Encontro Extrafísico com Amigos

Viagem Astral

Encontro extrafísico com amigos. Já era tarde da noite quando em 11 de junho eu li o artigo da U.S. News e que acabou levando-me a escrever, no  mesmo dia o post “EFCs são Reais?”. Fui dormir por volta de 1 hora da manhã. Em algum momento, no meio da madrugada, fui parar num distrito extrafísico usado pelos colaboradores da Conscienciologia(1) para prosseguirem suas atividades intrafísicas ligadas a essa ciência. Encontrei ali algumas pessoas que conheço no intrafísico, assim como outras que conheço apenas extrafisicamente.  Dessas últimas, algumas são encarnadas como eu e outras não. O que levou-me ali? Obviamente o fato de passar algumas horas lendo o artigo e, depois, escrevendo o post. Sou ligado a esses companheiros de evolução desde o curso intermissivo(2) quando fomos treinados em diversos procedimentos de pesquisa científica para podermos desempenhar melhor nossas missões, em torno do estudo e divulgação das EFCs. Mesmo tendo deixado a Conscienciologia à 15 anos, vínculos poderosos ainda me unem a esse grupocarma(3) que muitas consciências que vem evoluindo conjuntamente nesse planeta a milhares de anos.

Notas

(1) Conscienciologia: É uma das diversas abordagens sobre as EFCs.

(2) Curso Intermissivo: Um treinamento altamente especializado que algumas pessoas fazem antes de reencarnar.

(3) Grupocarma: Um grupo de consciências que mantém vínculos muito próximos e que se seguem a mesma trilha evolutiva.

Para saber mais – Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

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8 comentários sobre “Encontro Extrafísico com Amigos

  1. Eu tenho cá minhas dúvidas sobre se a Conscienciologia é uma ciência, ou até mesmo da realidade do que chamam de curso intermissivo. Pelo que vejo, a maioria das pessoas que a acompanhavam saíram por não aguentarem mais seu idealizador e os rumos que tal ciência tomou.

    Exemplos marcantes são: Saulo Calderon, Wagner Borges, Vasco Vasconcelos, etc. Como o conceito de curso intermissivo faz parte do conjunto de teorias que tal “ciência” divulga, e que nunca foi abordado em outras filosofias, religiões, estudos, etc, podemos concluir que apenas os conscienciólogos frequentam tais cursos “altamente especializados”? Ou não?

    Muito obrigado pelo blog.
    Abraço

    • Ola Edson

      A Conscienciologia só será uma ciência quando for reconhecida pela coletividade (por todo o mundo) como tal. Até que isso ocorra, será tratada como uma pseudo-ciência.

      Naturalmente, isso não impede de tirarmos proveito das informações que ela proporciona.

      O curso intermissivo é real. O que ocorre é que não termos uma justa ideia de como ele é realizado e uma série de outras questões relacionadas. Só temos aproximações pois é muito difícil tanto ir nos locais desses cursos projetado, quanto ter retrocognições a esse respeito. Já fiz ambas coisas, mas, as informações que obtive são poucas e superficiais.

      O afastamento dos colaboradores das instituições conscienciológicas deve ser encarado como algo normal. O mesmo ocorre em todas as outras instituições espiritualistas e mesmo nas instituições científicas. Quem achar diferente, principalmente quem é membro de uma dessas instituições, deveria repensar o assunto.

      O curso intermissivo é uma preparação para a vida intrafísica. Depois, o que fazemos aqui é de nossa responsabilidade. Quando uma pessoa se afasta de uma instituição. a responsabilidade é tanto dela quanto da instituição. Não é só a pessoa que falha, mas também a instituição (que na realidade são pessoas).

      Por exemplo, se ao se afastar de uma instituição por questões pessoais, a pessoa recebesse da mesma um convite para voltar assim que desejasse, se mantivesse uma política de “portas abertas para quem desejar retornar”, muitas pessoas voltariam. Mas o que ocorre é justamente o contrário. Isso acontece em todas as instituições espiritualistas.

      Não sabemos quem exatamente frequenta cursos intermissivos hoje, mas, certamente, a grande maioria das pessoas ligadas, sintonizadas, digamos assim, na conscienciologia, passaram por esses cursos. Precisamos de mais pesquisa sobre esse assunto.

      Obrigado e escreva mais sempre que desejar.

      Cesar Machado

    • Olá

      De fato, não deixei a Conscienciologia, mas, as intituições conscienciológicas. Quanto ao IIPC, em 1996 eu era um obstáculo (por ser mais forte energeticamente e mais experiente) para uma pessoa do IIPC Brasília aplicar, digamos, “seu estilo” de administração nessa filial. Eu poderia ter continuado a colaborar com o Ceaec, por exemplo, mas esse fica em Foz, muito longe, portando para participarmos ativamente de qualquer coisa. Não obstante, ao longo desses anos, fui algumas vezes lá, fiz alguns cursos e, a algum tempo, sou colaborador da EAC – Escola de Autopesquisa da Consciência – que fica em Porto Alegre. Naturalmente minha colaboração é limitada devido a distância. Nunca deixei de encontra-me, extrafisicamente, com o povo da conscienciologia ao longo desses anos, pois faço parte desse grupocarma.

      Abraço

      Cesar Machado

      • Hm, entendo. Interessante o que disse.
        Moro em Brasília também, fiz 3 cursos no IIPC de Brasília. Conheço o pessoal.
        Muitas vezes eu senti isso que você descreveu. Contudo, gosto de algumas críticas do Waldo e dos pesquisadores, da Autopesquisa, do olhar para os Serenões como modelos evolutivos e da credibilidade, por ser mais científica, que a Conscienciologia me passa.
        Ainda não sei de que grupocarma eu faço parte, apesar de alguns evidentes interesses que eu tenho.

        Abraço!

      • Olá

        De fato. Penso como você. Manter o senso crítico afiado é muito importante nessas questões relacionadas a parapsquismo. Por exemplo, acompanho um grupo no Facebook de questiona a Conscienciologia, pois gosto de ouvir os vários lados da história para poder ter uma noção melhor do que é correto ou não, o que é apropriado ou não. Apesar de conhecer bem a Conscienciologia (em todos os seus aspectos), sou cometido em minhas críticas, pois concordo com o Waldo Vieira quando ele afirma “Quem quiser que faça melhor”. É fácil a gente criticar mas fazer igual ou melhor, embora possível, não é nada fácil.

        Abraço

        Cesar Machado

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