Diferenças entre EFC Consciente e Semiconsciente

Pesquisa Experiências Fora do Corpo

A EFC – Experiência Fora do Corpo é um fenômeno parafisiológico que atinge 100% das pessoas. Em outras palavras, todas as pessoas, sem exceção, tem EFCs.

Um detalhe fundamental que diferencia as pessoas é o grau de lucidez que elas manifestam durante uma EFC.

Para o cidadão planetário comum, ainda muito arraigado as energias densas e agressivas, existem apenas as EFCs ou projeções inconscientes. A noite, quando dorme, pode ficar coincidente com o corpo físico que repousa ou afastar-se dele, situando-se em suas proximidades, imerso em suas próprias criações mentais, tal qual sonâmbulo extrafísico. Ao despertar do sono, nenhuma rememoração tem além de sonhos e pesadelos que tenha produzido.

Cerca de 14% da população, também passa por projeções lúcidas. Esse percentual, contudo, inclui aquelas pessoas que tiveram umas poucas ou até mesmo uma única experiência projetiva ao longo da vida. Dessa forma, apenas pequeno percentual tem, com maior regularidade, EFCs lúcidas. Se assim não fosse, esse fenômeno já teria sido muito mais estudado e aceito, inclusive pela ciência oficial.

Certo percentual da população, talvez 30 ou 40%, tem as chamadas projeções semiconscientes. Durante uma projeção semiconsciente, o projetor manifesta-se na dimensão extrafísica, contudo, sua lucidez ainda está limitada a um percentual muito baixo, por vezes oscilando entre a lucidez e a inconsciência. Quando ele retorna ao corpo físico, caso não se esqueça das experiências que vivenciou, normalmente vai considerá-las como simples sonhos.

Em dezembro de 2014 dei início a uma pesquisa online sobre EFCs. Seu objetivo é obter informações mais confiáveis sobre como as pessoas conduzem suas projeções lúcidas, indo além do “achismo” e das meras especulações. Inúmeras pesquisas desse tipo já foram realizadas, poucas delas no Brasil e essas, até onde sei, não foram divulgadas.

Hoje enviei um relatório com a compilação dos primeiros resultados dessa pesquisa para os respondentes, cerca de 169 pessoas.

Nesse relatório, chama a atenção o fato de 37% dos respondentes ainda terem dúvida sobre se suas experiências são projeções lúcidas ou não.

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Existem algumas diferenças básicas entre as projeções conscientes e semiconscientes. No primeiro caso, mesmo que sua lucidez não esteja lá nos melhores níveis, o projetor sabe que está fora do corpo, sabe que está projetado, sabe que não está usando naquele momento o seu corpo físico e que está, portanto, na dimensão extrafísica.

Mas, e se o projetor não atentar para isso? Se não parar para pensar em seu presente estado de manifestação, ainda assim ele estará em uma projeção lúcida? Nesse caso entramos em um campo nebuloso quanto a classificar a EFC como lúcida ou semiconsciente.

Por exemplo, vou descrever uma experiência que tive hoje.

“Levantei-me cedo. Após um intenso trabalho bioenergétio, retornei a cama adormecendo minutos depois. Quando dei por mim, estava junto com um grupo de pessoas. Estava sentado quando uma mulher entrou no recinto. Era forte, seus cabelos encaracolados mas não guardei detalhes sobre sua face. Nos reconhecemos mutuamente (embora agora eu não saiba mais quem ela realmente era). Ela se sentou ao meu lado e me deu um forte abraço. Perguntei-lhe sobre outra mulher que era nossa conhecida (agora também não sei quem seria). Houve um lapso de tempo e passei a ver ao meu lado uma mulher deitada em uma cama. Talvez fosse a mulher por quem perguntara momentos antes, não sei dizer. Essa mulher deitada tinha uma aparência peculiar. Ela era muito pequena, do tamanho de uma criança recém-nascida (estaria em fase pré-encarnatória, quando o psicossoma reduz seu tamanho?). A cama era forrada com um lençol branco, Outro lençol cobria seu corpo deixando a mostra apenas seu colo e a face. Percebi que trajava uma roupa azul escuro e, o que mais me chamou a atenção, sua face estava excessivamente envelhecida. Embora tivesse cabelos normais, pretos, lisos e compridos, sua pele estava toda enrugada, com inúmeras dobras e pequenas manhas, comuns em pessoas com idade avançada. Embora eu não estivesse totalmente lúcido de estava projetado, embora não tenha pensado nisso, estava lúcido o suficiente para saber que naquela dimensão minha atuação energética podia fazer (algo que é impossível na dimensão intrafísica): mudar a sua aparência envelhecida. Assim, toquei seu pequeno rosto com a paramão e comecei a concentra-me para mobilizar bioenergias no intuito de mudar sua aparência para melhor. Houve um lapso e, momentos depois, despertava novamente no corpo físico.”

Como classificar essa experiência? Quando existe dúvida, a melhor opção é que ela seja encarada como uma EFC semiconsciente.

Caso você, leitor desse blog, ainda tenha dúvidas sobre se suas EFCs são lúcidas ou não, use o critério descrito acima.

Você já teve pelo menos uma EFC Lúcida? Que tal participar da Pesquisa Online sobre EFCs?

Acesse a pesquisa nesse link.

Para saber mais:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Novo livro atesta que as Experiências Extracorporais são reais

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A  publicação na Holanda do livro “Wat een stervend brein niet kan”, literalmente “O que um cérebro morrendo é capaz de fazer” no ano passado vem causando, desde então, grande repercussão.

Escrito por três médicos, Titus Rivas, Anny Adrien e Rudolf Smit , o livro descreve 70 casos de pessoas que relataram experiências de EQM – Experiencia de Quase Morte, um período em que estiveram clinicamente mortas.

O caso mais impressionante se refere  a um paciente clinicamente morto por 20 minutos durante uma cirurgia cardíaca. Após “voltar a vida” ele descreveu como saiu de seu corpo e soube indicar precisamente a posição em que cada um dos médicos durante o período em que estava clinicamente morto, além de fatos relevantes que aconteceram na sala de cirurgia.

Os pesquisadores-autores do livro escolheram os depoimentos com cuidado levando em conta a precisão dos relatos, não poupando esforços para garantir sua autenticidade e integridade.

Titus Rivas, um dos autores, concedeu uma longa entrevista para a Radio Merjlin onde fala sobre a pesquisa descrita no livro. A entrevista pode ser ouvida no Youtube nesse link. Apesar de estar em Holandês, legendas em português podem ser ativadas.

 

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

www.metaconsciencia.com

www.estadovibracional.com

Livros:

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

 

EFC Semiconsciente sobre um Acidente Aéreo

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A EFC semiconsciente é a experiencia onde o projetor mistura suas criações mentais ou atividade onírica com impressões colhidas da dimensão extrafísica. O grau de lucidez e o aproveitamento dos eventos rememorados destas experiências varia muito. As vezes elas podem ser completamente desprezadas, outras vezes não.

Recentemente, faltando poucos dias para fazer uma longa viagem de avião, tive curiosa projeção semiconsciente.

Descrição da Experiência: Estava em um local aberto ao lado de algumas pessoas. Nossa atenção voltou-se para o alto. No céu, a baixa altitude, vimos um grande avião de passageiros, um Boeing 747, que despedaçando-se no ar de forma impressionante. A imagem, em câmera lenta, mostrava a maior parte do avião fragmentando-se em centenas de pequenos pedaços. Apenas a parte da frente do avião permanecia intacta e deslocando-se até que, por fim, converteu-se em uma bola de luz, deslocou-se rapidamente pelo céu e explodiu violentamente, arremessando um grande fragmento próximo ao local em que estávamos. O impacto provocou uma “chuva” de pequenos fragmentos incandescentes de tal forma que todos correram para proteger-se deles. Despertei momentos depois.

Não é a primeira vez que tenho EFCs semiconscientes envolvendo acidentes com aviões. Nunca relacionei isto com qualquer tipo de ocorrência real na dimensão intrafísica, A única novidade neste caso é que eu faria uma longa viagem de avião em alguns dias,

Não estava preocupado com esta viagem, de forma que dificilmente teria sido eu o causador da experiência..

Diante de uma experiência assim, como devemos proceder? Conheço pessoas que deixariam de fazer uma viagem após terem uma experiência assim. Mas este não seria meu caso.

Creio ser fundamental analisar o seguinte: qual era meu estado ao despertar? A “carga energética” trazida desta experiência me fez mal? Acordei sobressaltado, com sentimento de apreensão, pavor, medo, receio? Estava suando frio ao despertar? A experiencia em questão ficou presente em minha mente de forma insistente nos dias seguintes? Como resposta é “não” para todas estas questões, não vi razão alguma para preocupar-me.

Não é difícil para, movidos pelo subconsciente, plasmarmos esse tipo de imagens extrafisicamente. Da mesma forma, não é difícil que uma outra consciência,brincalhona ou mesmo assediadora faça o mesmo, para tentar assustar o projetor de alguma maneira.

Usar o discernimento é isto. Analisar de forma integral, inclusive bioenergética, todas as informações e tomar decisões com base na melhor interpretação possível sobre elas.

Enfim, talvez motivado por isso, resolvi fazer mais EVs do que o de costume durante minha viagem, que, por sinal, foi muito tranquila do início ao fim.

Para Saber Mais:

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10 Recomendações para Facilitar as Projeções Lúcidas

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A EFCs – Experiência Fora do Corpo é um fenômeno natural e universal. Todas as noites, bilhões de seres humanos saem de seus corpos enquanto dormem. Pouquíssimos tem lucidez quanto a isso. São os projetores lúcidos.

A projeção lúcida abre um novo horizonte em termos de experimentação e aprendizado para essas pessoas. Contudo, a maioria dos projetores tem número reduzido de experiências desse tipo ao longo da vida, minimizando os benefícios que poderiam obter caso tivessem mais e melhores projeções.

Muitos buscam o controle da projetabilidade, mas, as condições bioenergéticas de nosso mundo criadas em função dos padrões de pensamentos, sentimentos e energias de toda humanidade, geram considerável obstáculo a ser vencido pelas pessoas que desejam projetar-se com lucidez.

Os próprios hábitos dos projetores acabam dificultando a ocorrência de EFCs lúcidas.

Seguem, então, 10 recomendações que qualquer pessoa pode seguir para promover mais e melhores projeções lúcidas. Essas recomendações não garantem projeções conscientes, mas, aumentam as probabilidades de sua ocorrência.

1.Estudo. Estude o assunto EFCs. Não se limite a relatos e descrições superficiais obtidos na Internet. Procure os melhores livros sobre o assunto e encontre ali os melhores conhecimentos coletados por outros projetores e pesquisadores que irão compor um arcabouço para suas próprias experiências.

2.Motivação. Procure motivar-se para a EFC. Leia sobre o assunto; estabeleça alvos projetivos; planeje experiências que deseja realizar. Uma boa motivação pode ser melhor do que 1000 procedimentos técnicos.

3.Organização. Ajuste o local onde você dorme para facilitar a ocorrência de EFCs. Limpe periodicamente seu quarto de dormir (energias gravitantes ficam agregadas a sujeira), mude os objetos de lugar, troque as roupas de cama, desfaça-se daquele colchão e travesseiros velhos. Na hora de dormir, desligue todos os aparelhos eletrônicos, escureça o ambiente, reduza como for possível o ruído local ou distante.

4. Preparação. Não coma demais antes de dormir. Não vá dormir com o corpo exausto, já “implorando” pelo sono. Desligue a TV pelo menos uma hora antes de deitar-se para dormir.

5.Mobilização de energias. Antes de tentar seu experimento projetivo, mobilize intensamente suas energias conscienciais. Durante pelos menos 10 minutos, absorva, circule e exteriorize energias usando a vontade decidida. Isto ajudará a remover do seu holossoma (o conjunto de corpos da consciência) as energias densas acumuladas ao longo do dia que impedem a obtenção de lucidez extrafísica.

6.Técnica. Aplique uma técnica projetiva de forma sistemática, noite após noite, durante semanas, até ter certeza que ela pouco ou nada lhe ajuda na produção de EFCs lúcidas. Comece pelas técnicas mais fáceis (abaixo) e depois tente algumas mais sofisticadas e trabalhosas:

  • Dormir em decúbito dorsal
  • Repetir para si mesmo, várias vezes, que vai ter uma EFC lúcida rememorada.
  • Solicitar auxílio aos seus amparadores extrafísicos para ter uma EFC lúcida

7. Rememoração. Habitue-se a rememorar tudo o que aconteceu consigo durante o sono. Permaneça imóvel até conseguir lembrar os eventos experienciados.

8.Análise. Faça uma análise dos eventos rememorados. Sonhos são criações mentais simbólicas, quase sempre sem lógica, que expressam emoções básicas como medo, desejo, conflitos. EFCs semiconscientes ou sonhos lúcidos são as experiências que “contam uma história”, tem início, meio e fim. Proporcionam a vivência de situações inusitadas como voar, mobilizar energias, conversar com pessoas que já morreram, dentre muitas outras. Quem tem muitas EFCs semiconscientes também terá mais EFCs lúcidas.

9.Registro. Registre em um diário suas experiências. Seus sucessos e seus insucessos, trazendo, fixando-os na memória, trazendo-os par nível objetivo e criando dessa maneira um círculo virtuoso de experiência-registro-experiência.

10.Variação. Não fique a vida toda tentando projetar-se no quarto de seu apartamento. Mude, varie. Tente dormir na sala, em outro quarto. Se vive com companheiro(a) tente dormir ocasionalmente sozinho em outra cama. Faça seus experimentos projetivos em outros locais sempre que possível, quando for dormir na casa de um amigo(a), parente, quando sair de férias ou procurando um local tranquilo para passar o final de semana.

Para Saber Mais

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Experiências Fora do Corpo: O Guia do Iniciante

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Procura-se Projetores!

O Dr Braithwaite demonstra a "ilusão da mão de borracha"

O Dr Braithwaite demonstra a “ilusão da mão de borracha”

Cientistas da Universidade de Birmingham anunciaram no final de março de 2013 que estão procurando voluntários que tiveram Experiências Fora do Corpo para se participarem de um novo estudo que visa identificar as causas científicas por trás destes fenômenos.

Pesquisas anteriores, realizadas pela própria Universidade de  Birmingham, basearam-se em respostas indiretas por meio de questionários para examinar quais fatores baseados no cérebro sustentam a ocorrência dessas experiências.

O novo estudo está sendo promovido pelo Selective Attention & Awareness Laboratory (SAAL) da Escola de Psicologia da University of Birmingham, na Inglaterra.

O teor do anúncio, feito no site da universidade, de antemão, já deixa claro qual é a orientação da nova pesquisa: o fenômeno é encarado pelos pesquisadores como “bizarro”, “um tipo de alucinação”, uma “disfunção” do sistema neuro-cognitivo.

Segundo afirmou o Dr. Jason Braithwaite da Escola de Psicologia, “Nós estamos começando a compreender como é que o cérebro produz a experiência ´in-the-body´ no cotidiano observando os casos em que esses processos dão errado” (ou seja as EFCs são os “processos errados”).  “Estamos explorando a neurociência que pode predispor algumas pessoas a ter estas experiências marcantes e torná-las mais vulneráveis ​​a essas ocorrências “, conclui o Dr. Jason.

A equipe do Dr. Braithwaite está pedindo às pessoas que “sofreram estes tipos de alucinações”, ou seja, que tiveram EFCs, para participar de alguns simples experimentos em laboratório.

Um dos objetivos da pesquisa é verificar se as experiências fora do corpo apresentam respostas a padrões neurológicos semelhantes às  alucinações visuais de pessoas que sofrem de enxaqueca e epilepsia.

Além disso, outro objetivo é investigar a “ilusão da mão de borracha” onde os pesquisadores enganam o cérebro de um voluntário tornando-o absolutamente convencido de que uma mão de borracha falsa é realmente sua e que pertence ao seu corpo. Os investigadores querem saber se esta ilusão é mais fácil ou mais difícil de ser induzida em pessoas que têm experiências fora-do-corpo.

Os pesquisadores estão particularmente interessados ​​em fazer experimento com pessoas que experimentaram sensações fora do corpo em algum momento de sua vida. Se você experimentou uma experiência fora do corpo e gostaria de fazer parte desta nova e “excitante” pesquisa entre em contato com o Dr. Jason Braithwaite diretamente pelo e-mail jjbraithwaite@bham.ac.uk para mais informações.

O site adverte que as experiências não são adequadas para pessoas com epilepsia ou epilepsia fotossensível.

Para Saber Mais

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Origem da Terminologia Projetiva

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Hoje empregamos termos como EFC, OBE, Viagem Astral, Projeção Astral e outros mais com muita frequência. No Brasil é muito fácil encontrar pessoas que já tenham ouvido falar em algum desses termos e do conceito a eles associado.

A origem da terminologia projetiva, contudo, é obscura. Fazendo-se buscas na Internet, constata-se uma série de equívocos sobre quando certos termos surgiram e quem os criou. Frequentemente, nos EUA, pessoas são citadas como tendo sido os criadores do “sentido moderno” de astral travel ou astral projection e, as vezes, como criadores de fato dos termos. Um caso que chamou-me mais a atenção foi uma dessas atribuições feitas a Dion Fortune:

“The actual term “astral projection” was coined in the 1940s by British psychic Dion Fortune in her book Psychic Self Defense”

Consultando esse livro, constei que o termo astral projection simplesmente não é usado nessa obra! Aparentemente alguém fez essa citação descuidada e todo mundo que todo mundo saiu copiando.

Curioso, fui em campo e fiz uma pesquisa (não se enganem: custou-me várias horas de trabalho) e agora apresento para você meu levantamento, restrito aos termos mais usados em inglês e francês, idiomas em que surgiram. Nos demais idiomas, como o português, esse termos foram simplesmente traduzidos.

1857 Emancipation de L´Ame: Em portuguêsEmancipação da Alma”. Termo da língua francesa criado pelo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, vulgo Alan Kardec (1804-1869) e divulgado pela primeira vez em 1857 no Le Livre des Esprits (O Livro dos Espíritos).

Comentários: O termo nunca foi muito usado, mesmo pelos espíritas, uma vez que o foco da doutrina é a mediunidade. Ao longo do tempo os espiritas passaram a usar outros empregados por metapsiquistas, exotéricos e, mais recentemente, por cientistas.

1884 – Astral Projetion: Em português “Projeção Astral”. O termo da língua inglesa pode ser rastreado até 1884 quando foi usado pela primeira por Edith Maughan no Volume 4 do Journal of the Society for Psychical Research.

Comentários: Nas décadas seguintes o termo tornou-se popular nos Estados Unidos da América. Alguns autores como Sylvan Moudon chegaram a publicar livros com esse título.

1900 – Dédoublement: Em portuguêsDesdobramento”. O uso da palavra fancesa Dédoublement teve início na França por volta de 1894. Anos depois, passou a ser empregada pelos metapsiquistas para descrever o fenômeno da EFC e da bilocação, às vezes associado a uma segunda palavra como dédoublement personne (desdobramento da pessoa) e dédoublement spirituel (desdobramento espiritual).

Comentários: O termo popularizou-se com os livros pelo francês Charles Lancelin (1852-1941) e pelo italiano Ernest Bozzano (1862-1943) escritos no início do Século XX. No Brasil, vários livros de Bozzano foram traduzidos para o português, popularizando o termo “desdobramento” no meio espírita onde estavam seus leitores. Apesar de popular no meio espírita desde então, o termo (assim como todos os demais) é execrado por alguns espíritas por não existir nas obras de Kardec.

1907 – Astral Travel: Em português “Viagem Astral”. A mais antiga referência a esse termo da língua inglesa pode ser encontrada no livro “A Series of Lessons in Gnani Yoga (the Yoga of Wisdom.)” de Yogi Ramacharaka, pseudônimo de William Walker Atkinson Publicado pela The Yogi Publication Society.

Comentários: Tal como o termo Astral Projection, Astral Travel tornou-se muito popular nos Estados Unidos da América, tornando-se com o tempo o termo mais empregado no mundo para descrever o fenômeno das EFCs.

1913 – Lucid Dream: Em português “Sonho Lúcido”. O termo da língua inglesa foi cunhado pelo psiquiatra e escritor holandês Frederik van Eeden (1860-1932) e divulgado pela primeira vez em 1913 em um estudo feito para a Sociedade de Pesquisas Psíquicas (SPR) em Londres denominado A Study of Dreams (Um Estudo dos Sonhos).

Comentários: O termo caiu no esquecimento, tendo sido resgatado por pesquisadores como Stephen Laberge (1947-/) a partir da década de 1980.

1960 – Out-of-Body Experience (OBE): Em português “Experiência Fora do Corpo”. O termo da língua inglesa foi criado pelo psicólogo e parapsicólogo americano Charles T. Tart  (1937-/) para designar o fenômeno em lugar de Astral Projection e Astral Travel, considerados místicos.

Comentários: O termo OBE, também descrito como OOBE, foi adotado pelos parapsicólogos e é o único citado em publicações científicas. O projetor e escritor Robert Alan Monroe foi um dos responsáveis pela popularização do termo, usado em seus livros escritos a partir da década de 1970. O termo, seja por ser maior do que o de seus antecessores (4 palavras), seja por ser um hábito moderno, já surgiu com um acrônimo (sigla).

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

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