Lembranças da Projeção da Consciência

FA03112013

Omraam Mikhaël Aïvanhov – Crédito: Wikimedia Commons

A seguir, um pequeno texto sobre a rememoração das projeções da consciência texto escrito por Omraam Mikhaël Aïvanhov [1] e postado na lista Voadores em 25 de outubro de 2013.

“Toda manhã, ao despertar, pensem em olhar na sua caixa de correio interior para descobrir as mensagens que foram depositadas nela durante o sono. De fato, durante o sono, a alma se liberta do corpo e vai ao mundo invisível, onde vê e aprende muitas coisas. Quando volta, esse saber se imprime no cérebro da pessoa que estava dormindo, a qual, ao despertar, tem a lembrança de ter feito determinadas experiências e recebido determinados avisos ou conselhos que lhe indicam a conduta a manter durante o novo dia, e também para os próximos dias.

Talvez alguns de vocês digam: «Mas porque isso não acontece comigo? Eu não me lembro de nada.». É porque o seu cérebro ainda não está suficientemente bem organizado para receber os registros, as imagens e as revelações que a alma traz das suas viagens no mundo invisível. Vocês devem prepará-la para isso através de uma vida harmoniosa. Assim, pouco a pouco, conseguirão conhecer as experiências que a sua alma fez durante o sono.”

Omraam Mikhaël Aïvanhov

Notas:

A mensagem foi recebida em italiano da Edizioni Prosveta e traduzida para o português (brasileiro) e distribuída por Ana Lucia G. Sarcià.

Omraam Mikhaël Aïvanhov é o pseudônimo de Mihail Ivanov, (1900, Srpci – Império Otomano – Atual Macedônia / 1986, Fréjus, Franca) foi um filósofo, pedagogo, alquimista e místico de origem Búlgara e discípulo do mestre Peter Deunov (Beinsa Douno) fundador da Fraternidade Branca Universal.

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Projeção Precognitiva?

FA27102013

Sabemos por meio de experiências pessoais e por meio de relatos de muitos projetores que, às vezes, a consciência consegue, de alguma forma, transcender o espaço/tempo e captar por meio de précognições, eventos que acabam materializando-se, tempos depois, na dimensão intrafísica. Isso pode acontecer durante a vigília ou durante uma projeção consciente pré-cognitiva.

Semana passada, recebi a mensagem de um amigo relatando uma projeção semiconsciente que ele teve há poucos dias. Ela via um cenário onde o Brasil estava às voltas com um golpe comunista, uma grande desordem que assolava todo o país gerando muitos conflitos e insegurança. Apenas alguns locais sob controle militar ofereciam alguma segurança para a população.

Como a experiência foi muito detalhada e com alto grau de “realidade”, ele escreveu-me questionando se essa experiência poderia referir-se a algo que irá acontecer de fato.

Há poucos dias, observando na TV uma série de manifestações ocorridas em São Paulo, provocadas por invasores de um terreno público e que foram desalojados, ocorreu-me algo como: aonde vamos parar? Se todo mundo começar a quebrar tudo para manifestar sua insatisfação e com as autoridades omissas ou impedidas pela Lei da atuar de forma mais efetiva.

Minhas observações mais a projeção semiconsciente de meu amigo parecem indicar que existe já um holopensense * criado no sentido de consolidar esse estado de coisas: manifestações+ conflitos+anarquia+impotência das pessoas e autoridades.

A quem interessa esse tipo de padrão de pensamentos? As consciências extrafísicas doentias em primeiro lugar, para quem, quanto pior as coisas estiverem, mais fácil para elas controlarem e manipularem.

Então, respondi ao meu amigo que essa experiência que ele teve provavelmente foi criada extrafisicamente, tal qual uma “realidade alternativa” com o objetivo de implantar o medo nas pessoas, reforçando o holopensene que pretendem implantar no pais: insegurança, medo, intranquilidade, sensação de impotência.

Se de fato essas coisas continuarem piorando do país, devemos lembrar que isso ocorrerá em função da complacência da população como um todo. Em geral, ninguém deseja que as coisas piorem, mas, ninguém quer efetivamente fazer nada em termos de ações de melhoria. As pessoas limitam-se a reclamar e não querem mudar nada na rotina de suas vidas. E nós sabemos que é nessa rotina, em meio a coisas aparentemente sem importância, que tudo começa: Não respeitamos a faixa de pedestre, jogamos lixo na rua, disputamos espaço no trânsito, procuramos dar um jeitinho ao invés de seguirmos leis e normas, cobramos muito, mas não ajudamos com nada, sequer com sugestões, criticamos, mas não admitimos sermos criticados, supervalorizamos o que é nosso e menosprezamos o que é de outrem, fingimos que não vemos uma porção de coisas erradas, alegamos falta de tempo para não assumirmos compromissos. Enfim, a lista dessas “pequenas coisas” é interminável. Junte tudo isso em todas as pessoas e teremos o “caldo de cultura” para tudo o que sabemos que está errado no país. Nesse cenário, surgem aqueles que desejam aproveitar-se da situação, tanto no intrafísico quanto no extrafísico.

