Sonhos Indicativos de Projeção

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“O Voo da Alma” – Óleo de Louis Janmot (1814-1892) Crédito: Wikimedia Commons

O sonho é um estado diferenciado de consciência caracterizado pela produção mental diversificada, de onirismo, situações imaginárias, irreais, que só existem na mente do indivíduo. Essa produção mental é guiada pelo subconsciente da pessoa que frequentemente emprega uma linguagem simbólica universal, arquetípica.

Sabemos também que, mesmo projetada, para fora do corpo físico, a consciência pode ter sonhos. Nesses casos, apesar de ela perceber sua própria elaboração mental, intrapsíquica, podem se mesclar a essa produção impressões sensoriais captadas pela consciência no extrafísico.

O que ocorre então, é que, devido a falta ou baixíssimo nível de lucidez, a consciência traduz, interpreta aquilo o que ela percebe de outra forma, fantasiosa, simbólica.

Dessa forma, vários sonhos podem ser indicativos que a consciência estava, na realidade, projetada, fora do corpo físico e não se deu conta disso.

Alguns exemplos de sonhos que indicam essa situação:

  • Voar – relaciona-se a volitação extrafísica
  • Cair de algum lugar – relaciona-se a reinteriorização no corpo físico;
  • Ver o próprio corpo e questionar-se porque isso está acontecendo;
  • Flutuar – Relaciona-se a saída do corpo físico;
  • Estar projetado – relaciona-se a vivência de experiências extrafísicas;
  • Caminhar em direção a cama e despertar em seguida – relaciona-se a reinteriorização no corpo físico;
  • Desconfiar, por algum motivo, que está sonhando – relaciona-se a vivência de experiências extrafísicas;
  • Encontrar com pessoa conhecida que já faleceu, percebendo-a com aparência diversa, mais jovem ou completamente diferente – relaciona-se a vivência de experiências.

É importante lembrar que, mesmo que alguém tenha um sonho desse tipo, por mais “vivido” que venha a ser, não existe um nível de lucidez para poder afirmar-se de que a experiência foi uma EFC.

Durante uma projeção consciente autêntica a pessoa fica lúcida, sabe que está fora do corpo e usa seu raciocínio para direcionar suas ações.

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O que é a consciência?

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Consciência é a essência do ser humano. Também podemos chamar essa essência de alma, espírito, self, ego, dentre outras denominações.

São muitas as tentativas de definir o que é a consciência, qual é a sua origem e sua natureza íntima. As primeiras proposições nesse sentido surgiram na antiguidade. Nos dias atuais, essas são questões de pesquisa da filosofia da mente, da psicologia, da neurologia e das ciências cognitivas.

Em termos de etimologia, o termo consciência vem do idioma Latim, conscientia, que significa “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; o conhecimento; a consciência; senso íntimo”. O termo surgiu no Século XIII.

Para a ciência, baseada no paradigma newtoniano-cartesiano (em outras palavras, no materialismo) a consciência somente pode ser explicada como um produto do sistema nervoso, mais especificamente, da estrutura cerebral.

Assim, animais teriam uma consciência primária ao passo que os seres humanos teriam uma consciência elaborada por possuírem estruturas cerebrais evolutivamente mais sofisticadas como as áreas de Brocca e Wernicke que respondem respectivamente pela produção da fala e pelo entendimento da linguagem.

Essas estruturas confeririam ao ser humano a capacidade de autoconsciência, o conhecimento sobre si mesmo e sobre as outras coisas, diferenciando-o assim dos animais.

Muitas pesquisas e experimentos foram realizados no sentido de localizar a sede da consciência em alguma das inúmeras estruturas existentes no cérebro. Os resultados, contudo, apontaram para o fato de que a consciência não está circunscrita a essa ou aquela área, mas se espalha, difusamente, pelo cérebro.

O fenômeno da Experiência Fora do Corpo, que implica da transcendência da consciência ao corpo físico, não pode ser admitido pela ciência pois fere o paradigma vigente: não pode ser comprovado pela instrumentação, logo não existe,

Portanto, para a ciência, a consciência surgiria com o corpo e desapareceria com sua morte, sendo o fenômeno da projeção da consciência  encarado, como uma distorção das percepções, alucinações, desequilíbrio mental ou, na melhor das hipóteses, um sonho lúcido, um estado diferenciado de consciência ainda pouco pesquisado.

Sob ponto de vista de outro paradigma, não materialista, a consciência transcende ao universo físico. Não é matéria nem energia, pois não apresenta as propriedades nem de uma nem de outra. Embora não conheçamos exatamente como surge à consciência nem qual é o seu destino final, sabemos que ela pré-existe ao nascimento do corpo físico e que sobrevive a morte desse.

Também sabemos que a consciência está em permanente processo evolutivo, tal qual todas as demais formas de vida, processo esse que se estende ao longo de diversas dimensões e ao longo de inúmeras existências em corpos intrafísicos.

Essa dinâmica ocorre em conformidade com a estrutura multicorporal da consciência. Além do corpo físico ela possui outros veículos de manifestação constituídos de matéria extrafísica.

A realidade multidimensional não poderia passar completamente despercebida do universo físico. De fato, essa natureza da consciência é evidenciada por uma grande quantidade de fenômenos parapsíquicos, tais como a projeções conscienciais lúcidas, que não podem ser explicados pelas leis do universo físico. Tais fenômenos, contudo, ainda são ignorados pela maioria da população terrestre, particularmente pela ciência oficial.

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O que é a Projeção da Consciência?

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A projeção da consciência ou EFC – Experiência Fora do Corpo – é um fenômeno onde uma pessoa sai do seu corpo físico e se manifesta por meio de outro corpo, mais sútil, em uma dimensão extrafísica.

Este fenômeno é natural, parafisiológico, inerente à condição humana e que pode ocorrer de forma voluntária ou não.

Todas as noites, quando as pessoas vão dormir, afrouxam as ligações energéticas que mantém o corpo extrafísico da consciência, o psicossoma, firmemente conectados ao seu corpo físico, o soma, ocorrendo à projeção da consciência de forma natural e inconsciente.

Por ficarem sem lucidez, as pessoas não tem noção do que de fato se passa com elas. Nessa condição, elas tem projeções inconscientes, durante as quais tendem a ficar próximas ao corpo físico, onde passam por estados diferenciados de consciência como o sonho, o pesadelo ou simplesmente o sono comum.

A consciência que se projeta é aquilo o que denominamos espírito, alma, self, ego. A projeção ocorre para que ocorram processos fisiológicos e parafisiológicos relacionados     à regeneração do corpo físico.

Projeções conscientes podem ocorrer de forma natural em outras circunstâncias, como por exemplo, quando a pessoa passa por privações ou dores extremas, quando submetida a um intenso estresse mental e emocional ou durante uma EQM – Experiência de Quase Morte, quando suas funções vitais cessam momentaneamente.

Podem ainda ocorrer projeções autoinduzidas, quando a pessoa emprega uma técnica projetiva para produzir a projeção consciente e projeções heteroinduzidas, quando outra pessoa ou uma consciência extrafísica emprega alguma técnica para retirá-la fora do corpo.

Quando a projeção do psicossoma ocorre, esse se mantem conectado ao corpo físico por meio de um corpo energético denominado energossoma, também conhecido por duplo-etérico ou corpo bioplásmico. Além de projeções de psicossoma podem ocorrer, mais raramente, projeções de mentalsoma, ou outro corpo da consciência, mais sutil e evoluído que o psicossoma.

A projeção da consciência é um fenômeno universal, conforme constataram pesquisas realizadas em dezenas de países e culturas diferentes, podendo ocorrer com crianças, jovens e idosos, com homens ou mulheres, independentemente das suas condições de saúde, convicções filosóficas, políticas ou religiosas.

O fenômeno recebeu inúmeras denominações ao longo do tempo tais como esses: Estado de Emancipação da Alma, Desdobramento, Astral Travel (Viagem Astral), Astral Voyage (Viagem Astral), Astral Soul (Viagem da Alma), Out-of-the-Body Experience (Experiência Fora do Corpo).

Chama-se projetor, projetor consciente ou projetor lúcido a pessoa que tem essas experiências. Ao longo de uma vida, podem ocorrer desde uma única projeção consciente até mesmo milhares delas. O número, o teor e a qualidade de experiências varia muito de uma pessoa para outra.

Pequena parcela da população, no máximo 16%, passa por uma ou mais projeções conscientes ao longo da vida. Aparentemente, a grande maioria das experiências projetivas conscientes não são rememoradas pelos projetores por diversos motivos. São raros os projetores que tem uma projeção lúcida semanal rememorada e muito mais raros aqueles que tem projeções lúcidas diárias rememoradas.

A projeção da consciência é uma habilidade ou competência que pode ser inata ou que pode ser desenvolvida ao longo da vida. Quem já nasce com facilidade de ter projeções conscientes é porque desenvolveu essa habilidade em outras vidas e a trouxe para o corpo atual por meio de um mecanismo de paragenética.

Considerando o fato de que vivemos em uma realidade multidimensional que, percebamos ou não, influencia em nossas vidas e que é influenciada por nós, a projeção lúcida é uma habilidade que terá que ser desenvolvida pela consciência em algum momento de seu processo evolutivo para que ela possa interagir com essa realidade de forma adequada e dominá-la.

Antes de ocorrerem às projeções lúcidas, a consciência desenvolve a habilidade de ter projeções semiconscientes, quando já manifesta algum grau de lucidez durante suas projeções voluntárias noturnas. Nessa condição, ela mistura as percepções extrafísicas com criações mentais oníricas. Essas experiências também são chamadas de sonhos lúcidos.

A projeção lúcida da consciência faculta uma série de benefícios, aumentando o grau de conscientização quanto à realidade multidimensional, proporcionando a obtenção de informações úteis de todos os tipos além dos meios convencionais da rotina diária, proporciona oportunidades de aprendizado e reencontro com consciências amigas, dessa vida ou de existências anteriores e possibilita a realização de tarefas interassistenciais.

O desconhecimento desse fenômeno e de suas peculiaridades faz com que muitas pessoas o encarem com receio, desconfiança e medo. Pessoas que afirmam ter projeções lúcidas as vezes são tratadas como anormais, pessoas desequilibradas e doentes mentais.

A grande disseminação de informações ocorrida no final do século XX, particularmente por meio da Internet, vem divulgando esclarecimentos de forma progressiva sobre a projeção da consciência, de tal forma que hoje muito mais pessoas tem pelo menos tem uma ideia do que é esse fenômeno.

Algum dia, no futuro distante, todas as pessoas terão projeções conscientes lúcidas como parte das rotinas de suas vidas, com consequências significativas para o modo de vida que se tem nesse planeta.

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Mobilização de Energia e Projeções Conscientes

Transformation ins Licht

Respondi recentemente aos questionamentos de um homem relacionados a mobilização de energias e projeção consciente.

Há muitos anos ele vem praticando a mobilização de suas energias conscienciais por meio de meditação e da prática do EV – Estado Vibracional.

Recentemente, vem tentando produzir projeções conscientes. Para isso mobiliza as energias e faz EV antes de dormir, mas, apesar disso, as projeções não acontecem.

Como lhe expliquei, isso ocorre porque, as projeções lúcidas requerem a convergência de uma série de fatores para que possam acontecer.

Sair fora do corpo de forma inconsciente ou semiconsciente é algo que todo mundo faz. O que falta é lucidez. Para possibilitar o aumento da lucidez é necessário sutilizar suas energias conscienciais. Isso pode ser feito por meio de um intenso trabalho de mobilização e exteriorização de energias. A intensa exteriorização reduz, temporariamente, a quantidade de energia densa presente no energossoma e psicossoma (corpos extrafísicos) o que, por sua vez, faculta o aumento da lucidez extrafísica e, portanto, a produção de uma projeção consciente.

Um problema que o projetor terá que lidar é: para onde ele vai exteriorizar essa energia? Fazer isso de forma descuidada, expelir a energia sem qualquer alvo ou aplicação e repetir esse procedimento noite após noite pode acabar gerando assédio extrafísico, pois não vai demorar muito para consciências extrafísicas energívoras perceberem que tem alguém jogando fora grande quantidade de ECs diariamente, sempre no mesmo horário.

A prática da Tenepes – Tarefa Energética Pessoal – a noite, antes de dormir, seria a forma ideal de fazer essa exteriorização. Além de assistir outras consciências, de quebra, a pessoa está de predispondo a ter uma projeção lúcida.

Como você leitor talvez tenha lido ou ouvido falar, fazer EV antes de dormir, pode levar a pessoa a ter uma projeção lúcida. Como fica isso então?

Posso afirmar por experiência pessoal que funciona mais ou menos assim: você instala um bom EV antes de dormir, já deitado em seu leito, noite após noite e, ocasionalmente, projeções lucidas ocorrerão. Mas a taxa de sucesso é muito baixa, digamos, 1 vez por mês.

Dá para melhorar essa taxa? Sim é possível. Pode-se empregar mais técnicas projeticas concomitantemente a instalação do EV. Outra forma, mas “dura” é instalar o EV e mantê-lo pelo maior tempo possível ou simplesmente ficar circulando as energias dos pés a cabeça/da cabeça aos pés por uma hora ou mais, com a provável instalação de vários EVs nesse meio tempo. Com isso, aumenta-se bastante as chances de produção da projeção lúcida. Ocorre, porém, que as projeções nesse caso tendem a ter baixo nível de lucidez pois o projetor vai carregar consigo muita energia densa que não foi liberada. Chama-se isso de projeção lastreada.

Naturalmente, como cada pessoa tem suas próprias peculiaridades, resultados diferentes desses podem acontecer. A pessoa interessada tem que se autopesquisar e ver como sua lucidez extrafísica responde aos diversos procedimentos de mobilização energética.

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Projeção de 1 de Janeiro

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Diário Holossomático, 1 de Janeiro de 2014.

Cheguei em casa com minha esposa vido da casa de amigos onde celebramos a passagem de ano. Deitei-me para dormir por volta de 2 horas da manhã.

Tive inúmeras projeções semiconscientes de longa duração ao logo da noite, onde me via participando de histórias que envolviam muitas pessoas em enredos que poderia classificar como ficção científica. Recordei-e de duas passagens em especial. Na primeira estava com um grupo de pessoas num local exótico que parecia ser gigantesco jardim retangular dentro de enorme um enorme prédio. As pessoas ouviam o que uma moça nova lhes falava. Ela era branca, cabelos lisos e pretos, talvez presos atrás da cabeça, trajando vestido banco e curto.

Na segunda passagem que recordei lembro de estar diante de um homem, completamente calvo, idoso, com uma roupa que parecia ser um uniforme azul bem claro, abaixando-se, colocando a mão espalmada no chão calçado com pequenos ladrilhos retangulares como que para apoiar-se. Quando sua mão tocou o chão houve uma transição dimensional, uma  mudança dele para outra dimensão/realidade. Todo o cenário em que ele estava envolvido se desvaneceu e inteiramente distinto surgiu ao seu redor.

Despertei e passei a rememorar os eventos da noite. Levantei-me pouco depois das 8 horas da manhã para fazer um trabalho relacionado a mobilização energética.

Findo o trabalho energético, por volta da 9:00 horas, constatei que todos em casa ainda dormiam. Retornei para o quarto que estava na penumbra devido as cortinas e silencioso. Não havia ruído vindo de fora. Parece que toda a vizinhança dormia. Resolvi deitar-me novamente. Adormeci. Tive novas projeções semiconscientes. Numa delas estava num local aberto quando percebi a presença de pequeno grupo de pessoas, homens e mulheres, na frente de uma construção. A medida que aproximei-me deles, conscientizei-me que estava projetado. Fiquei animado com essa nova experiência. Deslizei lentamente no ar até ficar frente a frente com essas consciências. Perguntei quem eram. Embora não tenham respondido, percebi que eram consciências ligadas a Conscienciologia. A lucidez reduziu um pouco. Focalizei minha atenção em uma dessas pessoas. Era uma moça nova, aparentando vinte e poucos anos, magra, cabelos pretos lisos e curtos. Trajava um vestido claro, simples. Não me lembro o que conversamos exatamente, se é que o fizemos com palavras. Lembro apenas que ela era ligada a Conscienciologia e que fiquei curioso se ela era uma consciência intrafísica projetada como eu ou se era uma consciência extrafísica. Despertei pouco depois na mesma posição que adormecera.

Notas:

É evidente que a projeção consciente ocorreu como efeito da mobilização de energias que liberou-me de energias densas que reduzem a lucidez quando me projeto.

Seria a moça que vi nessa projeção consciente a mesma que vi na projeção semiconsciente anterior? Vou assumir que sim e, portanto, enquanto não souber exatamente quem é, dar-lhe-ei um “nome” ou “alcunha” para poder mais facilmente identifica-la dentro da paraelencologia projetiva.

Como de praxe, a projeção consciente em si foi muita rápida.

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Como o cérebro supostamente cria as EFCs

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Em 10 de novembro último foi apresentado um trabalho na reunião anual da Society for Neuroscience, destacando quais são que regiões do cérebro que ficam ativas quando uma pessoa tem uma Experiência Fora do Corpo – EFC. O objetivo dos cientistas é descobrir como o cérebro produz a experiência da sensação da existência do corpo.

Estudos recentes têm mostrado que o cérebro incorpora informações de vários sentidos a perspectiva visual de primeira pessoa para criar um sentimento de que ela possui um corpo. Mas ainda não está claro como o cérebro percebe a localização desse corpo no espaço.

No estudo, realizado por pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia (ainda não foi publicado em revista científica), os participantes estavam dentro de um scanner de ressonância magnética enquanto usava um display montado em suas cabeças mostrava uma visão de câmera em primeira pessoa do corpo de outra pessoa deitada em um canto da sala de scanner, com sua cabeça ou paralela a uma parede ou perpendicular a ele. Um pesquisador tocava repetidamente em cada participante com um objeto ao mesmo tempo em que o corpo exibido no display era tocado. Isso deu aos participantes a ilusão de que o corpo na visão da câmera pertencia a eles.

Para aumentar a ilusão, os pesquisadores usaram uma faca para ameaçar o corpo na câmara, e mediram a condutância da pele dos participantes, ou a capacidade de conduzir eletricidade (humanos suam mais quando estão com medo). De fato, a condutância subiu para os participantes quando eles viam o seu corpo virtual que sendo ameaçado.

Enquanto os participantes estavam experimentando essa ilusão, as zonas parietal e pré-motoras corticais de seus cérebros se iluminou. Essas áreas estão envolvidas na integração das informações sensoriais e com o planejamento de movimentos do corpo. Além disso, o nível de atividade do cérebro correspondia com a força da ilusão, sugerindo estas regiões do cérebro são importantes para a produção de um sentido de propriedade do corpo.

Utilizando algoritmos que procuraram padrões ao longo de todo o cérebro, os pesquisadores também descobriram que, para além do córtex parietal, o hipocampo – uma região do cérebro importante para a memória – também era ativado quando ocorria a produção de um sentido de localização.

Os resultados sugerem que o cérebro depende uma complexa interação de informações de diferentes sentidos para produzir a experiência de estar dentro de um corpo – mesmo quando se refere a outra pessoa.

Os pesquisadores também examinaram quais áreas do cérebro representado localização de uma pessoa e na direção de sua cabeça estava enfrentando. Utilizando algoritmos que procuraram padrões ao longo de todo o cérebro, eles descobriram que, para além do córtex parietal, hipocampo – uma região do cérebro importante para a memória – também era ativo na produção de um sentido de localização.

Os resultados sugerem que o cérebro depende de uma complexa interação de informações de diferentes sentidos para produzir a experiência de estar dentro de um corpo – mesmo quando é outra pessoa.

Experimentos como esse ajudam a entender como o cérebro processa as informações sensoriais, mas, no que se refere as EFCs, são meros simulacros que, de forma alguma, explicam o fenômeno das EFCs.

Referências:

Tanya Lewis, LiveScience

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Verdades e Mentiras oriundas da Dimensão Extrafísica

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Deparei-me, dias atrás, em uma das diversas listas de discussão das quais participo, com uma mensagem irritada de uma pessoa que questionava a validade das informações colhidas durante projeções conscientes. Segundo ele, com frequência, ou sempre, essas informações são equivocadas, frutos de mistificações de consciências extrafísicas ou da arrogância dos projetores que as divulgam como se fossem verdades incontestáveis.

Refletindo sobre esse assunto, resolvi então escrever algo sobre isso.

Informações sobre a dimensão extrafísica podem ser obtidas das seguintes formas:

  • Pela via mediúnica: Psicografia, psicofonia, etc.
  • Pela via anímica: Projeções conscientes, clarividência, clariaudiência e outras captações.

As informações, de qualquer tipo, podem ser objetivas ou subjetivas. Informações objetivas se baseiam em um ponto de vista intersubjetivo, isto é, que podem ser verificadas por diferentes sujeitos. Informações subjetivas são aquelas que se baseiam no ponto de vista de um único sujeito, sendo influenciadas por sua capacidade de percepção assim como por seus interesses e desejos particulares.

A ciência fundamenta-se em informações objetivas, aquelas que podem ser verificadas por meio de experimentos ou observação.

A subjetividade das informações está presente em toda parte em nosso dia a dia.

Imagino que você leitor, talvez já tenha participado de um jogo na escola onde um evento ou discurso é apresentado para uma turma de alunos para que eles descrevam-no depois, por escrito. Aparecem tanto descrições parecidas como algumas bem diferentes. Depende da capacidade perceptiva de cada pessoa e no que ela estava focando sua atenção durante o evento.

Outro jogo semelhante é aquele em que uma pequena história é contada para um aluno diante da turma. Depois ele precisa repetir a história para outro aluno que aguardava fora da sala. Esse por sua vez repete o procedimento, contando a história que ouviu e assim sucessivamente, até que, após certo número de repasses da informação, essa acaba ficando incrivelmente distorcida, incompleta e reduzida diante da turma que conhecia a história original.

Essas demonstrações simples mostram como a objetividade de uma informação pode perder-se rapidamente.

No que diz respeito as informações sobre a dimensão extrafísica que são captadas por meio de parapsiquismo, esse princípio não somente é real como muito mais acentuado. Afinal, via de regra, seja por meio de uma EFC – Experiência Fora do Corpo – seja por outra via, a informação é captada por uma única pessoa, tornando a verificação difícil senão impossível.

Dentre os motivos para a imprecisão das informações colhidas em EFCs temos:

  • A individualidade da experiência
  • A redução da lucidez durante a EFC, que se apresenta inferior a lucidez da vigília
  • A rememoração incompleta da EFC
  • A dificuldade em assimilar certos conceitos ou palavras expressadas na dimensão extrafísica
  • A atuação de consciências extrafísicas mistificadoras ou simplesmente mal informadas

Dessa forma, pode-se constatar que tem projetores que falam e escrevem bobagens, principalmente na Internet. Na maior parte das vezes, seus equívocos decorrem da pouca experiência quanto a projetabilidade lúcida e da precipitação em divulgar essas informações.

Isso ocorre com mais frequência fora do Brasil. Por exemplo, vejo muitos sites de norte-americanos que comercializam seus livros e cursos sobre EFCs afirmando que as experiências projetivas podem ser usadas para “diversão e sexo livre e inofensivo” fora do corpo!

Aqui no Brasil, em listas de discussão, volta e meia aparece alguém com alguma afirmação (ou “revelação”) estapafúrdia colhida na dimensão extrafísica.

As informações coletadas por projetores na dimensão extrafísica são mais subjetivas do que aquelas colhidas na vigília? Sim, são.

Quando a pessoa é novata quanto ao parapsiquismo ou, se ela nunca exercitou bem o senso crítico, é possível que ela venha a crer em qualquer afirmação.

No extremo oposto da credibilidade impensada, está a descrença total, o jogar-se tudo e todos no mesmo saco, como se somente houvessem erros e mistificações no campo das EFCs.

Então é preciso sermos críticos quanto a tudo o que se refere  a informações oriundas de captações parapsíquicas, sejam anímicas, como as ocorridas em EFCs sejam por outras vias.

A pessoa que já leu, já estudou muito sobre o assunto e, principalmente, se já teve certo número de EFCs lúcidas, consegue rapidamente discernir sobre o grau de correção de uma informação colhida no extrafísico. Dependendo do caso, junto com a informação pode vir inclusive uma assinatura energética que ateste a veracidade da informação.

Por fim, um projetor veterano normalmente divulgará apenas uma pequena parcela das informações que obtiver na dimensão extrafísica, seja porque elas afetam outras consciências, seja porque são irrelevantes, seja porque ele não segurança quanto a autenticidade ou correção das mesmas.

Fica o recado para você leitor, caso ainda seja um novato nesse campo: Existem informações corretas, mas, é necessário usar o senso crítico permanentemente para separar o joio do trigo, as informações boas, daquelas equivocadas ou duvidosas.

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Como Desenvolver o Mentalsoma

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Como desenvolver o mentalsoma (ou corpo mental) ? Vou tentar responder a essa questão de forma completa.

Em primeiro lugar, é preciso contextualizar o mentalsoma.

Nós, consciências, possuímos vários corpos ou “veículos de manifestação”. Uma consciência intrafísica como eu ou você leitor, possui uma estrutura, um conjunto de quatro corpos inter-relacionados e que, na maior parte do tempo ficam interpenetrados. É o holossoma (holo = todo).

Holossoma (o conjunto de todos os corpos):

    • Soma = Corpo físico
    • Energossoma = Corpo energético
    • Psicossoma = Corpo Extrafísico
    • Mentalsoma = Corpo Mental

O soma é nosso velho conhecido. O psicossoma é o corpo de usamos quando passamos por uma EFC (Experiência Fora do Corpo) ou projeção da consciência. O Energossoma é uma “cola” energética, um campo quântico que une o Soma ao Piscossoma. O mentalsoma é o veículo mais desenvolvido dos quatro. Não tem forma, não sabemos do que é feito, sem se existem outros corpos mais sutis e mais evoluídos do que ele. A consciência não é o Mentalsoma mas faz uso dele.

Consciências extrafísicas não possuem o soma e podem ou não ter o energossoma, dependendo do tanto que se libertaram das amarras energéticas densas, típicas da dimensão intrafísica.

Todos esses veículos precisam ser desenvolvidos ao longo do processo evolutivo da consciência. É um processo lento e que consome centenas ou milhares de vidas intrafísicas. Por meio da paragenética, as características desenvolvidas vão sendo repassadas de uma existência para outra. Os novos corpos físicos podem, conforme as leis da genética e da paragenética, facilitar ou dificultar esse repasse. Somos herdeiros de nós mesmos.

A primeira vista, o primeiro veículo a ser desenvolvido é o soma. Depois vem o energossoma, o psicossoma e por fim o mentalsoma. Mas, nem sempre é o que acontece. O desenvolvimento desses corpos pode se dar de forma descompassada. De todos os corpos, o mentalsoma é o último e o mais difícil de ser desenvolvido, pelo menos em nosso mundo. Em outros planetas a realidade intrafísica pode ser diferente.

Desenvolvimento do Soma

O soma vai se desenvolvendo a medida que se torna mais apto para adaptar-se as inúmeras condições ambientais e na medida que permite a consciência manifestar-se na plenitude de suas potencialidades.

Desenvolvimento do Energossoma

O Energossoma vai se desenvolvendo conforme a consciência consegue expandi-lo e atuar em de inúmeras maneiras em obediência a vontade da consciência.

Desenvolvimento do Psicossoma

O Psicossoma vai se desenvolvendo a medida que a consciência consegue controlar suas emoções, impedindo-as de desequilíbrios ou arroubos emocionais levem-na a cometer atos não cosmoéticos.

Desenvolvimento do Mentalsoma

O mentalsoma vai se desenvolvendo conforma a consciência desenvolve sua capacidade de cognição. Isso implica em desenvolver tanto a capacidade de discernir sobre o universo que a rodeia, em seus inúmeros aspectos, quanto a capacidade de discernir sobre si própria, sobre os inúmeros aspectos de suas manifestações.

Acelerando o desenvolvimento do Mentalsoma

Por ser o veículo mais evoluído da consciência, o que lhe permite enxergar ou mesmo ir mais longe no processo evolutivo, é interessante investir na aceleração no desenvolvimento do mentalsoma.

Como podemos fazer isso no durante uma vida intrafísica?

1 – Desenvolvendo a Intelectualidade: Estudar assuntos variados, sobre diversos campos do saber que aumentem a compreensão sobre o universo e sobre nós mesmos. Fazer isso de forma sistemática e ininterrupta por toda a vida.

2 – Discernindo sobre suas manifestações: Resumidamente, deve-se analisar continuamente suas manifestações sob o ponto de vista multidimensional suas inter-relações com outras consciências, intra e extrafísicas, assim como com outros seres vivos (zoo e fitoconvivialidade); discriminar quais são seus pontos fracos (trafares), pontos fortes (trafores) e materpensene; usar instrumentos conscienciométricos para mensurar seu grau de maturidade quanto a esses aspectos; estabelecer metas evolutivas.

3 – Exercitar o controle de sua própria mente: Isso é feito pelo uso intensivo e focado da vontade. Uma das formas de fazer isso é praticando alguma forma de meditação a fim de controlar a produção e direcionamento dos próprios pensamentos.

4 – Praticando a Interasssistencialidade: A interassistência fraterna, desinteressada, tanto para com consciência intrafísicas quanto extrafísicas, de forma multidimensional é tarefa que demanda, para ser bem feita, o desenvolvimento dos três itens anteriores e denota, por si só, um nível evolutivo superior a média da humanidade terrestre que ainda gravita em torno da  competição e da sobrevivência.

5 – Libertando-se das imposições intrafísicas: Procurar entender e manter na mente que os valores que cultivamos na dimensão intrafísica, começando pelas próprias formas e aparências e culminando com as inter-relações conscienciais tais como as conhecemos são fruto das limitações de nossa capacidade perceptiva e que, portanto, existem inúmeros desdobramentos sobre tudo isso que se descortinarão na medida que evoluirmos.

6 – Ter como meta produzir projeções de mentalsoma: Ter projeções de mentalsoma puro ainda é algo muito raro em nosso planeta. Sabemos do impacto que tais experiências acarretam na consciência, logo, é de se presumir que venham a ajudar no processo de desenvolvimento do mentalsoma, talvez fazendo com que novas capacidades sejam estimuladas, talvez pelo simples estímulo de proporcionar o vislumbre de uma condição de será, no futuro, a condição normal da consciência.

Conclusão

Todas as pessoas estão, de uma forma ou de outra, desenvolvendo seu mentalsoma assim como seus demais veículos. Algumas pessoas fazem isso de forma mais intensa e outras preferem caminhar mais devagar. É uma opção e direito de cada um.

O que apresentei aqui é um caminho para acelerar o desenvolvimento do mentalsoma.

Uma coisa é certa. Não basta ter uma intelectualidade superdesenvolvida. É preciso que ela incorpore o parapsiquismo, a multidimensionalidade, senão, ficará muito limitada as manifestações intrafísicas, uma fração da realidade da consciência.

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Crianças tem mais Sonhos Lúcidos

Criança dormindo - Crédito: Wikimedia Commons

Criança dormindo – Crédito: Wikimedia Commons

Sonhos Lúcidos, são mais comuns em crianças e essas tem mais capacidade que os adultos para alterar o desenrolar dos eventos durante pesadelos, encerrando-os. Essas são as conclusões de um relatório apresentado pelo Journal of Sleep Research no início desse ano.

Pesquisas anteriores mostraram que parte do cérebro parece estar dormindo durante um sonho lúcido, enquanto outras partes funcionam quase como no estado de vigília.

Para saber mais sobre o sonho lúcido, uma equipe de pesquisa entrevistou 694 estudantes de escolas em Bonn, na Alemanha, incluindo 72 crianças no ensino primário de um a quatro anos e 622 crianças em escolas secundárias. Os estudantes foram questionados com que frequência eles provocaram seus sonhos, se eles notaram que sonho não era real durante sua ocorrência e a idade de seu primeiro sonho lúcido. Eles também foram questionados se sentiram que poderiam alterar ou controlar o que acontece em um sonho.

Foram eliminados do estudo estudantes que responderam “sim” a duas perguntas destinadas a mostrar se eles eram suscetíveis à sugestão.

A ocorrência de sonhos lúcidos foi relatado por 58% das crianças com até 6 anos de idade, o que surpreendeu os pesquisadores. A frequência de sonhos lúcidos diminuiu de forma constante até os 16 anos, quando ele caiu drasticamente. Cerca de 18% dos jovens com 16 anos de idade relatou ter sonhos lúcidos frequentemente em comparação com 7,1% de 19 anos de idade. O estudo também apontou que a lucidez durante o sonho é mais comum em aluno mais destacados nos estudos, sugerindo que o sonho lúcido pode estar ligado ao desenvolvimento cognitivo. Outra constatação foi que a recordação de sonhos é significativamente maior em meninas do que meninos de todas as idades.

Entre os sonhadores lúcidos, 37% disseram que foram capazes de mudar os acontecimentos do sonho, que muitas vezes envolvia violência ou agressão. Com o aumento da idade o controle dos sonhos diminui progressivamente.

Os pesquisadores acreditam que o sonho lúcido pode ajudar algumas crianças a controlar suas emoções e a desenvolver a auto-confiança.

Fonte da Informação

The Wall Street Journal

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