pode leva-lo a crer que ele está diante de um grupo de padres religiosos e, dessa maneira, ele se dirigirá a eles dessa maneira. As consciências extrafísicas percebem mas muitas vezes não tentam corrigir o equívoco perceptivo do projetor.

Após a EFC, o projetor usará seu sistema de crenças para interpretar a experiência que acaba de vivenciar. Ele pode, acreditando ter se encontrado com um grupo de padres, tecer em sua mente quais teriam sido os motivos desse encontro e elaborar uma interpretação equivocada de sua experiência.

Concluindo, como fazer para que nosso sistema de crenças interfira menos na percepção da realidade extrafísica? A resposta é, da mesma forma que fazemos para que nosso sistema de crenças não nos prejudique na dimensão intrafísica:

  • Refletir atentamente, usar nosso discernimento para interpretar e reinterpretar aquilo o que percebemos e vivenciamos.
  • Estudar sobre o maior número de assuntos possíveis, pois quanto mais sabemos sobre algo, melhor se torna nossa percepção sobre sua realidade.
  • Ter a mente aberta (open mind) para ideias, conceitos, conhecimentos novos, ou mesmo para os antigos na medida que possam ser reinterpretados de forma melhor a luz do conhecimento moderno.
  • Evitar a cristalização do pensamento em torno de preconceitos e dogmas religiosos, sociais, políticos e outros mais que nos escravizem, impondo limites e proibições no pensar e no agir.

(1)    Dicionário Houais

(2)    Wikipédia: Verbete Crença

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Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

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Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

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Novo eBook sobre EFCs para Download

Experiências Fora do Corpo - Perguntas e Respostas

Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas

Em 2008 escrevi um pequeno eBook sobre EFCs no formato perguntas e respostas. Ele trazia 150 questões onde eu respondia sobre diversos aspectos da fenomenologia projetiva.

A ideia era atualizar esse livro periodicamente, de preferência uma vez por ano, incluindo novas questões sobre o assunto. Dessa forma, em 2010, publiquei a Segunda Edição, ampliada, contendo 254 perguntas e respostas organizadas em 18 capítulos.

A primeira edição teve 900 downloads e a segunda, 4900. Impossível saber quantas pessoas, no final das contas, baixaram e leram esse eBook, uma vez que vários sites vão copiando o arquivo e redistribuindo-o Internet afora.

Infelizmente, não foi possível promover as atualizações anuais como intentara. Mas, agora, acabo de disponibilizar, para download gratuito, a terceira edição desse eBook.

Com 74 páginas, 18 capítulos, 21 ilustrações, Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas, trás 333 questões respondidas sobre as experiências fora do corpo e fenômenos correlatos.

Apenas a título de referência, desconheço a existência de um FAQ (Frequently Asked Questions) em língua portuguesa que sequer chegue perto desse eBook quanto ao número de questões abrangidas. Em língua inglesa, exista apenas um outro que é maior.

Minha intenção com esse eBook é esclarecer as principais dúvidas que surgem para as pessoas que estão começando a estudar o tema EFCs ou a praticar suas próprias projeções conscientes e ainda não passaram, como eu, por uma longa trajetória de leituras, cursos e experimentos.

Não sou pretensioso. Apesar de estudar/praticar o assunto, sistematicamente, a 25 anos, estou apenas compartilhando minha ignorância com as demais pessoas por meio desse eBook.

As questões respondidas nesse livro são oriundas de diversas fontes: listas de discussão, cursos que ministrei, meus sites, incluindo esse blog, etc.

Se você leitor, não conseguir esclarecer suas dúvidas com esse eBook, entre em contato que farei o melhor possível para ajudá-lo com suas questões.

Link para Download:

http://www.metaconsciencia.com/down/EFCsP&R.pdf

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Ingo Swann faz sua Projeção Final

FA180

O artista e autor Ingo Swann, mais conhecido por seu trabalho em torno da visualização remota (remote viewing), realizado no início da década de 1970 (Projeto Stargate), passou pela desativação do seus corpo físico (morte) e projeção final em 1 de fevereiro de 2013.

Nascido em 14 de setembro de 1933 em Telluride, Colorado, Swann tinha 79 anos de idade. Além de suas obras artísticas, deixou vários livros sobre visualização remota e sobre visitas de alienígenas na Terra.

Em declaração a George Filer, Swann afirmou que não se identificava como um vidente, mas como um pesquisador da consciência e que a maioria das pessoas podiam ser ensinadas a para torarem-se visualizadores remotos, embora algumas pessoas tenham uma capacidade inata maior do que outras.

Swann ajudou a desenvolver o processo de visualização remota no Stanford Research Institute em experimentos que chamaram a atenção da inteligência dos EUA. Posteriormente, Trabalhando com os pesquisadores Russell Targ e Puthoff E. Harold e com financiamento da CIA, Swann introduziu o fornecimento das coordenadas geográficas com relação a suas observações à distância.

Segundo esses pesquisadores as habilidades de visualização remota de Swann eram muito maiores do que a pessoa média. Ele escolhia um conjunto de coordenadas geográficas e se concentrava no que estava ocorrendo nesse ponto. Ele podia visualizar as imagens na mente e então fazia um esboço do que percebia. Sua visualização remota era correta, provavelmente em 95% dos casos e a das pessoas que ele treinou durante o Projeto Stargate eram corretas em 85% dos casos.

Uma de suas famosas visualizações ocorreu em 1973 quando relatou que o planeta Júpiter tinha anéis. Este fato era desconhecido para os astrônomos da época, mas foi confirmado pela Voyager 1 em 1979 (veja ilustração acima).

Em sua casa, Swann criou enormes murais de cenas extraterrestres com OVNIs. Ele, pessoalmente, tinha visualizado OVNIs enormes e estranhos, afirmando que havia presença alienígena na Lua e na Terra.

Swan afirmou para pessoas do seu círculo de relacionamentos que, após sua morte, tentaria fazer contato com elas “a partir do outro lado”.

Nota

A visão remota é a projeção de capacidade visual da consciência e normalmente está associada a uma projeção de corpo mental.

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Famosos Sonhares Lúcidos

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Imagem: Figura do livro The Head Trip do jornalista científico Jeff Warren, publicado em 2007 que explora 12 estados de consciência e que descreve técnicas para aproveitar-se as inspirações obtidas na Hipnagogia.

Por meio das EFCs – Experiências Fora do Corpo é possível captar-se ideias originais, informações até então desconhecidas, trazendo-as para a dimensão intrafísica.  O mesmo pode ocorrer durante outros estados diferenciados de consciência, tais como o sonho, o pesadelo, a hipnagogia e a hipnopompia. Nesses estados, ocorrem projeções conscientes com menor nível de lucidez, semiconscientes e, conforme o caso, a projeção não é total, limitando-se a expansão das capacidades paraperceptivas como a paravisão ou a paraaudição.

A história registra inúmeros casos de pessoas que tiveram insights geniais durante esses estados diferenciados, tais como escritores (Charles Dickens, Edgar Allan Poe, John Keats, Johann Wolfgang von Goethe, Lev Nikolayevich Tolstoi, Mark Twain, Mary Shelley Brahms, Paul Klee, Robert Louis Stevenson, Samuel Taylor Coleridge), músicos (Beethoven, Mozart, Puccini, Wagner), pintores (Paul Klee, William Blake) e cientistas (Albert Einstein, Nils Bohr).

A seguir, uma relação alguns famosos sonhadores lúcidos.

Thomas Edison: O famoso inventor registrou 2.332 patentes ao longo de sua vida, dentre elas o fonógrafo, lâmpada elétrica incandescente, o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison valorizava tanto o estado de hipnagogia que desenvolveu sua própria técnica para manter-se nele enquanto trabalhava em suas invenções. Sentando-se numa cadeira especial, Edison usava técnicas de relaxamento e meditação para alcançar o estado entre o sono e a vigília. Ele segurava algumas bolas de bilhar na palma da mão fechada para baixo, repousada no braço da cadeira. Debaixo da mão colocava uma tigela de metal. Se ele pegasse no sono, sua mão se abriria, as bolas cairiam dentro da tigela e o ruído o despertaria. Ele repetia o processo varias vezes e registrava o que percebia. Muitas de suas invenções tiveram início dessa maneira.

Salvador Dali: O famoso pintor surrealista tinha usava um método de criação semelhante ao de Edson. Ao sentir sono, ele se sentava numa poltrona com uma chave na mão. No chão, logo abaixo da mão que segurava a chave, ficava um prato. Dalí procurava se manter naquele estado de consciência da fronteira entre a vigília e o sono, a hipnagogia, no qual as barreiras da lógica são frouxas e começamos a viver uma espécie de delírio muitas vezes cheio de imagens bizarras que era exatamente no que ele estava interessado. Se adormecesse, a chave na sua mão cairia no prato fazendo o acordar. Imediatamente ele tratava de desenhar as imagens que tinha vislumbrado no estado hipnagógico. Assim, Dalí criou muitas de suas telas.

Richard Feynman: O famoso físico americano declarou sua aptidão para o sonho lúcido em seu best-seller, Surely You’re Joking, Mr. Feynman!  (Certamente Você Está Bbrincando, Sr. Feynman!) onde dedica um capítulo inteiro às suas experiências com sonhos lúcidos, onde ele declara:

 “Notei também que, quando você vai dormir as idéias continuam, mas elas se tornam menos logicamente interligadas. Você não percebe que elas não são logicamente conectadas até que você pergunte a si mesmo:”O que me fez pensar isso? ” E quando você tentar trabalhar o seu caminho de volta, muitas vezes você não consegue lembrar o que diabos fez você pensar nisso! Então você começa toda ilusão de conexão lógica, mas a verdade é que os pensamentos tornam-se mais e mais tortos, até que estão completamente desarticulados, além disso, você acaba caindo no sono.”

Richard Linklater: O diretor do filme criado em rotoscope, Waking Life, é muito familiarizado com o conceito de sonhos lúcidos. Seu filme é um passeio intrigante e filosófico no mundo dos sonhos onde o protagonista se faz a pergunta: “Será que estamos caminhando e dormindo como sonâmbulos ou estamos acordados, na vigília?”

James Cameron: O diretor de Avatar declarou que os sonhos lúcidos forma uma das fontes de inspiração para uma de suas cenas de voo desse filme. Segundo Cameron declarou ao Hollywood Today:

“… o que eu estava tentando fazer era criar imagens de sonho, criar um estado de sonho lúcido, enquanto você está assistindo o filme. Eu acho que a maioria das pessoas sonha em voar em algum momento e quando somos crianças temos sonhos de voar e eu certamente o fiz e ainda tenho um monte de sonhos de voo e então pensei que, se eu posso conectar-me (por meio de um filme) com uma audiência, numa espécie de inconsciente coletivo quase no sentido junguiano, então ele (o filme) ignora tudo e todas as coisas culturalmente estabelecidas ao redor do mundo e se conecta a todos nós conduzindo a um tipo de estado de infância quando o mundo nos parecia mágico, infinito, assustador e legal e no qual você pode entrar. Então esse foi o conceito por trás dessas cenas do filme.”

Friedrich August Kekulé: No final do século XIX. esse químico alemão estava trabalhando no sentido de decifrar a estrutura da molécula do benzeno. Contudo, apesar de seus esforços, não conseguia decifrar seu intrincado sistema de ligações. Certo dia, quando Kekulé estava cochilando em um bonde de Londres, “viu” quando um enxame de átomos apareceu antes de seus olhos ” girando em uma dança vertiginosa”, formando cadeias de conexões que Kekulé febrilmente documentou em seu diárioquando ele voltou para casa. explicou, “a origem da teoria estrutural” da química. Sete anos mais tarde, em 1890, aconteceu de novo. Conforme relatou:

“Eu estava sentado, escrevendo meu livro, mas o trabalho não progredia, o meus pensamentos estavam em outro lugar. Voltei minha cadeira para o fogo e cochilei. novamente os átomos apareceram dando cambalhotas diante dos meus olhos. . . todos entrelaçando e se retorcendo como se fosse ma cobra em movimento. Veja! O que foi isso? Uma das serpentes tinha preendido  havia mordido sua própria cauda, e a forma dançava zombeteiramente diante dos meus olhos. Como se fosse um relâmpago, acordei, e desta vez também passei o resto da noite trabalhando “.

O que Kekulé tinha intuído com essa visão era que a molécula de benzeno formava uma estrutura em anel, algo que lhe escapava e que parecia desafiar as notações de arranjos de átomos então existentes.

Elias Howe: Esse famoso inventor americano tentava a muito tmepo mecanizar o processo da costura, mas, sem sucesso. Certa noite, contudo, foi acometido do que parecia ser um pezadelo. Howe fora prezo por uma tribo de sevagens que fizeram um ultimato: Caso ele não concluisse a invenção da maquina de costura, seria devorado por eles. Como na vigília, Howe fracassou em sua tentativa e fui cercado pelos selvagens que apontaram-lhe sua lanças. Nesse momento ele percebeu que cada lança tinha um buraco em sua ponta na forma de um olhor. Despertando sobressaltado, Howe compreendeu que se colocasse um furo para passagem da linha de costura na ponta da agulha, talvez conseguisse fazer a mecanização do processo. Esse insight de fato funcionou e a indústria do vestuário foi revolucionada.

Chris Nolan: Diretor e autor, Nolan extraiu de seus próprios sonhos lúcidos a inspiração para concebero filme Inception. Conforme declarou ao Los Angeles Times:

“Eu queria fazer isso (Inception) há muito tempo, algo que eu tenho pensado desde que tinha uns 16 anos”. Eu escrevi o primeiro rascunho deste roteiro a sete ou oito anos atrás, mas a ideia vem de muito mais longe, de aproximar a vida do sonho e o sonho da vida como um outro estado de realidade.”

Curiosamente, em Inception o personagem principal, Dom Cobb, é interpretado por Leonardo DiCaprio, que também tinha sonhos lúcidos antes de estrelar no filme.

Andy e Larry Wachowski: Os criadores de Matrix são sonhadores lúcidos que tiveram a inspiração de criar, a partir de suas experiências, um mundo de realidade virtual em que todos nós estamos mentalmente escravizados, não reconhecendo que estamos apenas “sonhando”. O enigma de Matrix é: “Como eu sei que minha realidade não é uma ilusão?” Esta é a chave para desvendar um sonho e tornar-se conscientemente lúcido. Alguns consideram  The Matrix é um verdadeiro manual de instruções para sonhadores lúcidos.

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