Projeção Precognitiva?

FA27102013

Sabemos por meio de experiências pessoais e por meio de relatos de muitos projetores que, às vezes, a consciência consegue, de alguma forma, transcender o espaço/tempo e captar por meio de précognições, eventos que acabam materializando-se, tempos depois, na dimensão intrafísica. Isso pode acontecer durante a vigília ou durante uma projeção consciente pré-cognitiva.

Semana passada, recebi a mensagem de um amigo relatando uma projeção semiconsciente que ele teve há poucos dias. Ela via um cenário onde o Brasil estava às voltas com um golpe comunista, uma grande desordem que assolava todo o país gerando muitos conflitos e insegurança. Apenas alguns locais sob controle militar ofereciam alguma segurança para a população.

Como a experiência foi muito detalhada e com alto grau de “realidade”, ele escreveu-me questionando se essa experiência poderia referir-se a algo que irá acontecer de fato.

Há poucos dias, observando na TV uma série de manifestações ocorridas em São Paulo, provocadas por invasores de um terreno público e que foram desalojados, ocorreu-me algo como: aonde vamos parar? Se todo mundo começar a quebrar tudo para manifestar sua insatisfação e com as autoridades omissas ou impedidas pela Lei da atuar de forma mais efetiva.

Minhas observações mais a projeção semiconsciente de meu amigo parecem indicar que existe já um holopensense * criado no sentido de consolidar esse estado de coisas: manifestações+ conflitos+anarquia+impotência das pessoas e autoridades.

A quem interessa esse tipo de padrão de pensamentos? As consciências extrafísicas doentias em primeiro lugar, para quem, quanto pior as coisas estiverem, mais fácil para elas controlarem e manipularem.

Então, respondi ao meu amigo que essa experiência que ele teve provavelmente foi criada extrafisicamente, tal qual uma “realidade alternativa” com o objetivo de implantar o medo nas pessoas, reforçando o holopensene que pretendem implantar no pais: insegurança, medo, intranquilidade, sensação de impotência.

Se de fato essas coisas continuarem piorando do país, devemos lembrar que isso ocorrerá em função da complacência da população como um todo. Em geral, ninguém deseja que as coisas piorem, mas, ninguém quer efetivamente fazer nada em termos de ações de melhoria. As pessoas limitam-se a reclamar e não querem mudar nada na rotina de suas vidas. E nós sabemos que é nessa rotina, em meio a coisas aparentemente sem importância, que tudo começa: Não respeitamos a faixa de pedestre, jogamos lixo na rua, disputamos espaço no trânsito, procuramos dar um jeitinho ao invés de seguirmos leis e normas, cobramos muito, mas não ajudamos com nada, sequer com sugestões, criticamos, mas não admitimos sermos criticados, supervalorizamos o que é nosso e menosprezamos o que é de outrem, fingimos que não vemos uma porção de coisas erradas, alegamos falta de tempo para não assumirmos compromissos. Enfim, a lista dessas “pequenas coisas” é interminável. Junte tudo isso em todas as pessoas e teremos o “caldo de cultura” para tudo o que sabemos que está errado no país. Nesse cenário, surgem aqueles que desejam aproveitar-se da situação, tanto no intrafísico quanto no extrafísico.

Assim, prezado leitor, o recado é esse: Faça sua parte. Se não podes concertar o Brasil, melhore o que for possível na sua vida, torne-se um cidadão que respeita os demais. Faça sua parte.

Notas

* Holopensene: (holo + pen + sen + ene) – Pensenes (pensamentos + sentimentos + energias) agregados ou consolidados, o mesmo que energias gravitantes, egrégora, campo morfogenético.

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Nova pesquisa demonstra como enganar a mente para simular uma EFC

Pouco se sabe sobre a forma como as informações sensoriais dos órgãos internos do corpo contribuem para a autoconsciência e o quanto elas podem ser manipulados para induzir uma sensação de EFC – Experiência Fora do Corpo. Essa questão está sendo investigada pela Dra. Jane Aspell, professora de Psicologia da Anglia Ruskin University no Reino Unido e Lukas Heydrich, estudante de Phd do Laboratório de Neurociência Cognitiva da Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL).

Seguindo o caminho de outros pesquisadores dessas instituições, realizaram experimentos com objetivo de enganar as percepções sensoriais a fim de simular uma EFC, cujos resultados estão sendo divulgados no artigo Visualized heartbeats alter bodily self-consciousness and tactile perception. Psychological Science da edição de outubro da Psychological Science um jornal da Association for Psychological Science.

Os experimentos são incrivelmente simples. Em essência, consistem em colocar uma pessoa para assistir a um vídeo de si mesma com o seu próprio batimento cardíaco projetado para ela. De acordo com o estudo, é fácil enganar a mente, fazendo-a pensar que ela possui um órgão externo e manipular sua auto-consciência pela externalização dos ritmos dos órgãos internos do corpo. Segundo os pesquisadores, as descobertas podem levar a novos tratamentos para pessoas com distúrbios de percepção, como anorexia.

Em uma típica experiência fora-do-corpo uma pessoa experimenta uma sensação de flutuar para fora do seu corpo físico ou de vê-lo do lado de fora do mesmo. A maioria de nós não experimentam EFCs porque nossos cérebros estão constantemente filtrando informação de todos os nossos sentidos para nos ajudar a identificar o que somos e o que não somos.

Por exemplo, sabemos que o reflexo do corpo físico em um espelho não é, na verdade, parte de nós. No entanto, os processos que nos dão a sensação de estar em nossos corpos pode ser interrompido naturalmente (uma pessoa que sofre de convulsões) ou artificialmente (alimentando o cérebro inputs com sensoriais conflitantes). Por exemplo, na conhecida “mão de borracha”, uma ilusão criada em laboratório, uma pessoa começa a identificar uma mão de borracha como sendo sua quando alguém a acaricia na sua frente, enquanto a mão real era acariciada fora do seu campo de visão.

É possível expandir essa sensação para incluir todo o corpo, como demonstrado em experimentos onde uma pessoa pode identificar-se mais com um duplo virtual do que o seu próprio corpo, ao usar óculos de realidade virtual. Todas estas experiências baseiam-se na manipulação dos sentidos externos, tais como visão e toque.

Os experimentos realizados pelos pesquisadores foram realizados com 17 participantes. Os voluntários foram equipados com um HMD (Head-Mounted Display) que serviu como “óculos de realidade virtual” enquanto eram filmados em tempo real por uma câmera de vídeo conectada ao HMD, o que permitia a cada um ver seu próprio corpo de pé de tal forma que esse parecia estar cerca de dois metros a sua frente. Enquanto assistiam a exibição do vídeo, seus batimentos cardíacos eram monitorados por um eletrocardiograma e visualmente projetados sobre  seus “duplos virtuais” na forma de um ponto luminoso piscando que pulsava em sincronia com o pulsar do coração.

Depois de alguns minutos, muitos dos participantes relataram ter experimentado uma forte identificação com o corpo virtual, relatando que o sentiam mais do que seu próprio corpo.

Segundo a Dra. Aspell, esta pesquisa demonstra que a experiência de si mesmo pode ser alterada quando confrontado com informações sobre o estado interno do próprio corpo, como num piscar de olhos. Isso é compatível com a teoria de que o cérebro gera a nossa experiência de autoconsciência fundindo informações sobre o nosso corpo a partir de múltiplas fontes, incluindo os olhos, a pele, as orelhas, e até mesmo uma parte dos órgãos internos.

No futuro, a Dra. Aspell espera que a pesquisa possa ajudar as pessoas que sofrem com problemas de autopercepção, incluindo anorexia e transtorno dismórfico corporal.

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Relato Projetivo

Gehe ins Licht - Gold Gelb

Diário Holossomático. Anotação de 29 de setembro de 2013, domingo. Fui dormir por volta de 1 da manhã. Acordei às 6 horas, sem despertador.

Não houve qualquer rememoração. Por mais que tentasse, nada. Levantei-me para realizar algumas tarefas rotineiras e depois, por volta de 7 horas e trinta minutos, resolvi voltar para cama.

Adormeci rapidamente e pouco depois estava em uma projeção semiconsciente. Era noite. Dirigia um veículo pequeno pelas ruas estreitas de uma cidade. As paredes das construções ao redor da rua pareciam ser feitas de blocos de pedra cinza-claro. O mesmo se dava para as ruas e estreitas calçadas também feitas com blocos das mesmas pedras.

Ao chegar em certa rua, percebi que ela dava para o que parecia ser um cemitério, pois vi enormes lápides feitas de pedra. Por um momento vacilei: “ – Vou por ali ou não?” Acabei decidindo ir e avencei por uns 15 metros que me separavam daquele ponto onde estavam as lápides.

Nesse ínterim, minha atenção voltou-se para os pés. Percebi que eu como que pedalava para o veículo andar. Dai tive um estalo: “ – Como pode ser isso? Como posso estar pedalando para mover esse veículo?”. Conscientizei-me então que estava projetado, fora do corpo físico.

Nisso eu já estava dentro do tal cemitério. Pequeno, de um lado havia as construções de pedra e do outro uma área vazia, um descampado escuro pois era noite no local.

Sai do veículo e percebi que as lápides eram altas, algumas com até 2 metros de altura e que haviam coisas escritas nelas. Fui até uma dessas lápides, das mais altas, que ficava bem na entrada daquele local. Queria ler o que estava escrito ali. Instintivamente pensei: “- Quem sabe tem algo escrito sobre uma pessoa que eu fora no passado?”

Mas, ao me aproximar dela, a vista turvou-se e não quis voltar, Tudo ficou claro e embaçado. Tentei me controlar pois sabia que nessas circunstâncias voltaria logo ao corpo físico, mas não consegui fazer isso e acabei despertando. Rememorei esses eventos para fossem fixados na memória e voltei a adormecer. Despertei de vez às 9 horas da manhã.

Conclusão: Porque minha visão turvou-se? Seria um efeito da minha emoção (ansiedade)? Seria um efeito produzido pela proximidade com aquela lápide (ou seja lá o que fosse)? Ou foi algo propositadamente promovido por uma consciência extrafísica para que eu não pudesse ler o que estava escrito ali? Uma forma de descobrir é projetar-me e voltar a esse local para investigar novamente.

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Sonhos Lúcidos entre o povo Achuar

FA04102013

A criança, menino ou menina, sai da aldeia cedo, ao amanhecer. Em jejum caminha pela floresta cantando ou assobiando músicas especiais para evocar os espíritos e pedir-lhes uma boa visão. Após andar por várias horas, acabam atingindo uma fonte de água onde ela constrói um pequeno alpendre onde irá passar a noite. Em seguida, ela limpa a vegetação e abre um caminho em linha reta partindo do alpendre em duas direções. Finalmente, a criança vai tomar um banho na fonte.

Quando a noite cai, a criança ingere suco de tabaco, previamente preparado por um dos anciãos da comunidade. O ancião prepara o tabaco mastigando-o a fim de liberar o seu poder e as visões que ele teve em sua infância para que sejam passadas para a próxima geração através do contato com sua saliva.

A ingestão desse suco provoca sonhos vívidos; sonhos com os espíritos dos antepassados ​​Achuar conhecidos como Arutam. Os Achuar creem que o o Arutam vem caminhando ao longo do trajeto aberto na mata, por isso, é importante que nem uma única vara seja esquecida bloqueando o caminho para que ele não tropece.

De todos os lugares na floresta, cachoeiras são os melhores lugares para ir procurar uma visão pois é onde o Arutam reside. Esses lugares são considerados sagrados e tratados com respeito especial.

O Arutam aparece nos sonhos da criança como um animal poderoso ou perigoso, como um jaguar, uma anaconda, um jacaré ou uma águia. A criança não deve ter medo, mas deve acolher o espírito, que, em seguida, vai mostrar-lhe a visão do seu futuro.

As visões proporciondas pelo Arutam dependem da forma que assume quando aparece. Pode ser que de preveja uma vida longa, que ela terá o poder de liderar, que vai tornar-se um guerreiro destemido, que demonstrará muita bravura, que fará muitas viagens ou que constituirá uma grande família. Na manhã do dia seguinte, a criança prossegue com esse ritual de passagem retornando para sua aldeia.

Experiências como essa envolvem o fenômeno das EFCs. A ingestão de beberragens contendo substâncias psicoativas como o suco de tabaco e a Ayahuasca facilitam o desprendimento do corpo, com a desvantagem de reduzirem a lucidez, mesclando as parapercepções com imagens psicodélicas criadas pela própria consciência.

Fazendo parte do Jivaroan, grupos de povos indígenas nas cabeceiras do rio Marañon e seus afluentes, no norte do Peru e leste do Equador, o povo Achuar congrega 18.500 indivíduos que residem em pequenas aldeias espalhados pela região e que resistiram ao contato com colonizadores brancos até meados do Século XX.

Para o Achuar, um sonho não é simplesmente uma passagem, um ilusão noturna sem relação com a vida de acordar. Pelo contrário, os sonhos são portais que permitem a comunicação com os espíritos de seus ancestrais, que vêm visitá-los e falar-lhes sobre a vida, dando-lhes conselhos e uma visão de seu futuro para que possam trilhar um caminho claro em suas vidas.

Os sonhos são, portanto, essenciais para o Achuar tanto pelo caráter revelador como por trazerem preságios. Antes de se envolver em qualquer forma de comportamento predatório, quer seja guerra contra outras aldeias, a caça, ou algumas formas de pesca, os homens muitas vezes insistem em ter um sonho que lhes mostrem o que esperar ou o que vai acontecer.

Referências

http://en.wikipedia.org/wiki/Achuar_people

http://www.culturalsurvival.org/ourpublications/csq/article/meeting-arutam

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Confortando uma consciência durante uma Projeção Lúcida

FA23092013

No final de semana de 14-15 de setembro participei de um curso em Brasília chamado  Técnica da Ectoplasmia Interassistencial ministrado por Frederico Ganem do IIPC. O curso, foi realizado em um hotel de Brasília, DF, onde  passamos a noite. Sobre esse assunto escrevi um post em meu blog Estado Vibracional.

Por volta de 22:30 recolhi-me ao leito. Não estava motivado a fazer um trabalho intenso visando promover uma EFC lúcida pois estava relativamente cansado. Passara boa parte do dia trabalhando com as bioenergias durante a parte prática do curso de forma que fiz apenas um rápida mobilização energética dos chacras cardíaco e umbilical com objetivo de melhorar a lucidez e rememoração extrafísicas.

Sei que ocorreram inúmeros eventos extrafísicos durante a noite, mas, só guardei rememoração de um, talvez por ter impressionado mais minha memória.

Estava no quarto de um andar elevado de um prédio, provavelmente o próprio hotel onde estava repousando meu corpo físico. Ao meu lado estava uma janela com vidro transparente de onde eu podia perceber a claridade do exterior entrando. A sensação era que já amanhecera. Uma mocinha, de uns 11 ou 12 anos no máximo apareceu na minha frente conduzida por uma outra consciência, certamente por um amparador. Deixando a menina na minha frente, o amparador dirigiu-se para mim: “- Fale com ela”. Virei-me para a mocinha. Era branca, cabelos castanhos e encaracolados caindo até os ombros. Trajava-se com simplicidade:  um blusa e uma saia. Ela me disse que tinha um problema. Perguntei-lhe então que problema era esse. Após alguma exitação, ante minha insistência em saber ela disse : “- Tenho AIDS….”

Parei um momento para refletir. Fiz rápida e profunda busca em meu intimo. Disse-lhe então: “Olha…você é muito nova….existe um enorme contingente de cientistas que estão buscando a cura para essa doença…então você pode esperar, dentro da sua expectativa de vida, que surja brevemente um tratamento eficaz para essa doença…”.

Não tenho rememoração do que ocorreu em seguida. Seja como for, despertei pouco depois. Esse foi o único evento do qual me lembrei naquela noite. Porque os amparadores quiseram que eu falasse com ela? Porque eles mesmos não fizeram isso? Haveria algo em meu padrão energético que faria a menina fixar essas ideias que lhe passei quando retornasse ao corpo? Sim pois a impressão é que tratava-se de uma consciência projetada e não uma consciência que dessomara e que estivesse em condição de para-sonambulismo, crendo-se ainda portadora de um corpo físico.

Sob o ponto de vista do curso que se realizava no hotel, essa experiência tem tudo a haver, pois o objetivo do curso era promover assistência por meio de energias ectoplásmicas. As vezes a assistência é feita por meio da irradiação de energias. Outras vezes por meio do esclarecimento. Quando isso não é possível, seja por incapacidade de dar ou receber o esclarecimento, resta a tarefa da consolação (tacon), como foi esse o caso e que, por uma questão de compaixão, não podemos nos furtar.

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Taquipensenização e EFC Lúcida

FA22092013

A maior parte das técnicas projetivas envolve o relaxamento do corpo físico como condição necessária para promover o afrouxamento das conexões energossomáticas (energias densas) que possibilitam a exteriorização do psicossoma (o corpo extrafísico).

Muitas pessoas constatam que, durante a prática de técnicas projetivas, seus próprios pensamentos, produzidos de forma rápida e ininterrupta dificultam o relaxamento do corpo.

A mente fica vagueando entre mil e um pensamentos, muitas vezes relacionados à ansiedade quanto aos resultados do experimento: Dará certo? Se der certo o que faço? Será que nunca vou conseguir? E se ficar com medo?

Esse tipo de situação caracteriza a taquipensenização. Pensene é a conjunção de pensamentos+ sentimentos+energias. Todos os seres humanos pensenizam o tempo todo. Os tipos e qualidades dos pensenes variam muito e normalmente uma pessoa

O taquipensene (taqui + pen + sen + ene) é o pensene de fluxo rápido (do grego tákhos que significa rapidez), próprio das pessoas  taquipsíquicas (pessoas que pensam rapidamente). Em geral a taquipensenização é sadia, contudo, em certos casos, podendo gerar a inquietação, precipitação e a impulsividade.

O fato de uma pessoa ser normalmente taquipsíquica não significa que isso vá necessariamente atrapalhar seu relaxamento, pois ela pode produzir outros padrões de pensenes, conforme as circunstâncias. Mas se isso acontecer, o que fazer?

Vamos ver então algumas estratégias para você vencer ou pelo menos minimizar esse problema: relaxamento inadequado devido a taquipensenização.

Estratégia 1. A melhor estratégia seria usar a vontade decidida, férrea, granítica, inquebrantável no sentido de não pensar em nada. Mas isso é muito difícil de fazer pois estamos acostumados a ficar pensando o tempo todo. As práticas de meditação foram criadas justamente para pacificar a mente, domando a produção de pensenes.

Estratégia 2. Para quem não prática meditação, uma estratégia para conseguir ficar sem pensar por algum tempo é treinar. Treine ficar períodos de 30 segundos sem pensar em nada. Depois de repetir algumas vezes, vá aumentando o tempo para 1 minuto, 2 minutos e assim por diante. Assim, durante o experimento projetivo, será mais fácil não pensar em nada e relaxar mais durante uns poucos minutos necessários para produzir-se a exteriorização do psicossoma.

Estratégia 3. Ao invés de parar de pensar, pense em uma única coisa e focar a vontade nisso. Por exemplo, imaginar uma situação onde você está vendo a imagem estática de que está saindo fora do corpo com o psicossoma, estando o corpo deitado na cama e o cordão de prata se distendendo. Uma variação possível, pensar em 4 imagens diferentes, de forma alternada e seguida, todas relacionadas a EFC.

Estratégia 4. Em complemento as outras estratégias , pode-se praticar exercício físicos nas horas anteriores ao experimento projetivo. Isso vai fazer bem ao corpo e reduzir o estresse.

Estratégia 5. Outra possibilidade é dar trabalho a mente, fazendo a circulação fechada de energias, aquela que conduz ao EV, até o sono (ou a EFC) chegar. Várias outras mobilizações podem ser empregadas em seu lugar. Nesse caso, deve-se pensar apenas e mobilizar as energias e em mais nada. O relaxamento tende a se tornar entorpecimento e a exteriorização vem em seguida.

Estratégia 6. Outra possibilidade, caso a pessoa realmente não consiga aplicar as estratégias anteriores com sucesso é ficar pensando em questões relacionadas as dimensões superiores: comunidades extrafísicas, amparadores, projeções a outros planetas, etc.

Concluindo, é preciso fazer uma autopesquisa, testar várias estratégias e ver como você reage. Quando mais sistemática for essa autopesquisa, com registros dos experimentos e resultados, mais efetiva ela será. As dificuldades em torno do controle dos pensamentos deve ser preferencialmente encarada como mais um autodesafio a ser superado.

Para Saber Mais

Enciclopédia da Conscienciologia – Verbete Taquipensene

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Ir a Marte

Fotografia as Superfície de Marte - Sonda Spirit - 2007 - Crédito: NASA

Fotografia da superfície de Marte – Sonda Spirit – 2007 – Crédito: NASA

Imagine que você leitor, ganhasse um bilhete para ir a Marte, imediatamente, amanhã, digamos, no Mars-one, naquele Big Brother que estão imaginando na Holanda para levar pessoas esse planeta.

Se durante a viagem você tivesse tempo para ler algo sobre como sobreviver na superfície do planeta vermelho, certamente estaria em situação melhor do que outro passageiro que nem isso fizesse, que deixasse os manuais de lado para ver, na “Hora H, o que fazer.

Como se locomover? A gravidade terá o mesmo efeito sobre o corpo? Como respirar? Pode-se ficar sem traje espacial pressurizado na superfície? Como proteger-se do sol? Preciso preocupar-me em usar proteção para os olhos ou tem algo mais sério além disso, as tais tempestades solares? Existe água para se beber ao alcance? Como obter alimentos? A temperatura é muito diferente? A duração dos dias e noites é parecida? Micrometeoritos são uma ameaça? Existe vida nativa no planeta? Pode ser prejudicial a nós? Os processos de sono, a absorção de energias extrafísicas ocorrerá do mesmo jeito que na Terra? Como isso tudo nos afetará?

Ter EFCs – Experiências Fora do Corpo – assemelha-se ter que ir, subitamente ao planeta Marte. Podemos nos preparar lendo tudo o que existir sobre o assunto, assistindo vídeos e até fazendo simulações. Mas, somente quando chegarmos lá é que vamos comprovar o quanto os livros, videos e simulações estavam corretos ou não. Podemos nos deparar com um “sem número” de situações que ninguém pensou em descrever antes.

Diante de situações novas, inusitadas, estranhas, urge não darmos vazão ao temor, ao desequilíbrio da mente e da lucidez. Precisamos pensar com calma qual a solução para as situações com que nos deparamos, ou, as vezes, pelo contrário, nem pensar, mas agir com rapidez, de forma direta e decisiva.  Essas posturas, a análise sistemática de problemas ou a decisão rápida, serão necessárias para que os pioneiros sobrevivam em Marte e também são necessárias para os projetores não sofram desnecessariamente com certos eventos extrafísicos.

Exemplificando. Digamos que encontremos consciências doentias fora do corpo que nos confrontem. Podemos manter a calma, analisar a situação e confrontá-las ou decidir retornar ao soma imediatamente no melhor estilo “saída estratégica”.

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Novo e-Book sobre ECFs para Download

FA07092013

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante tem por objetivo prestar os esclarecimentos iniciais, básicos, sobre o fenômeno das EFCs para pessoas que nada, ou praticamente nada sabem sobre esse assunto.

Esse objetivo será atingido por meio de três características do e-Book:

  • Linguagem clara;
  • Sucinto – as 18 páginas podem ser lidas em apenas 20 minutos;
  • Dupla abordagem – textual (11 páginas) e visual (7 infográficos) para facilitar o entendimento dos inúmeros aspectos do assunto.

A quem se destina esse e-Book?

Ora, muitas pessoas que ouviram falar em Experiências Fora do Corpo acabam chegando a esse site, ou algum dos outros que mantenho na Internet, buscando esclarecimentos para seus primeiros questionamentos sobre esse assunto, geralmente bem simples: todas as pessoas tem EFCs? Existem riscos? Quais são os benefícios?

Outras vezes, nos mesmos queremos dar ou enviar pela Internet alguma coisa simples, introdutória para alguém com quem conversamos sobre experiências fora do corpo: um amigo, um parente, um colega de trabalho ou com alguém com que temos apenas contato virtual pela Internet.

Agora, não preciso mais (assim como você, se desejar) procurar por textos ou sites que possam orientar essas pessoas em seus primeiros passos nessa área do conhecimento. Simplesmente lhe envio esse e-Book.

Com a criação desse e-Book, completo meu conjunto de obras básicas sobre EFCs, formado pelo livro Experiências Fora do Corpo – Fundamentos e pelo e-Book Experiências Fora do Corpo – Perguntas & Respostas (download gratuito).

Clique aqui para fazer o download desse novo ebook.

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Novo Livro sobre EFCs – Bárbarah vai à estrela

FA29082013

Foi lançado no dia 10 desse mês pela Editares uma nova edição do livro Bárbarah vai à estrela. Escrito por Jayme Pereira há 10 anos, o livro é dedicado ao público infantil, descrevendo as experiências projetivas do autor com Bárbarah, sua neta.

O livro apresenta a questão do parapsiquismo em uma linguagem acessível as crianças, mostrando que esses fenômenos, quando ocorrem, são normais.

O livro já ajudou muitos pais que não sabem como explicar para seus filhos os fenômenos que elas vivenciam.

Quando uma criança relata um sonho em que estava voando ou caindo, isso pode ser apenas um sonho. Pois, enquanto dorme, ela pode ter uma experiência fora do corpo ou projeção da consciência. Quando ocorre a projeção é possível voar, decolar e aterrissar de volta para o corpo físico. A história de Bárbarah não foi inventada. É real. Aconteceu da forma descrita neste livro. Não há fantasia, imaginação, lenda, conto da carochinha. Foi projeção consciente ou saída do corpo humano. O avô de Barbarah (autor deste livro) é pesquisador deste fenômeno. Todas as noites, ela continua a se projetar e, de vez em quando, nos encontramos pelas esquinas do universo!

Link para o site do livro: Shopcons

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Projeção Consciente e Iluminação

Créditos da imagem: Fotolia

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Iluminação significa, de modo geral, a aquisição de uma nova sabedoria ou entendimento capacitando uma percepção mais clara sobre algo.

A palavra Iluminação no idioma português cobre dois conceitos bastante distintos: o religioso, que refere-se à iluminação espiritual (no idioma Alemão “Erleuchtung”) e secular, que refere-se a iluminação ou esclarecimento intelectual (no idioma Alemão: Aufklärung). No âmbito da filosofia, Kant define iluminação como a capacidade de usar seu próprio entendimento sem ser guiado por outro.

No sul e leste da Ásia, onde a iluminação espiritual é descrita como  Bodhi,  satori (Budismo) ou moksha (Hinduísmo), muitas pessoas clamam ter atingido um estado de iluminação, incluindo yogis famosos e mestres em meditação de várias tradições espirituais. Siddharta Guatama, o Buda, creem os Budistas, teria atingido o “último estado de iluminação” ou “pari-nirvana.” A iluminação seria, para eles “um estado final abençoado marcado pela ausência de desejo ou sofrimento”.

Richard Bucke, em seu livro de 1901, Cosmic Consciousness, nomeia doze pessoas que, na opinião, tiveram a experiência de algum tipo de iluminação. Bucke também tenta analisar os aspectos comuns destas personalidades. Seu estudo tornou-se parte dos fundamentos da psicologia transpessoal.

É importante observar que há alguns pensadores como U. G. Krishnamurti, que refutam qualquer a existência do próprio conceito de iluminação.

Feitos esses esclarecimentos quanto ao que seria Iluminação, chegamos a questão: “A projeção da consciência é a iluminação espiritual?”. Ou ainda,  “A projeção da consciência  proporciona algum tipo de iluminação?”.

Sabemos que a projeção da consciência pode trazer uma série de benefícios e esclarecimentos ao seu praticante, vários dos quais já descritos em posts anteriores desse blog. Dentre esses benefícios encontram-se o aumento da liberdade, a percepção e vivência de outras realidades transcendentes.

Contudo, esses benefícios não são a iluminação, tanto no sentido religioso, quanto no secular.

A iluminação acontece quando uma pessoa percebe a si mesmo como um consciência eterna que está tendo uma experiência. Iluminação implica em um profundo “saber”: o saber quem você realmente é em um sentido amplo, transcendente.

A capacidade de produzir EFCs e realizar uma série de experiências nas dimensões extrafísicas é um poder espiritual, ou, se preferirem, competências que temos ou que desenvolvemos e não a iluminação. Não podemos sequer afirmar que ter essas capacidades projetivas são requisitos indispensáveis para se atingir a iluminação.

Para tornar-se uma pessoa “iluminada”, segundo as tradições orientais, é preciso ter a capacidade de estar desperto, totalmente consciente em cada momento, de quem e o que você é, mesmo no meio de tudo o que está acontecendo ao seu redor, percebendo a si mesmo como um ser eterno que está passando por uma experiência temporária de ser humano, e sabendo que você não pode ser realmente prejudicado por qualquer tipo de evento ou experiência, mesmo que seja a morte ou algum tipo de desconforto.

Mas. será que mesmo as projeções consciências magnas, aquelas onde o projetor se manifesta de corpo mental puro, onde extrapola todas as capacidades perceptivas e cognitivas conhecidas, não conduzem a iluminação? De fato, essas experiências parecem marcar profundamente os projetores, muitas vezes fazendo com que modifiquem significativamente suas vidas. Mas isso ainda não é a iluminação, pois seria preciso manter esse estado vivenciado durante essas mega projeções após o retorno ao corpo físico, durante a vigília física. Como sabemos, não é isso o que acontece.

Não obstante, a projeção da consciência, como acontece com outras capacidades da consciência, pode ajudar com a iluminação. Desde as EFCs mais simples, até aquelas de mentalsoma puro, as experiências projetivas vão ampliando paulatinamente a capacidade de percepção e auto-percepção, de entendimento e de auto-entendimento, até que o ser atinge, em algum momento de sua trajetória evolutiva o ponto em que ele será aquilo o hoje chamamos “iluminado”. Mas essa condição de iluminação, certamente não é o máximo da evolução, mas sim o nec plus ultra do que hoje podemos conceber como condição evolutiva.

Referências:

Wikipedia- verbete Iluminação.

Astral Projection, Artigo escrito por Christine Breese

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