EFCs e Crenças Pessoais

Fronteira Astral

Como a crenças pessoais de um projetor afetarão suas Experiência Fora do Corpo?

A palavra crença vem do latim credentia que significa “aderir pela fé, ter a firme convicção, não ter a menor sombra de dúvida”.  Pode-se definir crença como “estado, processo mental ou atitude de quem acredita em pessoa ou coisa; convicção profunda; fé (em termos religiosos) e, no empirismo moderno, disposição subjetiva a considerar algo certo ou verdadeiro, por força do hábito ou das impressões sensíveis.(1)

Sob ponto de vista epistomológico, a crença, é uma condição psicológica que se define pela sensação de veracidade relativa a uma determinada ideia a despeito de sua procedência ou possibilidade de verificação objetiva. Logo pode não ser fidedigna à realidade e representa o elemento subjetivo do conhecimento.(2)

Inúmeros experimentos científicos demonstraram que nosso cérebro preenche os vazios da percepção (visual, auditiva, tátil ou outras) com informações que possibilitem ao indivíduo interpretar, ainda que de forma imprecisa ou irreal, aquilo o que ele percebe.

Feitas essas considerações, vamos responder como as crenças pessoais interferem nas EFCs.

As crenças afetam o projetor a todo momento, antes, durante e após os experimentos projetivos.

Antes de uma EFC, se o projetor crer que não vai conseguir produzir uma projeção, é bem provável que isso aconteça mesmo. Pensamento é energia. Nosso cérebro, além do sistema operacional que roda de forma automática, aceita programação extra. Além do cérebro existe o paracérebro, mais complexo e sofisticado que o primeiro. Então, se enviamos o programa “não vou conseguir me projetar dessa vez” ainda que não objetivamente formulado, mas sob a forma de um receio, um sentimento, a menos que interfira a benevolência dos amparadores extrafísicos, provavelmente vamos ficar dentro do corpo. Da mesma forma, se pensarmos de forma positiva, se acreditarmos que vamos ter uma EFC, com convicção, essa poderá muito mais facilmente acontece. O autor e projetor Rick Stack trabalha bastante esses sistemas de crenças em seu livro Viagem Astral – As Aventuras Fora do Corpo, no sentido de atrapalharem e ajudarem na produção de EFCs.

Durante a EFC o sistema de crenças no projetor afetará bastante sua experiência. Por exemplo, se ele se vê fora do corpo, no interior de sua residência e desejar sair da mesma, as paredes  ao seu redor poderão detê-lo ou não. Se ele acreditar que a parede vai detê-lo, como pensamento é energia e, na dimensão extrafísica, a energia da consciência molda com grande facilidade a realidade extrafísica perceptível, é bem provável que ele não consiga transpor essas barreiras. Certamente existe uma realidade independente da crença do projetor. Afinal de contas, a parede vai se constituir e uma barreira para o projetor ou não? Digamos que ele esteja projetado de forma inconsciente, sem sequer perceber a parede. O que acontecerá? A matéria intrafísica não constitui obstáculo no extrafísico para ninguém. Contudo, existe a contraparte extrafísica da parede que é criada quando vemos pela primeira vez e reforçada, com energia extrafísica densa, sempre que nós ou qualquer outra consciência, intrafísica ou extrafísica a vê. Assim, se a frequência vibratória do psicossoma do projetor estiver baixa, a parede poderá detê-lo e, a partir de certo nível de frequência não. Voltando a crença do projetor, suas próprias energias vão modular a densidade da parede extrafísica no momento em que ele for atravessá-la, determinando o que acontecerá em seguida.

Agora vejamos um outro aspecto das crenças durante a EFC. Digamos que o projetor saiu de sua residência e encontrou-se com algumas consciências extrafísicas. Dado que a lucidez e a capacidade de percepção durante as projeções conscientes oscilam, é possível que projetor perceba essas consciências de forma imprecisa. Por estarem trajando vestimentas brancas, o paracérebro do projetor pode leva-lo a crer que ele está diante de um grupo de padres religiosos e, dessa maneira, ele se dirigirá a eles dessa maneira. As consciências extrafísicas percebem mas muitas vezes não tentam corrigir o equívoco perceptivo do projetor.

Após a EFC, o projetor usará seu sistema de crenças para interpretar a experiência que acaba de vivenciar. Ele pode, acreditando ter se encontrado com um grupo de padres, tecer em sua mente quais teriam sido os motivos desse encontro e elaborar uma interpretação equivocada de sua experiência.

Concluindo, como fazer para que nosso sistema de crenças interfira menos na percepção da realidade extrafísica? A resposta é, da mesma forma que fazemos para que nosso sistema de crenças não nos prejudique na dimensão intrafísica:

  • Refletir atentamente, usar nosso discernimento para interpretar e reinterpretar aquilo o que percebemos e vivenciamos.
  • Estudar sobre o maior número de assuntos possíveis, pois quanto mais sabemos sobre algo, melhor se torna nossa percepção sobre sua realidade.
  • Ter a mente aberta (open mind) para ideias, conceitos, conhecimentos novos, ou mesmo para os antigos na medida que possam ser reinterpretados de forma melhor a luz do conhecimento moderno.
  • Evitar a cristalização do pensamento em torno de preconceitos e dogmas religiosos, sociais, políticos e outros mais que nos escravizem, impondo limites e proibições no pensar e no agir.

(1)    Dicionário Houais

(2)    Wikipédia: Verbete Crença

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Novo eBook sobre EFCs para Download

Experiências Fora do Corpo - Perguntas e Respostas

Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas

Em 2008 escrevi um pequeno eBook sobre EFCs no formato perguntas e respostas. Ele trazia 150 questões onde eu respondia sobre diversos aspectos da fenomenologia projetiva.

A ideia era atualizar esse livro periodicamente, de preferência uma vez por ano, incluindo novas questões sobre o assunto. Dessa forma, em 2010, publiquei a Segunda Edição, ampliada, contendo 254 perguntas e respostas organizadas em 18 capítulos.

A primeira edição teve 900 downloads e a segunda, 4900. Impossível saber quantas pessoas, no final das contas, baixaram e leram esse eBook, uma vez que vários sites vão copiando o arquivo e redistribuindo-o Internet afora.

Infelizmente, não foi possível promover as atualizações anuais como intentara. Mas, agora, acabo de disponibilizar, para download gratuito, a terceira edição desse eBook.

Com 74 páginas, 18 capítulos, 21 ilustrações, Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas, trás 333 questões respondidas sobre as experiências fora do corpo e fenômenos correlatos.

Apenas a título de referência, desconheço a existência de um FAQ (Frequently Asked Questions) em língua portuguesa que sequer chegue perto desse eBook quanto ao número de questões abrangidas. Em língua inglesa, exista apenas um outro que é maior.

Minha intenção com esse eBook é esclarecer as principais dúvidas que surgem para as pessoas que estão começando a estudar o tema EFCs ou a praticar suas próprias projeções conscientes e ainda não passaram, como eu, por uma longa trajetória de leituras, cursos e experimentos.

Não sou pretensioso. Apesar de estudar/praticar o assunto, sistematicamente, a 25 anos, estou apenas compartilhando minha ignorância com as demais pessoas por meio desse eBook.

As questões respondidas nesse livro são oriundas de diversas fontes: listas de discussão, cursos que ministrei, meus sites, incluindo esse blog, etc.

Se você leitor, não conseguir esclarecer suas dúvidas com esse eBook, entre em contato que farei o melhor possível para ajudá-lo com suas questões.

Link para Download:

http://www.metaconsciencia.com/down/EFCsP&R.pdf

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Ingo Swann faz sua Projeção Final

FA180

O artista e autor Ingo Swann, mais conhecido por seu trabalho em torno da visualização remota (remote viewing), realizado no início da década de 1970 (Projeto Stargate), passou pela desativação do seus corpo físico (morte) e projeção final em 1 de fevereiro de 2013.

Nascido em 14 de setembro de 1933 em Telluride, Colorado, Swann tinha 79 anos de idade. Além de suas obras artísticas, deixou vários livros sobre visualização remota e sobre visitas de alienígenas na Terra.

Em declaração a George Filer, Swann afirmou que não se identificava como um vidente, mas como um pesquisador da consciência e que a maioria das pessoas podiam ser ensinadas a para torarem-se visualizadores remotos, embora algumas pessoas tenham uma capacidade inata maior do que outras.

Swann ajudou a desenvolver o processo de visualização remota no Stanford Research Institute em experimentos que chamaram a atenção da inteligência dos EUA. Posteriormente, Trabalhando com os pesquisadores Russell Targ e Puthoff E. Harold e com financiamento da CIA, Swann introduziu o fornecimento das coordenadas geográficas com relação a suas observações à distância.

Segundo esses pesquisadores as habilidades de visualização remota de Swann eram muito maiores do que a pessoa média. Ele escolhia um conjunto de coordenadas geográficas e se concentrava no que estava ocorrendo nesse ponto. Ele podia visualizar as imagens na mente e então fazia um esboço do que percebia. Sua visualização remota era correta, provavelmente em 95% dos casos e a das pessoas que ele treinou durante o Projeto Stargate eram corretas em 85% dos casos.

Uma de suas famosas visualizações ocorreu em 1973 quando relatou que o planeta Júpiter tinha anéis. Este fato era desconhecido para os astrônomos da época, mas foi confirmado pela Voyager 1 em 1979 (veja ilustração acima).

Em sua casa, Swann criou enormes murais de cenas extraterrestres com OVNIs. Ele, pessoalmente, tinha visualizado OVNIs enormes e estranhos, afirmando que havia presença alienígena na Lua e na Terra.

Swan afirmou para pessoas do seu círculo de relacionamentos que, após sua morte, tentaria fazer contato com elas “a partir do outro lado”.

Nota

A visão remota é a projeção de capacidade visual da consciência e normalmente está associada a uma projeção de corpo mental.

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Famosos Sonhadores Lúcidos

FA177

Imagem: Figura do livro The Head Trip do jornalista científico Jeff Warren, publicado em 2007 que explora 12 estados de consciência e que descreve técnicas para aproveitar-se as inspirações obtidas na Hipnagogia.

Por meio das EFCs – Experiências Fora do Corpo é possível captar-se ideias originais, informações até então desconhecidas, trazendo-as para a dimensão intrafísica.  O mesmo pode ocorrer durante outros estados diferenciados de consciência, tais como o sonho, o pesadelo, a hipnagogia e a hipnopompia. Nesses estados, ocorrem projeções conscientes com menor nível de lucidez, semiconscientes e, conforme o caso, a projeção não é total, limitando-se a expansão das capacidades paraperceptivas como a paravisão ou a paraaudição.

A história registra inúmeros casos de pessoas que tiveram insights geniais durante esses estados diferenciados, tais como escritores (Charles Dickens, Edgar Allan Poe, John Keats, Johann Wolfgang von Goethe, Lev Nikolayevich Tolstoi, Mark Twain, Mary Shelley Brahms, Paul Klee, Robert Louis Stevenson, Samuel Taylor Coleridge), músicos (Beethoven, Mozart, Puccini, Wagner), pintores (Paul Klee, William Blake) e cientistas (Albert Einstein, Nils Bohr).

A seguir, uma relação alguns famosos sonhadores lúcidos.

Thomas Edison: O famoso inventor registrou 2.332 patentes ao longo de sua vida, dentre elas o fonógrafo, lâmpada elétrica incandescente, o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison valorizava tanto o estado de hipnagogia que desenvolveu sua própria técnica para manter-se nele enquanto trabalhava em suas invenções. Sentando-se numa cadeira especial, Edison usava técnicas de relaxamento e meditação para alcançar o estado entre o sono e a vigília. Ele segurava algumas bolas de bilhar na palma da mão fechada para baixo, repousada no braço da cadeira. Debaixo da mão colocava uma tigela de metal. Se ele pegasse no sono, sua mão se abriria, as bolas cairiam dentro da tigela e o ruído o despertaria. Ele repetia o processo varias vezes e registrava o que percebia. Muitas de suas invenções tiveram início dessa maneira.

Salvador Dali: O famoso pintor surrealista tinha usava um método de criação semelhante ao de Edson. Ao sentir sono, ele se sentava numa poltrona com uma chave na mão. No chão, logo abaixo da mão que segurava a chave, ficava um prato. Dalí procurava se manter naquele estado de consciência da fronteira entre a vigília e o sono, a hipnagogia, no qual as barreiras da lógica são frouxas e começamos a viver uma espécie de delírio muitas vezes cheio de imagens bizarras que era exatamente no que ele estava interessado. Se adormecesse, a chave na sua mão cairia no prato fazendo o acordar. Imediatamente ele tratava de desenhar as imagens que tinha vislumbrado no estado hipnagógico. Assim, Dalí criou muitas de suas telas.

Richard Feynman: O famoso físico americano declarou sua aptidão para o sonho lúcido em seu best-seller, Surely You’re Joking, Mr. Feynman!  (Certamente Você Está Bbrincando, Sr. Feynman!) onde dedica um capítulo inteiro às suas experiências com sonhos lúcidos, onde ele declara:

 “Notei também que, quando você vai dormir as idéias continuam, mas elas se tornam menos logicamente interligadas. Você não percebe que elas não são logicamente conectadas até que você pergunte a si mesmo:”O que me fez pensar isso? ” E quando você tentar trabalhar o seu caminho de volta, muitas vezes você não consegue lembrar o que diabos fez você pensar nisso! Então você começa toda ilusão de conexão lógica, mas a verdade é que os pensamentos tornam-se mais e mais tortos, até que estão completamente desarticulados, além disso, você acaba caindo no sono.”

Richard Linklater: O diretor do filme criado em rotoscope, Waking Life, é muito familiarizado com o conceito de sonhos lúcidos. Seu filme é um passeio intrigante e filosófico no mundo dos sonhos onde o protagonista se faz a pergunta: “Será que estamos caminhando e dormindo como sonâmbulos ou estamos acordados, na vigília?”

James Cameron: O diretor de Avatar declarou que os sonhos lúcidos forma uma das fontes de inspiração para uma de suas cenas de voo desse filme. Segundo Cameron declarou ao Hollywood Today:

“… o que eu estava tentando fazer era criar imagens de sonho, criar um estado de sonho lúcido, enquanto você está assistindo o filme. Eu acho que a maioria das pessoas sonha em voar em algum momento e quando somos crianças temos sonhos de voar e eu certamente o fiz e ainda tenho um monte de sonhos de voo e então pensei que, se eu posso conectar-me (por meio de um filme) com uma audiência, numa espécie de inconsciente coletivo quase no sentido junguiano, então ele (o filme) ignora tudo e todas as coisas culturalmente estabelecidas ao redor do mundo e se conecta a todos nós conduzindo a um tipo de estado de infância quando o mundo nos parecia mágico, infinito, assustador e legal e no qual você pode entrar. Então esse foi o conceito por trás dessas cenas do filme.”

Friedrich August Kekulé: No final do século XIX. esse químico alemão estava trabalhando no sentido de decifrar a estrutura da molécula do benzeno. Contudo, apesar de seus esforços, não conseguia decifrar seu intrincado sistema de ligações. Certo dia, quando Kekulé estava cochilando em um bonde de Londres, “viu” quando um enxame de átomos apareceu antes de seus olhos ” girando em uma dança vertiginosa”, formando cadeias de conexões que Kekulé febrilmente documentou em seu diárioquando ele voltou para casa. explicou, “a origem da teoria estrutural” da química. Sete anos mais tarde, em 1890, aconteceu de novo. Conforme relatou:

“Eu estava sentado, escrevendo meu livro, mas o trabalho não progredia, o meus pensamentos estavam em outro lugar. Voltei minha cadeira para o fogo e cochilei. novamente os átomos apareceram dando cambalhotas diante dos meus olhos. . . todos entrelaçando e se retorcendo como se fosse ma cobra em movimento. Veja! O que foi isso? Uma das serpentes tinha preendido  havia mordido sua própria cauda, e a forma dançava zombeteiramente diante dos meus olhos. Como se fosse um relâmpago, acordei, e desta vez também passei o resto da noite trabalhando “.

O que Kekulé tinha intuído com essa visão era que a molécula de benzeno formava uma estrutura em anel, algo que lhe escapava e que parecia desafiar as notações de arranjos de átomos então existentes.

Elias Howe: Esse famoso inventor americano tentava a muito tmepo mecanizar o processo da costura, mas, sem sucesso. Certa noite, contudo, foi acometido do que parecia ser um pezadelo. Howe fora prezo por uma tribo de sevagens que fizeram um ultimato: Caso ele não concluisse a invenção da maquina de costura, seria devorado por eles. Como na vigília, Howe fracassou em sua tentativa e fui cercado pelos selvagens que apontaram-lhe sua lanças. Nesse momento ele percebeu que cada lança tinha um buraco em sua ponta na forma de um olhor. Despertando sobressaltado, Howe compreendeu que se colocasse um furo para passagem da linha de costura na ponta da agulha, talvez conseguisse fazer a mecanização do processo. Esse insight de fato funcionou e a indústria do vestuário foi revolucionada.

Chris Nolan: Diretor e autor, Nolan extraiu de seus próprios sonhos lúcidos a inspiração para concebero filme Inception. Conforme declarou ao Los Angeles Times:

“Eu queria fazer isso (Inception) há muito tempo, algo que eu tenho pensado desde que tinha uns 16 anos”. Eu escrevi o primeiro rascunho deste roteiro a sete ou oito anos atrás, mas a ideia vem de muito mais longe, de aproximar a vida do sonho e o sonho da vida como um outro estado de realidade.”

Curiosamente, em Inception o personagem principal, Dom Cobb, é interpretado por Leonardo DiCaprio, que também tinha sonhos lúcidos antes de estrelar no filme.

Andy e Larry Wachowski: Os criadores de Matrix são sonhadores lúcidos que tiveram a inspiração de criar, a partir de suas experiências, um mundo de realidade virtual em que todos nós estamos mentalmente escravizados, não reconhecendo que estamos apenas “sonhando”. O enigma de Matrix é: “Como eu sei que minha realidade não é uma ilusão?” Esta é a chave para desvendar um sonho e tornar-se conscientemente lúcido. Alguns consideram  The Matrix é um verdadeiro manual de instruções para sonhadores lúcidos.

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Minha Experiência na Projeciologia

Edifício Porto Alegre, Asa Sul: Sede do IIPC Brasília.

Edifício Porto Alegre, Asa Sul: Sede do IIPC Brasília.

Conforme citei num post anterior, o IIPC está comemorando seu Jubileu de Prata. Nesse mês de janeiro, são 25 anos. Resolvi então contar-lhes algo sobre minha atuação nessa instituição.

Vivi no Rio de Janeiro até 1988 quando mudei para Brasília. Naquela ocasião, seguia o espiritismo. Conhecia os fenômenos projetivos das leituras que fizera sobre o assunto, mas minhas vivências eram poucas, limitadas a projeções semiconscientes.

Duas semanas após mudar-me para Brasília, tiveram início minhas EFCs lúcidas. Estimulado por essas experiências, resolvi estudar mais sobre o assunto. Comprei os livros de Sylvan Mouldon, A Projeção do Corpo Astral e o Projeções da Consciência de Waldo Vieira.

Sabia desde quando morava no Rio da existência do trabalho de Vieira, mas, por injunções da vida, nunca pude ver esse trabalho de perto. A oportunidade só surgiu depois de minha mudança para Brasília. Coisas de programação existencial. Retornei ao Rio algumas vezes, assisti a uma palestra de Waldo e questionei o IIP – Instituto Internacional de Projeciologia – se eles pretendiam fazer algo em Brasília. Passaram-me o nome e telefone de um contato que estava justamente tentando organizar as atividades do IIPC na capital.

Tempos depois ocorreu o 1º Congresso Brasileiro de Projeciologia, justamente em Brasília. Logo depois, comecei a participar dos primeiros cursos do IIP.

Naquela época, 1991, o IIP oferecia um curso de Projeciologia dividido em 5 estágios, do básico ao avançado. O último módulo era ministrado pelo próprio Waldo. Os participantes pagavam uma quantia módica por cada módulo e podiam recicla-lo (fazê-lo novamente) gratuitamente, quantas vezes desejassem. Dessa forma as pessoas voltavam, consolidavam conhecimentos, tiravam suas dúvidas. Após participar do Estágio 2, tornei-me colaborador da instituição, cujo gerente em Brasília era o Marcus Evandro que tornou-se, desde então, um de meus grandes amigos.

Naqueles tempos, pré-Internet, as informações acerca de EFCs era poucas e de difícil obtenção. Haviam uns poucos livros publicados no Brasil, como os citados acima. Em raras ocasiões, jornais ou revistas exotéricas traziam alguma matéria sobre o assunto e isso era tudo. As pessoas interessavam-se muito, portanto, sobre o assunto, queriam saber mais sobre isso. Era, para muitos, uma grande novidade.

Assistir palestras e participar de cursos era uma das poucas maneiras de inteirar-se sobre o que existia, o que acontecia nesse campo. As pessoas viajavam, por exemplo, de Barreiras para Brasília, ou de Manaus para o Rio para participarem desses eventos.

A manutenção do escritório e mais tarde filial do IIP em Brasília era bem trabalhosa. No início, só havia eu e o Marcus. Outros colaboradores foram surgindo com o tempo. Toda a administração e decisões era centralizada na matriz do IIP localizada no Rio. Dependíamos do Rio para tudo.

Com o tempo, Marcus, por questões profissionais, teve que afastar-se do IIP. Nessa época eu já havia me tornado o primeiro professor da instituição em Brasília. Com o afastamento de Marcus, acumulei a função de gerente da filial. Era uma rotina bastante puxada, mas muito gratificante.

Ao ingressarmos no IIP, nessa linha de frente, ficamos sujeitos a muito assédio, tanto pessoal quanto grupal. Se por um lado, como colaboradores da instituição, formávamos um grupo de consciências que tentavam promover assistência, do outro, na dimensão extrafísica, grupos de consciências se associavam para nos assediar, muitos movidos por antigos desafetos (de outras vidas). Felizmente, havia também grupos de amparadores que nos ajudavam a “segurar a barra”.

Então a coisa é assim: quando você ingressa em uma instituição espiritualista que faz trabalho assistencial, aumenta o assédio, mas, o amparo aumenta também. Se você procura sintonizar com os amparadores, sai no lucro. É muito compensador pois aprende-se muitas e valiosas lições.

Em 1994, o IIP mudou de nome para IIPC. A Conscienciologia tornou-se o objetivo principal da Instituição. Em 1995 um campus de estudos e pesquisa foi criado em Foz do Iguaçu para onde, anos depois, Waldo Vieira e a sede do IIPC se transferiram. Nesse mesmo ano tivemos que mudar a sede do IIPC em Brasília. Descobri um local que parecia ideal, um prédio com auditório que poderia ser usado para realização de nossos cursos e palestras (Foto acima). O prédio, pertencia ao dono do Colégio Projeção. 10 anos depois, acebei tornando-se professor da Faculdade Projeção. Sincronicidades…. O IIPC Brasília situa-se nesse local até hoje.

Em fins de 1996, por motivos profissionais, foi minha vez de afastar-me do IIPC. Desde então, permaneço acompanhando, ora mais de perto, ora mais de longe suas atividades bem como das demais instituições conscienciológicas, assim como os livros e trabalhos publicados por seus colaboradores. De vez em quando faço alguns cursos também.

Ter passado todo esse tempo afastado fui ruim à medida que, certamente, perdi muitas oportunidades de aprendizado, de reconciliação e de assistência que poderia ter promovido e recebido. Por outro lado, nesse meio tempo, não fiquei parado. Desenvolvi algumas coisas boas também.

Hoje, uso o que aprendi e o que ainda estou aprendendo para fazer o mesmo que nos primeiros tempos do IIP. Procuro assistir pessoas no que diz respeito ao parapsiquismo, tirando dúvidas, escrevendo livros, publicando posts nesse Blog e noutros sites, dentre outras atividades menos “internéticas”. É minha maneira de contribuir para que esse mundo seja um pouco melhor.

É um trabalho de formiguinha. Felizmente, existem muitas formiguinhas como eu e você leitor, por ai, mundo afora. Seja como colaborador de uma instituição, seja individualmente, o que importa é que nunca podemos para de aprender coisas novas, de pesquisarmos de tudo, principalmente a nós mesmos com objetivo de promovermos nossa evolução.

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O Energossoma

Energossoma

O Energossoma

Estava conversando com um colega que está lendo meu livro, quando ele questionou-me sobre o que seria exatamente o energossoma, um dos corpos da consciência.

Após ministrar as explicações necessárias, resolvi incrementar a resposta e escrevi esse post.

Holossoma. A consciência transcende a matéria e a energia. Logo, precisa de veículos (corpos) para manifestar-se. Esses corpos formam uma estrutura denominada holossoma (holo = todo; soma = corpo). O holossoma possui pelos menos 4 corpos facilmente distinguíveis por terem características distintas:

Soma = corpo físico

Energossoma = corpo energético

Psicossoma = corpo astral/emocional

Mentalsoma = corpo mental

Psicossoma. Na condição intrafísica a consciência emprega o soma para manifestar-se. Na dimensão extrafísica a consciência emprega o psicossoma. O psicossoma é constituído de matéria extrafísica, sendo por demais sutil para interagir diretamente com a matéria. Por esse motivo existe o energossoma.

Energossoma. Constituído por matéria extrafísica muito densa e, provavelmente, por algum tipo de matéria intrafísica ainda desconhecida da ciência, esse veículo está no limite entre as duas dimensões, física e extrafísica.

Ele atua, portanto, como uma cola que une o psicossoma ao soma, como mostra a figura acima.

Todos os seres vivos tem energossoma, do vírus e das plantas até o serenão (consciência superevoluída) encarnado.

Primeira Morte. Quando ocorre a morte do corpo físico, o energossoma se rompe e a consciência passa a manifestar-se apenas na dimensão extrafísica. Resíduos do energossoma permanecem no corpo físico e dissolvem-se com ele e resíduos ficam aglutinados em torno do psicossoma. É a primeira morte.

Segunda Morte. Quando os resíduos do energossoma que se aglutinam no psicossoma se dissolvem, ocorre a segunda morte. A partir de então a consciência pode manifestar-se livremente na dimensão extrafísica, com lucidez. Enquanto não ocorre a segunda morte, a consciência fica tolhida, com pouca ou nenhuma lucidez. Em fica numa condição de sonâmbulo extrafísico, tal qual uma pessoa que passa por uma EFC inconsciente.

Cordão de Prata. O cordão de prata nada mais é do que o energossoma que une o soma ao psicossoma, só que afilado, estreitado.

Forma. O energossoma em geral não tem forma. Em raras ocasiões, pode, durante uma EFC, aglutinar-se na dimensão extrafísica, próxima do soma, mais ou menos com a mesma conformação (aparência visual) desse veículo.

EFCs Lastreadas. São projeções em que o projetor carrega consigo uma grande parte do energossoma, fazendo com que sua lucidez e movimentação fique limitada.

Relacionamentos. O energossoma está intimamente relacionado aos chacras, as energias extrafísicas, a todos os canais energéticos existentes no holossoma e ao estado vibracional da consciência intrafísica. Tudo isso existe nas consciência extrafísicas, mas, na dimensão intrafísica, em pessoas encarnadas, esses aspectos são potencializados pelo energossoma. O energossoma também está relacionado a produção dos chamados efeitos físicos, a ectoplasmia, a cura paranormal, a materializações, ao poltergeist e uma série de outros fenômenos anímicos.

Força. É pelo fato de nós, consciências intrafísicas, termos energossoma é que as consciências extrafísicas precisam de nós para poderem atuar energeticamente com mais força na dimensão extrafísica crostal.

Concluindo, uma vez que temos toda essa energia do energossoma, precisamos ser responsáveis com sua utilização. Que fim damos a essas energias? Usamos para assistir outras consciências, para assediá-las ou as entregamos “de bandeja” para guias cegos, vampiros e assediadores?

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Viagem Astral – Autores Nacionais

FA157

Iniciei minhas atividades de 2013 no campo das EFCs com uma pesquisa.

Já faz algum tempo que me pergunto: quantos brasileiros (nascidos ou naturalizado no Brasil) escrevam e publicaram livros sobre EFCs no país?

Para que saber isso? Acredito que, em algum momento no futuro, quando as EFCs forem estudadas a sério pela ciência, talvez os pesquisadores queiram consultar tudo o que já foi publicado sobre o assunto no Brasil. Seria bom, portanto, ter uma relação completa dessas obras. Será possível criar uma lista completa daqui a 50 ou 100 anos?

Você, leitor/leitora desse blog, saberia dizer quem são esses autores e quais são essas obras? Aposto que não. Não existe uma relação completa, pelo menos não até hoje.

Comecei a pesquisa consultando minha biblioteca pessoal (tenho a maioria desses livros), a bibliografia recomendada do IPPB e outras fontes na Internet, compilei a lista apresenta a seguir. Ao término da pesquisa, acabei adquirindo 5 desses livros em sebos para completar minha coleção.

Os três critérios para o livro fazer parte dessa lista são:

-Ter sido escrito por brasileiros

-Ter sido impresso no Brasil

-O livro deve ser focado em EFCs, ou, pelo menos, grande parte do livro deve ser dedicada a esse assunto.

Estará completa essa lista? Receio que não. E ai que vocês entram.

Caso você conheça uma obra que satisfaça os três critérios acima e não esteja nessa lista, por favor, entre em contato, seja postando um comentário, seja pelo e-mail info@metaconsciência.com passando os dados que forem disponíveis acerca desse livro: título, autor, editora e ano da publicação.

Após receber essas contribuições, estarei publicando uma versão definitiva dessa relação assim como uma análise da mesma.

Então, que estão esperando?  Mãos a obra!

Autor Livro Impresso
1 Amais Geazi Apometria e Desdobramento Multiplo
2 Antenor de Barros O Homem de Três Corpos
A Face Oculta de Gaia
3 Avelino Bioen Capitani Depois do Amanhecer: Desdobramento Espiritual
4 Bianca As Possibilidades do Infinito
5 Cesar de Souza Machado Experiências Fora do Corpo – Fundamentos
6 Centro Redentor A Vida Fora da Matéria
7 Dan Greenburg Estou em Viagem Astral….Deixe o Seu Recado
8 Dharma Latzang Como Fazer Viagens Astrais
9 F. Mondini Atravessando o Portal
10 Francisco de Biaso Despertar Para uma Nova Dimensão
11 Geraldo Medeiros Junior Relatos de um Projetor Extrafísico
ViagemExtrafísica
12 Glória Thiago Glória – Vivendo em Múltiplas Dimensões
13 Halu Gamashi Caminhos de Um Aprendiz
14 Hamilton Prado No Limiar do Mistério da Sobrevivência
Ainda no Limiar do Mistério da Sobrevivência
15 Herick Usami As Dimensões e os Extraterrestres
Karma Genético
Os Corpos e as suas Dimensões
16 Ione Basílio et al Boa Noite, Universo!
17 Joao Berbel Desdobramento – Projeção Astral
18 João Nunes Maia Iniciação – Viagem Astral
19 Jorge Adoum 20 Dias no Mundo dos Mortos
20 Lesly Monrat Histórias de uma Projetorinha Consciente
21 Liliane Moura Martins Projeção Astral
22 Lucius Projeção Astral
23 Luely Figueiró Viagem Astral – Projecionismo
24 Luiz Araújo Ensaios Extracorpóreos
25 Luiz Carlos Carneiro Ele meu Amigo Espiritual ou o Encapuzado
Zana a Interplanetária
Zana no Reduto Romano
Os Três Monges
26 Luiz Roberto Mattos Sana Khan um Mestre no Alem V. I – Exp.Fora do Corpo
Sana Khan um Mestre no Alem V. II – Exp.Fora do Corpo
27 Marco Antonio Coutinho Conversando Sobre as Experiências Fora do Corpo
Além do Corpo – A Arte Tradicional das Exp. Fora do Corpo
28 Miguel Maniglia O Sagrado Conselho – Projeção Astral
29 Moisés Leão Ezagüi Projeção da Consciência
30 Narci Castro de Souza Lições Recebidas Em Desdobramento Astral
Projetando Luz – Um Guia de Aprendizado Espiritual
31 Omar C. Silva Viagens em Corpo Astral: Minhas Experiências
32 Pietro Rogério Gabriel Querubim e os Guardiões dos Sonhos
33 Rafael Américo Ranieri João Vermelho no Mundo dos Espíritos
O Sexo Além da Morte
O Abismo
Aglon e os Epíritos do Mar
34 Rinaldo de Santis A Viagem da Alma – Desdobramento
35 Rydana Desdobramento, OVNIS e Esoterismo
36 Vera Filizzola Vivências Hiperfísicas
37 Vera Hoffmann Sem Medo da Morte
38 Wagner Borges Viagem espiritual I
Viagem Espiritual II – A Projeção da Consciência
Viagem Espiritual III
Ensinamentos Projetivos e Extrafísicos
39 Waldo Vieira Projeções da Consciência – Diário de Exp. Fora do Corpo
Projeciologia – Panorama das Exp. Fora do Corpo
40 Walter J. Radicchi Será Ficção?
41 Zueli Leal Santos O poder das luzes e das cores – viagem azul pfora do corpo

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Fronteirastral 2012 in Review

The WordPress.com  preparou um relatório anual de 2012 para este blog.

Aqui está um trecho:

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Click here to see the complete report.

EFCs, Dimensões Paralelas e Viagens no Tempo

Experiência Fora do Corpo

Existem muitos relatos na literatura sobre EFCs assim como na Internet de projetores ou simples sonhadores que acreditam na existência de dimensões paralelas a nossa, reais no sentido de existirem de forma contínua como a nossa, e que podem ser acessadas durante uma EFC.

Robert Alan Monroe, um dos projetores mais famosos, teve muitas dessas experiências, algumas das quais relatadas em seus livros.

Ultimamente venho estudando os mecanismos que regem esses processos.

Os principais mecanismos envolvidos na criação dessas “Dimensões Paralelas” são os seguintes:

Morfopensenes: Fora do corpo, projetores e consciências extrafísicas plasmam com grande facilidade morfopensenes (formas pensamento) cuja consistência e detalhamento variam muito. Não existem limites para o que pode ser criado com morfopensenes.

Holomemória: Quando fora do corpo, o projetor acessa com certa facilidade porções de sua holomemória (a memória integral adquirida ao longo de todas as suas existências anteriores).

Parapercepções: Fora do corpo, o projetor capta com muita facilidade pensenes (pensamentos, sentimentos e energias) que lhe conferem uma espécie de sexto-sentido, por meio do qual ele “saca”, percebe certas coisas sem que seja preciso usar seus demais sentidos.

Complementação Cognitiva: Tal como no intrafísico o cérebro complementa o ponto cego dos olhos para que não exista um “buraco” em nossa visão, no extrafísico, o paracérebro complementa o que não percebe conforme a capacitada cognitiva da consciência. Por exemplo, se durante uma EFC o projetor vê um consciência masculina, com aparência de um idoso, com cabelos brancos e uma vestimenta da igreja católica, o baixo nível de lucidez aliado a falta de foco da paravisão, pode leva-lo a crer que está diante do Papa, criando essa visão e essa crença em sua mente ou até mesmo plasmando com morfopensenes a face do Papa nessa consciência.

Dimensões Crostais: As dimensões crostais são as que fazem fronteira com a dimensão intrafísica. A maior parte das consciências que habitam essas dimensões são pouco evoluídas. Tem o mesmo padrão do cidadão terrestre comum ou pior do que isso. São, em grande parte, inconscientes ou semiconscientes (sonâmbulos extrafísicos).

Distritos Extrafísicos: Existem diversos tipos de distritos extrafísicos. Alguns deles são semelhantes as nossas cidades, com prédios, transportes e instalações semelhantes. Eles abrigam muitas consciências extrafísicas como as descritas anteriormente, pouco evoluídas.

Alguns distritos extrafísicos são criados e mantidos por amparadores com objetivo de promover o esclarecimento, o despertar das consciências ali residentes para uma realidade maior da qual fazem parte mas, para a qual não estão conscientes.

Outros distritos extrafísicos são criados e mantidos por assediadores com objetivo de promover o controle de outras consciências.

Todos esses distritos são muito frequentados pela humanidade intrafísica por meio das EFCs conscientes ou não.

Assim, a junção desses mecanismos durante uma EFC é a responsável pela criação das “dimensões paralelas” percebidas por projetores e sonhadores.

Para exemplificar, vou relatar uma projeção semiconsciente que vivenciei à poucos dias:

“Eu estava no alto de um prédio de aço e vidro num ambiente de penumbra. Um sujeito a minha frente, grande , fortão, com cabelo preto, liso e preso no alto a antiga moda japonesa e trajando um quimono branco me desafiava. Sem usar artes marciais que provavelmente ele conhecia, me espezinhava com uma varinha, cutucando-me para provocar alguma reação da minha parte. Eu incorporava uma outra personalidade, provavelmente vestido da mesma forma que ele. Estava em guarda defendendo-me das suas cutucadas, só esperando ele usar seus golpes de artes marciais para dar-lhe uma lição. Intimamente eu sabia que possuía habilidades e poderes muito superiores aos dele que poderia por em ação a qualquer momento. Mas ele acabou indo embora, descendo e juntando-se a um grupo de pessoas que estava no térreo do lado de fora do edifício e que eu vi pelas enormes janelas que talvez nem existissem pois o prédio poderia, pela aparência, estar em construção”.

Vamos dar duas interpretações para essa experiência.

Interpretação errônea e imatura: Sai do corpo e fui para uma dimensão paralela onde eu sou outra pessoa que possui outro corpo, outra aparência e que tem muitos poderes.

Interpretação realísta: Sai do corpo de forma semiconsciente e fui para um distrito extrafísico crostal onde interagi com outras consciências, extrafísicas ou projetores como eu, com baixo nível de lucidez. Acessei áreas de minha holomemória que me deram a compreensão, naquele momento, de onde estava, do que estava fazendo ali e que poderia invocar certas habilidades. O que não percebi direito, complementei com criações de minha mente. Quando voltei ao corpo, não consegui registrar no cérebro físico que local exatamente era aquele e porque eu afinal de contas eu estava lá.

Concluindo, não fica difícil imaginar que é muito fácil surgirem nesses contextos, situações relacionadas a hipotéticas viagens no tempo, para o passado ou para o futuro, pois esses temas fazem sucesso tanto nos cinemas e TVs da dimensão intrafísica quanto nos da dimensão extrafísica.

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

www.metaconsciencia.com

www.estadovibracional.com

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos