Pesquisadores Descobrem como Induzir Sonhos Lúcidos

sleep study

 

O sonho lúcido é um estado diferenciado de consciência, um tipo de sonho diferente onde o sonhador torna-se lúcido, consciente de que está sonhando.

A ocorrência desse tipo de sonho foi registrada há alguns séculos, mas, somente em 1913 o termo sonho lúcido foi cunhando por Frederick Van Eeeden. Ainda assim, durante muito tempo, o meio científico tratava o assunto co desdem, chegando em alguns casos a negar que tal tipo de sonho fosse possível.

Em anos recentes, graças a evolução da tecnologia que vem criando instrumentação capaz de perscrutar em detalhes o sistema nervoso, particularmente o cérebro, novas descobertas vem sendo realizadas.

Ursula Voss, da JW Goethe- University, em Frankfurt , na Alemanha é uma dessas pesquisadoras que vem produzindo interessantes trabalhos nessa área. Suas recentes pesquisas, empregando a mais moderna instrumentação disponível, demonstraram que os sonhos lúcidos ocorriam durante a produção de ondas gama (de alta frequênca) pelo cérebro.

Voss e seus colegas pesquisadores passaram então a se perguntar: Se ondas gama ocorrem naturalmente durante o sonho lúcido, o que aconteceria se eles induzissem uma corrente elétrcia com a mesma freqüência das ondas gama nos cérebros das pessoas enquanto elas estivessem dormindo?

Hoje, 11 de maio, a Nature Neuroscience, via agência Reuters, divulgou a mais recente descoberta de Voss.

Decididos a responder a questão sobre a indução de ondas gama, Voss e colegas resolveram realizar esse experimento. Através de eletrodos inseridos no couro cabeludo, empregando em uma técnica chamada tACS – transcranial Alternating Current Stimulation (em língua portuguesa estimulação transcraniana com corrente alternada ), 27 voluntários foram testados em laboratório, sendo que nenhum deles tinha experimentado sonhos lúcidos anteriormente.

Os pesquisadores esperaram até que os voluntários estivessem experimentando o sono REM ininterrupto antes de aplicar a estimulação elétrica nas as posições frontais e temporais do couro cabeludo dos voluntários. Como resultado, relataram que, durante a estimulação, eles estavam cientes de que estavam sonhando. Os voluntários também foram capazes de controlar o enredo de seus sonhos. Eles também sentiam como se estivessem sonhando em terceira pessoa, atuando apenas como observadores dos eventos oníricos.

O estímulo aplicado tinha uma variedade de frequências entre 2 e 100Hz , sem que os experimentadores ou voluntários fossem informados que qual frequência estava sendo usada, ou mesmo se uma corrente foi de fato aplicada. Cinco a 10 segundos mais tarde, os voluntários foram despertados de seu sono e foi pedido que relatassem seus sonhos. A atividade cerebral foi monitorada continuamente durante todo o experimento .

Os resultados mostraram que a estimulação de 40 Hz resultou num aumento da atividade do cérebro em torno da mesma frequência em áreas frontais e temporais. Um efeito semelhante , mas menor foi observado a 25 Hz . Eles também descobriram que tal estímulo, muitas vezes , mas não sempre, induziu um aumento do nível de lucidez nos sonhos dos voluntários. Em frequências mais altas ou mais baixas, ou quando nenhuma corrente foi aplicada , nenhuma mudança na atividade cerebral foi observada.

Os pesquisadores,  não acreditam que essa descoberta venha a criar um mercado para máquinas indutoras de sonhos lúcidos, que alias, já existem, mas que, segundo ela ” não funcionam bem “. Além disso, a técnica que ela empregou exige a monitoração um médico.

Atualmente, uma das vertentes da pesquisa sobre sonhos lúcidos está em descobrir possíveis utilidades para esse estado diferenciado de consciência. Os pesquisadores são cautelosos sobre como interpretar os resultados como de relevância direta para o tratamento de doenças médicas. Especulam que um dos possíveis benefícios que podem ser explorados é seu emprego para ajudar pessoas que sofrem de transtorno de estresse pós -traumático que muitas vezes levam-nas a ter sonhos terríveis em que revivem a experiência traumática. Se eles puderem sonhar lucidamente, poderão ser capazes de levar esses sonhos a um resultado diferente, como, por exemplo, usar uma rua diferente daquela onde uma bomba explodiria ou entrar em um restaurante antes de ser atacado por um assaltante. Com isso eles poderiam reduzir o impacto emocional, ajudando em sua recuperação.

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O Clássico Experimento Projetivo com Miss Z

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O clássico experimento com Miss Z que comprovou a veracidade do fenômeno da EFC – Experiência Fora do Corpo, foi realizado pelo pesquisador Dr. Charles Tart , quando era um professor emérito de psicologia na Universidade da Califórnia .

Miss Z era uma voluntária que alegadamente, possuiria a capacidade de projetar-se para fora do corpo com lucidez.

No estudo, realizado na década de 1960 e publicado pelo Jornal da Sociedade Americana de Pesquisas Psíquicas – ASPR, Tart descreve  o experimento.

O local do experimento consistia em um quarto com nada além de uma cama, uma estante, um relógio, e uma janela de observação onde o Dr. Tart observava a partir de um outro quarto. Ao corpo de Miss Z ficavam conectados vários aparelhos elétricos com a finalidade de detectar a atividade de ondas cerebrais (veja na figura acima), batimentos do coração e resistência galvânica da pele.

Durante o experimento Miss Z foi capaz de deixar seu corpo físico e ler corretamente um número de 5 dígitos  (25.132) escrito em uma tira de papel que estava em uma prateleira da estante no canto da sala. O número estava a uma distância significativa e a uma altura bem acima da cama, de modo que ela não seria capaz de ler o número, mesmo se ficasse de pé.

As chances de Miss Z ter adivinhado o número de 5 dígitos na primeira tentativa são menos de 1 em 59000.

Os instrumentos indicaram uma alteração significativa nas leituras durante o tempo em que ela deixou seu corpo.

Os estudos de Tart o levaram a relacionar a ocorrência da EFC com a conjunção de um conjunto de condições que incluem:

  • A ausência de sono REM (Rapid Eyes Moviment – Movimento Rápido dos Olhos”);
  • A ausência de sonhos;
  • A produção de ondas Alfa lentas pelo cérebro;
  • A não ativação do sistema nervoso autônomo;
  • A normalidade dos batimentos cardíacos;
  • Sem mudanças na atividade resistiva da pele;

Uma descrição detalhada do experimento está disponível nesse link.

 

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Novo e-Book sobre EFCs

Experiências Fora do Corpo - Perguntas e Respostas

 

O e-Book Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas foi criado com objetivo de subsidiar as pessoas que estão estudando as EFCs empregando o tradicional método de perguntas e respostas.

A Primeira Edição relacionou as 150 perguntas sobre EFCs que, com base na experiência desse autor, pareceram ser as mais comuns, as mais frequentemente formuladas.

Na Segunda Edição, o número de perguntas foi ampliado para 254, agrupadas em 18 capítulos dispostos de forma lógica a fim de facilitar sua consulta. Também foram acrescentadas algumas ilustrações com objetivo de tornar a leitura sequencial mais amena e interessante.

Na Terceira Edição, foi mantido o número de capítulos, mas, o número de perguntas foi ampliado para 333.

Finalmente, na 4a Edição, que agora está disponibilizada, foi criado mais um capítulo e o número de perguntas foi elevado para 440.

O leitor talvez se pergunte como todas essas questões foram formuladas.

Parte das questões foi encaminhada a esse autor durante cursos e palestras ou enviadas por e-mail para os sites EstadoVibracional, FronteiraAstral e Metaconsciencia. Outras questões foram coletadas, modificadas e adaptadas a partir da consulta a literatura sobre EFCs.

Este livro, até certo ponto, equivale a um curso sobre EFCs, em que as diversas questões são respondidas de forma direta e objetiva. Esperamos, portanto, que o amigo leitor possa esclarecer suas dúvidas aqui. Mas, se isso não acontecer, entre em contato conosco, via e-mail, ou registre sua pergunta em um dos nossos sites.

Link para download direto: e-book

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Otimizadores da Projeção Consciencial Lúcida

 

Crédito da Imagem: © 123rf

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A maioria das pessoas não tem projeções conscientes com frequência. Mesmo aqueles que são projetores têm suas dificuldades para ter boas e produtivas experiências lúcidas. A razão para isso está no fato de que tudo na dimensão extrafísica é contrário à projeção lúcida.

Começando pelas energias conscienciais que transbordam nos centros urbanos, moduladas por pensamentos e sentimentos quase que exclusivamente ligados às questões materiais mais básicas, passando pelas trocas rotineiras energéticas diárias nos deslocamentos e no trabalho, muitas vezes carregadas de tensão e sentimentos relacionados à competição e prosseguindo com as notícias veiculadas pela mídia e repetidas no boca a boca sobre acontecimentos violentos, disputas políticas, medidas econômicas. Enfim, as energias ligadas a essas questões ficam impregnadas em nossa esfera pessoal de bioenergias, ancorando-nos, firmemente, nessa dimensão, mesmo quando relaxamos ou quando vamos dormir, momentos em que poderíamos nos conectar com a dimensão extrafísica e passar por uma EFC.

Assim, configura-se uma situação em que, sem esforço, geralmente nada acontece em termos projetivos.

O que segue são seis fatores otimizadores que usados de forma isolada ou conjunta, facilitam a produção de projeções conscienciais lúcidas.

Exercício. O Exercício físico, seja qual for, que proporciona a queima de calorias o relaxamento muscular, quebrando as tensões, facilita o relaxamento durante o sono e faz com que as ECs (Energias Conscienciais)circulem com mais facilidade.

Leitura. A leitura de um livro sobre EFCs por 30 minutos ou mais antes de dormir, predispões a conexão com elementos da dimensão extrafísica.

Mobilização. A mobilização das ECs antes do sono se instalar, seja por meio da instalação de EVC, seja por meio de outras manobras de absorção, exteriorização e circulação de energia favorece a obtenção de lucidez e maior rememoração durante dos eventos extrafísicos.

Postura. Dormir na posição supina, também chamada decúbito dorsal, em cama separada ou em uma cama de casal grande que minimize o contato físico com o companheiro(a) que dorme ao lado facilita a realização de EFCs lúcidas e evita o retorno antecipado quando a outra pessoa se mexe durante o sono.

Técnica. O emprego de uma técnica projetiva aumentará as probabilidades de produção de uma experiência projetiva.

Campo. Deixar momentaneamente o centro urbano com sua profusão de ECs, passando o dia e, principalmente, à noite no campo, na zona rural ou mesmo em uma pequena cidade que seja cercada pela natureza. As energias imanentes do local, por abundarem nesses locais, serão mais favoráveis a EFC

 

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Controlando seus sonhos

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Como pesquisador das EFCs, sei que os sonhos, principalmente os sonhos lúcidos podem ser, na realidade, projeções semiconscientes onde o nível de lucidez ainda é deficiente, mas que, ainda assim, podem trazer informações relevantes para pesquisas e autopesquisas.

Pois bem. Há tempos surgiram aplicativos para smartphones que monitoram o sono e inferem quando a pessoa está sonhando. Alguns como o Dream:ON que baixei há poucos dias gratuitamente e instalei em meu I-Phone, usam acelerômetros para detectar os movimentos da pessoa dormindo em sua cama, ao longo da noite, inferindo quando ela está tendo um sono REM e sonhando. Outros, mais sofisticados, empregam sensores que conectados ao smartphone monitoram a produção das ondas cerebrais para fazer essa inferência com mais precisão.

Estava esperando uma oportunidade para testar esses aplicativos quando li a edição de 29 de março da revista NewScientist. A revista traz uma matéria sobre uma pesquisa realizada nos últimos 2 anos pelo psicólogo Richard Wiseman que envolveu a análise dos períodos de sono e dos sonhos de dezenas de milhares de voluntários de todo mundo, naquilo o que constituiu-se na maior pesquisa jamais realizada sobre esse assunto.

O projeto Dream:ON, elaborado por Wiseman, usou os smartphones de meio milhão de pessoas para manipular sutilmente seus sonhos enquanto dormiam. As pessoas que aderiam ao projeto podem contribuir registrando a eficácia do aplicativo para produzir os sonhos que foram “programados” e enviando relatos desses sonhos para a central do projeto.

Com o aplicativo, tornou-se possível rastrear os padrões dos sonhos dos inscritos em detalhes sem precedentes, com resultados mostram que as forças de formação da nossa vida noturna são ainda mais misteriosas que até então se imaginava.

Até então, apesar de alguns resultados positivos, os pesquisadores não tinha como realizar seus experimentos fora do laboratório. Há alguns anos, Wiseman percebeu que o smartphone onipresente oferecia uma oportunidade de testar a ideia de controlar os sonhos em uma escala sem precedentes. Ele entrou em contato com um desenvolvedor de um aplicativo já existente, usado para monitorar o sono, criado e sugeriu que fosse realizado um experimento de controle dos sonhos em grande escala. Assim, o projeto, denominado Dream:ON foi tomando forma gradualmente.

A ideia é simples. O usuário instala o aplicativo em seu smartphone. Antes de ir dormir, ele define um alarme em e seleciona um despertar sonoro especialmente preparado, como um passeio no campo, o que inclui o som do farfalhar da brisa através das árvores, ou um passeio pela praia, representado por ondas que vão gentilmente lambendo a costa.  O usuário também pode baixar faixas adicionais por um custo módico.  Em seguida o smartphone é posto sob o travesseiro da pessoa e ela vai dormir.

O aplicativo funciona focando o sono REM, último período do ciclo do sono. Cerca de 30 minutos antes do alarme tocar, os acelerômetros do smartphone tornam-se ativos, medindo os movimentos da pessoa dormindo enquanto dorme. Quando o aparelho detecta que a pessoa parou de se mover, sugerindo que está ocorrendo o sonho REM, o aplicativo toca suavemente a passagem sonora escolhida. O usuário acorda e desativa o aplicativo para que ele pare de tocar. Nesse momento ele solicita o envio de uma descrição do seu sonho para a central do projeto.

O projeto Dream:ON foi lançado no Reino Unido no Festival Internacional de Ciência de Edimburgo em 2012. Das 500.000 pessoas que até agora baixaram o aplicativo, dezenas de milhares enviaram de relatos de seus sonhos formando um vasto catálogo que está ajudando a investigar o ciclo natural de sonhos das pessoas

Se alguém escolhe uma passagem sonora relativa a paisagem rural, tende a experimentar sonhos que envolvem vegetação, flores e prados. Quando selecionam a passagem da praia ficam mais propensas a sonharem com a costa.

Para verificar se os sonhos ocorriam devido ao uso das passagens sonoras ou devido a um processo de autossugestão, o aplicativo foi configurado para, aleatoriamente, não tocar passagem sonora alguma, apesar da mesma ter sido selecionada. Mesmo assim, muitas pessoas ainda sonhavam com o cenário de sua passagem sonora escolhida, indicando que a autossugestão é um fator importante para determinar com o que sonhamos.

Um resultado curioso foi constatar que muitas pessoas tem sonhos mais bizarros em torno do período em que ocorre a lua cheia. Wiseman não buscou por esse tipo de comportamento por acaso. Sabia que estudos anteriores haviam identificado por meio de EEG padrões específicos de ondas cerebrais variarem conforme mudava o ciclo lunar. O pesquisador ainda deseja descobrir se a causa para a ocorrência de sonhos bizarros deve-se ao aumento do nível de ansiedade quando ocorre a lua cheia ou se padrões de sono mais leves estão afetando os sonhos de alguma forma.

A expectativa do pesquisador é que, se é possível alterar o conteúdo e teor emocional dos sonhos das pessoas, talvez eles possam ser direcionados para ajudar pessoas que sofrem de problemas como ansiedade e depressão.

 

Para baixar o aplicativo

Acesse a loja da Apple no seu Iphone e procure pela palavra Dream.

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Sonhos Indicativos de Projeção

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“O Voo da Alma” – Óleo de Louis Janmot (1814-1892) Crédito: Wikimedia Commons

O sonho é um estado diferenciado de consciência caracterizado pela produção mental diversificada, de onirismo, situações imaginárias, irreais, que só existem na mente do indivíduo. Essa produção mental é guiada pelo subconsciente da pessoa que frequentemente emprega uma linguagem simbólica universal, arquetípica.

Sabemos também que, mesmo projetada, para fora do corpo físico, a consciência pode ter sonhos. Nesses casos, apesar de ela perceber sua própria elaboração mental, intrapsíquica, podem se mesclar a essa produção impressões sensoriais captadas pela consciência no extrafísico.

O que ocorre então, é que, devido a falta ou baixíssimo nível de lucidez, a consciência traduz, interpreta aquilo o que ela percebe de outra forma, fantasiosa, simbólica.

Dessa forma, vários sonhos podem ser indicativos que a consciência estava, na realidade, projetada, fora do corpo físico e não se deu conta disso.

Alguns exemplos de sonhos que indicam essa situação:

  • Voar – relaciona-se a volitação extrafísica
  • Cair de algum lugar – relaciona-se a reinteriorização no corpo físico;
  • Ver o próprio corpo e questionar-se porque isso está acontecendo;
  • Flutuar – Relaciona-se a saída do corpo físico;
  • Estar projetado – relaciona-se a vivência de experiências extrafísicas;
  • Caminhar em direção a cama e despertar em seguida – relaciona-se a reinteriorização no corpo físico;
  • Desconfiar, por algum motivo, que está sonhando – relaciona-se a vivência de experiências extrafísicas;
  • Encontrar com pessoa conhecida que já faleceu, percebendo-a com aparência diversa, mais jovem ou completamente diferente – relaciona-se a vivência de experiências.

É importante lembrar que, mesmo que alguém tenha um sonho desse tipo, por mais “vivido” que venha a ser, não existe um nível de lucidez para poder afirmar-se de que a experiência foi uma EFC.

Durante uma projeção consciente autêntica a pessoa fica lúcida, sabe que está fora do corpo e usa seu raciocínio para direcionar suas ações.

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O que é a consciência?

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Consciência é a essência do ser humano. Também podemos chamar essa essência de alma, espírito, self, ego, dentre outras denominações.

São muitas as tentativas de definir o que é a consciência, qual é a sua origem e sua natureza íntima. As primeiras proposições nesse sentido surgiram na antiguidade. Nos dias atuais, essas são questões de pesquisa da filosofia da mente, da psicologia, da neurologia e das ciências cognitivas.

Em termos de etimologia, o termo consciência vem do idioma Latim, conscientia, que significa “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; o conhecimento; a consciência; senso íntimo”. O termo surgiu no Século XIII.

Para a ciência, baseada no paradigma newtoniano-cartesiano (em outras palavras, no materialismo) a consciência somente pode ser explicada como um produto do sistema nervoso, mais especificamente, da estrutura cerebral.

Assim, animais teriam uma consciência primária ao passo que os seres humanos teriam uma consciência elaborada por possuírem estruturas cerebrais evolutivamente mais sofisticadas como as áreas de Brocca e Wernicke que respondem respectivamente pela produção da fala e pelo entendimento da linguagem.

Essas estruturas confeririam ao ser humano a capacidade de autoconsciência, o conhecimento sobre si mesmo e sobre as outras coisas, diferenciando-o assim dos animais.

Muitas pesquisas e experimentos foram realizados no sentido de localizar a sede da consciência em alguma das inúmeras estruturas existentes no cérebro. Os resultados, contudo, apontaram para o fato de que a consciência não está circunscrita a essa ou aquela área, mas se espalha, difusamente, pelo cérebro.

O fenômeno da Experiência Fora do Corpo, que implica da transcendência da consciência ao corpo físico, não pode ser admitido pela ciência pois fere o paradigma vigente: não pode ser comprovado pela instrumentação, logo não existe,

Portanto, para a ciência, a consciência surgiria com o corpo e desapareceria com sua morte, sendo o fenômeno da projeção da consciência  encarado, como uma distorção das percepções, alucinações, desequilíbrio mental ou, na melhor das hipóteses, um sonho lúcido, um estado diferenciado de consciência ainda pouco pesquisado.

Sob ponto de vista de outro paradigma, não materialista, a consciência transcende ao universo físico. Não é matéria nem energia, pois não apresenta as propriedades nem de uma nem de outra. Embora não conheçamos exatamente como surge à consciência nem qual é o seu destino final, sabemos que ela pré-existe ao nascimento do corpo físico e que sobrevive a morte desse.

Também sabemos que a consciência está em permanente processo evolutivo, tal qual todas as demais formas de vida, processo esse que se estende ao longo de diversas dimensões e ao longo de inúmeras existências em corpos intrafísicos.

Essa dinâmica ocorre em conformidade com a estrutura multicorporal da consciência. Além do corpo físico ela possui outros veículos de manifestação constituídos de matéria extrafísica.

A realidade multidimensional não poderia passar completamente despercebida do universo físico. De fato, essa natureza da consciência é evidenciada por uma grande quantidade de fenômenos parapsíquicos, tais como a projeções conscienciais lúcidas, que não podem ser explicados pelas leis do universo físico. Tais fenômenos, contudo, ainda são ignorados pela maioria da população terrestre, particularmente pela ciência oficial.

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O que é a Projeção da Consciência?

Man before keyhole

A projeção da consciência ou EFC – Experiência Fora do Corpo – é um fenômeno onde uma pessoa sai do seu corpo físico e se manifesta por meio de outro corpo, mais sútil, em uma dimensão extrafísica.

Este fenômeno é natural, parafisiológico, inerente à condição humana e que pode ocorrer de forma voluntária ou não.

Todas as noites, quando as pessoas vão dormir, afrouxam as ligações energéticas que mantém o corpo extrafísico da consciência, o psicossoma, firmemente conectados ao seu corpo físico, o soma, ocorrendo à projeção da consciência de forma natural e inconsciente.

Por ficarem sem lucidez, as pessoas não tem noção do que de fato se passa com elas. Nessa condição, elas tem projeções inconscientes, durante as quais tendem a ficar próximas ao corpo físico, onde passam por estados diferenciados de consciência como o sonho, o pesadelo ou simplesmente o sono comum.

A consciência que se projeta é aquilo o que denominamos espírito, alma, self, ego. A projeção ocorre para que ocorram processos fisiológicos e parafisiológicos relacionados     à regeneração do corpo físico.

Projeções conscientes podem ocorrer de forma natural em outras circunstâncias, como por exemplo, quando a pessoa passa por privações ou dores extremas, quando submetida a um intenso estresse mental e emocional ou durante uma EQM – Experiência de Quase Morte, quando suas funções vitais cessam momentaneamente.

Podem ainda ocorrer projeções autoinduzidas, quando a pessoa emprega uma técnica projetiva para produzir a projeção consciente e projeções heteroinduzidas, quando outra pessoa ou uma consciência extrafísica emprega alguma técnica para retirá-la fora do corpo.

Quando a projeção do psicossoma ocorre, esse se mantem conectado ao corpo físico por meio de um corpo energético denominado energossoma, também conhecido por duplo-etérico ou corpo bioplásmico. Além de projeções de psicossoma podem ocorrer, mais raramente, projeções de mentalsoma, ou outro corpo da consciência, mais sutil e evoluído que o psicossoma.

A projeção da consciência é um fenômeno universal, conforme constataram pesquisas realizadas em dezenas de países e culturas diferentes, podendo ocorrer com crianças, jovens e idosos, com homens ou mulheres, independentemente das suas condições de saúde, convicções filosóficas, políticas ou religiosas.

O fenômeno recebeu inúmeras denominações ao longo do tempo tais como esses: Estado de Emancipação da Alma, Desdobramento, Astral Travel (Viagem Astral), Astral Voyage (Viagem Astral), Astral Soul (Viagem da Alma), Out-of-the-Body Experience (Experiência Fora do Corpo).

Chama-se projetor, projetor consciente ou projetor lúcido a pessoa que tem essas experiências. Ao longo de uma vida, podem ocorrer desde uma única projeção consciente até mesmo milhares delas. O número, o teor e a qualidade de experiências varia muito de uma pessoa para outra.

Pequena parcela da população, no máximo 16%, passa por uma ou mais projeções conscientes ao longo da vida. Aparentemente, a grande maioria das experiências projetivas conscientes não são rememoradas pelos projetores por diversos motivos. São raros os projetores que tem uma projeção lúcida semanal rememorada e muito mais raros aqueles que tem projeções lúcidas diárias rememoradas.

A projeção da consciência é uma habilidade ou competência que pode ser inata ou que pode ser desenvolvida ao longo da vida. Quem já nasce com facilidade de ter projeções conscientes é porque desenvolveu essa habilidade em outras vidas e a trouxe para o corpo atual por meio de um mecanismo de paragenética.

Considerando o fato de que vivemos em uma realidade multidimensional que, percebamos ou não, influencia em nossas vidas e que é influenciada por nós, a projeção lúcida é uma habilidade que terá que ser desenvolvida pela consciência em algum momento de seu processo evolutivo para que ela possa interagir com essa realidade de forma adequada e dominá-la.

Antes de ocorrerem às projeções lúcidas, a consciência desenvolve a habilidade de ter projeções semiconscientes, quando já manifesta algum grau de lucidez durante suas projeções voluntárias noturnas. Nessa condição, ela mistura as percepções extrafísicas com criações mentais oníricas. Essas experiências também são chamadas de sonhos lúcidos.

A projeção lúcida da consciência faculta uma série de benefícios, aumentando o grau de conscientização quanto à realidade multidimensional, proporcionando a obtenção de informações úteis de todos os tipos além dos meios convencionais da rotina diária, proporciona oportunidades de aprendizado e reencontro com consciências amigas, dessa vida ou de existências anteriores e possibilita a realização de tarefas interassistenciais.

O desconhecimento desse fenômeno e de suas peculiaridades faz com que muitas pessoas o encarem com receio, desconfiança e medo. Pessoas que afirmam ter projeções lúcidas as vezes são tratadas como anormais, pessoas desequilibradas e doentes mentais.

A grande disseminação de informações ocorrida no final do século XX, particularmente por meio da Internet, vem divulgando esclarecimentos de forma progressiva sobre a projeção da consciência, de tal forma que hoje muito mais pessoas tem pelo menos tem uma ideia do que é esse fenômeno.

Algum dia, no futuro distante, todas as pessoas terão projeções conscientes lúcidas como parte das rotinas de suas vidas, com consequências significativas para o modo de vida que se tem nesse planeta.

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Mobilização de Energia e Projeções Conscientes

Transformation ins Licht

Respondi recentemente aos questionamentos de um homem relacionados a mobilização de energias e projeção consciente.

Há muitos anos ele vem praticando a mobilização de suas energias conscienciais por meio de meditação e da prática do EV – Estado Vibracional.

Recentemente, vem tentando produzir projeções conscientes. Para isso mobiliza as energias e faz EV antes de dormir, mas, apesar disso, as projeções não acontecem.

Como lhe expliquei, isso ocorre porque, as projeções lúcidas requerem a convergência de uma série de fatores para que possam acontecer.

Sair fora do corpo de forma inconsciente ou semiconsciente é algo que todo mundo faz. O que falta é lucidez. Para possibilitar o aumento da lucidez é necessário sutilizar suas energias conscienciais. Isso pode ser feito por meio de um intenso trabalho de mobilização e exteriorização de energias. A intensa exteriorização reduz, temporariamente, a quantidade de energia densa presente no energossoma e psicossoma (corpos extrafísicos) o que, por sua vez, faculta o aumento da lucidez extrafísica e, portanto, a produção de uma projeção consciente.

Um problema que o projetor terá que lidar é: para onde ele vai exteriorizar essa energia? Fazer isso de forma descuidada, expelir a energia sem qualquer alvo ou aplicação e repetir esse procedimento noite após noite pode acabar gerando assédio extrafísico, pois não vai demorar muito para consciências extrafísicas energívoras perceberem que tem alguém jogando fora grande quantidade de ECs diariamente, sempre no mesmo horário.

A prática da Tenepes – Tarefa Energética Pessoal – a noite, antes de dormir, seria a forma ideal de fazer essa exteriorização. Além de assistir outras consciências, de quebra, a pessoa está de predispondo a ter uma projeção lúcida.

Como você leitor talvez tenha lido ou ouvido falar, fazer EV antes de dormir, pode levar a pessoa a ter uma projeção lúcida. Como fica isso então?

Posso afirmar por experiência pessoal que funciona mais ou menos assim: você instala um bom EV antes de dormir, já deitado em seu leito, noite após noite e, ocasionalmente, projeções lucidas ocorrerão. Mas a taxa de sucesso é muito baixa, digamos, 1 vez por mês.

Dá para melhorar essa taxa? Sim é possível. Pode-se empregar mais técnicas projeticas concomitantemente a instalação do EV. Outra forma, mas “dura” é instalar o EV e mantê-lo pelo maior tempo possível ou simplesmente ficar circulando as energias dos pés a cabeça/da cabeça aos pés por uma hora ou mais, com a provável instalação de vários EVs nesse meio tempo. Com isso, aumenta-se bastante as chances de produção da projeção lúcida. Ocorre, porém, que as projeções nesse caso tendem a ter baixo nível de lucidez pois o projetor vai carregar consigo muita energia densa que não foi liberada. Chama-se isso de projeção lastreada.

Naturalmente, como cada pessoa tem suas próprias peculiaridades, resultados diferentes desses podem acontecer. A pessoa interessada tem que se autopesquisar e ver como sua lucidez extrafísica responde aos diversos procedimentos de mobilização energética.

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Como o cérebro supostamente cria as EFCs

a man with his eyes closed

Em 10 de novembro último foi apresentado um trabalho na reunião anual da Society for Neuroscience, destacando quais são que regiões do cérebro que ficam ativas quando uma pessoa tem uma Experiência Fora do Corpo – EFC. O objetivo dos cientistas é descobrir como o cérebro produz a experiência da sensação da existência do corpo.

Estudos recentes têm mostrado que o cérebro incorpora informações de vários sentidos a perspectiva visual de primeira pessoa para criar um sentimento de que ela possui um corpo. Mas ainda não está claro como o cérebro percebe a localização desse corpo no espaço.

No estudo, realizado por pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia (ainda não foi publicado em revista científica), os participantes estavam dentro de um scanner de ressonância magnética enquanto usava um display montado em suas cabeças mostrava uma visão de câmera em primeira pessoa do corpo de outra pessoa deitada em um canto da sala de scanner, com sua cabeça ou paralela a uma parede ou perpendicular a ele. Um pesquisador tocava repetidamente em cada participante com um objeto ao mesmo tempo em que o corpo exibido no display era tocado. Isso deu aos participantes a ilusão de que o corpo na visão da câmera pertencia a eles.

Para aumentar a ilusão, os pesquisadores usaram uma faca para ameaçar o corpo na câmara, e mediram a condutância da pele dos participantes, ou a capacidade de conduzir eletricidade (humanos suam mais quando estão com medo). De fato, a condutância subiu para os participantes quando eles viam o seu corpo virtual que sendo ameaçado.

Enquanto os participantes estavam experimentando essa ilusão, as zonas parietal e pré-motoras corticais de seus cérebros se iluminou. Essas áreas estão envolvidas na integração das informações sensoriais e com o planejamento de movimentos do corpo. Além disso, o nível de atividade do cérebro correspondia com a força da ilusão, sugerindo estas regiões do cérebro são importantes para a produção de um sentido de propriedade do corpo.

Utilizando algoritmos que procuraram padrões ao longo de todo o cérebro, os pesquisadores também descobriram que, para além do córtex parietal, o hipocampo – uma região do cérebro importante para a memória – também era ativado quando ocorria a produção de um sentido de localização.

Os resultados sugerem que o cérebro depende uma complexa interação de informações de diferentes sentidos para produzir a experiência de estar dentro de um corpo – mesmo quando se refere a outra pessoa.

Os pesquisadores também examinaram quais áreas do cérebro representado localização de uma pessoa e na direção de sua cabeça estava enfrentando. Utilizando algoritmos que procuraram padrões ao longo de todo o cérebro, eles descobriram que, para além do córtex parietal, hipocampo – uma região do cérebro importante para a memória – também era ativo na produção de um sentido de localização.

Os resultados sugerem que o cérebro depende de uma complexa interação de informações de diferentes sentidos para produzir a experiência de estar dentro de um corpo – mesmo quando é outra pessoa.

Experimentos como esse ajudam a entender como o cérebro processa as informações sensoriais, mas, no que se refere as EFCs, são meros simulacros que, de forma alguma, explicam o fenômeno das EFCs.

Referências:

Tanya Lewis, LiveScience

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

www.metaconsciencia.com

www.estadovibracional.com

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos