O Ciclo Projetivo

O Ciclo Projetivo

A análise de milhares de casos de EFCs permitiu identificar que o fenômeno da Experiência Fora da Corpo possui cinco fases possíveis que sucedem-se em ordem cronológica:

(1) Fase Anterior a EFC: As horas ou minutos que antecedem a EFC,

(2) Fase da Saída do Corpo: A decolagem ou exteriorização do corpo físico,

(3) Fase Extrafísica: O projetor manifestando-se fora do corpo,

(4) Fase do Retorno ao Corpo: A reinteriorização no corpo físico e

(5) Fase Posterior a EFC: Os efeitos da EFC.

A grande maioria dos projetores tem EFCs onde vivenciam apenas algumas das cinco fases. Estima-se que apenas 10% dos projetores tiveram a chamada projeção de consciência contínua, uma ou mais vezes. Na projeção de consciência contínua, o projetor percebe com lucidez a saída, a fase extrafísica e o retorno ao corpo físico. Não ocorre, portanto, lapso na lucidez.  Em geral, os projetores percebem apenas a saída e a fase extrafísica, ou a fase extrafísica e o retorno e, mais comumente, apenas a fase extrafísica. As fases, anterior e posterior a projeção são, naturalmente, vivenciadas por todos, ainda que não se preste muita a atenção a elas.

Essas diferentes situações podem ser explicadas pela diversidade das formas como projetores saem e retornam aos seus corpos. Por exemplo, o retorno ao corpo físico pode ser tão rápido que não é possível perceber nada da reinteriorização.

O fato de um projetor ter EFCs de consciência contínua não significa que todas as suas experiências serão assim. No meu caso, por exemplo, a maioria das projeções vivenciadas não é de consciência contínua. O desenvolvimento da projetabilidade, até chegar-se a um ponto em que todas as projeções sejam de consciência contínua ocorre num crescendo que extrapola o período de uma existência intrafísica.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Viajando no Físico e no Extrafísico

É possivel projetar-se estando em um veículo em movimento, tal como um avião.

Acabo de retornar de uma viagem de férias pela Europa onde passei as últimas três semanas. Tenho o hábito de solicitar amparo extrafísico extra durante viagens desse tipo, ao exterior, pois, por mais que a gente se prepare e se informe, sempre estamos sujeitos a um sem número de acidentes de percurso (entenda-se: problemas causados por assédio extrafísico).

Além de solicitar o amparo especial para a viagem, invisto em EVs (Estados Vibracionais) constantes para evitar acoplamentos energéticos indesejados. Ao final de cada dia, agradeço ao amparo recebido e renovo meu pedido.

Já estive na Europa várias vezes. Sabendo que minhas últimas vidas foram nesse continente e que não foram nada tranqüilas, nas viagens anteriores não fiz o menor esforço em ter experiências projetivas enquanto estava por lá, deixando que as coisas acontecessem por si só.

Dessa vez, contudo, fiz diferente. “Fiquei ligado” por assim dizer no que aconteceria no extrafísico. Ainda assim não “forcei a barra”, não usei técnicas projetivas de forma ostensiva, até porque estava de férias e o objetivo principal era relaxar.

Voltando a questão do amparo durante a viagem, vou citar algo que ocorreu que pode parecer ser de pouca importância mais que ilustra bem essa questão do amparo solicitado/amparo concedido.

Foi no dia 15 de outubro quando estava em um hotel em Lido de Veneza. Fui dormir por volta de uma hora da manhã. Antes disso, programei o relógio digital para despertar às 7 horas da manhã para que tivéssemos tempo, eu e minha esposa, de nos arrumarmos, tomarmos o café da manhã e iniciarmos, ainda cedo, nossa programação para aquele dia. Não tive tempo de fazer uma técnica projetiva uma vez que estava muito cansado, adormecendo rapidamente. Não obstante a falta de preparo, a noite foi repleta de projeções, todas semi-conscientes (rememoradas após o despertar).  Ao final dessas experiências, eu aparentemente retornei as proximidades do corpo físico e ali permaneci.

Aconteceu então o seguinte: Eu me via deitado na cama, no quarto do hotel ao lado de minha esposa. De repente, três pessoas adentraram no quarto sem a menor cerimônia. Eram duas moças e um rapaz. Na mesma hora veio a minha mente a seguinte ideia: “Eles tinham uma chave que abria a porta daquele quarto pois esse estava sob a jurisdição de alguém da sua equipe…”. Levei um susto com aquela chegada súbita. Acreditando já estar desperto (não estava, portanto, totalmente consciente) eu, assim como minha esposa, ficamos constrangidos com aquela situação. Então, uma das moças do grupo dirigiu-se a mim e disse: “- Como vocês não acordaram, viemos aqui para despertá-los!”. Olhei para o relógio sobre o criado ao lado da cama e retruquei : “- Não despertamos?  Como é possível? Programei-o antes de dormir…” A outra moça aproximou-se de mim e tocou-me levemente com a mão provocando, com esse gesto, meu despertar, dessa vez real. Recobrei a lucidez e, sem me mover, comecei a rememorar tudo o que acontecera naquela noite. Momentos depois, olhei para o relógio sobre o criado para conferir as horas e constatei, para minha surpresa, que eram 8 horas da manhã! O despertador não funcionara! Logo, se não tivesse sido despertado daquela forma poderia ter perdido toda a manhã!

Deixo as possíveis considerações sobre esse pequeno episódio para os amigos leitores.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Projeção Astral e Sonho Lúcido

Imagens surreais são comuns durante os sonhos – Arte de Dawid Michalczyk.

Recebi um e-mail em meu site Metaconsciencia onde fizeram-me o seguinte questionamento:

1 – Projeção astral não seria apenas um sonho lúcido?

Ou, em outras palavras, projeção astral e sonho lúcido são a mesma coisa?

2 – Sonhos não seriam apenas coisas produzidas por nossas mentes, por nossa imaginação?

Aproveito então para reproduzir minhas respostas.

Até certo ponto sim, o sonho lúcido é qualquer experiência onde existe alguma lucidez sobre o que está se passando (exemplo: “… Sei que estou sonhando nesse momento …”). Embora algumas pessoas tenham tentado, não existe uma classificação séria dos sonhos lúcidos. A projeção astral, essa sim, tem uma classificação em três níveis:

-Projeção Inconsciente: A pessoa não tem lucidez

-Projeção Semi-Consciente: A pessoa tem lucidez parcial, mistura sonho com lucidez. Essa é a experiência do sonho lúcido.

-Projeção Consciente: A pessoa está fora do corpo e totalmente lúcida, não existe sonho.

Então, o sonho lúcido pode ser facilmente enquadrado como um caso de projeção astral. O contrário a rigor não é possível, pois, na projeção consciente não existe o sonho.

Ainda com relação aos sonhos, sim, eles são coisas produzidas por nossas mentes, MAS, eles são influenciados pelo que percebemos à nossa volta, quando estamos fora do corpo. Por exemplo: Estando o projetor fora do corpo, um amparador surge e lhe transmite uma informação importante sobre seu comportamento que ele deve observar. Para a mente do projetor, esse evento se traduz como um sonho onde um desconhecido aparece para lhe dar um aviso sendo essa a lembrança que ele guardará dessa experiência.

Finalizando, nem todo sonho refere-se a uma projeção semi-consciente. A maioria deles, provavelmente, é integralmente produto da mente guiada pelo subconsciente durante o sono. É bem fácil distinguir o sonho comum do sonho lúcido.

Sonho lúcido: Os eventos sucedem-se como uma história com início, meio e fim. Os eventos têm certa lógica. Às vezes, trazemos até alguma informação útil do sonho lúcido. Por exemplo, a notícia de que alguém da família vai engravidar e que a criança concebida será uma menina.