Assim, prezado leitor, o recado é esse: Faça sua parte. Se não podes concertar o Brasil, melhore o que for possível na sua vida, torne-se um cidadão que respeita os demais. Faça sua parte.

Notas

* Holopensene: (holo + pen + sen + ene) – Pensenes (pensamentos + sentimentos + energias) agregados ou consolidados, o mesmo que energias gravitantes, egrégora, campo morfogenético.

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Sonhos Lúcidos entre o povo Achuar

FA04102013

A criança, menino ou menina, sai da aldeia cedo, ao amanhecer. Em jejum caminha pela floresta cantando ou assobiando músicas especiais para evocar os espíritos e pedir-lhes uma boa visão. Após andar por várias horas, acabam atingindo uma fonte de água onde ela constrói um pequeno alpendre onde irá passar a noite. Em seguida, ela limpa a vegetação e abre um caminho em linha reta partindo do alpendre em duas direções. Finalmente, a criança vai tomar um banho na fonte.

Quando a noite cai, a criança ingere suco de tabaco, previamente preparado por um dos anciãos da comunidade. O ancião prepara o tabaco mastigando-o a fim de liberar o seu poder e as visões que ele teve em sua infância para que sejam passadas para a próxima geração através do contato com sua saliva.

A ingestão desse suco provoca sonhos vívidos; sonhos com os espíritos dos antepassados ​​Achuar conhecidos como Arutam. Os Achuar creem que o o Arutam vem caminhando ao longo do trajeto aberto na mata, por isso, é importante que nem uma única vara seja esquecida bloqueando o caminho para que ele não tropece.

De todos os lugares na floresta, cachoeiras são os melhores lugares para ir procurar uma visão pois é onde o Arutam reside. Esses lugares são considerados sagrados e tratados com respeito especial.

O Arutam aparece nos sonhos da criança como um animal poderoso ou perigoso, como um jaguar, uma anaconda, um jacaré ou uma águia. A criança não deve ter medo, mas deve acolher o espírito, que, em seguida, vai mostrar-lhe a visão do seu futuro.

As visões proporciondas pelo Arutam dependem da forma que assume quando aparece. Pode ser que de preveja uma vida longa, que ela terá o poder de liderar, que vai tornar-se um guerreiro destemido, que demonstrará muita bravura, que fará muitas viagens ou que constituirá uma grande família. Na manhã do dia seguinte, a criança prossegue com esse ritual de passagem retornando para sua aldeia.

Experiências como essa envolvem o fenômeno das EFCs. A ingestão de beberragens contendo substâncias psicoativas como o suco de tabaco e a Ayahuasca facilitam o desprendimento do corpo, com a desvantagem de reduzirem a lucidez, mesclando as parapercepções com imagens psicodélicas criadas pela própria consciência.

Fazendo parte do Jivaroan, grupos de povos indígenas nas cabeceiras do rio Marañon e seus afluentes, no norte do Peru e leste do Equador, o povo Achuar congrega 18.500 indivíduos que residem em pequenas aldeias espalhados pela região e que resistiram ao contato com colonizadores brancos até meados do Século XX.

Para o Achuar, um sonho não é simplesmente uma passagem, um ilusão noturna sem relação com a vida de acordar. Pelo contrário, os sonhos são portais que permitem a comunicação com os espíritos de seus ancestrais, que vêm visitá-los e falar-lhes sobre a vida, dando-lhes conselhos e uma visão de seu futuro para que possam trilhar um caminho claro em suas vidas.

Os sonhos são, portanto, essenciais para o Achuar tanto pelo caráter revelador como por trazerem preságios. Antes de se envolver em qualquer forma de comportamento predatório, quer seja guerra contra outras aldeias, a caça, ou algumas formas de pesca, os homens muitas vezes insistem em ter um sonho que lhes mostrem o que esperar ou o que vai acontecer.

Referências

http://en.wikipedia.org/wiki/Achuar_people

http://www.culturalsurvival.org/ourpublications/csq/article/meeting-arutam

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Rápida Projeção no Ceaec

Alojamento no Ceaec - Foto do Autor

Alojamento no Ceaec – Foto do Autor

No penúltimo Post, relatei um evento ocorrido no Ceaec. Mas isso não foi tudo. Tive mais algumas experiências que posso relatar.

Cheguei ao Ceaec, em Foz do Iguaçu, no dia 27 de março e por conveniência, resolvi dormir no Village (foto acima), um alojamento existente dentro do Ceaec (um hotel está em fase do construção ao lado do complexo).

Na primeira noite de sono no local. Propositadamente, não fiz qualquer trabalho energético ou autoprogramação antes de dormir. Eu queira ver “o que iria rolar” dessa forma, sem qualquer indução. Adormeci depois de algum tempo. Dormi pouco nessa noite.

A única coisa do qual me lembro durante o período de sono dessa primeira noite é que eu estava conversando com uma mulher. Ela estava sentada na minha frente, bem à vontade. Era magra, pele morena, cabelos pretos, curtos e ondulados, provavelmente presos de alguma forma na parte detrás da cabeça. Trajava uma blusa clara estampada que lembravam pequenas flores.

O que mais me chamou a atenção nela foram os olhos. Sob e acima das sobrancelhas parecia haver uma maquiagem escura que formava uma barra retilínea, digamos assim, de uma ponta a outra das sobrancelhas. Ela estava prestando-me vários esclarecimentos, mas, não guardei rememoração sobre os pormenores dos assuntos abordados. Isso é o que chamamos de projeção semiconsciente.

No dia seguinte deitei-me para dormir por volta de meia-noite. Sem perceber adormeci, como num abrir e fechar de olhos. Despertei às 2:20 com o livro da Helen Keller “estampado na minha cara”, conforme relatado no post anterior.

Depois disso, não consegui mais dormir. Passei as horas seguintes me revirando na cama. Aproveitei então para processar mentalmente algumas ideias. Infelizmente, isso não ajuda em nada a trazer o sono de volta, de forma que assim fiquei até umas 6:30 quando, finalmente, adormeci novamente.

Entrei em um estado alterado de consciência e passei  a sonhar lucidamente. Nesse sonho, eu despertava (falso despertar). O quarto estava claro como se fosse dia, apesar de, no intrafísico, estar completamente escuro. Fora isso, percebi que havia muitos outros objetos e móveis no quarto além dos que estão instalados no intrafísico. Eu despertava, erguia-me da cama e me questionava se havia de fato acordado.  Isso aconteceu duas vezes, No terceiro falso despertar, ao me levantar, meu nível de lucidez aumentou. De alguma forma, surgiu em minha paramão direita um estojo de lápis escolar aparentando ser feito de nylon vermelho, com um zíper branco rodeando-o quase que completamente.

Mais uma vez, desconfiei que aquele não era um autentico despertar e que estava na realidade projetado fora do corpo físico. Minha lucidez ainda não estava num nível L6*, pois se assim fosse, eu não teria nenhuma dúvida sobre o fato de estar projetado. Para testar minha impressão, atirei para cima o estojo que estava em minha paramão de forma que subisse e caísse dando rodopios. Minha hipótese, formulada num átimo, era de que se eu estivesse projetado, aquele estojo seria extrafísico e, portanto, poderia comportar-se de forma diversa ao que seria de se esperar no intrafísico, contrariando a atração gravitacional e caindo de volta na minha paramão lentamente, como se estivesse em câmera lenta. Se isso ocorresse, pouco importando se o efeito seria provocado pela atuação da minha mente por sobre o objeto ou não, seria a comprovação de que eu estava projetado.  Mas, não foi o que sucedeu. Nesse ponto, minha visão estava ligeiramente deslocada para fora do psicossoma, de tal sorte que eu me via de um ponto ligeiramente deslocado para fora do psicossoma.

Apesar do “teste” da queda do estojo não comportar-se com eu esperava, convenci-me de que estava projetado. Nesse momento, devo ter passado do nível de lucidez L2* para L4*. Esqueci o estojo, a visão centrou no psicossoma (isso é comum para mim quando passo de sonho lúcido para uma projeção lúcida), ficando tal como a visão no corpo intrafísico. Levantei-me completamente da cama, sem contudo pisar no chão. Parecia flutuar a alguns centímetros sobre ele. Chamou-me a  atenção uma grande quantidade de objetos multicoloridos dispersos pelo chão, Eram pequenos brinquedos e/ou artefatos de desenho e artes plásticas do tipo que são usados por crianças.

Subitamente despertei**. Poucos minutos se passaram após ter adormecido. Avaliei então esses eventos. Fiquei surpreso comigo mesmo. De onde tirei aquela ideia de atirar o estojo para o alto? Como consegui elaborar tão rapidamente essa ideia? As vezes surpreendo-me com essas coisas.

Por que o quarto estava tão diferente e porque haviam tantas coisas ali relacionadas com material didático para crianças? Seriam de fato para crianças? Estariam essas formas pensamento relacionadas a pessoas que hospedaram-se ali antes de mim? Teriam sido essas formas pensamento criadas por uma consciência extrafísica ali presente, não percebida por mim, para dar-me um recado, algo como: “O seu nível de projetabilidade lúcida ainda é o de uma criança…”. Ou a ideia seria outra, afinal, o que contém um estojo? Canetas, lápis… Seria uma indicação de que tenho que escrever mais? Nesse sentido, os objetos no chão indicariam a necessidade de usar mais elementos didáticos em minhas atividades? Quem sabe? Quando paira a dúvida quanto a natureza de um experimento projetivo, temos que cogitar todas as possibilidades.

Concluindo, observe leitor que a projeção foi muito rápida, mas, quantas linhas tive que usar para descrever tudo o que se passou nesse ínfimo período de tempo? Nada do que acontece ou o que é percebido durante um experimento projetivo é casual. A atenção para com os detalhes, e o seu registro posterior, por menores que sejam, pode trazer muitas informações úteis.

Notas

* Os níveis de lucidez extrafísica são descritos no livro Projeciologia de Waldo Vieira:

L2 = 20% de lucidez extrafísica. Seminconsciência com interferências oníricas.

L4 = 40% de lucidez extrafísica. O projetor ainda tem dúvida sobre se está ou não projetado.

L6 = 60% de lucidez extrafísica. Nesse ponto a lucidez é quase igual a que a pessoa apresenta na dimensão intrafísica e o projetor sabe, sem dúvidas, que está projetado.

** Experimentos recentes indicam que quando a pessoa entra na condição de sonho lúcido o cérebro passa a produzir ondas Gama cuja frequência é maior do que as que são produzidas na vigília comum. Essa superativação do córtex cerebral faz com que a pessoa rapidamente desperte.

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Sonhos Lúcidos Podem Melhorar a Qualidade de Vida

Distribuição do tempo em 80 anos de vida

Distribuição do tempo em 80 anos de vida

Como se sabe, sonhos lúcidos são uma porta para a Experiência Fora do Corpo com lucidez. Apesar da EFC ser uma experiência superior, muito mais enriquecedora que o sonho lúcido, esse último pode, por si só, também pode trazer vários benefícios.

Esse Post foi baseado em um artigo escrito por Eric Dobko, pulicado em 23 de janeiro de 2013 pelo The Daily Aztec, um jornal da San Diego State Univerty.

Uma das utilidades do sonho lúcido seria o lazer, a diversão, à medida que o sonhador pode criar seu próprio mundo de fantasia, sem limitações corporais ou físicas, executando ações impossíveis para o corpo como voar, aumentar ou diminuir seu tamanho, distender seus membros ou metamorfoseá-los do jeito que desejar. Em outras palavras, ele pode brincar de “X-Man” durante o um sonho lúcido.

O sonho lúcido também pode ser aproveitado como uma ferramenta para a criatividade artística, conforme descrevi em recente Post anterior. Um pintor pode focalizar sua energia mental para produzir uma tela e permitir que o seu inconsciente preencha essa tela com cores que surgem espontaneamente à sua mente. Um compositor pode produzir novas melodias com o nesse estado diferenciado de consciência. Um ator pode deparar-se com uma situação nova e inovadora que pode ser usada em seu próximo filme ou peça teatral.

A consciência mais profunda de que os sonhos são apenas produtos da mente é um método eficaz para a superação de pesadelos. Um estudo de 2006 publicado na revista acadêmica Psychotherapy and Psychosomatics, confirmou que os sonhos lúcidos podem ser efetivos para diminuir a frequência de pesadelos.

Dessa forma, tudo leva a crer que os sonhos lúcidos possam ser de fato bem interessantes. Mas como podemos fazer para tê-los?

A maioria das pessoas nunca experimentaram sonhos lúcidos. Muitos sequer conseguem lembrar dos detalhes de seus sonhos comuns de forma regular.

Uma forma fácil para chegar-se ao sonho lúcido é prestar mais atenção nos sonhos comuns. Para fazer isso, pode-se simplesmente ter por hábito registrar  as ocorrências de sonhos comuns. Fazendo isso imediatamente após acordar, aumenta-se a capacidade de rememoração dos sonhos e de, de quebra, a capacidade de  reconhecer quando se está sonhando.

Outro método eficaz é o de realizar testes de realidade regularmente, questionando-se várias vezes ao longo do dia: “Estou sonhando agora?” Será que sua presente experiência de leitura desse Post é imaginária? Quanto mais regularmente você executar essas verificações de realidade, maior consciência  e controle  você terá sobre seus sonhos.

Uma pessoa passa em média cerca de um terço de sua vida dormindo e cerca de um quarto desse tempo sonhando. Para uma pessoa com 80 anos de idade, isso se traduz em passar aproximadamente 7 anos da existência sonhando. Não seria bom, portanto, aproveitar melhor todo esse tempo?

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