O que é a Experiência Fora do Corpo?

Astral Experience

Definição: EFC ou Experiência Fora do Corpo é o ato de sair de seu corpo físico e se movendo em um corpo astral ou energia.

Sinonímia: No Brasil os principais termos empregados para definir o fenômeno da EFC são projeção da consciência, projeção astral, viagem astral, viagem espiritual, desdobramento e arrebatamento.

Natureza: O que se projeta, o que sai do corpo físico é aquilo o que denominamos consciência. Outras denominações para consciência são espirito, alma, self. Quando a consciência sai do corpo físico, ela usa outro corpo, constituído de matéria extrafísica. Esse outro corpo pode ser denominado psicossoma, corpo astral, corpo das emoções ou períspirito. Na realidade, a consciência possui vários corpos extrafísicos. O conjunto de todos esses corpos, mais o corpo físico, chama-se holossoma.

Causas: Muitos fatores podem provocar a EFC: o relaxamento do corpo físico, a meditação, o transe hipnótico, o transe mediúnico, o estado vibracional, a intensa privação de água ou comida, a Experiência da Quase Morte – EQM, anestesia, a atuação de amparadores extrafísicos, etc. Seja como for, a causa primária ou raiz da EFC é a diferença significativa de vibração do psicossoma (corpo extrafísico) para o soma (corpo físico).

Tipos: A EFC pode ser espontânea ou provocada, autoinduzida ou heteroinduzida, diurna ou noturna, rápida ou demorada, rememorada ou não rememorada, mais ou menos lúcida. Enfim, as variações são muitas, praticamente ad-infinitum.

Estado Diferenciado: Nosso estado normal de manifestação é a vigília física, quando estamos despertos, acordados, lúcidos. Qualquer condição diferente dessa é chamada de estado diferenciado de consciência. O sono, o sonho, a EFC são estados diferenciados de consciência.

Lucidez: A EFC pode ser consciência, semiconsciente ou inconsciente. Em outras palavras, podemos ter uma EFC se retornarmos ao corpo físico sem sabermos disso. É o que acontece com a maioria das pessoas todas vez que vão dormir.

Quem tem EFCs: Todas as pessoas tem projeções inconscientes. Aparentemente, trata-se de um fenômeno parafisiológio. A pessoa vai dormir, o corpo relaxa, os laços que unem o soma ao psicossoma se distendem e ela sai do corpo, retornando ao despertar. Contudo, apenas 14% da população de um modo geral tem EFCs lúcidas, considerando inclusive aquelas pessoas que tiveram uma única experiência desse tipo ao longo da vida.

Rememoração: A EFC pode ser lúcida, mas, ainda assim, pode não ser rememorada. A maioria das EFCs parece ser assim. Então se uma pessoa afirma que teve, por exemplo, 10 EFCs lúcidas por se lembrar delas, provavelmente ela teve centenas de outras EFCs das quais não guardou rememoração.

Técnicas: Existem centenas de técnicas projetivas que podem ser empregadas para autoindução de uma EFC. Nenhuma dessas técnicas pode ser considerada universal pois cada pessoa adapta-se mais a uma ou outra.

Proveito: As EFCs mudam a forma como encaramos a vida, ampliam nosso entendimento sobre uma série de questões, eliminam o medo da morte, abrem as portas para expansões conscienciais e para a reformulação da vida humana para melhor.

Registro: O registro por escrito das EFCs lúcidas é fundamental para quem deseja aprofundar o entendimento desse fenômeno e, em ultima instância, de si mesmo. Com o tempo, à maioria dos detalhes das EFCs tendem a ser esquecidos. Somente o registro escrito garante a completa recuperação dos eventos extrafísicos que foram fracamente registrados no cérebro.

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

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Livros:

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Curso Analisa o Corpo Humano Planejado para o Projeto de Vida

Macrossoma

O curso Macrossoma: Corpo Humano Planejado será realizado de 24 a 26 de maio, na Escola da  Autopesquisa da Consciência (rua Miguel Tostes, 275), em Porto Alegre. Com atividades teóricas e exercícios práticos, o objetivo principal é possibilitar que cada participante investigue se é portador de algum tipo de macrossoma, um corpo humano potencializado para a realização de determinada programação de vida.

Em debate estarão assuntos como a possibilidade de planejarmos a vida atual em detalhes antes do nascimento e de programarmos o próprio corpo humano. “Além disso, é fato que as pessoas possuem mais inteligências do que realmente aplicam, havendo a possibilidade concreta de desenvolvê-las. Existem testes e modelos que permitem avaliar essas questões”, avalia a coordenadora da escola, professora Sonia Cerato.

As inscrições para o curso estão abertas e podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, pelo telefone (51) 3019-2694. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail eac.escola@gmail.com.

No dia 22, haverá palestra gratuita sobre o mesmo tema, aberta ao público interessado, no mesmo local.

A EAC – Escola da Autopesquisa da Consciência é uma instituição da área da Conscienciologia, ciência que ajuda o ser humano a perceber e identificar sua realidade de consciência atemporal e multidimensional, ilimitada de potencialidades.

A Palestrante – coordenadora da EAC, Sonia Cerato é bióloga, mestre em educação, professora com mestrado na área, o que resultou em publicação sobre Módulos de Ensino em coautoria, tendo atuado por 50 anos como professora. Foi agraciada com o título de menção honrosa oferecido pelo governo do estado do Rio Grande do Sul, por serviços prestados na área educacional. É consciencióloga há 22 anos, atuando como professora, palestrante e em alguns casos como epicentro consciencial na Europa (Itália, Portugal e Espanha) e em capitais e outras cidades brasileiras. Tem diversas obras conscienciológicas publicadas, entre elas:

– A Ciência Conscienciologia e as Ciências Convencionais
– Autopesquisa da Consciência
– Escola de Autopesquisa da Consciência
– O Impacto dos Pensamentos, dos Sentimentos e das Energias na Saúde/Doença
– Aprendendo a Lidar com a Morte de Forma Saudável
– Macrossomatologia: Estudo do Corpo Fora-de-Série

Para Saber Mais:

Site da Escola de Autopesquisa da ConsciênciaEAC

Youtube: Videos de palestras ministradas na EAC

Macrossoma: Boletim Metaconsciência 11

Folder do Curso:

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Procura-se Projetores!

O Dr Braithwaite demonstra a "ilusão da mão de borracha"

O Dr Braithwaite demonstra a “ilusão da mão de borracha”

Cientistas da Universidade de Birmingham anunciaram no final de março de 2013 que estão procurando voluntários que tiveram Experiências Fora do Corpo para se participarem de um novo estudo que visa identificar as causas científicas por trás destes fenômenos.

Pesquisas anteriores, realizadas pela própria Universidade de  Birmingham, basearam-se em respostas indiretas por meio de questionários para examinar quais fatores baseados no cérebro sustentam a ocorrência dessas experiências.

O novo estudo está sendo promovido pelo Selective Attention & Awareness Laboratory (SAAL) da Escola de Psicologia da University of Birmingham, na Inglaterra.

O teor do anúncio, feito no site da universidade, de antemão, já deixa claro qual é a orientação da nova pesquisa: o fenômeno é encarado pelos pesquisadores como “bizarro”, “um tipo de alucinação”, uma “disfunção” do sistema neuro-cognitivo.

Segundo afirmou o Dr. Jason Braithwaite da Escola de Psicologia, “Nós estamos começando a compreender como é que o cérebro produz a experiência ´in-the-body´ no cotidiano observando os casos em que esses processos dão errado” (ou seja as EFCs são os “processos errados”).  “Estamos explorando a neurociência que pode predispor algumas pessoas a ter estas experiências marcantes e torná-las mais vulneráveis ​​a essas ocorrências “, conclui o Dr. Jason.

A equipe do Dr. Braithwaite está pedindo às pessoas que “sofreram estes tipos de alucinações”, ou seja, que tiveram EFCs, para participar de alguns simples experimentos em laboratório.

Um dos objetivos da pesquisa é verificar se as experiências fora do corpo apresentam respostas a padrões neurológicos semelhantes às  alucinações visuais de pessoas que sofrem de enxaqueca e epilepsia.

Além disso, outro objetivo é investigar a “ilusão da mão de borracha” onde os pesquisadores enganam o cérebro de um voluntário tornando-o absolutamente convencido de que uma mão de borracha falsa é realmente sua e que pertence ao seu corpo. Os investigadores querem saber se esta ilusão é mais fácil ou mais difícil de ser induzida em pessoas que têm experiências fora-do-corpo.

Os pesquisadores estão particularmente interessados ​​em fazer experimento com pessoas que experimentaram sensações fora do corpo em algum momento de sua vida. Se você experimentou uma experiência fora do corpo e gostaria de fazer parte desta nova e “excitante” pesquisa entre em contato com o Dr. Jason Braithwaite diretamente pelo e-mail jjbraithwaite@bham.ac.uk para mais informações.

O site adverte que as experiências não são adequadas para pessoas com epilepsia ou epilepsia fotossensível.

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Rápida Projeção no Ceaec

Alojamento no Ceaec - Foto do Autor

Alojamento no Ceaec – Foto do Autor

No penúltimo Post, relatei um evento ocorrido no Ceaec. Mas isso não foi tudo. Tive mais algumas experiências que posso relatar.

Cheguei ao Ceaec, em Foz do Iguaçu, no dia 27 de março e por conveniência, resolvi dormir no Village (foto acima), um alojamento existente dentro do Ceaec (um hotel está em fase do construção ao lado do complexo).

Na primeira noite de sono no local. Propositadamente, não fiz qualquer trabalho energético ou autoprogramação antes de dormir. Eu queira ver “o que iria rolar” dessa forma, sem qualquer indução. Adormeci depois de algum tempo. Dormi pouco nessa noite.

A única coisa do qual me lembro durante o período de sono dessa primeira noite é que eu estava conversando com uma mulher. Ela estava sentada na minha frente, bem à vontade. Era magra, pele morena, cabelos pretos, curtos e ondulados, provavelmente presos de alguma forma na parte detrás da cabeça. Trajava uma blusa clara estampada que lembravam pequenas flores.

O que mais me chamou a atenção nela foram os olhos. Sob e acima das sobrancelhas parecia haver uma maquiagem escura que formava uma barra retilínea, digamos assim, de uma ponta a outra das sobrancelhas. Ela estava prestando-me vários esclarecimentos, mas, não guardei rememoração sobre os pormenores dos assuntos abordados. Isso é o que chamamos de projeção semiconsciente.

No dia seguinte deitei-me para dormir por volta de meia-noite. Sem perceber adormeci, como num abrir e fechar de olhos. Despertei às 2:20 com o livro da Helen Keller “estampado na minha cara”, conforme relatado no post anterior.

Depois disso, não consegui mais dormir. Passei as horas seguintes me revirando na cama. Aproveitei então para processar mentalmente algumas ideias. Infelizmente, isso não ajuda em nada a trazer o sono de volta, de forma que assim fiquei até umas 6:30 quando, finalmente, adormeci novamente.

Entrei em um estado alterado de consciência e passei  a sonhar lucidamente. Nesse sonho, eu despertava (falso despertar). O quarto estava claro como se fosse dia, apesar de, no intrafísico, estar completamente escuro. Fora isso, percebi que havia muitos outros objetos e móveis no quarto além dos que estão instalados no intrafísico. Eu despertava, erguia-me da cama e me questionava se havia de fato acordado.  Isso aconteceu duas vezes, No terceiro falso despertar, ao me levantar, meu nível de lucidez aumentou. De alguma forma, surgiu em minha paramão direita um estojo de lápis escolar aparentando ser feito de nylon vermelho, com um zíper branco rodeando-o quase que completamente.

Mais uma vez, desconfiei que aquele não era um autentico despertar e que estava na realidade projetado fora do corpo físico. Minha lucidez ainda não estava num nível L6*, pois se assim fosse, eu não teria nenhuma dúvida sobre o fato de estar projetado. Para testar minha impressão, atirei para cima o estojo que estava em minha paramão de forma que subisse e caísse dando rodopios. Minha hipótese, formulada num átimo, era de que se eu estivesse projetado, aquele estojo seria extrafísico e, portanto, poderia comportar-se de forma diversa ao que seria de se esperar no intrafísico, contrariando a atração gravitacional e caindo de volta na minha paramão lentamente, como se estivesse em câmera lenta. Se isso ocorresse, pouco importando se o efeito seria provocado pela atuação da minha mente por sobre o objeto ou não, seria a comprovação de que eu estava projetado.  Mas, não foi o que sucedeu. Nesse ponto, minha visão estava ligeiramente deslocada para fora do psicossoma, de tal sorte que eu me via de um ponto ligeiramente deslocado para fora do psicossoma.

Apesar do “teste” da queda do estojo não comportar-se com eu esperava, convenci-me de que estava projetado. Nesse momento, devo ter passado do nível de lucidez L2* para L4*. Esqueci o estojo, a visão centrou no psicossoma (isso é comum para mim quando passo de sonho lúcido para uma projeção lúcida), ficando tal como a visão no corpo intrafísico. Levantei-me completamente da cama, sem contudo pisar no chão. Parecia flutuar a alguns centímetros sobre ele. Chamou-me a  atenção uma grande quantidade de objetos multicoloridos dispersos pelo chão, Eram pequenos brinquedos e/ou artefatos de desenho e artes plásticas do tipo que são usados por crianças.

Subitamente despertei**. Poucos minutos se passaram após ter adormecido. Avaliei então esses eventos. Fiquei surpreso comigo mesmo. De onde tirei aquela ideia de atirar o estojo para o alto? Como consegui elaborar tão rapidamente essa ideia? As vezes surpreendo-me com essas coisas.

Por que o quarto estava tão diferente e porque haviam tantas coisas ali relacionadas com material didático para crianças? Seriam de fato para crianças? Estariam essas formas pensamento relacionadas a pessoas que hospedaram-se ali antes de mim? Teriam sido essas formas pensamento criadas por uma consciência extrafísica ali presente, não percebida por mim, para dar-me um recado, algo como: “O seu nível de projetabilidade lúcida ainda é o de uma criança…”. Ou a ideia seria outra, afinal, o que contém um estojo? Canetas, lápis… Seria uma indicação de que tenho que escrever mais? Nesse sentido, os objetos no chão indicariam a necessidade de usar mais elementos didáticos em minhas atividades? Quem sabe? Quando paira a dúvida quanto a natureza de um experimento projetivo, temos que cogitar todas as possibilidades.

Concluindo, observe leitor que a projeção foi muito rápida, mas, quantas linhas tive que usar para descrever tudo o que se passou nesse ínfimo período de tempo? Nada do que acontece ou o que é percebido durante um experimento projetivo é casual. A atenção para com os detalhes, e o seu registro posterior, por menores que sejam, pode trazer muitas informações úteis.

Notas

* Os níveis de lucidez extrafísica são descritos no livro Projeciologia de Waldo Vieira:

L2 = 20% de lucidez extrafísica. Seminconsciência com interferências oníricas.

L4 = 40% de lucidez extrafísica. O projetor ainda tem dúvida sobre se está ou não projetado.

L6 = 60% de lucidez extrafísica. Nesse ponto a lucidez é quase igual a que a pessoa apresenta na dimensão intrafísica e o projetor sabe, sem dúvidas, que está projetado.

** Experimentos recentes indicam que quando a pessoa entra na condição de sonho lúcido o cérebro passa a produzir ondas Gama cuja frequência é maior do que as que são produzidas na vigília comum. Essa superativação do córtex cerebral faz com que a pessoa rapidamente desperte.

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Dispositivo Decodificador de Sonhos

Crédito: Welcomeimages

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Recentemente diversos experimentos vem sendo realizados no intuito de registrar padrões de pensamentos relacionados a cenas e mesmo a objetos específicos.

Em sua edição de hoje, 5 de abril, a revista Science, trás uma matéria descrevendo os últimos avanços obtidos nesse campo obtidos por uma equipe de cientistas japoneses do laboratório de Yukiyasu Kamitani do Instituto Internacional de Pesquisas de Telecomunicações Avançadas (ATR) de Kyoto. Liderada pelo Dr Yukiyasu Kamitani, PHD em sistemas neurais, a equipe relata ter conseguido decifrar parcialmente o conteúdo dos sonhos.

A tecnologia desenvolvida baseia-se na decodificação das imagens que uma pessoa observa durante produção de um sonho. Cada imagem observada produz padrões específicos de atividade cerebral que podem ser mapeados e interpretados.

Em uma faze inicial, a pesquisa envolveu o registro da atividade cerebral de três voluntários durante sessões de 3 horas durante as quais eles dormiam. Quando os aparelhos indicavam que o voluntário estava dormindo, ele era acordado e perguntavam que imagens haviam acabado de ver. Para definir padrões e criar uma tabela de correspondências entre atividade cerebral e cenas observadas, essa operação foi repetida mais de 200 vezes com cada voluntário ao longo de um período de 10 dias.

Uma vez criada essa base de dados, teve início a segunda fase da pesquisa. Kamitani e seus colegas desenvolveram um decodificador de imagem visual baseada em algoritmos de aprendizagem de máquina. Eles treinaram o decodificador para classificar padrões de atividade cerebral registrados dos mesmos três voluntários enquanto estavam acordados e assistindo a um vídeo montado com centenas de imagens selecionadas a partir de várias bases de dados on-line. Após o decodificador ter sido ajustado para cada pessoa, os pesquisadores puderam introduzir um padrão de atividade cerebral e fazer o decodificador prever qual imagem fora produzida durante um sonho.

Os experimentos possibilitaram uma taxa de sucesso entre 60 a 70% de predição correta quanto as imagens que eram vistas pelos voluntários.

Por enquanto, o decodificador tem que ser ajustado para cada pessoa e só funciona para indicar as imagens percebidas 15 segundos antes do despertar. Contudo, provavelmente, aperfeiçoamentos futuros o farão tornar-se funcional e mais preciso. Essa tecnologia será muito útil para estudar doenças psicológicas e também para criar dispositivos de controle baseados em pensamento.

Indo Além

Imaginem o seguinte experimento. Em um laboratório, um projetor consciente tem sua atividade visual monitorada por meio de instrumentação. O projetor sai do corpo, desloca-se até um ponto de observação previamente combinado, diante de uma rua movimentada, por exemplo. Ele fica alguns momentos no local observando a passagem dos veículos. As imagens são registradas pelo decodificador. Posteriormente, as imagens podem ser confrontadas com as que forem registradas por uma filmadora instalada no mesmo ponto de observação. Uma grande e impossível similaridade das imagens demonstrará de forma incontestável que a projeção consciente de fato ocorreu.

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Insight Extrafísico sobre Livro

FA205

Aproveitei o feriado da Semana Santa para ir ao CEAEC – Centro de Altos Estudos da Consciência, em Foz do Iguaçu, onde fiz algumas pesquisas e experimentos.

Cheguei ao Ceaec no dia 27. Como tinha uma agenda cheia de atividades, achei mais prático hospedar-me no Village, um alojamento existente no local.

A primeira coisa que fiz foi ir a livraria Epígrafe onde é possível encontrar livros e outras publicações da Conscienciologia que não estão a venda em outros locais, além de outros livros sobre assuntos paranormais e etc.

Chamou-me a atenção na livraria o livro A história de minha vida (foto acima) escrito por Helen Keller.

Eu já sabia que Waldo Vieira havia comentado em uma tertúlia que ele suspeitava que  Helen Keller pudesse ser uma serenona. Quando soube disso, no início do ano, procurei pelo livro na Internet, mas sem sucesso.

Quando peguei o livro no mostruário “tomei um susto”. Massudo, o livro tem 455 páginas. Pensei: ” …É…acho que vai ficar para próxima vez, já estou levando vários outros livros e tenho centenas mais para ler em casa…”. Conclui minhas compras e fui realizar outras atividades.

No dia seguinte, 28 de março, deitei-me para dormir por volta de meia-noite. Sem perceber, adormeci como num abrir e fechar de olhos, de forma tão suave que achei diferente. Peguei o relógio sobre o travesseiro que marcava 2 horas e 20 minutos. Fiquei impressionado pois parecia que eu acabara de fechar os olhos.

Bem, o que aconteceu nesse meio tempo? A última cena que se descortinou na minha mente, instantes antes de abrir os olhos e despertar,  foi o livro da Helen Keller, colorido, como na foto acima, “estampado na minha cara”, ou seja, ocupando todo meu campo visual. Fiquei surpreso com isso. Conclui então: ..É… acho que vou ter que comprar esse livro afinal. Deve ter algo nele que preciso ler…”

Em seguida, tentei recuperar a memória do que acontecera nesse intervalo de tempo mas sem sucesso. Só tive um rápido vislumbre de ter estado num prédio onde uma porta de elevador se abria para que algumas pessoas entrassem. Essa cena ocorreu imediatamente antes a cena do livro.

Demorei a retomar o sono.

Ao amanhecer, fui assistir a Minitertúlia,  um evento que ocorre entre as 9 e 11 horas. Waldo Veira,  em certo momento, comentou algo sobre  a Helen Keller. Lembrei-me na hora, do evento anterior e tomei um intenso banho energético. Concluí que, de fato, deve haver algo diferente nessa mulher.

Sobre Helen Keller

Nascida no Alabama, EUA, Helen Keller provou que deficiências sensoriais não impedem a obtenção do sucesso. Helen Keller ficou cega e surda, desde os 18 meses de idade, devido a uma doença diagnosticada na época como “febre cerebral” (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina). Com educação apropriada, ministrada por sua preceptora, Anne Sulivan, Keller tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor de pessoas portadoras de deficiência. A história do encontro entre Keller e Anne Sullivan é contada na peça The Miracle Worker, de William Gibson, que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan, em 1962, dirigido por Arthur Penn.

Onde comprar o livro

Na Epigrafe ou em outras livrarias na Internet.

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Origem da Terminologia Projetiva

FA204

Hoje empregamos termos como EFC, OBE, Viagem Astral, Projeção Astral e outros mais com muita frequência. No Brasil é muito fácil encontrar pessoas que já tenham ouvido falar em algum desses termos e do conceito a eles associado.

A origem da terminologia projetiva, contudo, é obscura. Fazendo-se buscas na Internet, constata-se uma série de equívocos sobre quando certos termos surgiram e quem os criou. Frequentemente, nos EUA, pessoas são citadas como tendo sido os criadores do “sentido moderno” de astral travel ou astral projection e, as vezes, como criadores de fato dos termos. Um caso que chamou-me mais a atenção foi uma dessas atribuições feitas a Dion Fortune:

“The actual term “astral projection” was coined in the 1940s by British psychic Dion Fortune in her book Psychic Self Defense”

Consultando esse livro, constei que o termo astral projection simplesmente não é usado nessa obra! Aparentemente alguém fez essa citação descuidada e todo mundo que todo mundo saiu copiando.

Curioso, fui em campo e fiz uma pesquisa (não se enganem: custou-me várias horas de trabalho) e agora apresento para você meu levantamento, restrito aos termos mais usados em inglês e francês, idiomas em que surgiram. Nos demais idiomas, como o português, esse termos foram simplesmente traduzidos.

1857 Emancipation de L´Ame: Em portuguêsEmancipação da Alma”. Termo da língua francesa criado pelo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, vulgo Alan Kardec (1804-1869) e divulgado pela primeira vez em 1857 no Le Livre des Esprits (O Livro dos Espíritos).

Comentários: O termo nunca foi muito usado, mesmo pelos espíritas, uma vez que o foco da doutrina é a mediunidade. Ao longo do tempo os espiritas passaram a usar outros empregados por metapsiquistas, exotéricos e, mais recentemente, por cientistas.

1884 – Astral Projetion: Em português “Projeção Astral”. O termo da língua inglesa pode ser rastreado até 1884 quando foi usado pela primeira por Edith Maughan no Volume 4 do Journal of the Society for Psychical Research.

Comentários: Nas décadas seguintes o termo tornou-se popular nos Estados Unidos da América. Alguns autores como Sylvan Moudon chegaram a publicar livros com esse título.

1900 – Dédoublement: Em portuguêsDesdobramento”. O uso da palavra fancesa Dédoublement teve início na França por volta de 1894. Anos depois, passou a ser empregada pelos metapsiquistas para descrever o fenômeno da EFC e da bilocação, às vezes associado a uma segunda palavra como dédoublement personne (desdobramento da pessoa) e dédoublement spirituel (desdobramento espiritual).

Comentários: O termo popularizou-se com os livros pelo francês Charles Lancelin (1852-1941) e pelo italiano Ernest Bozzano (1862-1943) escritos no início do Século XX. No Brasil, vários livros de Bozzano foram traduzidos para o português, popularizando o termo “desdobramento” no meio espírita onde estavam seus leitores. Apesar de popular no meio espírita desde então, o termo (assim como todos os demais) é execrado por alguns espíritas por não existir nas obras de Kardec.

1907 – Astral Travel: Em português “Viagem Astral”. A mais antiga referência a esse termo da língua inglesa pode ser encontrada no livro “A Series of Lessons in Gnani Yoga (the Yoga of Wisdom.)” de Yogi Ramacharaka, pseudônimo de William Walker Atkinson Publicado pela The Yogi Publication Society.

Comentários: Tal como o termo Astral Projection, Astral Travel tornou-se muito popular nos Estados Unidos da América, tornando-se com o tempo o termo mais empregado no mundo para descrever o fenômeno das EFCs.

1913 – Lucid Dream: Em português “Sonho Lúcido”. O termo da língua inglesa foi cunhado pelo psiquiatra e escritor holandês Frederik van Eeden (1860-1932) e divulgado pela primeira vez em 1913 em um estudo feito para a Sociedade de Pesquisas Psíquicas (SPR) em Londres denominado A Study of Dreams (Um Estudo dos Sonhos).

Comentários: O termo caiu no esquecimento, tendo sido resgatado por pesquisadores como Stephen Laberge (1947-/) a partir da década de 1980.

1960 – Out-of-Body Experience (OBE): Em português “Experiência Fora do Corpo”. O termo da língua inglesa foi criado pelo psicólogo e parapsicólogo americano Charles T. Tart  (1937-/) para designar o fenômeno em lugar de Astral Projection e Astral Travel, considerados místicos.

Comentários: O termo OBE, também descrito como OOBE, foi adotado pelos parapsicólogos e é o único citado em publicações científicas. O projetor e escritor Robert Alan Monroe foi um dos responsáveis pela popularização do termo, usado em seus livros escritos a partir da década de 1970. O termo, seja por ser maior do que o de seus antecessores (4 palavras), seja por ser um hábito moderno, já surgiu com um acrônimo (sigla).

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Sonhos Lúcidos Podem Melhorar a Qualidade de Vida

Distribuição do tempo em 80 anos de vida

Distribuição do tempo em 80 anos de vida

Como se sabe, sonhos lúcidos são uma porta para a Experiência Fora do Corpo com lucidez. Apesar da EFC ser uma experiência superior, muito mais enriquecedora que o sonho lúcido, esse último pode, por si só, também pode trazer vários benefícios.

Esse Post foi baseado em um artigo escrito por Eric Dobko, pulicado em 23 de janeiro de 2013 pelo The Daily Aztec, um jornal da San Diego State Univerty.

Uma das utilidades do sonho lúcido seria o lazer, a diversão, à medida que o sonhador pode criar seu próprio mundo de fantasia, sem limitações corporais ou físicas, executando ações impossíveis para o corpo como voar, aumentar ou diminuir seu tamanho, distender seus membros ou metamorfoseá-los do jeito que desejar. Em outras palavras, ele pode brincar de “X-Man” durante o um sonho lúcido.

O sonho lúcido também pode ser aproveitado como uma ferramenta para a criatividade artística, conforme descrevi em recente Post anterior. Um pintor pode focalizar sua energia mental para produzir uma tela e permitir que o seu inconsciente preencha essa tela com cores que surgem espontaneamente à sua mente. Um compositor pode produzir novas melodias com o nesse estado diferenciado de consciência. Um ator pode deparar-se com uma situação nova e inovadora que pode ser usada em seu próximo filme ou peça teatral.

A consciência mais profunda de que os sonhos são apenas produtos da mente é um método eficaz para a superação de pesadelos. Um estudo de 2006 publicado na revista acadêmica Psychotherapy and Psychosomatics, confirmou que os sonhos lúcidos podem ser efetivos para diminuir a frequência de pesadelos.

Dessa forma, tudo leva a crer que os sonhos lúcidos possam ser de fato bem interessantes. Mas como podemos fazer para tê-los?

A maioria das pessoas nunca experimentaram sonhos lúcidos. Muitos sequer conseguem lembrar dos detalhes de seus sonhos comuns de forma regular.

Uma forma fácil para chegar-se ao sonho lúcido é prestar mais atenção nos sonhos comuns. Para fazer isso, pode-se simplesmente ter por hábito registrar  as ocorrências de sonhos comuns. Fazendo isso imediatamente após acordar, aumenta-se a capacidade de rememoração dos sonhos e de, de quebra, a capacidade de  reconhecer quando se está sonhando.

Outro método eficaz é o de realizar testes de realidade regularmente, questionando-se várias vezes ao longo do dia: “Estou sonhando agora?” Será que sua presente experiência de leitura desse Post é imaginária? Quanto mais regularmente você executar essas verificações de realidade, maior consciência  e controle  você terá sobre seus sonhos.

Uma pessoa passa em média cerca de um terço de sua vida dormindo e cerca de um quarto desse tempo sonhando. Para uma pessoa com 80 anos de idade, isso se traduz em passar aproximadamente 7 anos da existência sonhando. Não seria bom, portanto, aproveitar melhor todo esse tempo?

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Parmenides e as EFCs

Busto de Parmenides - Wikimedia Commons

Busto de Parmenides – Wikimedia Commons

Nascido por volta do ano de 515 a.C., na cidade de Éleia, ao sul da Magna Grécia (Itália), Parmênides é um dos mais significativos filósofos pré-socráticos.

Seu único trabalho conhecido como “Sobre a Natureza” é um poema didático escrito em um dialeto grego na forma de hexâmetros, que só sobreviveu em forma fragmentária. Apenas 160 linhas do poema chegaram aos dais atuais.

Alguns pesquisadores das EFCs – Experiências Fora do Corpo – que leram o poema intuíram que ele ter sido inspirado em uma projeção consciente por meio da qual Parmenides obteve pelo menos parte dos conteúdos de sua obra. Não seria de se espantar pois várias personalidades históricas parecem ter produzido suas obras a partir de experiências transpessoais como as EFCs. Não satisfeito com as citações encontradas na Internet sobre as relação de Parmenides com as EFCs, todas superficiais, resolvi conferir fazendo uma rápida (algumas horas) pesquisa.

Acredita-se que o texto original de “Sobre a Natureza” tinha 3.000 linhas. Sabe-se, contudo, que o trabalho originalmente era dividido em três partes:

  • O Proêmio (prefácio) que introduziu todo o trabalho,
  • A seção conhecida como “O Caminho da Verdade” (a objetividade, Aletheia) e
  • A seção conhecida como “O Caminho da Aparência / Opinião” (a subjetividade, Doxa)

Proêmio é uma sequência narrativa em que o narrador viaja “para além dos caminhos batidos dos homens mortais” para receber uma revelação de uma deusa sem nome sobre a natureza da realidade.

Ao longo do tempo, interpretações diversas foram dadas a obra de Parmenides. A Igreja, por exemplo, usou trechos de seus textos para justificar sua doutrina. Pelo menos até o século VI, existem referências à obra completa, então, ouso especular, que trechos inconvenientes tenham sido propositadamente destruídos, ou simplesmente deixados de lado em traduções e citações, por serem inconvenientes para a religião. Afinal, não faz muito sentido que um filósofo possa ter influenciado significativamente o pensamento ocidental ao longo de 2500 anos e apenas 5% de sua obra tenha chegado aos dias atuais. Os poucos fragmentos que restaram foram reunidos ao longo do tempo e consolidados em 1903 por Hermann Diels.

O poema emprega uma linguagem metafórica que pode ser interpretada de várias maneiras e de fato, estudiosos atribuíram significados diferentes para ele ao longo do tempo. Uma interpretação filosófica detalhada pode ser encontrada no site da Universidade e Stanford. Some-se a isso o fato de que as palavras usadas em traduções para o latim, inglês e português podem mudar o significado original escrito em um dialeto grego. Clique aqui para ver o original em grego e a tradução para o inglês.

A partir da tradução para o português do Poema, disponível na UFRJ, selecionei os seguintes trechos e os possíveis significados que, hipoteticamente, podem referir-se a uma EFC. Naturalmente, os filósofos materialistas discordarão dessa interpretação.

“Mui hábeis éguas me levavam puxando o carro, mas eram moças que dirigiam o caminho” [1]

“Porquanto as filhas do sol fustigassem (os animais) a prosseguir e abandonar os domínios da Noite” [2]

“Lá ficam as portas dos caminhos da Noite e do Dia, pórtico e umbral de pedra as mantém de ambos os lados, mas, em grandiosos batentes” [3]

“As moças, então, pela via aberta através das portas, mantém o carro e os cavalos em frente” [4]

“E a deusa, com boa vontade, acolheu-me, e em sua mão minha mão direita tomou” [5]

“Salve! Porque nenhuma Partida ruim te enviou a trilhar este caminho, à medida que é um caminho apartado dos homens, mas sim Norma e Justiça. [6]

Possíveis Significados

[1] Amparadoras

[2] As dimensões crostais, a baratrosfera

[3] Uma passagem para outra dimensão

[4] Passagem para outra dimensão extrafísica mais evoluída

[5] Uma consciência extrafísica evoluída recebe Parménides

[6] A Deusa refere-se o fato de homens comuns não terem sintonia para poder acessar aquela dimensão.

De modo simplificado, a doutrina de Parmenides sustenta o seguinte:

  • Unidade e a imobilidade do Ser;
  • O mundo sensível é uma ilusão;
  • O Ser é Uno, Eterno, Não-Gerado e Imutável e
  • Não se deve confiar naquilo o que vê.

Minha análise do Poema em busca de possíveis indícios de experiências projetivas a fim de escrever esse Post limitou-se ao Proêmio (Prefácio). Pretendo prosseguir com a análise do texto futuramente de forma a aprofundar essa pesquisa exploratória.

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

www.metaconsciencia.com

www.estadovibracional.com

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Diferentes Abordagens das EFCs

FA200

Olá Pessoal

Esse é um post especial, o centésimo desde que o blog foi criado em maio de 2011.

Com isso, desde então, temos uma média de aproximadamente 1 post por semana.

Obrigado a todos pela audiência!

Cesar de Souza Machado

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Diferentes Abordagens das EFCs

A Abordagem do Espiritismo

Alan Kardec, criador do espiritismo, dedicou um capítulo inteiro do Livro dos Espíritos às EFCs que ele denominou “Estado de Emancipação da Alma”.

No Brasil, os espíritas empregam o termo desdobramento para descrever as EFCs. O emprego desse termo, considerado inapropriado, assim como o assunto EFCs é muito discutido no meio espírita.

De um modo geral, os espíritas dão pouco valor as EFCs pois trata-se de uma experiência pessoal e o foco do espiritismo está na experiência mediúnica que possa ser monitorada dentro de uma instituição espírita.

As EFCs são, portanto, desencorajadas. A falta de estudo das próprias obras espíritas faz com que muitos espíritas acreditem serem as EFCs causadoras de  todo tipo de desequilíbrios e malefícios.

Uma exceção ocorre com a Apometria, uma linha heterodoxa de espiritismo que emprega as EFCs em conjunto com a mediunidade como forma de realizar tratamentos terapêuticos espirituais.

A Abordagem da Projeciologia

A Projeciologia é uma abordagem com proposta científica, criada com o objetivo de pesquisar as EFCs. Para as demais ciências convencionais, contudo, conforme reconhece seu propositor, os procedimentos da Projeciologia caracterizam-na como uma pseudo-ciência(1). Isso ocorre devido a Projeciologia seguir um paradigma diferente das ciências tradicionais. Por exemplo, a autopesquisa, inadmissível para as ciências convencionais, é um princípio básico da Projeciologia.

Isso decorre do fato da Projeciologia adotar um arcabouço de proposições estruturadas a partir de um Paradigma Consciencial, cujos pressupostos são distintos do paradigma cartesiano empregado pela Ciência.

As principais características da abordagem projeciológica são a objetividade na descrição dos fenômenos, o emprego de uma vasta terminologia própria criada para descrever todos os processos relacionados às EFCs e o foco na autopesquisa.

Se por um lado o foco da autopesquisa traz um resultado prático para o pesquisador, a ausência da pesquisa formal, por exemplo, consolidando os resultados das diversas autopesquisas, dificulta o avanço da Projeciologia como uma Ciência.

A divulgação da Projeciologia é feita fundamentalmente por meio de cursos e palestras realizadas em diversas cidades do Brasil e também do exterior pelo IIPC e outras Instituições Conscienciológicas.

A Abordagem da Parapsicologia

Para a Parapsicologia, uma ciência criada com o propósito de pesquisar os fenômenos psíquicos ou paranormais, as EFCs são pesquisadas no âmbito dos fenômenos sugestivos da sobrevivência da consciência após a morte do corpo físico.

Na Parapsicologia denomina-se agente psi qualquer pessoa que produza um fenômeno paranormal tal como a EFC.

Tendo gozado por um curto período de tempo do status de ciência oficial nos EUA (1953 a 1969), a Parapsicologia é questionada por não ter conseguido demonstrar de forma científica seus pressupostos, tais como os relacionados às EFCs, conforme as exigências do paradigma cartesiano.

A Abordagem da Ciência

A Ciência não tem como explicar as EFCs, pois essas não cabem no paradigma vigente, materialista e cartesiano, logo, a postura comum é simplesmente ignorar o assunto.

Quando muito, as EFCs são encaradas como desvios comportamentais, distúrbios neurológicos, hipóxia (falta de oxigênio no cérebro que pode ocorrer durante EQMs) ou esquizofrenia.

Pesquisas laboratoriais são realizadas de tempos em tempos, sempre com o objetivo de demonstrar que o fenômeno não passa de algum tipo de alucinação.

EFCs conjuntas (dois ou mais projetores que se encontram fora do corpo e relatam as mesmas vivências) são fenômenos rigorosamente ignorados pela Ciência, pois não podem ser enquadrados nos casos acima e põe em xeque o paradigma vigente.

O mais próximo que a Ciência chega das EFCs é por meio do estudo dos sonhos lúcidos, tratado apenas como mais um estado diferenciado de consciência.

Provavelmente, será por meio do estudo das EQMs, um fenômeno projetivo universal cada vez mais difícil de ser ignorado, que a Ciência acabará admitindo a existência da consciência, os fenômenos projetivos e todo um novo universo de fenômenos parapsíquicos.

(1) Tertúlia Conscienciológica, Aula 2173, Crescendo Eletronótica-Conscienciologia, 10.01.2012. Trecho específico disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=VQi1INKKbn0

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

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