Livro EFC Fundamentos tem o Preço Reduzido

Experimentos Fora do Corpo - Fundamentos

Experimentos Fora do Corpo – Fundamentos

Olá Pessoal

A editora do livro Experiências Fora do Corpo – Fundamentos informou que obteve uma redução dos custos dos fornecedores que possibilitou a redução do preço da obra para R$ 32,00.

Excepcionalmente, até o dia 25 de julho, em virtude do Dia do Escritor, o livro estará a venda por apenas R$26,00 !

O livro, publicado por esse autor em outubro de 2012, apresenta uma descrição sistematizada, ampla e didática sobre as EFCs.

As principais características do livro são:

Capítulos: 8
Páginas: 220
Figuras: 14
Índices: 3 (sumário, figuras-quadros e índice remissivo)
Formato: A5 148×210
ISBN: 978-85-914491-0-1
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha

Para ler as primeiras páginas no livro ou para comprá-lo, clique nesse link: Livro

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Estudando Exoplanetas

Exoplaneta - Crédito: NASA

Exoplaneta – Crédito: NASA

Dias atrás conversava com um amigo que relatou uma projeção consciente que ocorrera na noite anterior.

Ele estava numa espécie de sala de aulas em meio a um grupo de pessoas. A sua frente estava um instrutor e um dispositivo que assemelhava-se a um aparelho de TV 3D. O objetivo daquele encontro era assistir a uma apresentação a respeito de dois exoplanetas (situados fora do nosso sistema sola).

A apresentação começou com os dois planetas sendo exibidos lado a lado. Aparentemente eles faziam parte do mesmo sistema. O instrutor descreveu o nome dos planetas e começou a discorrer sobre as consciências intrafísicas que habitavam cada um dos planetas.

Meu amigo lembra-se que a civilização de um dos planetas estava em uma era pré-industrial e que o outro era muito mais primitivo, semelhante ao que chamaríamos “idade da pedra”. A partir desse ponto, contudo, tudo o que o instrutor falou sobre cada um dos planetas apagou-se de sua mente. Ele sabe que foram discorridos assuntos relacionados a características de cada uma das populações, mas, por mais que ele tentasse, não conseguia se lembrar dos assuntos que foram apresentados.

Para ele, o motivo desse esquecimento poderia estar relacionado o fato de ainda não ser o momento dessas informações chegarem a nossa dimensão intrafísica.

Sem descartar essa possibilidade, apresentei-lhe então uma outra explicação para esse esquecimento que, ao meu ver, é a mais provável

Em primeiro lugar, deve-se atentar para o seguinte: que tipo de impacto teria a divulgação de informações sobre planetas primitivos? Provavelmente nenhum. Então vejamos outra possibilidade.

As projeções conscientes são, via de regra, muito rápidas. Logo, os amparadores quando os extrafísicos desejam passar certa quantidade de informações para projetores, eles não podem perder muito tempo. Por esse motivo, eles empregam uma linguagem tipicamente extrafísica que mescla palavras e termos, alguns dos quais desconhecidos da dimensão intrafísica, associados a telepatização, ou seja, as ideias são passadas inteiras, completas, sem palavras, mente a mente. Essa metalinguagem é aquilo o que alguns chamam de conscienciês, o idioma natural das consciências extrafísicas, acessível a partir de um certo grau de lucidez.

Onde as pessoas aprenderam esse idioma? Ao longo de outras existências, no período intermissivo (entre uma existência e outra), isso na hipótese de ser necessário um aprendizado formal para o mesmo.

Voltando a aula extrafísica, além de usar conscienciês é possível que o instrutor extrafísico tenha usado também termos técnicos na sua explanação que são típicos de alguma área do conhecimento intrafísico, mas que o projetor não conhecia. Por exemplo, ele pode ter usado termos conhecidos da sociologia para descrever os habitantes desses exoplanetas.

Seja como for, o fato é que os termos, a linguagem empregada pelo instrutor não possuíam registro nas redes neuronais do corpo físico do projetor e essa seria, portanto o motivo da não rememoração. Não haveria posições de memória no cérebro físico onde aqueles conceitos pudessem ser encaixados.

Coloquei então para meu amigo a seguinte questão: Mais importante do que recuperar essas informações, talvez seja saber o motivo pelo qual ele estava ali. Quais situações ele vivenciar imediatamente antes dessa projeção que o levou ali? Recomendei ainda que ficasse atento a possíveis sincronicidades que ocorressem por esses dias que poderiam estar relacionadas a essa projeção.

Concluindo, essa explicação vale para várias projeções semelhantes onde aparentemente se perde o conteúdo do que foi captado. Na realidade, a informação não é perdida. Ela ficar armazenada no paracérebro do psicossoma para ser usada algum dia.

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Projetores Sonham?

life after death

Projetores sonham?

A projeção substitui o sono comum?

Essas perguntas são frequentemente formuladas na Internet por pessoas curiosas com a dinâmica projetiva.

A maioria das pessoas tem suas EFCs a noite, enquanto o corpo está dormindo. Qual será então o estado da pessoa, do seu corpo, quando ela passar a noite projetada e despertar pela manhã ? Estará descansada e disposta ou exausta e sem energia?

Não existe uma regra para o momento da noite em que, estando uma pessoa dormindo, ela saírá do corpo. Isso pode  ocorrer no início do sonho, no meio ou no fim.

O sonho, ao longo da noite, desdobra-se na forma de um ciclo com períodos de maior ou menor atividades cerebral.

Sabe-se que EFCs de longa duração, lúcidas e rememoradas, são raras. Então, e provável que a maioria das pessoas passe a noite alternando momentos em que está coincidida ou pouco descoincidida e inconsciente, com outros momentos em que está mais descoincidida e projetada.

No primeiro caso, ela terá sonhos ou pesadelos que poderão ser rememorados ou não quando ela despertar. No segundo caso ela terá projeções semiconscientes ou, mais raramente, projeções conscientes que, tal como sonhos e pesadelos, poderão ser rememorados ou não.

Quando acordamos cansados, desanimados, a causa pode estar nas poucas horas de sono (talvez fosse preciso dormir mais) e, portanto, em uma regeneração deficitária do soma. Quando dormimos, o soma produz uma série de substâncias que aceleram a regeneração celular. Esse processo ocorre paralelamente a descoincidência, ainda que parcial do psicossoma do corpo físico.

Nessa condição, o psicossoma absorve naturalmente energia extrafísica, canalizando-a para o soma e contribuindo com isso o processo de regeneração celular.

Quanto mais longe do soma a consciência conseguir projetar-se com seu psicossoma, mais energia extrafísica ela vai absorver e encaminhar para soma.

Esse é o motivo pelo qual, às vezes, estando completamente esgotados, umas poucas horas e sono bastam para um completo refazimento e, noutras vezes, 8 ou mais horas de sono não produzem o mesmo resultado.

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10 Aplicações Práticas das EFCs – 2ª Parte

FA91

Prosseguindo o texto do post anterior, são elencadas a seguir mais 5 aplicações práticas das EFCs.

5 – Auxiliar pessoas com problemas

Podemos auxiliar pessoas com problemas, estejam no intrafísico, estejam, na condição de consciências extrafísicas, habitando outra dimensão. Essa ajuda pode ocorrer de várias formas.

Exemplo Pessoal: Certa vez tive uma projeção onde me foi mostrado um rapaz que eu não conhecia pessoalmente. Sabia apenas que era irmão de uma pessoa conhecida. Durante a projeção mostraram-me que esse rapaz estava envolvido com más companhias e que isso poderia acabar resultando inclusive na sua morte. Dias depois entrei em contato com sua irmã para explicar-lhe o que percebera, sem sequer saber se ela tinha, de fato, um irmão. A conclusão dessa história é que ela não só tinha um irmão como ele estava vivendo exatamente aquela situação, de tal forma que, talvez, esse recado tenha servido para alertá-lo para que mudasse seu comportamento. Não acompanhei o desdobramento dos acontecimentos e nunca mais toquei nesse assunto com ninguém.

6 – Adquirir uma autoconscientização multidimensional

Por meio das projeções lúcidas pode-se perceber que todas as coisas e todas as consciências são interligadas, que as ações realizadas em uma dimensão repercutem em outras, que somos influenciados na dimensão intrafísica por um grande número de fatores extrafísicos que normalmente não percebemos e que determinam, sob diversos aspectos como a vida intrafísica transcorre.

Exemplo Pessoal: Por meio do registro detalhado de todas as experiências extrafisicas venho aumentando progressivamente minha autoconscientização multidimensional, baseando-a em vivências pessoais e não somente em leituras e informações de terceiros.

7 – Reencontrar-se com amigos e entes que já faleceram

É possível, embora muitas vezes difícil, encontrarmos com amigos ou entes queridos que já faleceram, ou, por outro lado, que ainda não nasceram, pois nossa família espiritual é muito maior do que a família intrafísica.

Exemplo Pessoal: Há muitos anos um colega do segundo grau afogou-se vindo a falecer em uma praia em Recife. Na época (década de 1980) o fato foi inclusive noticiado na TV. 10 anos depois, tive um rápido reencontro com esse colega durante uma projeção. Ele parecia estar bem. Muitas vezes não é o que acontece. Um grande número de fatores levam as pessoas que morrem a ficarem em um estado de sonambulismo extrafísico por largos períodos de tempo, as vezes, até o próximo renascimento.

8 – Fazer pesquisas e experimentos

Por meio das EFCs pode-se comprovar in loco afirmações feitas sobre uma infinidade de situações, fenômenos e eventos.

Exemplo Pessoal: Vários projetores afirmavam que usando as paramãos dos psicossoma puderam tocar no seu próprio cordão de prata. Após algumas tentativas pude comprovar por meio de uma EFC lúcida que isso, de fato, era possível.

9 – Preparar-se para a próxima intermissão

Por meio das EFCs lúcidas podemos descobrir de qual comunidade extrafísica viemos e se vamos ter condições de voltarmos para lá quando nosso corpo morrer. Para que isso aconteça, precisamos cumprir nossa programação existencial com certo grau de completismo, sem grandes desvios ou aquisição de novos débitos evolutivos.

Exemplo Pessoal: Recentemente estive no Ceaec em Foz do Iguaçu onde fiz vários laboratórios. Em um deles, o Laboratório do Estado Vibracional, tive alguns flashes retrocognitivos do local onde participei de um curso intermissivo. Antes disso, já havia visitado esse local durante projeções lúcidas.

10 – Conhecer seus amparadores extrafísicos

Muitas pessoas gostariam de saber se tem amparadores ou não. As vezes temos a percepção de suas existência ou presença, mas, não sabemos quem são ou como nos comunicarmos com eles. Por meio das projeções lúcidas podemos encontrar nossos amparadores pessoais e nos comunicarmos com eles, colhendo assim importantes informações que podem nos ajudar em todos os sentidos pois eles nos conhecem profundamente.

Exemplo Pessoal: Após tantos anos tendo EFCs, naturalmente, já encontrei-me com vários amparadores, eventuais e mais permanentes (amparadores pessoas) , alguns dos quais conheço até pelo nome. Isso está ao alcance de qualquer pessoa que pratique a projetabilidade lúcida.

Assim concluo esse post na esperança que a exemplificação pessoal possa inspirar os leitores a perseguirem objetivos projetivos. Quem ler meus posts perceberá que não dou muita ênfase a minhas experiências projetivas pessoais pois não quero passar para os leitores uma visão equivocada sobre minhas possibilidades e habilidades, muito menos me autopromover. Nada vem de graça. Tudo o que conquistarmos em termos evolutivos por meio da projeção consciente demanda esforço, persistência e discernimento.

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10 Aplicações Práticas das EFCs – 1ª Parte

FA91

As EFCs – Experiências Fora do Corpo – proporcionam uma série de oportunidades para promovermos nossa evolução. Nesse sentido, são relacionadas a seguir 5 aplicações práticas das EFCs. No post seguinte serão relacionadas outras 5.

1 – Apoio a tomada de decisão.

Existem ocasiões em nossas vidas em que temos dúvida sobre qual caminho seguir. Podem ser situações relacionadas à mudança de emprego, de residência, de cidade (ou estado/país), sobre se devemos nos relacionar com uma pessoa ou não, se devemos executar determinado trabalho ou ação. Nesses casos as EFCs podem nos ajudar fornecendo informações para subsidiar a tomada de decisão.

Exemplo Pessoal: Há muitos anos fui convidado para participar de um trabalho assistencial em um grupo espiritualista. O trabalho era muito interessante, mas, era realizado a noite em um local muito distante de minha residência, fora do Distrito Federal onde resido, de tal sorte que, participar dele envolveria uma série de questões que eu ponderava. Em situações como essa, considero o seguinte: houve alguma EFC prévia onde eu me visse realizando esse trabalho, extrafisicamente?  Se houve, é porque já existe algum tipo de conexão importante com essa situação/pessoas/consciências, senão… Conclusão: agradeci o convite e decidi não participar do trabalho.

2 – Pesquisa acerca dos trafores, trafares e trafais.

Trafores são nossos traços forte, positivos, nossas competências, as coisas que sabemos fazer direito. Trafares são nosso traços fardos, nossas fraquesas, defeitos, vícios, dificuldades. Trafais são os trafores que deveríamos estar usando mas que estão adormecidos em nosso íntimo. Alguns desses traços que apresentamos são facilmente perceptíveis por nós mesmos, mas outros não. Durante as EFCs, sem as camuflagens inerentes a vida intrafísica, somos o que somos. Nossos trafores e trafais se manifestam em sua plenitude em diversas situações. Quando isso ocorre, podemos percebe-los com clareza. Estar consciente dos seus traços pessoais é fundamental, seja para usar melhor os trafores, seja para trabalhar na superação dos trafares. Existem ainda os trafais, discutidos no item 3.

Exemplo Pessoal: Há muitos anos tive uma EFC retrocognitiva onde pude ver como me manifestava em outra vida. Eu tinha então um trafar que ainda manifestava na presente existência. Ficou claro, portanto, que trabalhar para eliminar essa trafar era algo muito importante. É o que venho fazendo nos últimos 20 anos. Eliminar um trafar, por vezes, consome uma ou mais vidas. Pretendo acabar com esse até o fim dessa existência.

3 – Recuperação de cons

Cons são unidades conscienciais. Cada competência que temos é um con. Os cons mais simples seriam a habilidade de caminhar, de se expressar por meio de palavras, etc. Os cons mais sofisticados são os que adquirimos na última existência ou até no período intermissivo. Esses cons são os mais difíceis de serem recuperados, e são, naturalmente muito importantes. Chamamos esses cons que nos faltam de trafais (os traços que faltam). Durante EFCs é possível, sob certas cisrcuntâncias, acessar a holomemória e recuperar esses cons.

Exemplo Pessoal: Tive pelo menos duas EFCs onde usei minha capacidade energética para induzir outras consciências a entrar em um processo de retrocognição para lembrarem-se de uma existência anteior. Ponderei então que essa habilidade que manifestar no extrafísico poderia ser um trafal e que talvez pudesse repetir esse desempenho na dimensão intrafísica, usando essa habilidade para prestar assistência. Comecei então a realizar experimentos para testar essa hipótese.

4 – Pesquisa sobre as retrovidas

Por meio das EFCs podemos ter projeções retrocognitivas e lembrar de existências anteriores, tal como relatei no item 2. Não basta sairmos do corpo para termos esse tipo de experiência sempre que desejarmos. Vários fatores interferem nisso. Deve-se observar, contudo, que muitas situações que vivenciamos fora do corpo têm ligações insuspeitas com nossas existências pregressas. É preciso atenção e reflexão sobre todos os eventos que vivenciamos durante essas experiências para percebermos essas ligações.

Exemplo Pessoal: Recentemente fiz uma viagem passando por vários países da Europa. Registrei em detalhes todas as experiências que rememorei durante o período do sono, fora outras, ocorridas durante a vigília. Embora não tenha rememorado nenhuma EFC lúcida nesse período, ao rever minhas anotações do período, pude perceber como as vidas passadas que tive naquele continente estavam se manifestando através de sonhos, projeções semiconscientes e até em coisas que pensava durante o dia.

5 – Obter informações inéditas

Durante EFCs podemos obter informações inéditas. O ineditismo pode ser pessoal ou total. No primeiro caso, tratam-se de informações que outras pessoas conhecem, que estão registradas em algum lugar no intrafísico, mas, que nós não conhecíamos. No segundo caso, não existem pessoas que tenham registrado as informações que obtermos.

Exemplo Pessoal: Foi por meio de EFCs que descobri a relação de Plotino e Santo Agostinho com as projeções conscientes. O primeiro era um projetor e o segundo deixou um relato sobre um médico chamado Gannadius que teve projeções conscientes e as relatou por meio de cartas a Agostinho. Sobre isso escrevi um dos primeiros posts desse blog.

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Colônias Espirituais x Comunidades Extrafísicas

Imagem do Filme Nosso Lar - Divulgação

Imagem do Filme Nosso Lar – Divulgação

Em 1944, foi publicado pela Federação Espírita Brasileira o livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier. Naquela ocasião, o livro causou comoção no meio espírita brasileiro, até então praticamente restrito a leitura das obras de Allan Kardec de descrevem as dimensões extrafísicas de forma extremamente superficial. As pessoas acreditavam que após a morte do corpo físico os espíritos ficavam vagando pela dimensão extrafísica até reencarnarem novamente.

Nosso Lar mostrava os espíritos organizados em torno de comunidades com um elevado grau de organização social e política, em certos aspectos semelhantes aos existentes na Terra e em outros indo um pouco mais alem. Posteriormente, muitos outros livros espíritas foram escritos onde outras colônicas espirituais também eram descritas.

Para os leitores de hoje, livros como Nosso Lar ainda causam muitas dúvidas e estranheza. Coisas como Bonus Hora, Ministérios, espíritos comendo carne e outras coisas do gênero dão “nós” na cabeças das pessoas.

Agora vamos abordar essa questão sob a ótica da projeção lúcida. Vamos classificar as comunidades extrafísicas em tipos genéricos:

Tipo 1: Comunidades extrafísicas baratrosféricas*, existentes em dimensões extrafísicas crostais, habitadas por consciências pouco evoluídas, puco lúcidas, completamente presas as emoções e sentimentos desequilibrados e doentios. O padrão médio de pensamentos, sentimentos e energias existentes nessas comunidades equivale ao que há de pior na dimensão intrafísica. A infraestrutura dessas comunidades tornam-nas semelhantes a primitivos vilarejos medievais.

Tipo 2: Comunidades extrafísicas habitadas por consciências mais equilibradas, mais lúcidas, mas, ainda ligadas a dimensão intrafísica sob vários aspectos. A infraestutura dessas comunidades são parecidas com as que conhecemos na Terra.  Algumas dessas comunidades assemelham-se as nossas grande cidades. O padrão médio de pensamentos, sentimentos e energias existentes nessas comunidades equivale aos melhores valores da dimensão intrafísica.

Tipo 3: Comunidades extrafísicas  habitadas por consciências muito mais evoluídas que aquelas encontradas na dimensão intrafísica. A infraestutura dessas comunidades guarda pouca semelhança com as da dimensão extrafísica. O padrão médio de pensamentos, sentimentos e energias existentes nessas comunidades transcende em muito os verificados nos seres humanos.

Certamente, outras classificações são possíveis. Assim como podemos medir a qualidade de vida em um cidade na dimensão intrafísica pelo IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – certamente, deve ser possível classificar as comunidades extrafísicas com um IDC – Índice de Desenvolvimento Consciencial e diferenciá-las entre si. Provavelmente, algum dia alguém fará isso.

Isso é o que os projetores lúcidos constatam em suas experiências projetivas. Na semana passada, por exemplo, tive uma EFC lúcida onde me foi mostrada uma dessas comunidades, tipo 2, muito parecida com uma cidade intrafísica  brasileira de médio porte. Perguntei a consciência extrafísica que estava comigo qual era o nome dessa comunidade ante o que ela me respondeu com uma palavra que nunca ouvira antes. Tive que consultar um dicionário especializado na Internet para descobrir o significado da palavra, inexistente no português. Foi, de certa forma, uma comprovação de que essa EFC lúcida foi real, senão, como poderia obter essa informação?

Voltando a questão de Nosso Lar, ela seria, dentro dessa classificação, uma comunidade do tipo 2, isso em 1944. Não sei o quanto ela pode ter evoluído nesse meio tempo.

Outra questão importante é que as obras mediúnicas, tais como Nosso Lar, são fontes limitadas de informação sobre essas comunidades. Normalmente, suas características são descritas “en passant” em meio a um romance espírita ou “obra de cunho doutrinário”. Mesmo que o autor extrafísico tenha a intenção de esclarecer mais sobre essa questão e o médium consiga captar e registrar isso, existe a censura das editoras que, não raro, retiram das obras psicografadas tudo aquilo que acham ser “viagem na maionese” do médium ou ainda que contrarie os interesses religiosos vigentes.

Por esse motivo, os relatos de projetores extrafísicos são a melhor fonte possível sobre as características e peculiaridades das comunidades extrafísicas.

Assim, no caso de Nosso Lar, caso o leitor dessa obra ache estranho algo que ler sobre as características essa comunidade, deve considerar três coisas:

1 – Que muitas coisas ali existentes deviam-se ao grau de maturidade deficiente de seus habitantes;

2 – Que as características daquela comunidade podem ser muito específicas e não serem as mesmas de outras comunidades, mesmo as de nível evolutivo semelhante e

3 – Que seria necessário conferir os originais psicografados (se é que ainda existem) para verificar o que foi alterado quando o livro foi publicado.

Notas:

* O termo Baratrosfera vem do Latim barathrum “abismo onde se lançavam os criminosos”, e este vem do Grego, bárathron, “buraco profundo; abismo; voragem.

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O que é a Experiência Fora do Corpo?

Astral Experience

Definição: EFC ou Experiência Fora do Corpo é o ato de sair de seu corpo físico e se movendo em um corpo astral ou energia.

Sinonímia: No Brasil os principais termos empregados para definir o fenômeno da EFC são projeção da consciência, projeção astral, viagem astral, viagem espiritual, desdobramento e arrebatamento.

Natureza: O que se projeta, o que sai do corpo físico é aquilo o que denominamos consciência. Outras denominações para consciência são espirito, alma, self. Quando a consciência sai do corpo físico, ela usa outro corpo, constituído de matéria extrafísica. Esse outro corpo pode ser denominado psicossoma, corpo astral, corpo das emoções ou períspirito. Na realidade, a consciência possui vários corpos extrafísicos. O conjunto de todos esses corpos, mais o corpo físico, chama-se holossoma.

Causas: Muitos fatores podem provocar a EFC: o relaxamento do corpo físico, a meditação, o transe hipnótico, o transe mediúnico, o estado vibracional, a intensa privação de água ou comida, a Experiência da Quase Morte – EQM, anestesia, a atuação de amparadores extrafísicos, etc. Seja como for, a causa primária ou raiz da EFC é a diferença significativa de vibração do psicossoma (corpo extrafísico) para o soma (corpo físico).

Tipos: A EFC pode ser espontânea ou provocada, autoinduzida ou heteroinduzida, diurna ou noturna, rápida ou demorada, rememorada ou não rememorada, mais ou menos lúcida. Enfim, as variações são muitas, praticamente ad-infinitum.

Estado Diferenciado: Nosso estado normal de manifestação é a vigília física, quando estamos despertos, acordados, lúcidos. Qualquer condição diferente dessa é chamada de estado diferenciado de consciência. O sono, o sonho, a EFC são estados diferenciados de consciência.

Lucidez: A EFC pode ser consciência, semiconsciente ou inconsciente. Em outras palavras, podemos ter uma EFC se retornarmos ao corpo físico sem sabermos disso. É o que acontece com a maioria das pessoas todas vez que vão dormir.

Quem tem EFCs: Todas as pessoas tem projeções inconscientes. Aparentemente, trata-se de um fenômeno parafisiológio. A pessoa vai dormir, o corpo relaxa, os laços que unem o soma ao psicossoma se distendem e ela sai do corpo, retornando ao despertar. Contudo, apenas 14% da população de um modo geral tem EFCs lúcidas, considerando inclusive aquelas pessoas que tiveram uma única experiência desse tipo ao longo da vida.

Rememoração: A EFC pode ser lúcida, mas, ainda assim, pode não ser rememorada. A maioria das EFCs parece ser assim. Então se uma pessoa afirma que teve, por exemplo, 10 EFCs lúcidas por se lembrar delas, provavelmente ela teve centenas de outras EFCs das quais não guardou rememoração.

Técnicas: Existem centenas de técnicas projetivas que podem ser empregadas para autoindução de uma EFC. Nenhuma dessas técnicas pode ser considerada universal pois cada pessoa adapta-se mais a uma ou outra.

Proveito: As EFCs mudam a forma como encaramos a vida, ampliam nosso entendimento sobre uma série de questões, eliminam o medo da morte, abrem as portas para expansões conscienciais e para a reformulação da vida humana para melhor.

Registro: O registro por escrito das EFCs lúcidas é fundamental para quem deseja aprofundar o entendimento desse fenômeno e, em ultima instância, de si mesmo. Com o tempo, à maioria dos detalhes das EFCs tendem a ser esquecidos. Somente o registro escrito garante a completa recuperação dos eventos extrafísicos que foram fracamente registrados no cérebro.

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Rápida Projeção no Ceaec

Alojamento no Ceaec - Foto do Autor

Alojamento no Ceaec – Foto do Autor

No penúltimo Post, relatei um evento ocorrido no Ceaec. Mas isso não foi tudo. Tive mais algumas experiências que posso relatar.

Cheguei ao Ceaec, em Foz do Iguaçu, no dia 27 de março e por conveniência, resolvi dormir no Village (foto acima), um alojamento existente dentro do Ceaec (um hotel está em fase do construção ao lado do complexo).

Na primeira noite de sono no local. Propositadamente, não fiz qualquer trabalho energético ou autoprogramação antes de dormir. Eu queira ver “o que iria rolar” dessa forma, sem qualquer indução. Adormeci depois de algum tempo. Dormi pouco nessa noite.

A única coisa do qual me lembro durante o período de sono dessa primeira noite é que eu estava conversando com uma mulher. Ela estava sentada na minha frente, bem à vontade. Era magra, pele morena, cabelos pretos, curtos e ondulados, provavelmente presos de alguma forma na parte detrás da cabeça. Trajava uma blusa clara estampada que lembravam pequenas flores.

O que mais me chamou a atenção nela foram os olhos. Sob e acima das sobrancelhas parecia haver uma maquiagem escura que formava uma barra retilínea, digamos assim, de uma ponta a outra das sobrancelhas. Ela estava prestando-me vários esclarecimentos, mas, não guardei rememoração sobre os pormenores dos assuntos abordados. Isso é o que chamamos de projeção semiconsciente.

No dia seguinte deitei-me para dormir por volta de meia-noite. Sem perceber adormeci, como num abrir e fechar de olhos. Despertei às 2:20 com o livro da Helen Keller “estampado na minha cara”, conforme relatado no post anterior.

Depois disso, não consegui mais dormir. Passei as horas seguintes me revirando na cama. Aproveitei então para processar mentalmente algumas ideias. Infelizmente, isso não ajuda em nada a trazer o sono de volta, de forma que assim fiquei até umas 6:30 quando, finalmente, adormeci novamente.

Entrei em um estado alterado de consciência e passei  a sonhar lucidamente. Nesse sonho, eu despertava (falso despertar). O quarto estava claro como se fosse dia, apesar de, no intrafísico, estar completamente escuro. Fora isso, percebi que havia muitos outros objetos e móveis no quarto além dos que estão instalados no intrafísico. Eu despertava, erguia-me da cama e me questionava se havia de fato acordado.  Isso aconteceu duas vezes, No terceiro falso despertar, ao me levantar, meu nível de lucidez aumentou. De alguma forma, surgiu em minha paramão direita um estojo de lápis escolar aparentando ser feito de nylon vermelho, com um zíper branco rodeando-o quase que completamente.

Mais uma vez, desconfiei que aquele não era um autentico despertar e que estava na realidade projetado fora do corpo físico. Minha lucidez ainda não estava num nível L6*, pois se assim fosse, eu não teria nenhuma dúvida sobre o fato de estar projetado. Para testar minha impressão, atirei para cima o estojo que estava em minha paramão de forma que subisse e caísse dando rodopios. Minha hipótese, formulada num átimo, era de que se eu estivesse projetado, aquele estojo seria extrafísico e, portanto, poderia comportar-se de forma diversa ao que seria de se esperar no intrafísico, contrariando a atração gravitacional e caindo de volta na minha paramão lentamente, como se estivesse em câmera lenta. Se isso ocorresse, pouco importando se o efeito seria provocado pela atuação da minha mente por sobre o objeto ou não, seria a comprovação de que eu estava projetado.  Mas, não foi o que sucedeu. Nesse ponto, minha visão estava ligeiramente deslocada para fora do psicossoma, de tal sorte que eu me via de um ponto ligeiramente deslocado para fora do psicossoma.

Apesar do “teste” da queda do estojo não comportar-se com eu esperava, convenci-me de que estava projetado. Nesse momento, devo ter passado do nível de lucidez L2* para L4*. Esqueci o estojo, a visão centrou no psicossoma (isso é comum para mim quando passo de sonho lúcido para uma projeção lúcida), ficando tal como a visão no corpo intrafísico. Levantei-me completamente da cama, sem contudo pisar no chão. Parecia flutuar a alguns centímetros sobre ele. Chamou-me a  atenção uma grande quantidade de objetos multicoloridos dispersos pelo chão, Eram pequenos brinquedos e/ou artefatos de desenho e artes plásticas do tipo que são usados por crianças.

Subitamente despertei**. Poucos minutos se passaram após ter adormecido. Avaliei então esses eventos. Fiquei surpreso comigo mesmo. De onde tirei aquela ideia de atirar o estojo para o alto? Como consegui elaborar tão rapidamente essa ideia? As vezes surpreendo-me com essas coisas.

Por que o quarto estava tão diferente e porque haviam tantas coisas ali relacionadas com material didático para crianças? Seriam de fato para crianças? Estariam essas formas pensamento relacionadas a pessoas que hospedaram-se ali antes de mim? Teriam sido essas formas pensamento criadas por uma consciência extrafísica ali presente, não percebida por mim, para dar-me um recado, algo como: “O seu nível de projetabilidade lúcida ainda é o de uma criança…”. Ou a ideia seria outra, afinal, o que contém um estojo? Canetas, lápis… Seria uma indicação de que tenho que escrever mais? Nesse sentido, os objetos no chão indicariam a necessidade de usar mais elementos didáticos em minhas atividades? Quem sabe? Quando paira a dúvida quanto a natureza de um experimento projetivo, temos que cogitar todas as possibilidades.

Concluindo, observe leitor que a projeção foi muito rápida, mas, quantas linhas tive que usar para descrever tudo o que se passou nesse ínfimo período de tempo? Nada do que acontece ou o que é percebido durante um experimento projetivo é casual. A atenção para com os detalhes, e o seu registro posterior, por menores que sejam, pode trazer muitas informações úteis.

Notas

* Os níveis de lucidez extrafísica são descritos no livro Projeciologia de Waldo Vieira:

L2 = 20% de lucidez extrafísica. Seminconsciência com interferências oníricas.

L4 = 40% de lucidez extrafísica. O projetor ainda tem dúvida sobre se está ou não projetado.

L6 = 60% de lucidez extrafísica. Nesse ponto a lucidez é quase igual a que a pessoa apresenta na dimensão intrafísica e o projetor sabe, sem dúvidas, que está projetado.

** Experimentos recentes indicam que quando a pessoa entra na condição de sonho lúcido o cérebro passa a produzir ondas Gama cuja frequência é maior do que as que são produzidas na vigília comum. Essa superativação do córtex cerebral faz com que a pessoa rapidamente desperte.

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

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Livros:

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Insight Extrafísico sobre Livro

FA205

Aproveitei o feriado da Semana Santa para ir ao CEAEC – Centro de Altos Estudos da Consciência, em Foz do Iguaçu, onde fiz algumas pesquisas e experimentos.

Cheguei ao Ceaec no dia 27. Como tinha uma agenda cheia de atividades, achei mais prático hospedar-me no Village, um alojamento existente no local.

A primeira coisa que fiz foi ir a livraria Epígrafe onde é possível encontrar livros e outras publicações da Conscienciologia que não estão a venda em outros locais, além de outros livros sobre assuntos paranormais e etc.

Chamou-me a atenção na livraria o livro A história de minha vida (foto acima) escrito por Helen Keller.

Eu já sabia que Waldo Vieira havia comentado em uma tertúlia que ele suspeitava que  Helen Keller pudesse ser uma serenona. Quando soube disso, no início do ano, procurei pelo livro na Internet, mas sem sucesso.

Quando peguei o livro no mostruário “tomei um susto”. Massudo, o livro tem 455 páginas. Pensei: ” …É…acho que vai ficar para próxima vez, já estou levando vários outros livros e tenho centenas mais para ler em casa…”. Conclui minhas compras e fui realizar outras atividades.

No dia seguinte, 28 de março, deitei-me para dormir por volta de meia-noite. Sem perceber, adormeci como num abrir e fechar de olhos, de forma tão suave que achei diferente. Peguei o relógio sobre o travesseiro que marcava 2 horas e 20 minutos. Fiquei impressionado pois parecia que eu acabara de fechar os olhos.

Bem, o que aconteceu nesse meio tempo? A última cena que se descortinou na minha mente, instantes antes de abrir os olhos e despertar,  foi o livro da Helen Keller, colorido, como na foto acima, “estampado na minha cara”, ou seja, ocupando todo meu campo visual. Fiquei surpreso com isso. Conclui então: ..É… acho que vou ter que comprar esse livro afinal. Deve ter algo nele que preciso ler…”

Em seguida, tentei recuperar a memória do que acontecera nesse intervalo de tempo mas sem sucesso. Só tive um rápido vislumbre de ter estado num prédio onde uma porta de elevador se abria para que algumas pessoas entrassem. Essa cena ocorreu imediatamente antes a cena do livro.

Demorei a retomar o sono.

Ao amanhecer, fui assistir a Minitertúlia,  um evento que ocorre entre as 9 e 11 horas. Waldo Veira,  em certo momento, comentou algo sobre  a Helen Keller. Lembrei-me na hora, do evento anterior e tomei um intenso banho energético. Concluí que, de fato, deve haver algo diferente nessa mulher.

Sobre Helen Keller

Nascida no Alabama, EUA, Helen Keller provou que deficiências sensoriais não impedem a obtenção do sucesso. Helen Keller ficou cega e surda, desde os 18 meses de idade, devido a uma doença diagnosticada na época como “febre cerebral” (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina). Com educação apropriada, ministrada por sua preceptora, Anne Sulivan, Keller tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor de pessoas portadoras de deficiência. A história do encontro entre Keller e Anne Sullivan é contada na peça The Miracle Worker, de William Gibson, que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan, em 1962, dirigido por Arthur Penn.

Onde comprar o livro

Na Epigrafe ou em outras livrarias na Internet.

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Origem da Terminologia Projetiva

FA204

Hoje empregamos termos como EFC, OBE, Viagem Astral, Projeção Astral e outros mais com muita frequência. No Brasil é muito fácil encontrar pessoas que já tenham ouvido falar em algum desses termos e do conceito a eles associado.

A origem da terminologia projetiva, contudo, é obscura. Fazendo-se buscas na Internet, constata-se uma série de equívocos sobre quando certos termos surgiram e quem os criou. Frequentemente, nos EUA, pessoas são citadas como tendo sido os criadores do “sentido moderno” de astral travel ou astral projection e, as vezes, como criadores de fato dos termos. Um caso que chamou-me mais a atenção foi uma dessas atribuições feitas a Dion Fortune:

“The actual term “astral projection” was coined in the 1940s by British psychic Dion Fortune in her book Psychic Self Defense”

Consultando esse livro, constei que o termo astral projection simplesmente não é usado nessa obra! Aparentemente alguém fez essa citação descuidada e todo mundo que todo mundo saiu copiando.

Curioso, fui em campo e fiz uma pesquisa (não se enganem: custou-me várias horas de trabalho) e agora apresento para você meu levantamento, restrito aos termos mais usados em inglês e francês, idiomas em que surgiram. Nos demais idiomas, como o português, esse termos foram simplesmente traduzidos.

1857 Emancipation de L´Ame: Em portuguêsEmancipação da Alma”. Termo da língua francesa criado pelo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, vulgo Alan Kardec (1804-1869) e divulgado pela primeira vez em 1857 no Le Livre des Esprits (O Livro dos Espíritos).

Comentários: O termo nunca foi muito usado, mesmo pelos espíritas, uma vez que o foco da doutrina é a mediunidade. Ao longo do tempo os espiritas passaram a usar outros empregados por metapsiquistas, exotéricos e, mais recentemente, por cientistas.

1884 – Astral Projetion: Em português “Projeção Astral”. O termo da língua inglesa pode ser rastreado até 1884 quando foi usado pela primeira por Edith Maughan no Volume 4 do Journal of the Society for Psychical Research.

Comentários: Nas décadas seguintes o termo tornou-se popular nos Estados Unidos da América. Alguns autores como Sylvan Moudon chegaram a publicar livros com esse título.

1900 – Dédoublement: Em portuguêsDesdobramento”. O uso da palavra fancesa Dédoublement teve início na França por volta de 1894. Anos depois, passou a ser empregada pelos metapsiquistas para descrever o fenômeno da EFC e da bilocação, às vezes associado a uma segunda palavra como dédoublement personne (desdobramento da pessoa) e dédoublement spirituel (desdobramento espiritual).

Comentários: O termo popularizou-se com os livros pelo francês Charles Lancelin (1852-1941) e pelo italiano Ernest Bozzano (1862-1943) escritos no início do Século XX. No Brasil, vários livros de Bozzano foram traduzidos para o português, popularizando o termo “desdobramento” no meio espírita onde estavam seus leitores. Apesar de popular no meio espírita desde então, o termo (assim como todos os demais) é execrado por alguns espíritas por não existir nas obras de Kardec.

1907 – Astral Travel: Em português “Viagem Astral”. A mais antiga referência a esse termo da língua inglesa pode ser encontrada no livro “A Series of Lessons in Gnani Yoga (the Yoga of Wisdom.)” de Yogi Ramacharaka, pseudônimo de William Walker Atkinson Publicado pela The Yogi Publication Society.

Comentários: Tal como o termo Astral Projection, Astral Travel tornou-se muito popular nos Estados Unidos da América, tornando-se com o tempo o termo mais empregado no mundo para descrever o fenômeno das EFCs.

1913 – Lucid Dream: Em português “Sonho Lúcido”. O termo da língua inglesa foi cunhado pelo psiquiatra e escritor holandês Frederik van Eeden (1860-1932) e divulgado pela primeira vez em 1913 em um estudo feito para a Sociedade de Pesquisas Psíquicas (SPR) em Londres denominado A Study of Dreams (Um Estudo dos Sonhos).

Comentários: O termo caiu no esquecimento, tendo sido resgatado por pesquisadores como Stephen Laberge (1947-/) a partir da década de 1980.

1960 – Out-of-Body Experience (OBE): Em português “Experiência Fora do Corpo”. O termo da língua inglesa foi criado pelo psicólogo e parapsicólogo americano Charles T. Tart  (1937-/) para designar o fenômeno em lugar de Astral Projection e Astral Travel, considerados místicos.

Comentários: O termo OBE, também descrito como OOBE, foi adotado pelos parapsicólogos e é o único citado em publicações científicas. O projetor e escritor Robert Alan Monroe foi um dos responsáveis pela popularização do termo, usado em seus livros escritos a partir da década de 1970. O termo, seja por ser maior do que o de seus antecessores (4 palavras), seja por ser um hábito moderno, já surgiu com um acrônimo (sigla).

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