Sonho comum: Ocorre uma confusão de espaço e tempo; as percepções são confusas e situações absurdas se sucedem. Precisamos consultar um dicionário de símbolos ou um especialista em sonhos para tentar obter alguma informação útil sobre os eventos que recordamos.

Para saber mais – Livros:

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Aprendendo no Astral

Projetor saindo da Terra

Projetor saindo da Terra


Ao longo de nossa vida, em todos os momentos, precisamos tomar decisões. Muitas decisões são rotineiras e fáceis ao passo que outras são mais ocasionais e podem ser difíceis. Apelando para o raciocínio lógico, podemos analisar os diversos ângulos de um problema até chegarmos a uma possível solução e tomarmos uma decisão quanto a ele. Existem inclusive várias técnicas que podemos usar para auxiliar na tomada de decisões. Contudo, nem sempre uma decisão baseada tão somente em raciocínio lógico será a mais acertada. Não raro, essa abordagem pode levar a impasses. É nessa hora que podemos apelar para o uso do sentimento para chegarmos à melhor resposta.

Sempre fui uma pessoa muito sistemática. A tomada de decisão, inclusive, é um assunto que muito me interessa. Pesquiso esse assunto já ha algum tempo. Mas, volta e meia, vejo-me diante de situações como a descrita acima. Nem sempre aquilo o que o raciocínio lógico indica é o melhor. Isso ocorre quando a quantidade ou tipo de informações que temos são insuficientes para percebermos com mais clareza a realidade.

No dia 5 de setembro tive uma noite diferente. Do início ao fim do período de sono, passei por inúmeras situações, cada qual desenvolvida em meio aos cenários mais variados, todos montados para promover o esclarecimento de inúmeros projetores que, como eu, foram levados àquele local. Na medida em que os eventos iam se desenrolando eu, ora tinha que tomar uma decisão, ora presenciava decisões tomadas por outras pessoas.

Já amanhecera quando despertei. Os detalhes sobre os eventos que vivenciei esvaneceram-se, mas eu trouxe na mente, de forma bem clara, uma ideia síntese de tudo o que vivenciara ao longo da noite: “O uso dos sentimentos pode ser a melhor opção para tomar-se certas decisões”.

Concluindo, essa é uma das utilidades da projeção astral. Podemos participar de situações como essas cujo objetivo é contribuir para nosso aprimoramento.

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Pesquisa: Projeção Astral e Viagem Astral

Uma Nova Pesquisa

Estava curioso quanto ao emprego dos termos para designar as experiências fora do corpo mundo afora. Hoje em dia, com o Google a nossa disposição, é tudo muito fácil. Então pus mãos à obra e, após algumas horas de trabalho (bem… não foi tão rápido assim…), tinha todos os dados que desejava nas mãos. Resolvi então escrever esse post para contar o que descobri.

Pergunta: Quais são os termos mais empregados para designar as experiências fora do corpo?

Dentre as dezenas de termos possíveis, “projeção astral” vem disparado em primeiro lugar, seguido de longe por “viagem astral”, isto é, considerando a tradução para os diversos idiomas. Por exemplo, em inglês, os termos seriam “astral projection” e “astral travel”.

Pergunta: Quais são as incidências desses termos nos principais idiomas?

Para responder a essa questão, consultei a relação dos principais idiomas do mundo e a relação dos países mais presentes na Internet e mesclei-os chegando a uma relação de 10 idiomas. Depois, traduzi os termos , “projeção astral”  e “viagem astral” para cada idioma (no Tradutor do Google, naturalmente) e pesquisei quantos resultados apareciam na busca do Google. Tive que usar alguns procedimentos, como por exemplo, usar os recursos de busca avançada para poder filtrar alguns resultados. O resultado final está compilado nos infográficos apresentados a seguir.

Infográfico Pesquisa Sobre os termos Projeção Astral e Viagem Astral

Incidência dos termos Projeção Astral e Viagem Astral na Internet

Conclusões

Como era de se esperar, o inglês é de longe o idioma em que mais surgem ocorrências. O Chinês, por outro lado, ainda está muito longe de ser significativo. Algo que para mim não foi surpresa, foi constatar que o português está em segundo lugar em número de ocorrências. Isso reflete o que ocorre no Brasil: existe muito mais interesse por esse assunto aqui do que nos demais países. E qual seria a razão disso? O sincretismo brasileiro? Uma geração de brasileiros dedicados ao assunto? Eu aposto nos dois.

São em inglês a maior parte das ocorrências – 72% – sendo que todos os outros idiomas junto perfazem 28%.

Para finalizar, pode-se observar que em Hindi (idioma oficial da Índia) são pouquíssimas as ocorrências desses termos. É possível que existam outros termos mais apropriados para designar as experiências fora do corpo nesse idioma. Será que você amigo (a) que lê esse post tem alguma sugestão sobre que termos poderiam ser esses?

Observação

O acréscimo de mais termos a pesquisa pode alterar um pouco os números, mas não creio que altere a classificação dos idiomas. Em todo caso, se alguém quiser tentar, sinta-se a vontade.

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Repercussão Extrafísica

Fronteira Astral

Um Portal na Dimensão Astral

No dia 27 de setembro publiquei mais um Boletim em meu site Metaconsciência sobre os 25 anos do livro Projeciologia. Não cheguei a fazer qualquer divulgação. Fui dormir nesse dia relativamente cedo, por volta das 23 horas. No dia seguinte, despertei pouco antes das 7 da manhã e voltei a dormir.

Tive então uma rápida projeção. Quando dei por mim, estava diante de uma pessoa conhecida mas que não via há muitos anos. De alguma forma ela soube, por meio do artigo que eu acabara de escrever, que eu havia trabalhado com o Waldo Vieira e ficou questionando-me sobre isso. Queria saber detalhes sobre o trabalho que eu havia feito com ele. Tentei satisfazer sua curiosidade, mas, levei a conversa para outro lado, afirmando que isso fora há muito tempo e perguntei-lhe se ela conhecia outras pessoas que, como Waldo, desenvolvem atividades em torno da projeção consciente. Despertei momentos depois. Havia passado 30 minutos desde que adormecera.

Então as coisas acontecem assim: tudo o que fazemos aqui na dimensão intrafísica reflete na dimensão extrafísica em maior ou menor grau e vice versa. Certas coisas podem gerar mais repercussão do que podemos imaginar, afetando um número desconhecido de consciências em todas as dimensões. Por isso devemos sempre refletir naquilo o que fazemos para não criarmos problemas desnecessários para nós mesmos.

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Novo Filme Aborda a Viagem Astral

De tempos em tempos aparece algum filme abordando, ainda que de forma tosca, as experiências fora do Corpo, tal como John Dies at the End.

Sinopse:

Nas ruas ela é conhecida como Soy Sauce (Molho de Soja). É uma droga que promete uma experiência fora do corpo a cada uso, transportando seus usuários atráves do espaço e do tempo. Contudo, (sempre tem um contudo), alguns que voltam da viagem não são mais humanos! De repente, uma invasão silenciosa de outro mundo está em andamento e a humanidade precisa de um herói, mas ao invés disso tem que contar com John e David, dois sujeitos que largaram a faculdade e que mal conseguem manter seus empregos. Poderão esses dois salvar a humanidade do horror que se aproxima? Talvez não, pois John morre no final !

A História

John Dies at the End é um romance de horror cômico escrito por Jason Pargin (escrito sob o pseudônimo de David Wong) que foi publicado pela primeira vez on-line como um começo webserial em 2001. Para saber mais:  Wikipedia

A obra original ainda pode ser encontrada gratuitamente na Internet: Obra

O trailer também pode ser assistido diretamente no Youtube.

Para saber mais – Livros:

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25 Anos do Livro Projeciologia

Livro Projeciologia

25 anos do Livro Projeciologia

Esse ano, mais precisamente, em 31 de janeiro, o livro Projeciologia  – Panorama das Experiências Fora do Corpo – completou 25 anos de publicação.

A 1ª Edição do livro, lançada em 1986, foi integralmente financiada pelo próprio autor, Waldo Vieira, pois, com 928 páginas, seu custo era muito elevado e, no Brasil, por questões culturais, a publicação de livros e o consumo literário eram muito limitados, mesmo quando comparado a outros países da América Latina. Trata-se de um quadro que, diga-se de passagem, pouco mudou ao longo desses 25 anos. A fim de dar ampla divulgação do livro, essa primeira edição foi integralmente doada pelo autor para bibliotecas e pesquisadores de todo o mundo. Também receberam exemplares colaboradores de Vieira, assim como alunos de seus cursos e pessoas interessadas no assunto.

Minha intenção era escrever algo sobre esse livro na ocasião do 25 aniversário (31 de janeiro), mas, devido aos compromissos do dia a dia, somente agora pude fazer isso. Escrevi um artigo sobre o assunto e publiquei-o no Boletim Metaconsciência Número 5, pois, seu tamanho e estrutura seriam grandes demais para serem apropriadamente postados em Fronteira Astral.

Alguns dados sobre a primeira edição do livro, descritos no meu artigo:

-17 capítulos

-475 minicapítulos

-160 minicapítulos dedicados a esmiuçar o ciclo projetivo

-26 mil exemplares doados ou comercializados ao longo de 25 anos

-Uma comparação entre a 1ª e a 10ª edições – o que mudou

Três motivos levaram-me a escrever esse artigo, conforme descrevo a seguir.

Em primeiro lugar, trata-se de uma homenagem e ao mesmo tempo uma divulgação desse livro, dos mais importantes para quem deseja pesquisar mais seriamente a viagem astral ou EFCs.

Em segundo lugar, apesar da Internet e de uma porção de instituições conscienciológicas praticamente não existe nada, nenhum artigo disponível que descreva esse livro, sua história ou seu conteúdo. Considerando sua importância e, seu custo relativamente elevado, acredito ser importante, portanto, que alguém disponibiliza-se uma análise desse tipo. Incumbi-me então dessa tarefa.

Em terceiro lugar, para finalizar, eu precisava escrever esse artigo para que servisse de apresentação, como uma introdução, para um outro artigo, mais importante, que é uma análise mais detalhada sobre o conteúdo do livro e que vou publicar brevemente em mais um Boletim.

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Um Decodificador Neural

Berkeley's 4T fMRI scanner.

Scanner fMRI da Univerdidade da California – Berkeley. No detalhe uma imagem captada pelo equipamento mostrando as áreas do cérebro ativadas.

Saber o que uma pessoa está pensando é coisa de filme de ficção científica… até agora. Foi anunciado na semana passada que, por meio da combinação de imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) do cérebro com a detecção de padrões por meio de software, uma equipe de cientistas da Universidade da Califórnia liderada pelos pesquisadores Shinji Nishimoto e Jack Gallant, criaram um “decodificador neural”, um sistema que possibilita reconstruir um filme (ainda de forma tosca) assistido por uma pessoa.

Para realizar essa façanha, os pesquisadores empregaram um modelo computacional que cruzou as imagens exibidas com o mapeamento da atividade cerebral de voluntários enquanto eles assistiam a clipes curtos de diversos filmes. Assista aos vídeos e leia os comentários que explicam com mais detalhes como foi feito:

Vídeo 1    Vídeo 2    Mais informações

No últimos anos, os padrões na atividade cerebral têm sido utilizados para predizer com sucesso que as pessoas estão olhando para as imagens, a sua localização em um ambiente virtual ou uma decisão que elas estão prestes a tomar. Os resultados obtidos Nishimoto e Gallant mostram que os pesquisadores podem agora recriar imagens em movimento vistas pelas pessoas e até mesmo fazer suposições sobre qual evento está sendo lembrado por elas.

Essa realização é apenas mais um passo em direção a sistemas que, no futuro, poderão mostrar com precisão o que uma pessoa vê, sente ou pensa. Essa tecnologia terá diversas aplicações.

Mas, afinal, o que isso tem a haver com viagens astrais? Imagine que, no futuro (ainda distante), será possível analisar os padrões cerebrais de uma pessoa enquanto ela dorme e saber o que ela está “vendo” durante um sonho ou durante uma experiência fora do corpo.

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Viagem Astral e EQM

Detalhe de “Ascent of the Blessed” de Hieronymus Bosch (1450–1516)

Viagem Astral e EQM. A Experiência de Quase Morte – EQM – Foi o tema do Globo Reporter de 16 de outubro. A EQM ou NDE – Near Dead Experience  – é um fenômeno conhecido a séculos e que, até a década de 1970, era encarado como meras alucinações.

Uma EQM ocorre quando uma pessoa passa durante alguns momentos pela morte clínica, caracterizada pelas paradas dos batimentos cardíacos e da respiração. Essa condição pode ser provocada por quedas, traumatismos, choques, afogamento, hemorragia, disfunção cardíaca, etc. Durante os breves momentos em que a pessoa é dada como morta, muitas vezes, mas não sempre, elas se veem caminhando por um túnel e chegando a um local onde percebem a presença de outras pessoas. Muitas vezes também vêem suas vidas desfilarem ante seus olhos e frequentemente são assistidas durante essa experiência por uma entidade. A maioria das pessoas descreve a experiência como boa e, uma minoria, como perturbadora e ruim.

Na década de 1970 Raymond Moody, um respeitado médico americano interessou-se pelo fenômeno, estudando-o anos a fio, até publicar o livro Life After Life (Vida após a Vida) onde descrevia seus melhores casos. Com a publicação de seu livro o tema passou a ser encarado com mais atenção pela ciência e, consequentemente, muitos pesquisadores, individualmente ou em grupos (instituições) também passaram a pesquisar o assunto.

Durante a EQM, a pessoa passa por uma viagem astral, pois os laços energéticos que ligam seu psicossoma (o corpo espiritual) ao corpo físico ficam bastante enfraquecidos, a ponto do corpo da pessoa morrer de fato. Por isso, muitas vezes, a pessoa é advertida por alguém que deve voltar ao corpo antes que seja tarde demais.

São conhecidos casos de pessoas que tiveram a oportunidade de escolher se desejavam que seus corpos morressem ou se desejavam voltar. Um outro dado importante é que, não raro, as pessoas que passaram por EQM mudam radicalmente a forma como encaram a vida.

No Globo Repórter foram apresentados vários depoimentos de pessoas que passaram pela EQM. Os links para os relatos (inclusive vídeos) estão relacionados a seguir.

O ponto mais interessante do programa, ao meu ver, é a pesquisa internacional, a mais ampla do gênero realizada, e que está sendo conduzida em 7 países a fim de tentar demonstrar se a EQM é de fato uma experiência extracorporal da consciência. Cerca de 30 centros de pesquisa vão tentar verificar isso dispondo nas salas de emergência anteparos que contem imagens que somente podem ser vistas se o observador estiver na altura do teto dessas salas. A ideia e que uma pessoa que passe por uma EQM em um desses locais poderá, eventualmente, observar essas imagens e depois descrevê-las para os pesquisadores. No Brasil essa pesquisa é coordenada pelo cirurgião cardiovascular Leonardo Miana.

Links para as entrevistas apresentadas no Globo Reporter

Brasileiros que quase morreram contam ter visto luzes e até Jesus

Médicos dão teorias para explicar Experiências de Quase Morte

Moradores dizem que previram tragédia que matou 29 em SC este ano

Professor que voltou de parada cardíaca muda estilo de vida

Menina ressuscitada em hospital reconhece médico que a salvou

Ator de filme do Walter Salles diz que ouviu ‘chamado para voltar’ em coma

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos