Novo Livro sobre EFCs

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Foi lançado em maio deste ano pela editora conscienciológica Editares o livro Autoexperimentografia Projeciológica. Os autores são Fernanado R. Sivelli e Marineide C. Gregório.

O livro, ao longo de suas 130 páginas, propõe-se a apresentar uma metodologia para registro e análise das EFCs, conforme declarado da capa: “Proposição metodológica para registro e análise da experiência fora do corpo”.

São descritas no livro cerca de 7 experimentos projetivos e suas respectivas análises.

A metodologia proposta no livro consiste em:

1 – Realizar o experimento projetivo

2 – Registrar o experimento projetivo

3 – Analisar o experimento projetivo

Para facilitar análise, o livro apresenta a uma planilha contendo 134 aspectos projetivos que podem ocorrer ao longo de uma EFC.

O que fica evidenciado na metodologia proposta pelo livro é o característico emprego da exaustividade na análise das EFCs, como é típico das abordagens conscienciológicas. Esse é um aspecto positivo. Por outro lado, o uso intensivo do jargão conscienciológico, repleto de neologismos, restringe o acesso do conteúdo aos adeptos da conscienciologia.

 

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

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Livros:

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Projeção Astral na ótica psicanalítica: Um delírio, realidade, patologia, espiritualidade ou fenômeno?

Projearium - Campus IAC - Evoramonte, Portugal

Projetarium – Campus IAC – Evoramonte, Portugal

Publicado originalmente em 03 de janeiro de 2012 por Lázaro Freire.

“Você como psicanalista, o que acha do assunto ‘projeção astral’? Uma vez vi uma entrevista onde o entrevistado dizia que qualquer pessoa pode fazer esta tal da ‘projeção astral’ com um pouco de esforço, mas dizem que é apenas um delírio da mente..”

Esta questão pode ser abordada por diversos lados, e cada paradigma exigirá uma resposta diferente. Abordarei essa questão do fenômeno íntimo – religioso ou paranormal – pela via da análise, da patologia da filosofia. Vejamos o que elas têm em comum.

1) Você me pergunta COMO PSICANALISTA….

Bem, não cabe a um (bom) psicanalista fazer inferências sobre a experiência de quem a relata. Não somos juízes epistemológicos da “concretude” do processo psíquico alheio, mas sim intérpretes fenomenológicos da natureza simbólica das experiências que constituem o INCONSCIENTE de nosso cliente/paciente/partilhante. Posso tratar de clientes protestantes, espíritas ou católicos do mesmo modo, independentemente da causa parapsicológica que atribuam às suas manifestações internas. O que estará em análise são os símbolos, o arquetípico, o metapsicológico, ou seja, como esta experiência (qualquer que seja) repercute inconscientemente no psiquismo do cliente. Dizer se é sombra, diabo ou obsessor não nos diz respeito, mas todos os três parecem tem uma estrutura em comum. Se a voz do insight foi fruto de Deus, do Mentor, do Santo ou do Self também não é de meu juízo, quero antes entender o que de bom a voz trouxe, e como podemos implementar este insight INCONSCIENTE na vida consciente do sujeito.

Assim, analiso as projeções do mesmo modo que analiso fatos da vigília, pensamentos ou mesmo sonhos. Há pacientes que me relatam estupros paternos que, creio, aparentemente não existiram, a julgar por outros dados que elas mesmos me passam. Mas não sou ginecologista ou viajante no tempo. Embora EU, Lázaro, tenha elementos para crer que a descrição é fantasiosa, o fato psíquico é que a paciente reagiu há décadas a um estupro, criou defesas relativas a isso, e precisa ser analisada como tal.  Talvez tenha sido mesmo estuprada, talvez não. Mas dentro de si, foi. As imagens mentais que ela traz da experiência, concreta PARA ELA, falam muito de seu próprio psiquismo. Vale até para a maneira com a qual um paciente conta a semana que passou. Ele conta por seu filtro, com seu vocabulário, ou seja, o OBJETO INTERNO associado ao que existiu “fora” de si. O analista trabalha com isso. Se vale até para a “realidade”, vale mais ainda para a projeção.

Nas palavras de Jung, somos psicoterapeutas, investigadores do INCONSCIENTE (a manifestação daquilo que não conhecemos) na psique do sujeito. Quanto às explicações, algumas devemos deixar para a teologia, para a filosofia ou para a parapsicologia. Não é de nossa alçada ou método.

O psicanalista precisa ser saudavelmente cético, no sentido pirrônico, de não emitir juízos sobre os relatos. Mas entendo que adotar uma postura de descrença prévia – como muitos fazem – não leve em conta o que o próprio conceito de INCONSCIENTE implica.

Portanto, o psicanalista / psicólogo consciente, a meu ver, não só PODE lidar com essas questões fenomenologicamente, como também DEVE. Ele é ou deveria ser o recurso adequado para que o que não conhecemos sobre nós (inconsciente) tenha uma possibilidade de manejo SEM depender de ciência ou religião. Se rotulamos previamente o paciente com nossas crenças religiosas – ou com nossas descrenças “científicas” – fechamos a ele a terceira via, que seria nosso papel. E, pior, fazemos mal um papel que a ciência ou a religião é que deveriam ocupar.

2) Você falou em DELÍRIO. Dizem que é. Dizem quem? O senso-comum? Qual autor, em que trabalho, com que fundamentação?  

Bem, em todo caso, precisamos conceituar. Delírios são ideias tomadas como realidade, sem correspondência no mundo real, mas que geram alterações de posicionamento no mundo real, com certo prejuizo cognitivo, social ou funcional. São primos das alucinações, só que estas envolvem (falsas) percepções sensoriais, e o delírio é apenas mental. Se uma pessoa tem ciúme saudável de uma situação real visível (um bonitão dando em cima de minha namorada numa festa), isso é emoção, sobrevivência da espécie e prole, é natural. Mas se o ciumento cria situações imaginárias de perigos idem, mesmo à distância ou sem motivos, e inferniza sua própria vida e a do “amado(a)” a partir de suas criações mentais, temos um DELÍRIO. A situação não existiu, mas o imaginado fez com que o doente modificasse sua relação com o mundo – para pior – a partir do que “viu” ou “imaginou”. Isso é psicótico.

Ora, não me parece ser o caso de uma projeção astral ou fenomenologia espiritual saudável, vindo de pessoa idem. O projetor sabe que a experiência se deu durante seu sono, em contexto limitado, e não sai andando feito sonâmbulo a partir dela. Seria delírio se, a partir de dados passados em uma (suposta) projeção, o “projetor” acordasse querendo se separar da mulher, ou sair voando pela janela no mundo físico, ou abrisse mão “do ego e da matéria” (como certos discursos religiosos equivocados fazem), ou impondo “verdades astrais” para os demais (como certos gurus e professores fazem). Aí teríamos uma realidade interna mental deixada de ser tomada para si, para em lugar disso ser imposta para o outro. Delírio, psicose.

Portanto, um não pode dizer que a experiência do outro é delírio APENAS porque não a compartilhou. O “cientista” que faz isso… delira! (impõe a SUA realidade mental para o outro). O critério científico e psiquiátrico precisa ser melhor que isso: Normalidade, Salubridade, Naturalidade, Funcionalidade. Vale o mesmo para a mediunidade, religiosidade, etc. Como o dito projetor ou médium funciona no mundo? Tem outros traços de anormalidade, de prejuízo psíquico funcional? Tem emprego regular? Relações afetivas estáveis? Formação escolar compatível com sua capacidade? Amigos? Relações de igualdade com os demais? Comportamento sexual e afetivo adulto? Lida bem com o dinheiro, com os limites, com os desejos e vontades dos outros? Ou vive em um mundo fantasioso? Sua experiência espiritual alegada se deu em contexto apropriado? Ora, se alguém para de trabalhar ou deixa de atender a um compromisso para ter uma projeção ou receber um espírito, se deixa um local de lazer em que estava feliz devido a supostas “más influências espirituais”, ou se isso se confunde com a realidade em qualquer modo, temos uma situação delirante ou alucinatória, ESPECIALMENTE se imposta aos demais. Vale para o maluco, vale para o guru. Outra coisa bem diferente é uma pessoa ter sua vida normal, e dedicar um momento e um lugar para uma atividade espiritual. Transes assim não podem ser considerados psicóticos (ao contrário, quem acusa incorre em desrespeito constitucional). Do mesmo modo, projeções saudáveis de pessoas idem que são pessoais e circunscritas ao ambiente de fora da vigília não afetam em nada sua Normalidade (há religiões em todas épocas e culturas, é “normal”), sua Salubridade (não faz mal, não é patologia), sua Naturalidade (ocorre com muitos, sempre, é da natureza) ou funcionalidade.

3) O que garante que este mundo à sua frente não seja um “delírio da mente”? Se estudar a história da filosofia, ou mesmo a religião oriental, verá que esta resposta não é tão simples quanto parece.

Entretanto, temos um acesso FENOMENOLÓGICO ao que chamamos de “realidade”. Me parece que há um MacBook Pro à minha frente. Eu lido com esses “objetos” à medida em que se apresentam à minha consciência, mesmo que eu nunca possa vir a saber o que tudo isso que me cerca sensorialmente seja – se é que “são”.

Nesse sentido, os estados alterados de consciência (projeção aí incluída) são percepções fenomenológicas DE QUEM AS TEM, e não de quem as julga. Um projetor AFIRMA QUE experimentou determinada realidade, de modo tão real quanto acredito que este MacBook esteja à minha frente. Então isso é uma realidade fenomenológica DELE, válida só para ele. O que chamamos de projeções, via de regra, não são sonhos. São caracterizadas por um estado de lucidez e consciência bem superior ao da vigília.  Se eu desconfiar de algumas de minhas projeções (e desconfio), preciso desconfiar também da realidade do mundo que me cerca (e desconfio). Mas de algum modo preciso viver com os fenômenos que experimentou, e nesse sentido, há vida nesta realidade, assim como há na projeção. Não é o OUTRO, que não teve, que pode dizer se quem teve de fato teve, ou não.

Mas, concordo que muitas pessoas fantasiam que certas experiências mais parecidas com sonhos teriam sido “projeções”, “realidades astrais”. Isso talvez porque seja difícil lidar com a atitude que nossos processos inconscientes – sonhos inclusive – nos pedem. Melhor dizer que foi tudo uma “visita astral”, que além de reforçar o nosso ego, ainda dá o caso por encerrado. Por isso creio que as considerações psíquicas não podem ser desconsideradas do fenômeno espiritual, ao contrário. Cada camada transcendente exige forte fundamentação no patamar anterior. Transcender é incluir. A vida transcende o físico porque o contém. Sem físico, moléculas, átomos, não há vida. A mente transcende a biologia porque a contém. Sem células, não há mente. Com cérebro físico defeituoso, teremos problemas nos processos mentais. As camadas superiores INCLUEM as demais. E portanto, sem mente e psiquismo, não teremos as camadas ditas astrais e espirituais, como as acessamos aqui. Portanto, é IMPOSSÍVEL uma boa fundamentação espiritual SEM uma boa fundamentação psíquica, biológica e física. Mentes sãs em corpos sãos, diziam os antigos gregos. E espíritos sãos em psiquismos sãos.

Portanto, concluindo, fenômenos dessa natureza são, no mínimo, inconscientes, e devem estar no campo de interesse de um analista – e, porque não, de um neurocientista. E para se rotular algo de “delírio”, é preciso de um pouco mais de consistência e conhecimento, se não da experiência subjetiva e inacessível experimentada PELO OUTRO, pelo menos do que a própria palavra “delírio” significa e implica, e dos conceitos mínimos de epistemologia, fenomenologia e psicopatologia aplicadas à questão.

Lázaro Freire

Psicanalista Transpessoal

http://voadores.com.br/clinica

Para Saber Mais

 Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

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Pesquisa Sobre o Estado Vibracional

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Pesquisa sobre o EV

Estou realizando uma pesquisa exploratória que tem por objetivo obter informações estatísticas sobre o perfil dos praticantes da técnica do Estado Vibracional – EV, assim como os principais aspectos sobre como a técnica é realizada, quais são as sensações e efeitos que provoca.

Qualquer pessoa que seja praticante da técnica do EV pode responder o questionário.

Que tal você participar?

São apenas 14 questões cujo preenchimento demanda menos de 5 minutos.

Os respondentes poderão receber o resultado da pesquisa em agosto de 2014

CLIQUE AQUI para acessar o questionário.

Cesar Machado

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Projeção da Consciência e Mobilização de Energia

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Esse post foi escrito em função de uma pergunta dividida em três partes que me foi encaminhada.

Segundo a abordagem conscienciológica, a produção da projeção lúcida da consciência é mais eficaz quanto mais se pratica a mobilização básica das energias (captação, circulação fechada para promover o EV e exteriorização de energias). Segundo esta abordagem, a explicação para esse fato é que quando se mexe bastante com as bioenergias, o energossoma fica mais solto, facilitando, assim, uma experiência extracorpórea.

A explicação é bastante lógica. Todavia, vários autores, de outras abordagens, esotéricas e espíritas, dão pouca relevância à mobilização básica das energias para se alcançar uma experiência lúcida fora do corpo.

Se todos nós, mesmo que de forma inconsciente, saímos do corpo quando dormimos, há de se supor que a “natureza” trabalha automaticamente nossas energias do energossoma. Como, pois, explicar as experiências, com lucidez, das pessoas que nunca fizeram trabalhos energéticos? Até que ponto o fenômeno da projeção da consciência está ligado com as mobilizações energéticas?

A projeção consciente pode ser causada por inúmeros fatores. Mobilizar energia é um desses inúmeros fatores que predispõem a projeção. Então, se você mobiliza energias antes de dormir, as probabilidades de se projetar são maiores. Quanto mais energia você mobilizar e quanto mais tempo durar essa mobilização, maior será essa probabilidade de produzir-se uma projeção consciente. A pessoa pode descobrir que certo tipo de mobilização ou  que a ativação de certo(s) ponto(s) energético(s) de seu holossoma pode mais eficientemente para produzir uma EFC lúcida.

A mobilização ou ativação que uma pessoa faz e que a leva a ter uma EFC lúcida pode ser pouco eficiente com outras pessoas pois a diversidade do ser humano estende-se a esse campo também, das mobilizações energéticas X resultados produzidos.

Quanto ao fato de muitos autores ignorarem essa questão, tanto no passado quanto no presente, isto se deve-se ao pouco ou nenhum conhecimento que tem das Bioenergias e das ECs – Energias Conscienciais.

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Pesquisadores Descobrem como Induzir Sonhos Lúcidos

sleep study

 

O sonho lúcido é um estado diferenciado de consciência, um tipo de sonho diferente onde o sonhador torna-se lúcido, consciente de que está sonhando.

A ocorrência desse tipo de sonho foi registrada há alguns séculos, mas, somente em 1913 o termo sonho lúcido foi cunhando por Frederick Van Eeeden. Ainda assim, durante muito tempo, o meio científico tratava o assunto co desdem, chegando em alguns casos a negar que tal tipo de sonho fosse possível.

Em anos recentes, graças a evolução da tecnologia que vem criando instrumentação capaz de perscrutar em detalhes o sistema nervoso, particularmente o cérebro, novas descobertas vem sendo realizadas.

Ursula Voss, da JW Goethe- University, em Frankfurt , na Alemanha é uma dessas pesquisadoras que vem produzindo interessantes trabalhos nessa área. Suas recentes pesquisas, empregando a mais moderna instrumentação disponível, demonstraram que os sonhos lúcidos ocorriam durante a produção de ondas gama (de alta frequênca) pelo cérebro.

Voss e seus colegas pesquisadores passaram então a se perguntar: Se ondas gama ocorrem naturalmente durante o sonho lúcido, o que aconteceria se eles induzissem uma corrente elétrcia com a mesma freqüência das ondas gama nos cérebros das pessoas enquanto elas estivessem dormindo?

Hoje, 11 de maio, a Nature Neuroscience, via agência Reuters, divulgou a mais recente descoberta de Voss.

Decididos a responder a questão sobre a indução de ondas gama, Voss e colegas resolveram realizar esse experimento. Através de eletrodos inseridos no couro cabeludo, empregando em uma técnica chamada tACS – transcranial Alternating Current Stimulation (em língua portuguesa estimulação transcraniana com corrente alternada ), 27 voluntários foram testados em laboratório, sendo que nenhum deles tinha experimentado sonhos lúcidos anteriormente.

Os pesquisadores esperaram até que os voluntários estivessem experimentando o sono REM ininterrupto antes de aplicar a estimulação elétrica nas as posições frontais e temporais do couro cabeludo dos voluntários. Como resultado, relataram que, durante a estimulação, eles estavam cientes de que estavam sonhando. Os voluntários também foram capazes de controlar o enredo de seus sonhos. Eles também sentiam como se estivessem sonhando em terceira pessoa, atuando apenas como observadores dos eventos oníricos.

O estímulo aplicado tinha uma variedade de frequências entre 2 e 100Hz , sem que os experimentadores ou voluntários fossem informados que qual frequência estava sendo usada, ou mesmo se uma corrente foi de fato aplicada. Cinco a 10 segundos mais tarde, os voluntários foram despertados de seu sono e foi pedido que relatassem seus sonhos. A atividade cerebral foi monitorada continuamente durante todo o experimento .

Os resultados mostraram que a estimulação de 40 Hz resultou num aumento da atividade do cérebro em torno da mesma frequência em áreas frontais e temporais. Um efeito semelhante , mas menor foi observado a 25 Hz . Eles também descobriram que tal estímulo, muitas vezes , mas não sempre, induziu um aumento do nível de lucidez nos sonhos dos voluntários. Em frequências mais altas ou mais baixas, ou quando nenhuma corrente foi aplicada , nenhuma mudança na atividade cerebral foi observada.

Os pesquisadores,  não acreditam que essa descoberta venha a criar um mercado para máquinas indutoras de sonhos lúcidos, que alias, já existem, mas que, segundo ela ” não funcionam bem “. Além disso, a técnica que ela empregou exige a monitoração um médico.

Atualmente, uma das vertentes da pesquisa sobre sonhos lúcidos está em descobrir possíveis utilidades para esse estado diferenciado de consciência. Os pesquisadores são cautelosos sobre como interpretar os resultados como de relevância direta para o tratamento de doenças médicas. Especulam que um dos possíveis benefícios que podem ser explorados é seu emprego para ajudar pessoas que sofrem de transtorno de estresse pós -traumático que muitas vezes levam-nas a ter sonhos terríveis em que revivem a experiência traumática. Se eles puderem sonhar lucidamente, poderão ser capazes de levar esses sonhos a um resultado diferente, como, por exemplo, usar uma rua diferente daquela onde uma bomba explodiria ou entrar em um restaurante antes de ser atacado por um assaltante. Com isso eles poderiam reduzir o impacto emocional, ajudando em sua recuperação.

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O Clássico Experimento Projetivo com Miss Z

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O clássico experimento com Miss Z que comprovou a veracidade do fenômeno da EFC – Experiência Fora do Corpo, foi realizado pelo pesquisador Dr. Charles Tart , quando era um professor emérito de psicologia na Universidade da Califórnia .

Miss Z era uma voluntária que alegadamente, possuiria a capacidade de projetar-se para fora do corpo com lucidez.

No estudo, realizado na década de 1960 e publicado pelo Jornal da Sociedade Americana de Pesquisas Psíquicas – ASPR, Tart descreve  o experimento.

O local do experimento consistia em um quarto com nada além de uma cama, uma estante, um relógio, e uma janela de observação onde o Dr. Tart observava a partir de um outro quarto. Ao corpo de Miss Z ficavam conectados vários aparelhos elétricos com a finalidade de detectar a atividade de ondas cerebrais (veja na figura acima), batimentos do coração e resistência galvânica da pele.

Durante o experimento Miss Z foi capaz de deixar seu corpo físico e ler corretamente um número de 5 dígitos  (25.132) escrito em uma tira de papel que estava em uma prateleira da estante no canto da sala. O número estava a uma distância significativa e a uma altura bem acima da cama, de modo que ela não seria capaz de ler o número, mesmo se ficasse de pé.

As chances de Miss Z ter adivinhado o número de 5 dígitos na primeira tentativa são menos de 1 em 59000.

Os instrumentos indicaram uma alteração significativa nas leituras durante o tempo em que ela deixou seu corpo.

Os estudos de Tart o levaram a relacionar a ocorrência da EFC com a conjunção de um conjunto de condições que incluem:

  • A ausência de sono REM (Rapid Eyes Moviment – Movimento Rápido dos Olhos”);
  • A ausência de sonhos;
  • A produção de ondas Alfa lentas pelo cérebro;
  • A não ativação do sistema nervoso autônomo;
  • A normalidade dos batimentos cardíacos;
  • Sem mudanças na atividade resistiva da pele;

Uma descrição detalhada do experimento está disponível nesse link.

 

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Novo e-Book sobre EFCs

Experiências Fora do Corpo - Perguntas e Respostas

 

O e-Book Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas foi criado com objetivo de subsidiar as pessoas que estão estudando as EFCs empregando o tradicional método de perguntas e respostas.

A Primeira Edição relacionou as 150 perguntas sobre EFCs que, com base na experiência desse autor, pareceram ser as mais comuns, as mais frequentemente formuladas.

Na Segunda Edição, o número de perguntas foi ampliado para 254, agrupadas em 18 capítulos dispostos de forma lógica a fim de facilitar sua consulta. Também foram acrescentadas algumas ilustrações com objetivo de tornar a leitura sequencial mais amena e interessante.

Na Terceira Edição, foi mantido o número de capítulos, mas, o número de perguntas foi ampliado para 333.

Finalmente, na 4a Edição, que agora está disponibilizada, foi criado mais um capítulo e o número de perguntas foi elevado para 440.

O leitor talvez se pergunte como todas essas questões foram formuladas.

Parte das questões foi encaminhada a esse autor durante cursos e palestras ou enviadas por e-mail para os sites EstadoVibracional, FronteiraAstral e Metaconsciencia. Outras questões foram coletadas, modificadas e adaptadas a partir da consulta a literatura sobre EFCs.

Este livro, até certo ponto, equivale a um curso sobre EFCs, em que as diversas questões são respondidas de forma direta e objetiva. Esperamos, portanto, que o amigo leitor possa esclarecer suas dúvidas aqui. Mas, se isso não acontecer, entre em contato conosco, via e-mail, ou registre sua pergunta em um dos nossos sites.

Link para download direto: e-book

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Otimizadores da Projeção Consciencial Lúcida

 

Crédito da Imagem: © 123rf

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A maioria das pessoas não tem projeções conscientes com frequência. Mesmo aqueles que são projetores têm suas dificuldades para ter boas e produtivas experiências lúcidas. A razão para isso está no fato de que tudo na dimensão extrafísica é contrário à projeção lúcida.

Começando pelas energias conscienciais que transbordam nos centros urbanos, moduladas por pensamentos e sentimentos quase que exclusivamente ligados às questões materiais mais básicas, passando pelas trocas rotineiras energéticas diárias nos deslocamentos e no trabalho, muitas vezes carregadas de tensão e sentimentos relacionados à competição e prosseguindo com as notícias veiculadas pela mídia e repetidas no boca a boca sobre acontecimentos violentos, disputas políticas, medidas econômicas. Enfim, as energias ligadas a essas questões ficam impregnadas em nossa esfera pessoal de bioenergias, ancorando-nos, firmemente, nessa dimensão, mesmo quando relaxamos ou quando vamos dormir, momentos em que poderíamos nos conectar com a dimensão extrafísica e passar por uma EFC.

Assim, configura-se uma situação em que, sem esforço, geralmente nada acontece em termos projetivos.

O que segue são seis fatores otimizadores que usados de forma isolada ou conjunta, facilitam a produção de projeções conscienciais lúcidas.

Exercício. O Exercício físico, seja qual for, que proporciona a queima de calorias o relaxamento muscular, quebrando as tensões, facilita o relaxamento durante o sono e faz com que as ECs (Energias Conscienciais)circulem com mais facilidade.

Leitura. A leitura de um livro sobre EFCs por 30 minutos ou mais antes de dormir, predispões a conexão com elementos da dimensão extrafísica.

Mobilização. A mobilização das ECs antes do sono se instalar, seja por meio da instalação de EVC, seja por meio de outras manobras de absorção, exteriorização e circulação de energia favorece a obtenção de lucidez e maior rememoração durante dos eventos extrafísicos.

Postura. Dormir na posição supina, também chamada decúbito dorsal, em cama separada ou em uma cama de casal grande que minimize o contato físico com o companheiro(a) que dorme ao lado facilita a realização de EFCs lúcidas e evita o retorno antecipado quando a outra pessoa se mexe durante o sono.

Técnica. O emprego de uma técnica projetiva aumentará as probabilidades de produção de uma experiência projetiva.

Campo. Deixar momentaneamente o centro urbano com sua profusão de ECs, passando o dia e, principalmente, à noite no campo, na zona rural ou mesmo em uma pequena cidade que seja cercada pela natureza. As energias imanentes do local, por abundarem nesses locais, serão mais favoráveis a EFC

 

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Controlando seus sonhos

FA08042014

 

Como pesquisador das EFCs, sei que os sonhos, principalmente os sonhos lúcidos podem ser, na realidade, projeções semiconscientes onde o nível de lucidez ainda é deficiente, mas que, ainda assim, podem trazer informações relevantes para pesquisas e autopesquisas.

Pois bem. Há tempos surgiram aplicativos para smartphones que monitoram o sono e inferem quando a pessoa está sonhando. Alguns como o Dream:ON que baixei há poucos dias gratuitamente e instalei em meu I-Phone, usam acelerômetros para detectar os movimentos da pessoa dormindo em sua cama, ao longo da noite, inferindo quando ela está tendo um sono REM e sonhando. Outros, mais sofisticados, empregam sensores que conectados ao smartphone monitoram a produção das ondas cerebrais para fazer essa inferência com mais precisão.

Estava esperando uma oportunidade para testar esses aplicativos quando li a edição de 29 de março da revista NewScientist. A revista traz uma matéria sobre uma pesquisa realizada nos últimos 2 anos pelo psicólogo Richard Wiseman que envolveu a análise dos períodos de sono e dos sonhos de dezenas de milhares de voluntários de todo mundo, naquilo o que constituiu-se na maior pesquisa jamais realizada sobre esse assunto.

O projeto Dream:ON, elaborado por Wiseman, usou os smartphones de meio milhão de pessoas para manipular sutilmente seus sonhos enquanto dormiam. As pessoas que aderiam ao projeto podem contribuir registrando a eficácia do aplicativo para produzir os sonhos que foram “programados” e enviando relatos desses sonhos para a central do projeto.

Com o aplicativo, tornou-se possível rastrear os padrões dos sonhos dos inscritos em detalhes sem precedentes, com resultados mostram que as forças de formação da nossa vida noturna são ainda mais misteriosas que até então se imaginava.

Até então, apesar de alguns resultados positivos, os pesquisadores não tinha como realizar seus experimentos fora do laboratório. Há alguns anos, Wiseman percebeu que o smartphone onipresente oferecia uma oportunidade de testar a ideia de controlar os sonhos em uma escala sem precedentes. Ele entrou em contato com um desenvolvedor de um aplicativo já existente, usado para monitorar o sono, criado e sugeriu que fosse realizado um experimento de controle dos sonhos em grande escala. Assim, o projeto, denominado Dream:ON foi tomando forma gradualmente.

A ideia é simples. O usuário instala o aplicativo em seu smartphone. Antes de ir dormir, ele define um alarme em e seleciona um despertar sonoro especialmente preparado, como um passeio no campo, o que inclui o som do farfalhar da brisa através das árvores, ou um passeio pela praia, representado por ondas que vão gentilmente lambendo a costa.  O usuário também pode baixar faixas adicionais por um custo módico.  Em seguida o smartphone é posto sob o travesseiro da pessoa e ela vai dormir.

O aplicativo funciona focando o sono REM, último período do ciclo do sono. Cerca de 30 minutos antes do alarme tocar, os acelerômetros do smartphone tornam-se ativos, medindo os movimentos da pessoa dormindo enquanto dorme. Quando o aparelho detecta que a pessoa parou de se mover, sugerindo que está ocorrendo o sonho REM, o aplicativo toca suavemente a passagem sonora escolhida. O usuário acorda e desativa o aplicativo para que ele pare de tocar. Nesse momento ele solicita o envio de uma descrição do seu sonho para a central do projeto.

O projeto Dream:ON foi lançado no Reino Unido no Festival Internacional de Ciência de Edimburgo em 2012. Das 500.000 pessoas que até agora baixaram o aplicativo, dezenas de milhares enviaram de relatos de seus sonhos formando um vasto catálogo que está ajudando a investigar o ciclo natural de sonhos das pessoas

Se alguém escolhe uma passagem sonora relativa a paisagem rural, tende a experimentar sonhos que envolvem vegetação, flores e prados. Quando selecionam a passagem da praia ficam mais propensas a sonharem com a costa.

Para verificar se os sonhos ocorriam devido ao uso das passagens sonoras ou devido a um processo de autossugestão, o aplicativo foi configurado para, aleatoriamente, não tocar passagem sonora alguma, apesar da mesma ter sido selecionada. Mesmo assim, muitas pessoas ainda sonhavam com o cenário de sua passagem sonora escolhida, indicando que a autossugestão é um fator importante para determinar com o que sonhamos.

Um resultado curioso foi constatar que muitas pessoas tem sonhos mais bizarros em torno do período em que ocorre a lua cheia. Wiseman não buscou por esse tipo de comportamento por acaso. Sabia que estudos anteriores haviam identificado por meio de EEG padrões específicos de ondas cerebrais variarem conforme mudava o ciclo lunar. O pesquisador ainda deseja descobrir se a causa para a ocorrência de sonhos bizarros deve-se ao aumento do nível de ansiedade quando ocorre a lua cheia ou se padrões de sono mais leves estão afetando os sonhos de alguma forma.

A expectativa do pesquisador é que, se é possível alterar o conteúdo e teor emocional dos sonhos das pessoas, talvez eles possam ser direcionados para ajudar pessoas que sofrem de problemas como ansiedade e depressão.

 

Para baixar o aplicativo

Acesse a loja da Apple no seu Iphone e procure pela palavra Dream.

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Experiências Fora do Corpo – Fundamentos – 2a Edição

FA30032014

 

É com satisfação que anuncio o lançamento da 2a edição de meu livro, Experiências Fora do Corpo – Fundamentos, que aborda o fenômenos das projeções conscienciais lúcidas ou EFCs.

Com relação a primeira edição do livro, lançada em outubro de 2012, a edição atual tem:

  • 234 páginas, 14 a mais que a edição anterior;
  • Índice onomástico;
  • Revisão geral do texto a fim de explicar melhor alguns pontos que não estavam suficientemente claros.

Para quem ainda não leu Experiências Fora do Corpo – Fundamentos, a proposta do livro é apresentar uma visão geral, didática, abrangente e atual sobre às EFCs, descrevendo seus principais aspectos e apresentando uma perspectiva história e científica.

Agreguei a essa obra minha experiência como projetor consciente, apresentando inclusive, como não poderia deixar de ser, procedimentos técnicos que o leitor poderá aplicar para ter suas próprias projeções lúcidas, assim como descrevo as possibilidades que essa prática pode trazer para nossas vidas.

Criar esse livro foi um desafio. Devido os incontáveis aspectos existentes em torno das experiências projetivas, mesmo abordando os pontos mais relevantes sobre o assunto, foram necessários 4 anos de trabalho, escrevendo, reescrevendo, condensando e agrupando o texto até atingir o formato da primeira edição, mantido na atual.

O núcleo do livroou seja, a parte mais importante (1/3 do conteúdo) é o capítulo 2 onde as EFCs são descritas na forma de seus 40 principais aspectos básicos organizados na forma de 5 super-quadros sinóticos.

A organização desse capítulo, assim como os demais tem por objetivo apresentar uma obra com estilo próprio, diferenciando-o, dessa maneira, de outros tantos livros sobre EFCs  já publicados e que acabam parecendo-se muito uns com os outros.

Este livro é dedicado principalmente as pessoas que estão iniciando seus estudos em torno das projeções da consciência, contudo, mesmo os conhecedores desse tema poderão obter proveito dessa obra, pois descrevo vários aspectos atuais sobre o assunto e que talvez não sejam abordados por outras obras do gênero.

A venda do livro impresso está sendo feita, exclusivamente por esse site ao preço de 32 reais. Nesse site o conteúdo do livro até a página 20 pode ser lido. Uma versão eletrônica deverá ser lançada no final desse ano.

Ficha Técnica:

  • Título: Experiências Fora do Corpo – Fundamentos
  • Autor: Cesar de Souza Machado
  • Capítulos: 8
  • Páginas: 234
  • Figuras: 16
  • Índices: 4 (sumário, figuras-quadros, índice onomástico e índice remissivo)
  • Edição: 2a – 2014
  • Formato: A5 (148 x 210 mm)
  • ISBN: 978-85-914491-1-8
  • Coloração: Preto e branco
  • Acabamento: Brochura com orelha

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

www.metaconsciencia.com

www.estadovibracional.com